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TRANSPORTE NEONATAL

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by

Livia Prazim

on 3 October 2013

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Transcript of TRANSPORTE NEONATAL

TRANSPORTE NEONATAL
10 passos para o sucesso do transporte neonatal
1. Solicitar vaga
2. Solicitar consentimento da mãe ou responsável
3. Dispor de equipe treinada
4. Solicitar veículo para transporte
5. Preparar equipamentos, materiais e medicações
6. Calcular o risco de morbidade do paciente
7. Estabilizar o RN antes do transporte
8. Cuidado durante o transporte
9. Verificar intercorrências durante o transporte
10. Cuidados ao fim do transporte
Fluxograma - Transporte Neonatal
Objetivos
Livia Prazim
FAMENE
Centros Primários
UBS
Unidades Mistas
Hospitais Primários
Centros Terciários
Hospitais Universitários
Hospitais Maternidade
Assistência à Gestante de Alto Risco
Centros Secundários
Hospitais Gerais
Alojamento Conjunto
Internação de Médio Risco
Maternidade
de
Alto Risco
Centro Cirúrgico
Centro de
Imagem
Principal
Permitir a rápida remoção em condições seguras dos RN graves, eventualmente
nascidos em centros sem recursos
Classificação
Transporte
Inter-Hospitalar
Transporte
Intra-Hospitalar
Prematuridade, com idade gestacional menor que 32 a 34 semanas e/ou peso de nascimento inferior a 1.500 gramas.
Problemas respiratórios com uso de fraçãoinspirada de oxigênio superior a 40 –60% ou de pressão positiva contínua emvias aéreas ou de ventilação mecânica.
Anomalias congênitas.
Convulsões neonatais.
Doenças que necessitam de intervenção cirúrgica.
Hemorragias e coagulopatias.
Hiperbilirubinemia com indicação de exsanguíneo- transfusão.
Asfi xia com comprometimento multissistêmico.
Recém-nascido com cianose ou hipoxemia persistente.
Sepse ou choque séptico.
Hipoglicemia persistente.
Unidade de Cuidados Intensivos ou Semintensivos
Procedimentos Cirúrgicos
Procedimentos Diagnósticos
CONTRA-REFERÊNCIA
Solicitar vaga
Solicitar consentimento da mãe ou responsável
Dispor de equipe treinada
Preparar equipamentos, materiais e medicações
Calcular o risco de morbidade do paciente
Estabilizar o RN antes do transporte
Cuidado durante o transporte
Verificar intercorrências durante o transporte
Cuidados ao fim do transporte
Central de regulação
Comunicação entre os médicos
Responsabilidade - médico do local de origem
Identificar RN
Autorização por escrito da mãe (exceto em caso de doença psíquica)
Situação especial - risco iminente de vida
Médico apto a realizar todos os procedimentos necessários a assistência de um neonato gravemente enfermo
Técnico de enfermagem ou enfermeiro com conhecimento e prática no cuidado de RN
Estado clínico do paciente
Distância a ser percorrida
Condições climáticas
Funcionários necessários (número e o tipo)
Equipamento exigido para a estabilização do neonato
Disponibilidade no momento do transporte
Solicitar veículo para transporte
Vantagens:
Baratas e seguras
Pouca vibração
Nível de ruído - 90 a 100db
Pacientes graves - 50km
Pacientes estáveis - 160km
Pré-requisitos:
Altura do compartimento de pacientes suficiente para a acomodação da incubadora de transporte, com local seguro para sua fixação
Presença de fonte de energia, luz e controle de temperatura
Fonte de oxigênio e ar comprimido, com estoque de ambos os gases
Espaço interno mínimo para a manipulação do recém-nascido em situação de emergência
Cintos de segurança para a equipe de transporte
Desvantagens:
Espaço interno limitado
Alto nível sonoro
Cabine não pressurizada
Vantagem:
Transporte de pacientes graves num raio de 160 a 240km
Vantagens:
Ideal para longas distâncias pela rapidez
Pouca vibração e ruído
Iluminação e espaço adequados para a monitorização e a manipulação do recém-nascido
Desvantagens:
Custo operacional elevado
Não servem para o transporte urbano
Equipamentos
• Bomba perfusora.
Incubadora de transporte: transparente,
de dupla parede, bateria e fonte de luz.
• Cilindros de oxigênio recarregáveis (pelo
menos dois).
• Balão autoinflável com reservatório e
máscaras ou respirador neonatal.
• Monitor cardíaco e/ou oxímetro de
pulso com bateria.
• Material para intubação, venóclise e
drenagem torácica.
• Termômetro, estetoscópio, fitas para o
controle da glicemia capilar.
Medicamentos
Efeito cardiovascular
Dobutamina
Dopamina
Furosemida
Diversos
Aminofilina
Dexametasona
Pancurônio
Vitamina K
Heparina
Lidocaína 0,5%
Aporte Hidroeletrolítico
Soro Fisiológico 0,9%
Soro Glicosado a 5 e 10%
Glicose a 50%
Cloreto de potássio a 10%
Cloreto de sódio a 20%
Gluconato de cálcio a 10%
Água destilada
Reanimação
Adrenalina (1/10.000)
Efeito neurológico
Morfina
Fentanil
Midazolan
Fenobarbital sódico
Difenil-hidantoína
Antibióticos
Penicilina
Aminoglicosídeo
Portáteis, duráveis, leves, de fácil manutenção. sempre prontos e disponíveis
Bateria própria e recarregável, com autonomia de funcionamento de, no mínimo, o dobro do tempo do transporte
Não podem sofrer interferência eletromagnética
Módulo de fixação adequada
Devem suportar a descompressão aguda, mudanças de temperatura, vibração
Compatíveis com outros equipamentos de transporte
Tamanho padrão dos hospitais
Materiais
TRIPS
<10 antes e no fim do trasporte = não se associa a risco de óbito até sete dias e/ou HPIV grave
Progressivamente > 10 ou aumento ao final = aumento do risco de óbito até sete dias e/ou HPIV grave
AVALIA A QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Temperatura
NÃO USAR BOLSAS OU LUVAS DE ÁGUA QUENTE (queimaduras)
Normotermia = 36,6 a 37,1°C
Superfícies secas e sem secreções
Saco de polietileno em < 1.500g
Touca em prematuros e RN com hidrocefalia
Colchão térmico em temp. <25°C
HIPOTERMIA - Mortalidade + Morbidade + Custos
Respiração
Vias Aéreas
Posicionar cabeça = coxins
Aspiração
Cânula de Guedel: atresia bilateral de coanas, micrognatia, etc
Intubação
RN com ritmo respiratório irregular ou superficial
Necessidade de FiO2 superior a 60% para manter oximetria de pulso normal
pCO2 acima de 50mmHg na vigência de doença respiratória (risco de parada respiratória)
RN com peso <1.000 gramas com risco de fadiga muscular.
Oxigenação
Inalatório
CPAP
VPP
Sempre contar com dois acessos
Checar localização e fixação
Acesso Vascular
Suporte Metabólico e Ácido-Básico
Glicemia
Equilíbrio ácido-básico
Cálcio
CONTRA-INDICADO TRANSPORTE COM HIPOGLICEMIA OU PH < 2,25
Monitorização Hemodinâmica
Perfusão cutânea
Frequência cardíaca
Pressão arterial
Débito urinário
Balanço hídrico
Controle da Infecção
Coletar hemocultura
Iniciar antibioticoterapia
NÃO CORRER!!! – 60km/h USAR CINTO DE SEGURANÇA
Temperatura a cada 10 minutos
Verificar a permeabilidade de vias aéreas
Monitorizar a oxigenação (oximetria de pulso)
Monitorizar a frequência cardíaca, pressão arterial, perfusão periférica, débito urinário
Glicemia antes do transporte e a cada 1h
Verificar o funcionamento dos equipamentos

Transmitir toda a história clínica e intercorrências
Ficha de transporte assinada pelo médico receptor e transportador
Duas vias: hospital de origem e de destino
Reposição de material
Leitura Recomendada: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_orientacoes_transporte_neonatal.pdf
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