Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Brasil: NOVA REPÚBLICA (1985 a ... )

No description
by

Pérysson Nogueira

on 13 September 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Brasil: NOVA REPÚBLICA (1985 a ... )

Governo Itamar Franco (1992/95)
Governo Lula (2003/2011)
BRASIL: Redemocratização
Nova República: 1985 a ...
Governo José Sarney (1985-1990)
A redemocratização limitada:
o pluripartidarismo ampliado,
A reconquista dos direitos civis:
A constituinte (1987/1988):
Eleita na esteira do Cruzado, a Assembléia Constituinte foi o momento democrático do governo Sarney; as lutas entre o “Centrão” e os “Progressistas” marcaram os debates de Brasília no período
Promulgada em outubro de 1988, recebeu a denominação “Constituição Cidadã” pelos direitos garantidos aos brasileiros.
Entre as principais conquistas estava a
ampliação dos direitos individuais e coletivos
, como as garantias de proteção à mulher, ao idoso, aos índios e à criança, e ao adolescente.
Atuação econômica
Contexto:
A crise herdada dos militares, as dívidas do Estado, a desnacionalização da produção em setores importantes e a inflação foram problemas enfrentados desde março de 85
Visão Geral:
Experimentando uma crise jamais vista no país, o presidente mudou o ministério da Fazenda várias vezes: Dorneles, Funaro, Bresser (o Plano Bresser 1987) e Nóbrega (em 1989 lançou o Plano Verão, outro fracasso)
Os problemas fundamentais:
Para superar a crise, o governo tinha que recuperar o crescimento com investimentos na produção, acabar com a especulação financeira, combater a inflação “galopante”, gerar empregos, atrair capital estrangeiro e desindexar a economia.
Em dúvida entre o modelo liberal ortodoxo e uma política flexível, e pouco confiável, optou pelo segundo
Plano Cruzado (1986):
Planejado pela equipe de Dilson Funaro, o “
choque heterodoxo
” era uma política estruturalista para a economia nacional.
Decretou a substituição da moeda,
Resultados efêmeros:
Com a popularidade em alta, o presidente contou com os “fiscais do Sarney” para impedir a volta da inflação, porém ocorreu uma disparidade entre consumo e produção. O comércio desabastecido praticou junto com a indústria a cobrança do ágio
A sucessão presidencial
falando mais um pouco do Sarney hoje!!!
Com o desgaste político de Sarney, vários candidatos procuraram concorrer ao cargo. Nenhum postulante ao cargo se aproximou do governo que tinha imagem de fracasso.
Rotulado de corrupto, ladrão, incompetente, coronelista, O presidente não seria um bom cabo eleitoral em 1989 diante da rejeição popular
Uma disputa acirrada
Covas (PSDB)
Lula (PT)
Maluf (PDS)
Aureliano Chaves (PL)
Afif Domingos (PL)
Brizola (PTB)
Enéas (PRONA)
Ulisses Guimarães (PMDB)
Collor (PRN)
Governo Fernando Collor (1990/92)
O eleito pelo “povo”:
Representante das forças liberais e dos interesses conservadores
, o “caçador de marajás” prometeu para os “descamisados e pés-descalços” um país novo, moderno, rico, sem corrupção e com empregos
criou impostos, aumentou outros já existentes,
Atuação econômica:
Plano Collor (ou Plano Brasil Novo 1990):
TENTOU DEPOIS O PLANO COLLOR II (1991)
Com taxas de importações reduzidas, a abertura unilateral do país não trouxe benefícios para o mercado interno; sem negociar com outros países, sem preparar os produtores brasileiros, o resultado foi um desastre para a economia nacional.
A abertura econômica neoliberal:
Mas que Estado neoliberal aumentava tantos impostos como o de Collor?
O marketing pessoal:
Enquanto a população perdia poder de compra, a economia se deteriorava,
Collor seguia seu teatro político encenando a vida de playboy presidente. Com os holofotes da mídia, o presidente era o modelo de homem jovem, moderno, rico, bem sucedido e poderoso que formava com os amigos a “República das Alagoas”
O Impeachment
Uma reportagem da revista Veja (maio/92) detonou um escândalo no governo; Pedro Collor revelou esquemas de corrupção no governo do irmão. Para apurar o esquema PC – Collor, uma CPI foi cria no Congresso; esse processo acabou comprovando as denúncias do irmão.
COLLOR É AFASTADO NOS ÚLTIMOS MESES DE 1992; O VICE ITAMAR FRANCO GOVERNA INTERINAMENTE O PAÍS ATÉ O CASO SER JULGADO PELOS CONGRESSISTAS NO FINAL DE DEZEMBRO, NA EMINÊNCIA DO PROCESSO DE CASSAÇÃO, COLLOR MANDA UMA CARTA DE RENÚNCIA QUE NÃO É ACEITA PELOS CONGRESSISTAS QUE FINALIZAM O PROCESSO
A estabilidade política:
Apoiado por vários partidos, Itamar fez um governo estável, mesmo enfrentando a crise deixada por Collor
Atuação econômica:
Mantendo uma política neoliberal, seu governo teve o mérito de conduzir melhor as práticas de abertura, privatização e busca da estabilidade da moeda.
Contudo, também trabalhou um discurso nacionalista e popular, protegendo certas empresas brasileiras e revitalizando o Fusca como símbolo de um carro popular
A política de estabilização o Plano Real (1994):
Com FHC (Fazenda) o governo montou um plano de recuperação econômica neoliberal, monetarista, procurando acabar com a indexação de preços e salários.
Sem assustar os mercados financeiros, a moeda foi substituída aos poucos, a inflação foi domada, a produção retomada e a crise temporariamente afastada.
Governo F H C (1995/2003)
Considerado o “
pai do real
”, FHC realizou alianças políticas com conservadores em vários estados, ganhando no primeiro turno
Um Estado Liberal?
Comprometido com o Real, o governo FHC tratou de iniciar a modernização do país com as privatizações, aabertura do mercado aos investidores estrangeiros e o combate aos desperdícios do Estado
O capital investido no país ajudou o Real a ficar estável, as privatizações eliminaram gastos, mas os impostos aumentaram
E os altos impostos?
Os parceiros políticos
Eleito com o apoio do PFL, com parcelas consideráveis do PMDB e com a simpatia de vários micro-partidos, FHC soube distribuir cargos e benefícios para assegurar maioria no Congresso Nacional
Porém a aliança governista não realizou as reformas necessárias ao Estado - trabalhista, previdenciária, legislativa e tributária
A Emenda Constitucional (1997):
A ampla base governista no Congresso, ao invés de votar as reformas que dariam mais força econômica ao Estado, preferiu colocar
como prioridade política a reeleição para os cargos majoritários.
Com muitas vantagens aos congressistas que apoiaram a emenda da reeleição, os governistas tiveram 2/3 dos votos
Um novo mandato:
Com números favoráveis, o governo tinha aprovação da sociedade para continuar, Sem mudanças no quadro político, o país viu as mesmas oposições de 1994 em 1998, FHC havia consolidado a imagem de homem culto, de cosmopolita e de estadista respeitado internacionalmente; assim, ficou fácil ser reeleito no primeiro turno
A desvalorização da moeda:
Surpreendendo a população, o governo acabou com a paridade da moeda e jogou milhares de pessoas e empresas numa situação difícil de superar; dívidas em dólar foram multiplicadas por 2.
Os efeitos sociais da crise de 1998: (Provocada pela crise russa, prejudicou a produção, Recessão, desemprego, Aumento do Risco Brasil):
Recorrendo ao FMI para salvar o sistema financeiro brasileiro, o governo recebe determinações rigorosas de ajuste fiscal para os próximos anos.
A sociedade acabou pagando os “erros” do Real com aumento de impostos, juros altos, arrocho salarial, redução nos investimentos produtivos e desemprego.
RESULTADO A POPULARIDADE EM QUEDA
Ainda em 2001, ocorreu o chamado “
apagão
”. Foi uma crise nacional que afetou o fornecimento e a distribuição de energia elétrica.
A população teve que reduzir o consumo de energia. Foi estipulada uma meta mínima de consumo, que todos deveriam cumprir: residências, indústrias, comércio, etc.
Durante o segundo mandato, FHC somente “administrou” as crises em seu governo, as quais desgastaram profundamente sua popularidade.
Em 2002, houve eleições presidenciais, mas poucas vezes Fernando Henrique apareceu ao lado do candidato do governo, José Serra.

A estabilidade econômica
: Ministério da Fazenda – Antonio Palocci e Guido Mantega. Banco Central controlado pelo “tucano” Henrique Meirelles, homem do mercado financeiro internacional, para acalmar os investidores e consolidar a política monetarista do Brasil iniciada no governo Itamar Franco. A troca no Ministério da Fazenda apenas ocorreu devido ao escândalo do caseiro Francenildo Santos Costa
No governo o discurso muda: Programa

Bolsa Família (PBF) Programa Fome Zero (PFZ). BUSCANDO A TRANSFERÊNCIA DIRETA DE RENDA, O GOVERNO CRIOU - SEGUNDO OS OPOSITORES - UMA MÁQUINA DE FAZER VOTOS
Os parceiros políticos:
Eleito com o apoio do PL (vice-presidente José Alencar), PSB, PP, PDT, PC do B, de grupos importantes do PMDB e com a simpatia de vários micro-partidos, Lula venceu a aliança PSDB-PFL-PMDB que estava no poder desde 1995. Para manter sua base de apoio, o
governo recorreu a praticas conhecidas: Mensalão ou “Valerioduto”.
Fim!!!
Sarney era representante de grupos políticos conservadores, dissidentes de última hora do regime militar.
Seu governo foi montado por Tancredo, político habilidoso e conciliador, distante das aspirações da maioria da sociedade
Poucos eram os representantes de grupos populares no governo Tancredo-Sarney
Pra mim, teve graça!!
Ha! Ha!
Pobrezinho!
Conclusões positivas e comparações
Aumento na geração de empregos
Em 2007, lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O govreno pleiteou uma vaga no Conselho de Segurança da ONU + atuaçao no Haiti desde 2004.
Formação do BRICS (Brasil + Rússia + China + Índia + Africa do Sul) e entrada no G-20
alta popularidade
Resultado:
80% de aprovação
Entre as medidas mais importantes estão a liberdade sindical,
a remoção do “entulho autoritário” da ditadura
o fim da censura,
a convocação da Assembléia Constituinte,
Gerou no início deflação, estabilidade da moeda, crédito acessível e o consumismo.
o congelamento por uma ano de preços e salários
MEDIDAS:

a queda dos juros,
Substituiu a moeda,
abriu o mercado, anunciou privatizações
demitiu servidores, extinguiu órgãos e cargos públicos,
sequestrou o dinheiro de correntistas e aplicadores,
congelou preços e salários,
Full transcript