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Paradigmas teórico-metodológico e pesquisa em comunicação

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Thiago Cardoso

on 8 October 2013

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Paradigmas teórico-metodológicos e pesquisa em comunicação
Para Lopes (1997, p.33-34) os três modelos clássicos tem as seguintes características em comum:


I. são sistemas explicativos, altamente integrados, globalizantes e partem de problemas concretos e para os quais propõem soluções;


II. são sistemas explicativos porque além da reconstrução da realidade, propões explicações sobre seu funcionamento e mudanças através de determinações básicas;

Paradigmas científicos das pesquisas em Comunicação Social, no Brasil
Cultura e Comunicação de massa / Paradigma estrutural-funcionalista

A corrente estrutural-funcionalista não utiliza o conceito de classe social. Se baseia na ideia e sociedade de massas. Um exemplo é a noção de cultura popular, que é simplesmente ignorada.
Dentro dessa perspectiva existem três modelos clássicos de paradigmas:

I. Funcionalismo (Durkheim)
II. Weberianismo (Weber)
III. Marxismo (Marx)
Paradigmas científicos nas Ciências Sociais
!
Maria Immacolata Vassallo de Lopes

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo; mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo; pós-doutorado na Universidade de Florença, Itália. Atualmente é professora titular da Escola de Comunicações e Artes da USP.
existe uma variedade ou melhor , uma diversidade gigantesca de metodologias dentro da perspectiva das Ciências Sociais.
Em primeiro lugar, a produção de conhecimento em um ciência, vincule-se ao desenvolvimento de uma tradição intelectual comum, que é usada renovada para resolver seus problemas. Kuhn chama as ideias de uma tradição cientifica de paradigma. (LOPES, p.30, grifos do autor)
o que é Paradigma
III. constituem modelos integrados, uma vez que todos apresentam a sociedade como um uma estrutura que articula diferentes esferas ou setores;

IV. são sistemas globalizantes porque trabalham com a categoria de totalidade numa concepção macroestrutural ou sistêmica de sociedade;

V. partem de problemas concretos do seu tempo e chegam ao alto nível de abstração;

VI. todos propõem soluções para os problemas tratados, indicados uma preocupação básica com a intervenção sobre o real através do conhecimento.
Década de 50 – pesquisa funcionalista baseadas em métodos quantitativos (IBOPE e MARPLAN);

Década de 60 – pesquisa funcionalista descritivas (CIESPAL) e estudos e comunidade;

Década de 60 – aparece os primeiros estudos críticos sobre a Indústria Cultural (IC);


Década de 70 – pesquisa funcionalista descritivas sobre políticas de comunicação;

Década de 70 – pesquisa crítica sobre a IC, com temáticas da manipulação, dependência, e transnacionalização;

Década de 80 – pesquisa funcionalista com aspectos sistêmicos e circulação da informação;

Década de 80 – pesquisa crítica com tentativa de elaboração de uma teoria e metodologia da comunicação;

Década de 80 – pesquisa em comunicação com forte influência gramsciana;


Paradigma marxista da Pesquisa Crítica
Princípios metodológicos:

a) análise centrada no produto e na produção cultural;
b) opera com modelos macroestruturais (incorpora: classe social, ideologia, hegemonia, etc.)
c) o sistema simbólico é aná lisado através de produtos culturais que também são meios de dominação;
d) o nível interpretativo da abordagem é marcado pela busca de princípios determinantes do sentido de ação social.
Princípios metodológicos básicos:
a) análise centrada no receptor;
b) enfoque psicossociológico e psicolinguístico (cod/decodificação);
c) preocupação com conceitos operacionais (relação com organismos vivos);
d) nível descritivo de estudo (técnicas de controle social / pesquisa de efeitos).

No Brasil, a Escola de Frankfurt teve a maior influência na década de 70. Houve a valorização das formas altas de cultura dentro da sociedade moderna. Com relação a cultura popular, as pesquisas ficaram centradas nas questões relacionadas a identidade nacional e do nacional popular, sempre de uma perspectiva da cultura elevada. Portanto, fica óbvia a limitação dos estudos dos MCM a partir do culto, num país subdesenvolvido.
Gramsciana: A contribuição mais importante para a perpectiva de sociedade organizada em classes, dentro do paradigma marxista é a obra de A. Gramsci. Essa se apoia na perspectiva cultura hegemônica/cultura subalterna.
O popular se define não por sua origem, mas pelo seu uso.
Obrigado
> Perspectivas :
Gramsciana e frankfurtiana
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