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Oficina Foto-Video

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by

Paula Cristina Chaves

on 16 November 2016

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Transcript of Oficina Foto-Video

Planos
Primeiro
Passo

Tipos de
Movimentos

Movimentos
Cameras
Objetivos
PG - Plano Geral/Grande Plano Geral
PC - Plano de Conjunto
PA - Plano Americano
PM - Plano Médio
PP - Primeiro Plano/ Plano Próximo
Close-up
Super CLose
Detalhe
Capacitar interessados a conhecer a linguagem do cinema/vídeo e a produzir vídeo como mediação pedagógica na sala de aula.

Conhecimento Teórico
Técnica:
Angulação
Enquadramento,
Luminosidade
Tempo de Exposição

Dimesões do Registro
Conteúdo
Expressão
Forma
Composição


Processo Produtivo
Obervar a dimensão do espaço
Utilizar experiências, temáticas diferenciadas
Prática - Produção

Edição
Resultado da Experiência em Sala

Tipos de Movimentos
Visio/Cine na Prática Educativa
Universidade do Estado do Pará

Palestrante: Paula Chaves
Email: paulacristinachaves@gmail.com
Linguagem Audiovisual
Câmera Subjetiva
Movimentos de Câmera
Grande Plano Geral
Plano Geral
Plano de Conjunto
Plano Americano
Primeiro Plano
Close-up
Super- Close

Plano Médio
Colocar os atores em relação ao ambiente em que encontram-se, de modo que podemos observar a interação entre o ambiente ao seu redor e eles.
Ex.: Cena Filme - Casa do Lago
Aquele que enquadra o personagem acima dos joelhos ou acima da cintura. Na verdade, a nomenclatura Plano Americano é apenas uma denominação especial para designar um tipo de plano médio muito comum nos filmes americanos.
Ex.: Cena Filme Casa do Lago
O equivalente a um retrato 3×4, em que o personagem está sendo mostrado dos ombros para cima.
Trata-se de um enquadramento que revela um rosto completo ou alguma coisa ou objeto que encham a tela totalmente.
Os ângulos:
Além da divisão em planos, a câmera pode ser definida quanto a sua inclinação.

1)-
Câmera Alta ou Plongée

Enquadra a pessoa de cima para baixo dando a impressão de achatamento ou inferioridade.




Câmera Alta ou Plongée
2)- Câmera baixa ou contre-plongée

Ao contrário da câmera alta dá a impressão de superioridade.
Câmera baixa ou contre-plongée
3)- Câmera na diagonal

Gera um desequilíbrio na imagem criando uma tensão interna. É usada para revelar estados de desequilíbrio.
Câmera na diagonal
Uma câmera subjetiva é aquela em que temos a impressão de estarmos olhando a cena com os olhos do ator ou atriz.
A escolha do que é visto e de como é visto é um dos principais recursos narrativos da linguagem videográfica. Além dos planos e ângulos a câmera tem o recurso de mover-se em relação à sua base e ao eixo da ação.


1)- Panorâmica (PAN)

A câmera se move em torno do seu eixo, fazendo um movimento giratório, sem sair do lugar. Trata-se de um movimento da câmera que pode ser horizontal (da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda), vertical (de cima para baixo ou vice-versa) ou oblíquo. A panorâmica vertical é também conhecida como tilt.


Surgiu com deslocamento lateral da câmera, colocando junto a janela de passageiro em um veículo em movimento.

Aproximação e o afastamento das imagens utilizavam o mesmo processo.


O Travilling
No inicio da história do cinema, a câmera ficava estática capturando as imagens; somente as pessoas e objetos se moviam diante dela. Cabe lembrar que os equipamentos eram desajeitados e pesados.

A câmera de cinema ganha então capacidade de interagir com a cena e explorar uma linguagem, que não era possivel com a fotografia estática.

Com avanço, a câmera passou a captar imagens em movimento de dentro de alguns veiculos barcos e trens; surgiam o travelling e os movimentos de afastamento das cenas.
O Dolly

Parecido com movimento de câmera vertical, é o descolamento vertical da câmera, executado por equipamentos ( poderá utilizar tripé) de estudios
Esse movimento são bons para revelar detalhes de elemento vertical.
Ex.: Dolly- Uma exuberante atriz e seu maravilhoso vestido.
A proximidade do movimento deixaria em evidência as curvas da atriz e os detalhes de seu vestido ( Cria-se suspense)
Zoom
Não é tão considerado movimento, pois são feitos por um jogo de lentes e não pelo movimento da câmera
O zoom demorou a aparecer, pois foi preciso antes desenvolver o jogo de lentes compostas
Objetiva- Lentes (mostrar exemplo camera)
Zoom-in

é a aproximação da imagem pelo jogo de lentes
Zoom-out
afastamento da imagem pelo jogo de lentes



Algumas dicas Evite:

Queixos descanando na borda inferior da tela;
Cabeças batendo no topo da tela;
Objetos flores e postes saindo da cabeça das pessoas;
Linhas horizontais saindo das orelhas;
As costas do entrevistador tapando a metade da tela quando fazemos contraplanos.


Não importa o gênero (drama, comédia)
O que você quer gerar no seu observador?
Precisar saber e entender como transmitir sentimentos

O documento fotografico requer cuidados especia e olhar especializado
Dimensão Expressiva
Analisar fotografia - Documental ou Abstrato

Semiotica
Conceito Simples: é ferramenta para procedimento de analise de informação fotográfica.
Quem? O que? Onde? Quando?
Perguntas Internalizadas
StoryBoard
Guia visual narrando as principais cenas de uma obra audiovisual.

Objetivo
É transpor as cenas do roteiro para quadros dinâmicos e de fácil visualização.

Os desenhos por mais simples que sejam auxiliam a visualizar toda a dinâmica de movimento de câmera ao posicionamento de atores. Ou seja o storyboard é como um mapa que auxilia desde o diretor, atores ao diretor de fotografia.
DIVISÃO EQUIPE
Uma produção cinematográfica, como já mencionamos, é necessariamente coletiva, e, portanto, as tarefas devem estar muito claras e os objetivos muito bem definidos. Mas que tarefas são estas? São elas:

Direção
Produção
Fotografia
Arte
Som
Montagem e Finalização

Com exceção do montador que, dependendo da produção, pode trabalhar sozinho, todas as demais funções pressupõe equipes, cujo número de integrantes também é variável de acordo com a necessidade e/ou disponibilidade da produção. Mas, em linhas gerais, uma equipe funciona com uma média de 3 integrantes, sendo um diretor e dois assistentes. Designamos o diretor de um filme por esta função – Diretor – e os demais, por Diretores Técnicos.


ROTEIRO

O roteiro, ou script, lista todos os elementos (áudio, vídeo, ações, comportamento e diálogo) que são necessários para contar a história. Ele deve estar dividido em cenas e conter as indicações de ações e os diálogos.

Agora, vamos por partes:

O Cabeçalho : O cabeçalho de cena antecede cada nova cena ( se você não sabe o que é uma cena, olha em nosso glossário aqui). O cabeçalho informa: o número da cena, onde se passa e a luz do ambiente.

Cabeçalho:

Número da Cena:
Não importa se a cena é um flashback ou um flashfoward,isto é , se ela está fora da ordem linear temporal da história. O número deve ser sequêncial e não se repete. Você pode começar seu filme com a mesma cena que termina, mas no seu cabeçalho, se ele for a primeira cena, ela deve estra numerada como cena 1.

Onde
Indicar se a cena se passa dentro ou fora do espaço descrito através da indicação INT. ( interior) ou EXT. ( exterior). E a localidade da cena.

Exemplo:
EXT. SHOPPING – DIA
INT. SHOPPING – DIA

Quando:
Utilizar os termos DIA ou NOITE.
TRECHO DO ROTEIRO
DO FILME CIDADE DE DEUS
Modelo
Passo - Passo
1. Mapeando a História
1. Estabeleça uma linha do tempo

Estabelecer os parâmetros de tempo e lugar da sua história e decidir a ordem cronológica de acontecimento

Faça uma lista dos eventos principais da história na ordem que eles serão contados. É assim que eles aparecerão na tela.

2. Identifique as cenas-chave em sua história.
Um storyboard deve dar a quem está vendo uma ideia de como a história se traduzirá no vídeo.

Escolha cenas que mostrem o desenvolvimento da trama do início ao fim.
Você também pode querer mostrar as mudanças na ambientação. Se a história começa em uma cidade e vai para outra, certifique-se de que isso está claro em suas ilustrações.
3. Decida o nível de detalhamento.
Isso permite a criação de uma representação bastante detalhada da progressão das cenas individuais e é útil para manter a organização durante a produção.

Lembre-se que a ideia do storyboard é trazer clareza visual e deixar todo mundo com a mesma visão.

Não é para ser um trabalho de arte.

Use uma abordagem prática no nível de detalhes que você escolher para os eu storyboard. Você não quer que a pessoa fique perdida tentando interpretar suas ilustrações em vez de enxergar o todo.
4. Escreva uma descrição do que cada célula irá mostrar
Agora que você sabe quais cenas principais você quer mostrar, pense como mostrar a ação em cada ilustração.

Veja sua lista de cenas e escreva uma descrição dos elementos mais importantes de cada uma. Isso ajudará a determinar o que desenhar exatamente em seu storyboard.

Por exemplo, você pode querer ter uma célula que mostre uma conversa entre dois personagens principais. O que precisa ser passado nessa imagem? Os personagens estão lutando, sorrindo, ou indo para um determinado lugar?
Algum tipo de ação deve acontecer em cada desenho.
Leve em consideração o ambiente também. É importante ter uma certa paisagem no plano de fundo por trás dos personagens?
5. Modelo
A configuração deve parecer semelhante a de um quadrinho, com linhas de células quadradas que mostrem como a cena ficará na tela.

Esboce as miniaturas.

Comece a dar vida as cenas fazendo os esboços que você mapeou no modelo feito. Esse é apenas um rascunho, então não se preocupe em deixá-lo perfeito.
6. Cada cena:
Composição (iluminação, primeiro plano/plano de fundo, paleta de cores, etc.)

Ângulo da câmera (alto ou baixo)

O tipo de tomada (amplo, close-ups, sob os ombros, em movimento, etc.)

Adereços (objetos no quadro)

Atores (pessoas, animais, sofá falante, etc. qualquer coisa que possa agir, em vez de receber uma ação)

7. Adicione outras ifnormações importantes
Próximo, ou abaixo de cada célula coloque a descrição do que está acontecendo.

Inclua o diálogo (se houver).

Adicione informações sobre o tempo de duração da tomada. Por fim, numere as células para que elas sejam fáceis de referenciar quando estiver discutindo o storyboard com outras pessoas.
8. Finalize seu storyboard
Assim que tiver identificado os pontos-chave do assunto e tiver feito o desenho de cada quadro, revise seu trabalho e faça as mudanças finais.

Esteja certo de que cada célula mostre a ação que você deseja passar. Mexa nas descrições e no diálogo se necessário.

Lembre-se que não é necessariamente importante que os desenhos pareçam realistas, ou perfeitos.
Simples bonequinhos de palito podem ser o suficiente
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