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Identificação do paciente

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by

Wilson Reinhardt Filho

on 29 August 2016

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Transcript of Identificação do paciente


Recepção
Identificação do paciente
O Ministério da Saúde lançou o protocolo para identificação do paciente como anexo ao Programa Nacional de Segurança do Paciente.

Neste documento consta que:

“A finalidade deste protocolo é garantir a correta identificação do paciente, a fim de reduzir a ocorrência de incidentes. O processo de identificação do paciente deve assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina.”
“A identificação correta do paciente é o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de
procedimento
ou
tratamento
, prevenindo a ocorrência de erros e enganos que o possam lesar.”
Os protocolos de identificação do paciente não devem ser apenas escritos, mas disseminados e aplicados de fato em todos os processos nos quais o paciente esteja envolvido.


A maneira mais utilizada para identificar o paciente é por meio de uso de pulseiras e etiquetas. O Ministério da Saúde preconiza que a pulseira de identificação seja branca.

Podem ter comprimentos diferentes para adaptarem-se aos diversos tamanhos do pulso dos pacientes, e de preferência, colocados no braço definido pelo protocolo institucional; ressalvadas as exceções; como crianças e determinadas situações que impeçam o procedimento.

As imagens ilustram algumas possibilidades que podem ser encontradas no mercado, desde a compra das pulseiras individualmente com preenchimento manual da etiqueta, até impressoras que além de gerar a pulseira com identificação usual, pode adicionar o segundo elemento identificador, como o número de registro além de sua transformação em código de barras e pode até mesmo adicionar a foto do paciente.
O número do quarto/enfermaria/leito do paciente não deve ser usado como um identificador, em função do risco de trocas no decorrer da estada do paciente porém, a correta identificação do paciente em uma placa colocada junto ao leito pode auxiliar na sua identificação.
A placa de identificação
não substitui a identificação por meio da pulseira
, mas é uma redundância que ajuda na correta identificação, além de chamar a atenção para determinadas observações importantes.

As tarjetas podem incluir as informações de outros riscos específicos deste paciente como riscos de queda, úlceras por pressão entre outros.
Exemplos de Placa e Tarjetas
A identificação deve ser feita mediante a apresentação de documentos, preferencialmente originais, com foto e na sua falta momentânea a instituição solicitará a regularização em um prazo de tempo constante no protocolo da instituição.
Normalmente os colaboradores da recepção/admissão respondem pela impressão das etiquetas que serão coladas nas pulseiras, é importante que os dados dos documentos sejam checados junto com o paciente, certificando-se de sua correção e após isto, a pulseira seja colocada no braço do paciente, já com o número de registro ou prontuário, como segundo identificador.
A identificação deve ser checada em todos os ambientes de prestação de cuidados ao paciente.

Se o paciente vem para a unidade para exames, ou pequenos procedimentos, provavelmente não necessitará nova pulseira, mas na internação mais prolongada, pode ser que a identificação se torne ilegível e necessite substituição.
Nestes casos é fundamental que se faça esta troca na presença de pelo menos mais um elemento da equipe de saúde, e se possível, com a participação do paciente neste processo.

Quando não for possível pode-se contar com a participação do acompanhante e, no caso de crianças, dos seus pais ou responsáveis, tudo com o objetivo de assegurar a identificação correta do paciente.
A identificação do binômio mãe/recém-nascido é feita no centro obstétrico, preferencialmente por, pelo menos, dois profissionais da equipe de saúde.

A pulseira de identificação de recém-nascidos deve conter além do conjunto de identificadores (nome, prontuário), o nome da mãe. Na pulseira da mãe deve constar também o nome do RN.
Quais hospitais que já adotam estas práticas?

Quais possuem protocolos escritos e implantados?

Quais os indicadores que monitoram este processo?
A confirmação da identificação do paciente será realizada antes de qualquer cuidado o que inclui:

administração de medicamentos,
administração de sangue e hemoderivados,
realização de procedimentos,
coleta de material para exame,
entrega de dieta.

“Erros de identificação do paciente podem ocorrer, desde a
admissão
até
a alta do serviço
, em todas as fases do diagnóstico e do tratamento.
O protocolo deverá ser aplicado em
todos os ambientes de prestação do cuidado de saúde
como, unidades de internação, ambulatório, pronto socorro, pronto atendimento, centro cirúrgico, serviços de apoio diagnóstico, quaisquer unidades onde sejam realizados procedimentos.
O profissional responsável pelo cuidado deverá perguntar o nome ao paciente/familiar/acompanhante e conferir as informações da pulseira do paciente, com o cuidado prescrito, e a rotulagem do material que será utilizado.
Há instituições que adotam a prática de usar duas pulseiras nos RN, uma em cada membro inferior ou uma em um membro superior e outra no membro inferior, outras utilizam identificador no clamp umbilical como terceiro identificador.
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