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Fotografia Digital

Técnicas Fotográficas
by

Denise Silva

on 18 April 2017

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Transcript of Fotografia Digital

Profª. Dra. Denise Silva
- Filmes X cartão de memória
- Laboratório X computador
- Revelação e ampliação X transferência de imagem e impressão
- Visualização (LCD)
- Tempo
- Zoom digital e ótico
- Tempo e espaço
- Quantidade de fotos
- Checagem imediata
- Economia de despesas
- Armazenamento
- Medos em relação à impressão digital
- Evolução dos sistemas de desenvolvimento digital (da pré-impressão até o acabamento)
- Programas de edição de imagem
- Web
Sistemas digital e analógico
Processos da fotografia digital
etc.
Tipo reflex (SLR):
Objetivas cambiáveis que facilitam:
enquadramento
focalização
profundidade de campo
Câmera Digital
Captura digital - sensores de imagem
CCD
(charge-coupled device)
Necessita de um conversor A/D – conversor analógico digital

CMOS
(Complementary Metal-Oxide-Silicon)
Sensor de imagem = filme (analógico)
Converte luz em cargas elétricas
Lentes
DISTÂNCIA FOCAL:

Distância entre a lente e o primeiro elemento óptico da objetiva.

MENOR distância focal
=
MAIOR ângulo de visão
=
MAIOR profundidade de campo


Profundidade de campo
= diferença entre os pontos mais próximos e mais distantes presentes num foco.
Lente 50 mm - "normal"
Lente 135 mm - Teleobjetiva
Lentes de exclusão
Valoriza o plano de interesse e “desfoca” os outros
(com o diafragma bem aberto)
Permite uma aproximação do motivo conservando a distância de quem fotografa
Ex.
Destacar uma ação dentro de um mercado público, dentro de uma festa.
Permite maior luminosidade
Possibilita fotografias com menos luz
Indicada para a maioria das situações
Aproxima-se do ângulo da visão humana
Lente 28 mm - Grande Angular
Lentes de inclusão
quem fotografa fica dentro da cena
Pode ultrapassar o ângulo de 180º
Tomadas de planos gerais
Profundidade de campo total
Ex.
Casas pequenas, rituais, festas, paisagens
Lente Macro
Abertura fixa de f2.8 (ou f2.5)
Distância focal 50-60mm, 100mm, 150-200mm
Fotografa com pequenas distâncias
Registra de detalhes
Pode ser usada para fotos "normais"
Ex.
Tatuagens, jóias, artigos pequenos, insetos
Profundidade de Campo
grande angular
teleobjetiva
Flash
Luz direta
direcionada diretamente para o motivo
cria efeitos de luz dura e sombras duras
cria efeitos de longa exposição do fundo, congelando o primeiro plano
cria climas quentes, duros, suspense
produz contrastes fortes de preto e branco
pode criar olhos vermelhos e sombras
pode tornar a imagem muito artificial
Flash TTL (Through The Lens Metering - Leitura Através da Objetiva)
Flash dedicado
A luz que passa pela objetiva é medida pelo fotômetro da câmera que identifica a quantidade de luz e a distância da câmera pelo sistema Auto Focus. Através da ligação TTL, a câmera informa ao flash a quantidade necessária de luz para complementar a exposição.
O flash TTL trabalha junto com o fotômetro da câmera.
Existe também o flash manual e automático.
Luz difusa
age indiretamente sobre o motivo
produz sombras suaves
Cria um clima mais suave
produz menos contrastes e mais tons de cinzas
inclinar a cabeça do flash, pode usar rebatedor
usar a luz rebatida (branco ou Haze-Light)
Luz rebatida
age indiretamente sobre o motivo
produz sombras médias
uso de rebatedores:
branco
(difunde a luz)
preto
(não reflete luz)
prateado
(temperatura mais fria da luz, projeta a luz)
dourado
(esquenta a temperatura da luz na cena)
Foco
Diafragma
Obturador
ISO
Elementos essenciais da fotografia
A
quantidade
de luz que atingirá o sensor de imagem.
Controla a profundidade de campo da foto.
Abertura grande f2.8 - entra muita luz
Abertura pequena f22 - entra pouca luz
Aberturas:
(mais luz) f/1, f/1.4, f/1.8, f/2, f/2.4 f/2.8, f/3.5, f/4.5, f/5.6, f/8, f/11, f/16, f/22, f/32 e f/45 (menos luz)
Muita abertura: efeito de desfoque (f2.8)

menos profundidade de campo
Pouca abertura: foco em toda a imagem (f22) mais profundidade de campo
Sistema de cortinas móveis (lâminas metálicas), para controlar o
tempo
de exposição da luz sobre o plano do filme.
Muito tempo de exposição: efeito borrado
Pouco tempo de exposição: efeito congelado
Velocidades do disparo:
(mais rápido) 1/4000, 1/2000, 1/1000, 1/500, 1/250, 1/125, 1/60, 1/30, 1/20, 1/8, 1/4, 1/2, 1”, 30” (mais lento)
Medidor de luminosidade da câmera.
Sensibilidade de luz que vai até o sensor.
Menor ISO: menos sensível à luz (100), precisa de muita luz no ambiente
Maior ISO: mais sensível à luz (800), precisa de menos luz no ambiente
Quanto maior o ISO, maior o aspecto granulado.
Quanto menor o ISO, maior a qualidade de imagem.
100, 200, 400, 800, 1600, 3200, 6400
FOTOMETRIA
Formato da Gravação da imagem
Resolução
Qual o maior tamanho que se pode imprimir, sem perda, uma imagem com 2.048 x 1.536 pixels (3 megapixels) e 300 dpi?

Dividir o número de pixels na largura: 2.048/300 = 6,826.
Depois multiplicar por 2,54 (1 polegada): 6,826x2,54 = 17,33 cm.
O mesmo para a altura: 1.536/300=5,12 depois: 5,12x2,54 = 13,00 cm.

A fotografia será impressa em alta resolução, sem perdas, no tamanho de 17,33 x 13,00 cm.

Qualidade da impressão usada na mairoria das gráficas: 300 dpi
Tamanho da imagem para impressão
JPEG (JPG)
Joint Pictures Expert Group
RAW
TIFF
Tagged Image File Format
PNG
Portable Network Graphics
Surgiu em 1983.
Bom nível de qualidade da imagem e tamanho relativamente pequeno para armazenamento.
Utiliza compressão das imagens com perdas mínimas de informações.
Maior nível de compressão = menor tamanho do arquivo = pior qualidade da imagem.
Cada vez que é salva uma mesma imagem JPEG, ela perde qualidade porque normalmente o software utilizado a comprime.
Trabalha com 24 bits de cor.
Formato "cru" que guarda todos os dados de uma foto gerada na câmera digital resultando em arquivos grandes sem compressão.
Alta qualidade de imagem e maior profundidade de cores.
Pode aplicar ajustes e efeitos no arquivo cru e o converter em jpeg ou png para o comprimir e assim diminuir o seu tamanho.
Pode trabalhar na foto depois de salva, modificando o balanço do branco, temperatura, contraste, nitidez, brilho, saturação, etc.
Trabalha com 24/36/48 bits de cor. Alguns efeitos somente podem ser aplicados a imagens com 24 bits.
Surgiu em 1996.
Suportado na ampla maioria dos programas visualizadores de imagem.
Foi criado para substituir o GIF (patenteado) com características de animação, fundo transparente e compressão sem perda de qualidade, mesmo com salvamentos constantes do arquivo.
O PNG só permite animação na variação chamada APNG (Animated Portable Network Graphics) ou MNG (Multiple-image Network Graphics) com uma sequência de imagens em um mesmo arquivo.
Suporta até 64 bits de cor por causa da transparência (canal alfa).
Criado em 1986.
Ótima qualidade da imagem e tamanho grande para armazenamento.
Utiliza compressão das imagens sem perda de informações.
Suporta o uso de camadas em um único arquivo.
Suporta "fundo transparente".
Melhor qualidade de imagem que o PNG.
Não é suportado em muitos navegadores.
Trabalha com 24 bits de cor.
GIF
Graphics Interchange Format
Criado em 1987.
Gera arquivos de tamanho reduzido, mas pouco usado em fotografias.
Desde 1989 tem capacidade de criar animações, permitindo uma sequência de imagens em um único arquivo.
Utiliza compressão sem perda de qualidade, mesmo se for guardada várias vezes.
Suporta fundo transparente.
Possuia uma patente que expirou em 2003.
Suporta somente 8 bits (256 cores).
Muito usado nos sistemas operacionais Microsoft Windows.
Arquivos muitos grandes, pois não utilizam compressão (possível em imagens menores de 8 bits).
Não suportam “fundo transparente”.
Edita pixels (composto por um gride de pixels) e não objetos ou formas como as imagens vetoriais.
Podem suportar milhões de cores e preservam os detalhes.
BITMAP
Mapas de bits
Para um tratamento profissional da fotografia:
Primeiro é aconselhável que salve a imagem em RAW para trabalhar ajustes e efeitos na foto crua. Depois, converta para TIFF e faça as edições necessárias. Somente após o trabalho pronto salve em JPEG.
A compressão JPEG permite arquivos até 10 vezes menores.
Introdução à Fotografia
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