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Untitled Prezi

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by

Karoline Ellen

on 21 April 2014

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FAMÍLIAS COM VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: Abuso Sexual Infantil

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO DE PSICOPEDAGOGIA

FAMÍLIAS COM VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: Abuso Sexual Infantil
Violência Doméstica
Fatores independentes: Sexo, Idade e Classe Social

Homens Mulheres
Crianças e Adolescentes



Abuso Sexual
Consequências do Abuso Sexual
ANDREZZA ESTANISLAU
ANIELE FERREIRA
INGRID MARCELLY
KAROLINE ELLEN
SÂMARA DE CÁSSIA

Segundo Machado et al. (2005), a violência sexual é todo o ato imposto por um adulto que utiliza seu poder sobre a criança, podendo ou não haver contato físico e/ou uso de força física.
Leis sobre abuso sexual de crianças e adolescentes
De acordo com Ritter; Pinheiro (2008),
 1- Estupro:
Conjunção carnal
 2- Atentado Violento
ao Pudor: Ameaças
 3- Atos Libidinosos: Satisfazer do prazer
 4- Exibicionismo: Exibição do corpo
 5- Sedução: Pervertimento sexual
Físicas
Sociais
Psicológicas
Lei 8.072, de 25 de julho de 1990
Lei n.º 8.069, de 13/07/1990
Tipos de Família
Configuração
Familiar
Limites
Regras
Estágios do ciclo de vida familiar
propostos por Carter; McGoldrick (2001):
• O lançamento do jovem adulto solteiro

• A união das famílias no casamento: O casal

• Tornando-se pais: Famílias com filhos pequenos

• A transformação do sistema familiar na adolescência

• Famílias no meio da vida: Lançando os filhos e seguindo em frente

• A família no estágio tardio da vida

Papéis
O papel dos pais deve ser cuidar, dar atenção e afeto, mas neste caso ele rompe este papel e passa a ser a pessoa que traz dor, angustia e medo. (RITTER;PINHEIRO,2008)

Para Ferrari (2002), a mãe pode mostrar-se conivente com a situação do abuso sexual, onde a filha acaba por desempenhar as funções sexuais e assumir, assim, o papel de esposa dentro desse casamento, tornando-se um jogo velado.

Fronteiras
Nítida
Difusa
Rígida

"A criança abusada não conseguirá estabelecer uma relação de afetividade com o sistema familiar, pois ela evitará contatos com o meio em que está inserida, acarretando distanciamento emocional, e interpessoal, passando a não confiar nas pessoas" (WAGNER et al. 2011)
Segredos

“O abuso sexual da criança é cercado por um complô de silêncio, pois envolve medo, vergonha, culpa, desafia tabus culturais e aspectos de interdependência, assim, o silêncio é visto como uma tentativa de preservar o núcleo familiar à contradição existente entre o papel de proteção esperado da família, e a violência que ocorre nela”.

(SILVA, 1998)

Mulheres submissas aos homens
Acordos Explícitos e Implícitos
"Em famílias incestuosas ocorre à chamada lei de preservação do segredo familiar, onde esta acaba por prevalecer sobre a lei moral e social, tornando-se assim difícil sua denúncia e confirmação. Isto pelo fato de a vítima correr o risco de ser desacreditada, insultada ou punida, podendo ainda ser acusada de destruir a família e a harmonia familiar."

(ARAUJO, 2002)
Mitos
“A violência cometida contra a mulher é um fenômeno histórico que dura milênios, pois a mulher era tida como um ser sem expressão, uma pessoa que não possuía vontade própria dentro do ambiente familiar. Ela não podia sequer expor o seu pensamento e era obrigada a acatar ordens que, primeiramente, vinham de seu pai e, após o casamento, de seu marido.”

MELLO (2007, apud, Ritt et al. 2008)
Padrões de Repetição e Modalidades de Aprendizagem
Consequências do Abuso Sexual na Aprendizagem das Crianças
Ambiente de convivência
O papel do psicopedagogo
Referencial Bibliográfico
AMAZARRAY, M, R; KOLLER, S. H. Alguns Aspectos Observados no Desenvolvimento de Crianças Vítimas de Abuso Sexual, disponível em <http://www.scielo.br/> acesso em 08 de março de 2014.

AZEVEDO, M. A.et all. Organização da Infância e Violência Doméstica: fronteiras do conhecimento. São Paulo, Cortez, 1997.

BRAUN, Suzana. A violência sexual infantil na família: do silêncio à revelação do segredo. Porto Alegre, 2002.

BRASIL. Caderno de Atenção Domiciliar. Brasília. Volume 2. 2012

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Lei Federal n.° 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Brasília, Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, 2003.

CARTER, B.; McGOLDRICK. As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar. Porto Alegre: Artmed, 2001.

INOUE, S. R. V; RISTUM, M. Violência sexual: caracterização e análise de casos revelados nas escolas. Disponível em: <http://www.scielo.com.br.htm>. Acesso em 25 de maio de 2008.

LOPES, K. C.; TORMAN, R. O abuso sexual e o seu desdobramento na aprendizagem: uma reflexão acerca da inclusão. Prâksis – Revista do ICHLA, Novo Hamburgo, 2(4), p. 115-118, 2007.

RITTER, F.; PINHEIRO, S. D. Abuso Sexual Contra Crianças e Adolescentes: um estudo de caso notificados no município de igrejinhas/RS. Rio Grande do Sul. 2008


Abuso Sexual
Atos de natureza sexual impostos a um indivíduo quando o mesmo não o deseja, através de assedio verbal, abuso dos limites corporais ou psicológicos.
Negligência Familiar
Violência Psicológica
Violência Física
Ação intencional, única ou repetitiva partida de um agente agressor que faz uso da força com o objetivo de ferir, provocando danos físicos a vítima.
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