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Untitled Prezi

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Elaine Lima

on 10 March 2013

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ROMA A partir da década de 70, podemos afirmar que, todo o processo de reestruturação produtiva efetivado com o Toyotismo e respaldado ideologicamente com o neoliberalismo permitiu maior aprofundamento e expansão da acumulação do capital. Permitiu também a intensificação da exploração da classe trabalhadora potencializando sua alienação tanto material quanto subjetiva, ou seja, em todas as dimensões de sua forma de ser. INTRODUÇÃO O Toyotismo se instaura como uma resposta a crise do Capital provocada pela tendência à queda da taxa de lucro inerente ao sistema capitalista e a incapacidade do fordismo de manter uma ampliação da acumulação do Capital. O sistema fordista, então, passa a ser substituída pela “flexibilização da produção” e pela “especialização flexível” num processo de reestruturação produtiva que exige um maior ajuste da produção à lógica do mercado e a novos padrões de produtividade. Toyotismo e Alienação INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO O Toyotismo lança mão da produção do trabalho em equipe, “células de trabalho”, técnicas de gestão de força de trabalho, “times de trabalho”, de uma suposta autonomia desses times, aliado à participação intelectual do trabalhador na produção e ainda que supostamente nas decisões da empresa que esconde na sua essência um maior atrelamento passivo e manipulatório ampliando sua subserviência aos processos alienantes e estranhados do trabalho no sistema do Capital. INTRODUÇÃO 1_ A produção é baseada na demanda: Trabalho em equipe Estudar a Filosofia Clássica é um convite para compreender que o homem constrói a sua história enquanto se auto constitui, a partir de práticas movidas por questionamentos, ideias , observações e transformações da realidade humana em constante processo.

Conclusão Desaparecimento da Polis Grega como centro político.
Filosofia Cosmopolita.
Nascimento de quatro grandes sistemas que permanecem como influência direta no pensamento cristão:
Epicurismo;
Ceticismo;
Estoicismo;
Neoplatonismo.

Período Helenístico ou Greco-Romano
(do século III a.c ao século VI d.c) A Filosofia como síntese da totalidade dos saberes gregos.
Principal representante: Aristóteles.
Classificação Aristotélica do conhecimento:
Ciências produtivas: medicina, pintura etc.
Ciências práticas: ética e política.
Ciências teoréticas ou contemplativas: coisas da natureza e coisas divinas. Período Sistemático
(final do século IV ao final do século III a.c) Período da democracia grega compreendida como espaço de discussão sobre a Polis Grega.
Os Sofistas: a arte da persuasão.
Sócrates: maiêutica.
Platão: opinião x ideias. Período Socrático ou Antropológico
(final do século V e todo século IV a.c) Explicação da Natureza como forma de compreensão de origem e mudança do homem.
Alguns dos principais representantes:
Tales de Mileto - princípio:água.
Anaxímenes – princípio: ar ou frio.
Demócrito – princípio: átomo. Período Pré Socrático ou Cosmológico
(final do século VII ao final do século V a.c) Filosofia como instrumento de apreensão e reflexão crítica da realidade humana.
Filosofia que possibilita a construção de uma nova forma de vida, a partir da crítica da forma de vida atual.
Filosofia como convite ao exercício crítico da profissão de serviço social. Introdução Professora: Elaine Lima
Disciplina: Filosofia
Turma: 1º semestre de Serviço Social
FAMINAS – BH (Faculdade de Minas) FILOSOFIA CLÁSSICA ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia (tradução coordenada por Alfredo Bosi). São Paulo, Mestre Jou, 1982.
BARROCO, Lúcia. Ética e Sociedade. Curso de Capacitação Ética para agentes multiplicadores. CFESS. 2ª ed. Brasília: 2002/2005.
CHAUÍ, Marilena.Convite à filosofia. 12.ed.São Paulo:Ática, 2001
DURANT, Will. História da filosofia. Rio de Janeiro: Record,2000.
JAEGER, Werner. Paidéia: A Formação do Homem Grego; Martins Fontes; São Paulo; 2001. Referências Bibliográficas: Período Pré-Socrático ou Cosmológico (final do século VII ao final do século V a.c)
Período Socrático Antropológico(final do século V e todo século IV a.c)
Período Sistemático(final do século IV ao final do século III a.c)
Período Helenístico ou Greco-Romano(do século III a.c ao século VI d.c) Nascimento da Filosofia
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