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Meci Im.

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Marta T

on 4 April 2011

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Transcript of Meci Im.

Actividade criadora : Toda a realização Humana responsável pela criação de qualquer coisa de novo. Quer corresponda aos reflexos deste ou daquele objecto do mundo exterior, quer a determinadas construções do cérebro ou do sentimento que vive e se manifesta somente no ser humano. Dois tipos de impulsos fundamentais na actividade humana:

•Reprodutor -ligado à memória. O homem reproduz e repete normas de conduta já criadas.
•Criador - toda a actividade humana que não se limita a reproduzir factos ou impressões vividas, mas que cria novas imagens. Reprodutor Criador O cérebro não se limita a reproduzir as nossas experiências passadas, é também um órgão que combina e cria. É capaz de elaborar novas concepções a partir de experiências passadas.
Se o homem se reduzisse ao passado, este seria incapaz de se adaptar a um amanhã diferente. É a actividade criadora que faz dele um ser voltado para o futuro. •A esta actividade criadora chama-se Imaginação e fantasia.

•Tudo o que nos rodeia e foi criado pelo homem é fruto da imaginação.

•Qualquer descoberta antes de se realizar na prática e de se consolidar formou-se na imaginação como uma estrutura construída na mente através de novas combinações.

•Imaginação está presente tanto nas grandes descobertas como nas coisas do dia-a-dia. O homem não cria nada de novo, limita-se a reproduzir algo que já existe.
Ex. recordar a casa onde se viveu na infância; desenha a partir do que se vê.

A experiência anterior ajuda o homem a conhecer o mundo que o rodeia bem como a adaptar-se a ele. “ Passa-se com o nosso cérebro qualquer coisa parecida com uma folha de papel quando a dobramos ao meio: no lugar da dobra fica um sulco como resultado da transformação operada. (…) Bastará soprar o papel para que ele volte a dobrar-se pelo mesmo sulco” Todos os objectos da vida de todos os dias são uma espécie de fantasia cristalizada.
Todos eles passaram por um processo até serem o que são hoje:

Archote primitivo


iluminação a gás

electricidade Se olharmos à nossa volta estamos rodeados por inúmeros objectos cujos inventores são anónimos.

Os processos criativos são observados logo desde a tenra infância. Desde cedo que a criança começa a simbolizar e a criar. Brincando, desenhando, criando. Nos seus jogos as crianças não se limitam a recordar experiências vividas, mas reelaboram-nas de modo criativo, combinando-as entre si e construindo com elas novas realidades de acordo com os seus afectos e necessidades.
A avidez que sentem de fantasiar as coisas é um reflexo da sua activadade imaginativa, como acontece com os jogos.

“ Olha mãe a perna daquele homem” (homem coxo que passava na rua)
“ Ele ia a cavalo num cavalo muito alto, caiu em cima de um penhasco e partiu um pé: temos de encontrar uns pós para o curarmos”. Ligação da capacidade imaginativa à realidade 1.Toda a ligação entre fantasia e realidade compõe-se de elementos tomados da realidade e extraídos da experiência anterior 2.Ligação entre produtos preparados da fantasia e outros complexos da realidade 3.Conjunção emocional 4.Aquilo que é criado pela fantasia pode representar algo de completamente novo Até mesmo as maiores fantasias os mitos, os contos, as lendas não são mais do que novas combinações de elementos reais, submetidos a modificações pela imaginação.


A imaginação pode criar novas combinações misturando por vezes elementos reais (casa, jardim) com elementos da fantasia (sereias, fadas). Mas mesmo estes últimos elementos mais afastados da realidade foram criados com base em concepções reais. Percebemos então que:

1-A actividade criativa da imaginação encontra-se em relação directa com a riqueza e a variedade da experiência acumulada do homem uma vez que é nesta que a fantasia ergue os seus edifícios.


2-Depois do momento de acumulação da experiência dá-se um período de maturação (incubação).


Daqui conclui-se de que é importante diversificar o leque de experiência da criança se quisermos proporcionar-lhe uma base sólida para a sua criatividade. Quanto mais vir, aprender e experienciar, maior serão as ferramentas que terá para desenvolver a sua imaginação.
A fantasia apoia-se na memória e dispõe os dados em combinações sempre novas. Quando imagino o quadro da revolução francesa ou da queda do império romano, as imagens que obtenho são fruto da minha função criadora e imaginação, pois não vivi essas experiências. A imaginação cria a partir de experiências passadas novas combinações. Estes frutos da imaginação são integrados por elementos da realidade elaborados e modificados.

A imaginação trabalha também guiada por experiências alheias, como que dirigida por outros. Ex. da Revolução Francesa.

A imaginação é um meio para o homem ampliar a sua experiência dado que este é capaz de fantasiar sobre aquilo que não viu podendo fazer concepções baseando-se em relatos alheios o que não experimentou pessoalmente. •Todos os sentimentos tendem a associar imagens concordantes com estes. As imagens são congruentes com o estado de espírito quer nos domina. Quando estamos alegres vemos as coisas de um modo diferente do que quando estamos tristes. •Lei do sinal emocional comum - todas as coisas que nos causam um efeito emocional coincidente tendem a unir-se entre si apesar de poder não haver entre elas semelhança alguma. Representações acompanhadas de uma mesma reacção afectiva associam-se entre si.

Este modo de associação encontra-se muito em sonhos, devaneios (estados de espírito em que a imaginação voa livremente).

•Os sentimentos podem influenciar a imaginação e a imaginação pode ter influência sobre os sentimentos. “Todas as formas de representação criadora contêm em si elementos afectivos; tudo o que a fantasia construa, vai influenciar os sentimentos” Estes sentimentos são reais.

Ex. Uma criança entra no seu quarto (escuro) e ali encontra-se uma peça de roupa pendurada. A criança imagina que a peça de roupa é um ladrão. A imagem do bandido, fruto da fantasia da criança é irreal, mas o medo que sente é real.

Ex. O sofrimento e a sorte de personagens de livros e filmes influenciam as nossas emoções. Alguns objectos frutos da imaginação combinatória do ser humano, não se ajustam de modo algum a modelos existentes na natureza, mas a partir do momento em que são criados eles passam a ser parte da realidade. Círculo da Actividade Criadora da Imaginação Mecanismos da imaginação Criadora Dissociação – consiste em fragmentar aquilo que se percepcionou. Alguns elementos são esquecidos outros retidos na memória.

Transformação dos elementos dissociados que se pode dar por exagero ou por defeito.

Ex. as crianças tendem a exagerar aquilo que percepcionam. “Era uma casa tão grande que chegava ao céu”. Associação – Agrupamento de elementos dissociados e modificados.
Combinação de imagens isoladas .


Tudo isto dá-se devido à necessidade do homem em adaptar-se ao meio que o rodeia. Uma necessidade de adaptação que provém de um sentimento de inadaptação. • Necessidade
• Desejo
• Interesse
• Capacidade
• Conhecimento A imaginação da criança e do jovem Existe ainda a ideia de que a imaginação da criança é mais rica do que a do adulto pois nesta época é quando mais se desenvolve a fantasia e esta vai diminuindo à medida que a criança cresce. As crianças podem imaginar muito menos coisas do que os adultos, mas acreditam mais nos frutos da sua fantasia e controlam-na menos, e por isso a imaginação no sentido vulgar da palavra parece ser mais rica do que no adulto. Mas, o material utilizado nas construções da imaginação é mais pobre, como também as combinações que esta faz são inferiores na sua qualidade e variedade relativamente ao adulto.

Imaginação é então diferente da riqueza imaginativa.

À medida que o indivíduo vai crescendo a função imaginativa prossegue, mas através de uma transformação prévia adaptando-se a condições racionais. Na idade de transição, a puberdade, dá-se uma profunda transformação da imaginação que passa de subjectiva a objectiva.

“Esta crise deve-se devido à formação de um organismo adulto, de um cérebro adulto.”
A actividade da imaginação sob o aspecto em que se manifesta na criança, vai desaparecendo no adolescente.

Ex. A criança deixa de desenhar e começa a criticar os seus próprios desenhos. Deixa de se interessar pelos jogos que jogava e pelos contos de fadas.

Neste momento despontam dois tipos de imaginação: Plástica e emocional, ou exterior e interior ou ainda objectiva e subjectiva. Actividade criadora Função imaginativa depende então: A criação não é apenas atribuída a grandes génios (grandes artistas, grandes investigadores) mas sim a todos nós.
A criação está presente sempre que o ser humano imagina, combina, modifica e cria qualquer coisa de novo. No entanto, isto não é verdade. A experiência da criança é mais pobre do que a do adulto . Os seus interesses são mais simples. À medida que o sujeito se aproxima da maturidade, também a sua imaginação começa a amadurecer. IMAGINAÇÃO Docente: Marta Tagarro “Mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado enquanto que a imaginação abraça o mundo” Einstein (cit. por Duffy, 2006). “A capacidade para criar o que não existe” Gardner (cit. por Duffy, 2006). “ Capacidade mental para formar imagens que não existem ainda”. Dicionário Oxford (cit. por Duffy, 2006). “Uma capacidade cognitiva para criar na nosso cérebro uma realidade alternativa” Theresa (cit. por Duffy, 2006). Imaginar é então (Duffy, 2006): • A capacidade de nos desvincularmos do mundo tangível e ir para além de situações concretas;

• Não estar restrito ao mundo imediato;

• Interiorizar percepções;

• Separar acções e objectos dos seus verdadeiros significados e atribuir-lhes novos significados;

• Integrar experiências e percepções;

• Contemplar o que não é mas poderia ser;

• Fingir. O modo como as percepções são convertidas em imagens, são armazenadas e utilizadas, vão depender de cada indivíduo. Pessoas diferentes têm preferências diferentes e formas diferentes de imaginar. Quando imaginamos podemos basear-nos em:
•Experiências visuais;
•Experiências auditivas;
•Experiências tácteis.
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