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Serviço Social de Casos: Escola Diagnóstica - Gordon Hamilton

Aula sobre o Serviço Social de Casos e a contribuição de Gordon Hamilton
by

Juliana Martins

on 14 January 2013

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Transcript of Serviço Social de Casos: Escola Diagnóstica - Gordon Hamilton

Gordon Hamilton Serviço Social de Casos:
escola diagnóstica Assistentes Sociais de Caso POSTULADOS BÁSICOS DO
SERVIÇO SOCIAL DE CASOS Método e Processos GORDON HAMILTON Professora da New York School of Social Work da Universidade de Columbia.


O livro “Teoria e Prática do Serviço Social de Casos” foi livro texto na Universidade de Columbia, na Universidade de Fordham e nas escolas de Serviço Social brasileiras. “Todo o ato humano consiste em dois elementos: pessoa e situação, isto é, realidade subjetiva e objetiva, que se influenciam mutuamente;

O método característico do Serviço Social incorpora em seus processos básicos tanto conhecimentos científicos quanto valores sociais para realizar os objetivos.” “Existem fatores no ambiente que são incontroláveis e o Serviço Social nunca os poderá controlar; somente a reorganização da estrutura total será capaz de fazê-lo.” UFRGS Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social I Fonte: HAMILTON, Gordon. Teoria e Prática do Serviço Social de Casos.2.ed. Rio de Janeiro,: Agir 1973. Prof Sergio Antonio Carlos Mary Richmond (1861 – 1928)

Gordon Hamilton (1892 – 1967)

Florence Hollis (1907 – 1987)

Lydia Rapoport (1923 – 1971)

Charlotte Towle (1896 0 1966)

Jessie Taft (1882 – 1960)

Virginia Robinson ( 1883 – 1997)

Helen Harris Perlman (1906 – 2004) escola funcional (HAMILTON, 1973, p.17) PROCESSO PSICOSSOCIAL “O homem é um organismo biológico-social:

o “caso”, o problema e o tratamento são sempre considerados pelo assistente social como um processo psicossocial.

Um caso social não é determinado pela natureza do cliente (família, criança, velho, adolescente) nem pode ser distinguido pela natureza do problema (incapacidade econômica ou problema de comportamento). Processo psicossocial
...Cont. Um caso social é um ‘fato humano’ no qual sempre existem fatores econômicos, físicos, mentais, emocionais e sociais, que atuam em maior ou menor intensidade.

Um caso social é composto de fatores internos e externos ou ambientais.

Não se lida com pessoas ou com o ambiente, no sentido material do termo, mas trata-se dos indivíduos em relação não somente com suas experiências sociais, mas também com os sentimentos em relação às mesmas. PROCESSOS PSICOSSOCIAIS ... cont. Assim, quando se trata de um caso social, consideram-se tanto os fatores internos como os externos, estando ambos entrelaçados.
[ . . . ]
Não somente é impraticável separar fatores ambientais e emocionais, mas é preciso que as reservas psico-biológicas do cliente sejam utilizadas na compreensão das situações ‘reais’. “ (HAMILTON, 1973, p. 18) [ . . .]
“Existem atualmente, como aliás sempre existiram, duas maneiras básicas de resolver os problemas sociais: por meio de uma organização da estrutura social ou por meio de um trabalho individualizado, com as pessoas ou os grupos, através de processos educativos.” (HAMILTON, 1973, p. 31) Serviço Social de Casos Tentativas de definição do Processo de Serviço Social de Casos

“a relação íntima entre a adaptação do indivíduo e o melhoramento das condições sociais.” (HAMILTON, 1973, p. 37) Serviço Social de Casos
Definições de Mary Richmond “processo pelo qual se desenvolve a personalidade, através de ajustamentos realizados conscientemente entre os indivíduos e o seu meio” (RICHMOND, Mary. What is Social Case Work, p. 98 Apud HAMILTON, 1973, p. 37) “... a arte de ajudar as pessoas a ajudarem-se a si mesmas, cooperando com elas a fim de beneficiá-las e, ao mesmo tempo, à sociedade em geral” (RICHMOND, Mary. The long view p. 374 Apud HAMILTON, 1973, p. 18) Serviço Social de Casos
(metodologia.)... cont “A essência do processo de Serviço Social de Casos é a utilização consciente e dirigida das relações entre o assistente social e o cliente, para atingir os objetivos do tratamento.
[ . . .]
No Serviço Social de Casos, o cliente é estimulado a participar no estudo de sua situação, nos planos a serem feitos e no esforço para resolver sua situação, usando seus próprios recursos e os da comunidade que lhe sejam necessários ou favoráveis a seu caso.” (HAMILTON, 1973, p. 38) Quatro processos característicos do Serviço social de Casos agência USO DO RELACIONAMENTO Relações Humanas na prática

Considerações Éticas
As Relações Confidenciais

O Papel do Cliente na Mudança de Atitude

O Uso da Autoridade Relações Humanas na prática “[ . . .] No Serviço Social, a maior parte das vezes, as relações profissionais são também condicionadas pela estrutura da obra social e não pela especialidade profissional do indivíduo.” (HAMILTON, 1973, p.45) “[ . . .] As relações profissionais não são meras associações de amizade. O contato não é sem objetivo. Os clientes trazem ao Serviço Social de Casos seus sentimentos, atitudes e comportamentos que experimentam com outros. A família é importante, culturalmente falando, porque a pessoa tende a levar pelo mundo atitudes adquiridas em grande parte, através do convívio familiar. “ (HAMILTON, 1973, p.45) Relações Humanas na prática... (cont.) “Relacionamento quanto ao objeto e transferência

[ . . .] Somente quando há um intercâmbio para fins profissionais é que surge o ‘cliente’. [. . .]

Os fatores que condicionam o uso que o cliente faz do relacionamento são:
- a necessidade emocional
- o objetivo do tratamento
- função da Agência“ Considerações Éticas As Relações Confideciais “Uma das considerações moralmente mais importantes é a natureza das relações dentro das quais as confidências do cliente devem ser resguardadas. Os assuntos pessoais do cliente devem ser resguardados. Os assuntos pessoais do cliente não devem jamais ser objeto de mexericos ou de conversas particulares ou em público.” (HAMILTON, 1972, p.57) O Papel do Cliente na Mudança de Atitude “[ . . .] no processo de Serviço Social de Casos, a escolha cabe tanto quanto possível ao cliente, decidindo sobre o que lhe convém, e não ao assistente social.
[ . . .]
O cliente tem o direito de ser ele mesmo, de tomar suas decisões, de usar suas aptidões e recursos e de solucionar seus problemas. Isso é uma consequência do principio de ajuda própria profundamente enraizado ao Serviço Social.” (HAMILTON, 1973, p. 67-68) O Uso da autoridade “Se bem que a autoridade possa ser exercida no interesse do cliente, através da sugestão, de conselhos e de outros meios, no Serviço Social de Casos essa autoridade, derivada principalmente do prestígio e da formação profissional do assistente social, não é utilizada como coerção ou ameaça. “ (HAMILTON, 1973, p. 65) O Histórico Fornecido Pelo Cliente O Processo da Entrevista O Histórico Fornecido pelo Cliente

Interpretação e Explicação

Possibilidades e Término do Tratamento Valorização e aceitação (p.73-76)

Ponto de partida: o pedido de auxilio (p. 76-78)

Dados específicos e palavras oportunas (p.78-82)

Observações sobre assuntos difíceis e conflitos
(p.82-86) Interpretação e Explicação Faz-se de diversas maneiras:

- dar explicações
- esclarecimentos
- mostrar um tipo de comportamento característico
- interpretar motivações Possibilidades e Término do Tratamento “O término do tratamento é sempre relacionado com a dificuldade apresentada no início e com suas modificações reconhecidas em cooperação com o cliente. Se novos objetivos são mais tarde visados, no tratamento, pode-se continuar, mas não se ‘conservam abertos os casos’ para ver se algo acontece.” Utilização dos Recursos Sociais e a Experiência A Família como Experiência de Vida Outros Ajustamentos Sociais A Família como Experiência de Vida “O Serviço Social de Casos ocupa-se diretamente da família como experiência de vida, e, em substituição à família, da colocação em lares substitutos, em instituições divididas por grupos, abrigos provisórios, creches, colônias de férias, auxiliares de economia doméstica e assim por diante.” Outros Ajustamentos Sociais Adoção

O processo de grupo como
experiência de vida (HAMILTON, 1973, p. 127-140) NORMAS DE FUNCIONAMENTO INTERNO E COLABORAÇÃO ENTRE AGÊNCIAS DE SERVIÇO SOCIAL O Significado da Função

Estrutura e Função da Agência

Cooperação entre as Agências

Fichário Central dos Assistidos

Relatórios de Casos O Significado da Função “[. . .] As funções devem ser alteradas com os novos problemas, novas necessidades, novas facilidades, novas técnicas e conhecimento científico. [ . . .]

É importante não desmerecer nem superestimar a função: se é vaga e difusa, tanto o assistente social como o cliente ficarão confusos em seus objetivos; se a função é inflexível, arbitrária ou capciosa, a própria comunidade esforçar-se-á esporadicamente para diminuir essa rigidez. [ . . .]” Estrutura e Função da Agência “Sendo o Serviço Social realizado através da estrutura das várias agências, o assistente social deve ser capaz de identificar-se com as agências, de modo construtivo e de aprender a utilizar-se dos serviços, conhecendo seus regulamentos, de maneira a ajudar realmente o cliente.” Cooperação entre as Agências “[ ... ] A cooperação entre as agências de Serviço Social pouca significação terá, a não ser com o objetivo de educação, uma divisão de trabalho apropriada e completo respeito e proteção aos direitos do indivíduo, dentro da responsabilidade da comunidade. [ . . .] Os assistentes sociais não devem insistir para ler os relatórios de outras agências. Os relatórios devem ser sempre confidenciais e reservados [. . .].” Fichário Central dos Assistidos “O Fichário Central de Assistidos, “Social Service Exchange” ou “Central Index”, é uma iniciativa que ajuda a orientar o trabalho de várias agências ou departamentos, no interesse do cliente. A ideia surgiu do trabalho das primeiras obras de assistência social, sendo que hoje a maioria das consultas e de registros de casos é proveniente das obras mantidas pelo governo. [ . . .] Relatórios de Casos “As principais considerações do relatório são:
- dados objetivos suficientes e significativos, tanto sobre as condições sociais quanto psicológicas;
- a análise da situação feita pelo assistente social;
- o diagnóstico do caso e o plano de tratamento;
- o esquema preliminar e progressivo do tratamento compreendido e
- relato da solução final do caso.” (HAMILTON, 1973, p. 161)
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