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Normas de segurança, descarte e conduta em laboratórios clín

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by

Suelen Silvana Dos Santos

on 19 February 2016

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Transcript of Normas de segurança, descarte e conduta em laboratórios clín

Normas de segurança, descarte e conduta em laboratórios clínicos
Biossegurança
Práticas Seguras no Laboratório
São um conjunto de procedimentos que visam reduzir a exposição dos analistas a riscos no ambiente de trabalho.
Equipamento de proteção individual e coletiva
As substâncias ou organismos manuseados e os equipamentos operados podem resultar em acidentes como intoxicações, envenenamentos, queimaduras térmicas e químicas, contaminação por agentes biológicos, incêndios, explosões e outros. Esses acidentes podem ser evitados ou minimizados pelo uso de EPI e EPC de forma correta.
Descartes de produtos biológicos
* É a ciência voltada para o controle e a minimização de riscos advindo da prática de diferentes tecnologias, seja em laboratórios, biotérios ou no meio ambiente.

* Fundamento básico: assegurar o avanço dos processos tecnológicos e proteger a saúde humana e o meio ambiente.

RISCOS FÍSICOS
- equipamentos que geram calor ou chamas

- equipamentos de baixa temperatura

- material radioativo

- pressões anormais

- umidade

- ruídos e vibrações

- radiações não ionizantes
RISCOS BIOLÓGICOS NO AMBIENTE LABORATORIAL
- tecnologia de DNA recombinate

- manipulação de OGM (sistemas de expressão, animais transgênicos e knock out, plantas trangênicas
RISCOS QUÍMICOS
- contaminantes do ar
- substâncias tóxicas e altamente tóxicas
- substâncias explosivas
- substâncias irritantes e nocivas
- substâncias oxidantes
- substâncias corrosivas
- substâncias inflamáveis
- substâncias cancerígenas
- líquidos voláteis
RISCOS ERGONÔMICOS
RISCOS DE ACIDENTES
- equipamentos de vidro

- equipamentos e instrumentos perfurocortantes

-colheita, manipulação de amostras de fluidos biológicos

equipamentos que utilizam gás comprimido
EQUIPAMENTOS DE ENGRENAGEM E SISTEMA DE TRITURAÇÃO
EQUIPAMENTOS DE EMISSÃO DE ULTRASSOM
Limpeza das áreas do laboratório
Deve ser realizada REGULAR e IMEDIATAMENTE após o término de uma atividade
Desinfecção
ANTES e APÓS a atividade laboratorial para prevenir contaminação com materiais ou produtos biológicos
Descontaminação
Deve ser realizada imediatamente após o derramamento de produtos químicos, radioativos ou biológicos.
Manuseio e transporte de vidrarias e outros materiais
Manuseio e armazenamento adequados de produtos químicos
Irritante
Combustível
Tóxico
Explosivo
Corrosivo
- ingerir alimentos e bebidas;

- usar cabelos soltos;

- utilizar fones de ouvidos ou qualquer tipo de equipamento sonoro;
Não devemos:
Equipamentos de proteção individual (EPI)
São considerados dispositivos de uso individual destinados a proteger a integridade física e a saúde do trabalhador
Os EPI são classificados de acordo com a parte do corpo que protegem:
* Cabeça
* Tronco
* Membros superiores
* Membros inferiores
CABEÇA
- capacetes de segurança;

- protetores faciais;

- óculos de segurança;

- protetores respiratórios;

- protetores auriculares.
CAPACETES DE SEGURANÇA
Proteger a cabeça contra impactos, partículas desprendidas, agentes perfurocortantes, choque elétrico ou qualquer combinação desses efeitos
Protetores faciais
Protegem a face contrra riscos de impactos (partículas sólidas, quentes ou frias), produtos químicos (poeira, líquidos e vapores), radiações (raio infravermelho e ultravoleta), fagulhas de vidro, refluxos de reagentes químicos e materiais biológicos
Óculos de segurança
Protegem os olhos contra riscos de impactos, produtos químicos ou radiações.
Protetores respiratórios
Contém filtros que protegem o aparelho respiratório
Os filtros podem ser: mecânicos para proteção contra partículas suspensas no ar; químicos, que protegem contra gases e vapores orgânicos; combinados (mecânicos e químicos).
Proteção auricular
Visa proteger os ouvidos contra níveis elevados de ruidos, com o limite de 60 decibéis para condição de conforto durante a jornada de trabalho.
0 dB — Nenhum som.
10 dB — Respiração humana.
15 dB — Suspiro..
50 dB — Restaurante silencioso (início da percepção de ruído).
60 dB — Som dentro do escritório e ou restaurante, conversa normal.
65 dB — Conversa alta.
70 dB — Barulho de tráfego.
80 dB — Aspirador de pó grande.
90 dB — Caminhão, cortador de grama.
100 dB — Furadeira pneumática, walkman no máximo.
110 dB — Motocicleta em alta velocidade, buzina de carro.
120 dB — Primeira fila de um concerto de rock, avião decolando.
130 dB — Buzina de trem (início da dor no ouvido).
140 dB — Tiro de espingarda.
150 dB — Avião a jato.
160 dB — (Perigo de estouro do tímpano).
180 dB — Foguete decolando.
250 dB — Interior de um tornado, bomba nuclear
CURIOSIDADE
TRONCO
O EPI mais comum em laboratório é o avental. Ele protege as roupas contra borrifos químicos ou biológicos e ainda fornece proteção adicinal ao corpo. A melhor opção são aventais de algodão puro, um material não reativo a produtos químicos e menos inflamável.
MEMBROS SUPERIORES
(MÃOS E BRAÇOS)
Atuam contra riscos biológicos, queimaduras químicas, calor ou frio excessivo, mordidas, cortes, choques elétricos e outros riscos físicos. Nesses casos, devem ser utilizadas luvas, mangas e cremes protetores.
As principais operações que requerem o uso de luvas de proteção são:
manuseio de solventes e reagentes químicos;
manipulação de culturas microbianas e seus metabótos;
operação com vidrarias;
montagem de equipamentos;
manuseio de produtos químicos;
operações com fornos;
operações criogênicas;
manuseio de materiais biolgicos, sangue, tecidos infectados;
operação com animais;
manipulação de ferramentas e laminas metálicas;
MEMBROS INFERIORES
(PÉS E PERNAS)
As botas de segurança protegem os pés e as pernas de impactos, perfurações, queimaduras, choques, substâncias químicas, calor e frio, perigos elétricos, impactos de objetos pesados, etc.
Equipamento de proteção coletiva
(EPC)
São equipamentos de uso no laboratório que, quando bem especificados para as finaldades a que se destinam, permitem executar operações em condições de salubridade para o operador e as demais pessoas no laboratório.
Cabine de segurança de uso geral
Também chamada de capela, é indispensável em qualquer laboratório. Podem ser usadas para diversos tipos de análise que incluam o manuseio de substâncias químicas e ou particuladas.
Cabine de
Fluxo Laminar
Utilizada para proteger contra aerossóis que contém agentes infecciosos, para limitar a exposição do laboratorista e do ambiente, e ainda, para proteger o experimento de contaminações originadas do ar.
É também denominada cabine de segurança biológica.
Equipamentos de segurança
Chuveiros de emergência e lavador de olhos: devem ser instalados em locais estratégicos para permitir fácil e rápido acesso de qualquer ponto do laboratório.
Equipamentos de proteção contra incêndio
Métodos de extinção do fogo:

- Resfriamento

- Isolamento

- Abafamento
Resíduos infectantes ou infecciosos: são aqueles que contém patógenos em quantidade e virulência tais, que a exposição aos mesmos, de hospedeiro susceptível , pode resultar em uma doença infecciosa.
Nas seguintes figuras são representados diferentes coletores para resíduos infectantes
Procedimentos para descarte definitivo
* Todo material infectante deve ser autoclavado antes de se tentar qualquer limpeza ou reparo;

* Devem ser utilizados embalagens à prova de vazamento, em sacos plásticos autoclaváveis que possam ser identificados;
* Após autoclavação , o material poderá ser destinado ao transporte até o incinerador, ou outro tratamento de lixo.
Bibliografia
Mario Hiroyuki Hirata
Rosario Dominguez Crespo Hirata
Jorge Mancini Filho
Manual de Biossegurança
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