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Curso de Home Studio

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by

Victor Oliveira

on 10 August 2017

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Transcript of Curso de Home Studio

Curso de Produção Musical & Home Studio
Echos Produções
ACÚSTICA
Representação de elongação do movimento de um corpo ao longo do tempo (FORMA DE ONDA)
O som é produzido quando, a partir de uma força (transferência de energia) aplicada, ao longo de um tempo, a um corpo
elástico
, que tem
massa
, o corpo entra em movimento.
Contudo, somente um determinado TIPO de movimento produz som
Movimento Periódico Oscilatório
"Movimento periódico é um movimento em que um corpo material percorre sempre a mesma trajetória, repetindo em intervalos iguais as mesmas características cinemáticas, isto é, a mesma posição, a mesma velocidade e a mesma aceleração" (Henrique, Luís. Acústica Musical)
"O movimento oscilatório é um movimento de vai e vém em torno de uma posição de equilíbrio" (Henrique, Luís. Acústica Musical)
CICLO
Se esse movimento descreve as mesmas características depois de uma certa trajetória, esse percurso realizado pelo corpo é chamado CICLO.
Passado o tempo (t) necessário para a realização de 1 ciclo, tem-se outro ciclo, até que cesse a energia do corpo ou a força aplicada.
Se pegarmos o tempo total de realização do movimento e contarmos quantos ciclos foram realizados, temos sua frequência = C/t
FREQUÊNCIA
A frequência cuja unidade de medida é o segundo (s) é chamada HERTZ (Hz) - ou Ciclos/s
A frequência, enquanto elemento de descrição de um movimento de um corpo, é intimamente relacionada à percepção de ALTURA no ouvido humano. Daí sua importância no estudo da acústica.
O deslocamento máximo do corpo
A PARTIR DE SUA POSIÇÃO DE EQUILÍBRIO descreve a
AMPLITUDE
do movimento.
A amplitude do movimento de um corpo que realiza movimento periódico oscilatório corresponde, de modo genérico, ao "volume" do som ou, mais especificamente, ao
nível de pressão sonora = SPL = 20log(PS/PSo) (onde PS = pressão sonora ou média RMS da variação de pressão de uma onda e PSo uma valor de pressão de referência)
Transmissão sonora
Ondas sonoras são ondas
mecânicas
Ondas num mesmo meio tem a
mesma velocidade
As ondas sonoras são
longitudinais e tridimensionais
As ondas sonoras são mecânicas pois elas, para sua origem e propagação, dependem de corpos em movimento, ou seja, massa em movimento. Uma fonte sonora é o corpo que origina a oscilação, que, por sua vez, transmite-a para os meios com os quais tem contato, inclusive o ar, que realiza um movimento correspondente, transmitindo ENERGIA às partículas com as quais entra em contato, até que essa energia se dissipe e o movimento cessa.
COMPRIMENTO DE ONDA
é a distância no espaço em que podemos encontrar 2 pontos de igual pressão de uma onda sonora
- Velocidade da onda = velocidade de transmissão da energia do movimento, que depende, por sua vez, da elasticidade e densidade do meio > O SOM EM MEIOS DISTINTOS TEM VELOCIDADES DISTINTAS


Tipos de Sons
Senoidais

Sons Complexos
Sons puros: único movimento possível de compressão e descompressão de uma molécula (em qualquer direção)
Regular em Frequência e Amplitude
Não é possível, de fato, ouví-los
Onda senoidal de 1kHz - Sample 1
Teorema de Fourier: a onda complexa é um resultado de somatórias de ondas senoidais. Em outras palavras, uma onda complexa pode ser "decomposta" em
várias ondas senoidais
SOBREPOSIÇÃO DE ONDAS
Ondas, quando se encontram num determinado ponto no espaço, somam-se, provocando INTERFERÊNCIAS entre si. O resultado dessa soma pode ser construtivo ou destrutivo:

Interferência Construtiva (Duas Ondas Senoidais de 1kHz com mesmo ganho) > aumento de amplitude na razão de 2
Construtiva: quando o resultado da soma é um aumento de amplitude da onda resultante
Destrutiva: quando o resultado da soma é um decréscimo de amplitude da onda resultante
Onda 1 - 1kHz
Onda 2 - 1kHz
mesmo ganho
Onda resultante

Interferência Mista
Onda 1: senoidal de 1kHz
Onda 2: senoidal de 2kHz com mesma amplitude de onda 1
Onda resultante: interferências construtivas e destrutivas

O SOM NO TEMPO
Cada som senoidal que compõe um som complexo é chamado PARCIAL. Se os parciais desse som complexo tiverem frequências iguais aos múltiplos inteiros da frequência fundamental da onda complexa, esses parciais são chamados HARMÔNICOS e
esse som terá
ALTURA DEFINIDA.
Envelope dinâmico:
Descrição da curva de movimento (amplitude e, portanto, DINÂMICA) que um som descreve (ao longo do tempo)
Ataque
Decay
Regime estacionário (sustain)
Release
O envelope é a resultante do comportamento de todos os parciais, em termos de:
Amplitude
Fase
Duração

FASE
O intervalo de TEMPO de incidência de uma onda, desde o t0.
Pode ser descrito
em GRAUS

Descrição da onda senoidal em graus de circunferência
A fase é uma variável determinante para o padrão de interferências resultante de sobreposições de ondas sonoras
Casos extremos
0 grau ou 360 graus de defasagem
180 graus de defasagem
A
D
S
R
Defasagem de cerca de 90graus entre duas ondas senoidais de F=1kHz
Interferência Construtiva não resultante em dobro de amplitude
Onda 1
Onda 2
Onda resultante
Mesmas duas ondas de F=1kHz, agora em cerca de 180graus de defasagem
Interferência Destrutiva resultante em praticamente cancelamento total
Zona de cancelamento destrutivo:

De 120graus a 240graus de defasagem
http://www.qsl.net/py4zbz/teoria/espectro.htm
SISTEMA BÁSICO
ACÚSTICA
ÁUDIO
LINE (V)
ACÚSTICA
MIC (mV)
Pré-Amp
Amplificador de potência
Potência
MAPA
Fundamentos de áudio e acústica (básico)
Produção Executiva (Mercado fonográfico)
Apresentação
Cronograma
PRODUÇÃO EXECUTIVA (MERCADO FONOGRÁFICO)
FUNDAMENTOS DE ÁUDIO E ACÚSTICA (BÁSICO)
SOM E MUDANÇA DE MEIO
A transmissão de vibração para moléculas vizinhas encontra, eventualmente, moléculas de natureza distinta. Essa mudança desencadeia fenômenos específicos e se deve, basicamente, à chamada mudança de IMPEDÂNCIA do meio de propagação > meios distintos possuem massa e flexibilidade distintas, caracterizando mudanças na maneira com que as moléculas vibram, a partir do pulso que provocou a vibração.
Todo som é, em parte, refletido ao encontrar um meio distinto
Se a superfície é lisa, a reflexão é especular, ou seja, o ângulo de incidência é o mesmo de reflexão > reflexão com muita energia num ponto
Se a superfície tem saliências, a reflexão é difusa, ou seja apresenta espalhamento espacial da energia incidente
Todo som é, em parte, absorvido ao encontrar um meio distinto
Superfícies porosas geram fricção em cadeia das moléculas do ar, provocando maiores dispersões de energia
ESTEREOFONIA
A audição binaural proporciona a localização sonora (espacialização do som) a partir de:
Microfones
Quanto ao tipo de construção
Quanto ao padrão polar
Dinâmicos
Condensadores
Fita
São equipamentos transdutores, ou seja, realizam a transdução entre pressão atmosférica (onda acústica) para sinal elétrico (onda elétrica). De modo geral, todos eles funcionam a partir de um diafragma que detecta as variações de pressão no ar, decorrentes da onda sonora e transformam em variações de voltagem. O nível de sinal elétrico que o microfone produz é muito baixo, na casa dos mV (sinal do tipo MIC).
Resposta de frequência: designa a curva relativa de resposta frequencial de um microfone a partir de um ruído de teste
Sensibilidade: indica a capacidade do microfone de transformar pressão sonora em sinal elétrico.
maior capacidade de suportar fontes sonoras de muita intensidade
resposta de frequência tende a ser irregular e com perda relativa nos agudos
sensíveis e capazes de captar sutilezas frequencias e dinâmicas
resposta de frequência mais regulares
necessitam de PHANTOM POWER
são bastantes sensíveis
resposta de frequência tende a regular, mas não tanto quanto os condensadores
muito frágeis
são SEMPRE figura 8
Unidirecionais
Bidirecionais ou
Figura 8
Omnidirecionais ou
Não-direcionais
O padrão polar dos microfones varia com a região de frequência. Portanto, atenção para o tipo de captação que será feita para que a região de frequência desejada seja contemplada de forma efetiva para cada microfone.
OBS: não há, tecnicamente, microfones específicos para um tipo de fonte sonora ou instrumento. Contudo, as especificações de cada um dão um campo de ação de acordo com a necessidade de captação.
OBS: microfones também podem ter cápsulas grandes e pequenas. De maneira geral, cápsulas grandes tem maior capacidade de captação de graves e o contrário para cápsulas pequenas
Cabos e Conectores
XLR
P10
TS
TRS
P2
RCA
Estrutura de Ganho
O sinal deverá sempre oscilar, a cada transferência, longe o suficiente do nível de pico para não distorcer e longe o suficiente do noise floor para não trazer ruído.
Pico
Noise floor
Unity Level
Range Dinâmico do sistema
Nível adequado de oscilação do sinal para um determinado sistema. Normalmente, designado
por
0dB
- leia-se: o sistema não altera o ganho (amplificação ou atenuação) do sinal
Primeiras notas para o DECIBEL

O decibel é uma maneira logaritmica de descrever uma proporção entre duas medidas.
Supondo que tenhamos uma linha de 1 metro de comprimento e uma segunda linha com 2 metros de comprimento.

Para designar em quantos decibels a segunda linha é maior que a primeira, aplicamos a fórmula logaritmica 10 log (Clinha2/Clinha1), sendo a linha 1 a nossa referência, temos que:

dBLinha = 10 log 2/1 ou
10 log 2

> log 2 (base10) = 0.3
> dBLinha = 10 x 0,3 = 3 dB




Dizemos então que a Linha 2 tem 3dBLinha ou 3dB a mais que o nível de referência convencionado como 1m.

O uso do decibel em áudio está relacionado principalmente com a possibilidade que temos de relacionar grandezas distintas (pressão sonora, voltagem, intensidade sonora, potência elétrica) a partir de proporções. Em outras palavras, com o decibel, podemos dizer que a pressão sonora aumentou x vezes (10dB, por exemplo) e que isso corresponde ao mesmo aumento em voltagem (10dB).



Definição de LOGARITMO:

se um número (b) é elevado a x e seu resultado é y,
o logaritmo de y, na base b, é igual a x

b (elevado a x) = y
ou
log (base b) y = x

Em outras palavras, o LOGARITMO de um número é o valor do expoente da potência de base cujo resultado é o próprio número
Headroom do sistema
Oscilação do sinal
Range dinâmico do sinal
O pré-amplificador é um controle de ganho que amplifica o sinal de maneira intensa sem aumentar o noise floor de forma significativa (inclusive, quanto melhor o pré-amp, maior a sua capacidade de amplificar sem aumentar o nível de ruído).

Em outras palavras, ele aumenta a
Relação Sinal/Ruído, preservando, assim, uma adequada estrutura de ganho.
Por isso, ele é usado para elevar o sinal que sai do MICrofone (
mV
) em cerca de mil vezes, caracterizando o nível de sinal LINE (
V
).
Headroom disponível para o sinal
Picos do sinal
Região de oscilação média do sinal
Região com baixa dinâmica do sinal
Ligação de estúdio
Interface de áudio
Mesa A
Mesa A
Mesa de Som
Mic Input
Line Input
Insert
Pré-amp
EQ
Aux Sends
Pan
Mute
Solo (PFL)
Fader
Fluxo do Sinal
Barramentos
LR
Sub1/2
Sub3/4
Pré-amp
Pré-amp
MESA B*
L
R
AD
DA
Gravando
Gravando
Mic
Mic
Mic
DI-Box
INST
Mic
Mic
LINE
Monitorando a
Gravação
Monitorando a
Gravação
Gravador de Fita
Mic
Monitorando a
Mixagem
Monitorando a
Mixagem
LINE
LINE
LINE
MIXAGEM
Auxiliar = Cópia do sinal
Aux Pré-Fader
Aux Pós-Fader
envia uma cópia
antes do fader
do sinal daquele canal para o barramento AUX Master
envia uma cópia
depois do fader
do sinal daquele canal para o barramento AUX Master
Monitoração de músicos
Processamento em paralelo
*ou o que quisermos...
Multitracks > Stereo
Grande central de endereçamento
Sistemas de Amplificação Ativos
Sistemas de Amplificação Passivos
De modo geral, são sistemas
que possuem amplificador
de potência e crossover ativos dentro
da própria caixa. Recebem um sinal de LINE direto de qualquer aparelho.
De modo geral, são sistemas que necessitam de amplificadores externos, ou seja, as caixas passivas só possuem um crossover passivo e um alto falante dentro delas. Recebem um sinal de potência a partir
do amplificador externo, que, por sua vez, recebe
um sinal de LINE.
http://animagraffs.com/loudspeaker/
EQ
Processadores de Dinâmica
Reverb e Delay
Filtros
High Pass Filter
Low Pass Filter
Shelving
Peaking
Fs
Slope
Atenua graves
Fs
Slope
Atenua agudos
Fs
Gain
Atenua e amplifica agudos e graves
Fs
Gain
Q
Atenua e amplifica em todo o espectro
HPF com Fs de 100Hz e Slope de 18dB/oitava
LPF com Fs de 5kHz e Slope de 6dB/oitava
Shelving grave com Fs de 80Hz e ganho de +3dB
e shelving agudo com Fs de 2.5kHz e ganho de -12dB
3 filtos peaking: 1: Fs = 240Hz, +22dB, Q = 100; 2: Fs = 750Hz, -6dB, Q = 2; 3: 7900Hz, +3dB, Q = 0.71;
Paramétrico > possuem filtros de vários tipos
Gráfico > Fs e Q's fixos, com regulagem de ganho
O curso visa trazer os primeiros elementos necessários para a compreensão do universo da produção musical, direcionados para a primeira realização nesse campo artístico: o home studio. A forma com que o conteúdo é apresentado promove a compreensão da produção musical como
processo
e, a partir do processo, extraímos os conceitos para sua realização: produção executiva (vou gravar, e agora?), fundamentos de áudio e acústica (conceitos básicos e equipamentos), edição de áudio (ferramentas), primeiros comentários e ferramentas sobre mixagem (é uma arte, para além da técnica). Essa apostila é uma maneira de apresentar de forma interativa (contemporânea?) a complexidade do conteúdo (níveis sob níveis), ainda que em sua forma mais básica. Este curso é, ao mesmo tempo, a possibilidade de realização da produção musical em casa e uma espécie de índice para futuros estudos: um referencial modesto do que há ainda para se conhecer.
12/08
12/08
19/08
19/08
26/08
26/08
26/08
Produção Executiva
Fundamentos de áudio e acústica I
Fundamentos de áudio e acústica II
Prática de Gravação
Edição de áudio
Mixagem Teórico
Mixagem Prática
Material desenvolvido no prezi.com por Victor Oliveira

A natureza do som
Todos os sons na natureza são complexos, pois os distintos materiais constituintes que originam essa vibração (a fonte sonora) apresentam padrão de vibração complexo (devido a características específicas de elasticidade e massa de cada um). Daí a importância de compreender o que compõe o som complexo.
Momentos importantes para levar a FASE de sinais em conta (entre outros):
gravação mono com 2 ou mais mics
tratamento acústico
delays num geral
plug-in compensation
"O ouvinte localiza a fonta sonora comparando os sinais recebidos simultaneamente pelos ouvidos e identificando diferenças de tempo (atraso), fase, timbre, dinâmica." (Mannis, José A. Intérprete do som: bases interdisciplinares da performance eletroacústica - Tomada e projeção do som)
Reprodução Estereofônica (2 canais que reproduzem essas diferenças)
Saiba mais:
Acústica Musical
.Luiz Henrique
A acústica musical em palavras e sons
. Flo Menezes
Fundamentals of Musical Acoustics
. Arthur Benade
Master Handbook of Acoustics
. F. Alton Everest, ‎Ken Pohlmann
http://musicaeadoracao.com.br/recursos/arquivos/tecnicos/matematica/tutorial_acustica.pdf
Recording Studio Design
. Philip Newell
Mais:
Handbook for Sound Engeneers. Glenn Ballou. Chapter 2, 16, 33
Barramento
Paralelo
Inserts
Canal X
Para uma teoria embrionária dos parâmetros da mixagem*
1 - Tempo
2 - Frequência
3 - Dinâmica
4 - Espacialidade
5 - Timbre
O que acontece ao longo do tempo?
O que acontece ao mesmo tempo ao longo do tempo?
Escuta e organização da mixagem
Mascaramento
Separação e clareza
Micro- e Macro dinâmica
Estrutura de ganho na mix
Estereofonia
Panorama
Profundidade
Qualidade Sonora Evento x Contexto
*fundado nas ideias discutidas em
Understanding and Crafting The Mix
. William Moylan
Mais, muito mais sobre EQ´s, Processadores de Dinâmica e Efeitos:
Mixing Audio
. Roy Izhaki
DELAY
Delay Time (ms)
Feedback (%)
LPF
Mix
100%, se Paralelo
X% se Insertado
REVERB
Rev. Type
Room
Hall
Spring
Plate
Church
Ambiance...
Ambiência Artificial > A perspectiva de performance
Pré-delay
> Tamanho da sala (tempo)
> Distância da fonte sonora (distância relativa)
Early Reflections
> Tamanho da sala e características (level)
> Distância da fonte sonora (level relativo)
Decay Time
> Tamanho da sala (quantidade de reflexões)
> Tratamento acústico da sala
Density
Diffusion
HPF + LPF
Damping
Masterização
> Preparar um LR para uma determinada mídia
> No caso de múltiplos LR´s: sequenciamento
EQ na Master
Shelving
Paramétrico
Filtros
Linear Phase EQ
A master ideal
Monitoração x Audição Caseira
Yin-Yang
Micro- e Macrodiâmica na master
Nuances rítmicas
Macrodinâmica
Limiter e Loudness War
Peak x Average Normalization
Louder sounds better
Offset e referência
Monitoração na master
Mixagem
e Ferramentas
Função de Transferência
Ratio = 2:1
A cada +2dB da linha de Threshold,
+1 dB de output
Maior RATIO, maior compressão
Ratio = 1:2
A cada -1dB da linha do Threshold,
-2dB de output
Maior RATIO, maior expansão
Compressor
Material FAA. IAV.2013
Lisciel Franco

O que o produtor musical precisa saber?
Tarefas
1
Novoartista.com
Saiba mais aqui e:
http://www.abramus.org.br/
http://www.ecad.org.br/pt/Paginas/default.aspx
http://iatec.com.br/cursos/audio/producao-executiva-para-o-mercado-fonografico/
- Lei de Direitos Autorais

oscila porque é elástico e é periódico porque realiza ciclos de trajetória
*quanto mais
energia
o movimento carrega,
maior sua
amplitude
, maior
intensidade sonora
, maior sua
pressão sonora
, maior
nível de pressão sonora
http://www2.eca.usp.br/prof/iazzetta/tutor/acustica/intensidade/pressao.htm
Se olharmos por outro ângulo, veremos que podemos relacionar CICLO e TEMPO a partir do TEMPO que uma onda leva para realizar 1 CICLO. A esta propriedade, damos o nome de PERÍODO = 1/F
O comprimento de onda tem uma íntima relação com a FREQUENCIA de uma onda, dada por:


ENERGIA incidente
MEIO
EN transmitida
EN refletida
EN absorvida
ENt + ENr + ENa = ENERGIAi
AQUI
Mais...:
Understanding and Crafting The Mix
. William Moylan
The Mixing Engeneer's Handbook
. Bobby Owsinski
Zen In The Art Of Mixing
. Mixerman
Mixing Audio
. Roey Izhaki
Mastering Audio
. Bob Katz

Produção Executiva (Mercado Fonográfico)
12/08
- relação Ritmo/Pitch
- importância do ciclo
- importância do tempo

http://dantepfer.com/blog/?p=277
*pêndulo
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