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O Sequestro da Subjetividade

Padrões Sociais
by

Darli Sampaio Darli Sampaio

on 6 November 2014

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Transcript of O Sequestro da Subjetividade

Entendimento da consciência
Deve-se buscar um equilíbrio entre a compreensão racionalizada do mundo e um sentir emocional desta racionalidade, sem deixar dúvidas quanto à legetimidade desta criação racional da realidade (Damásio)

Consciência é composta por uma lógica racional, cobertura emocional desta compreensão - provocando um equilíbrio dual - lógica da consciência - CONSCIÊNCIA
O indivíduo passa a estabelecer padrões de conduta para ser aceito em seu meio e para aliviar a tensão estabelecida com a sociedade.
"A subjetividade do trabalhador tornou-se
fragmentada na sociedade do capital"

Metodologia
Pesquisa efetuada junto aos trabalhadores em organizações com sistema de produção e gestão toyotista.
Objetivo: como se dá o controle/ formas de controle psicológico dissiminadas na "esfera cultural" da organização.
Poder condicionado
Muitas vezes imperceptível pela sua sutileza e natural na sua aceitação, fazendo parte da vida, facilitanto relações sociais e não exercendo força visível ou específica para capturar a crença e a submissão dos indivíduos.
Aceit as refgras de conduta pode ser uma forma de poder condicionado, desde que não agrida ou cause conflitos internos para a sua realização.
Exercício de liberdade individual
é influenciado:

por condições habilitadoras (como saúde e educação
básicas)
que devem ser garantidas
para que cada indivíduo possa se desenvolver
ou habilitar-se para o exercício da cidadania
O Sequestro da subjetividade
Busca de pequenos gozos, novos modelos de produção e gestão (toyotismo), e a dissiminação de ideologia tipicamente alicerçada em valores sociais e econômicos vinculados ao sistema de capital, foram capazes de propiciar o sequestro da subjetividade do trabalhador e da trabalhadora.
O conflito
"A subjetividde do indivíduo não está apenas em sua consciência, mas também na circulação onde participa a mente, os afetos, o corpo, os vínculos de trabalho, a casa e os outros (VOLNOVICH, 1996)
Poder e ideologia
O Poder Condicionado
"Não ofende e nem é percebido pelo indivíduo sujeito a ele.
A Pobreza
Duas dimensões dissociadas em sua análise:
a
pobreza de renda
e a
de capacidades
.

A dimensão considerada prioritária é de capacidades individuais para conduzir uma vida onde as necessidades básicas possam ser supridas.
A Pobreza
Ao se concentrar nas capacidades dos indivíduos, passa a considerar características ligadas às pessoas e aquilo que conseguem realizar ou não.
Estado ideal de consciência?
Sujeito: impossível entender sua subjetividade e controlá-la numa direção que evitasse a alienação. e consciência ide

INFERIR
Imaginário coletivo comparlhado, nos vinculos grupais estabelecidos, na ideologia dominante
Consciência:
compreensão da totalidade - mas é antagônica ao processo de alieação no quel o sujeito se sumete através do domínio parcial da sua realidade enquanto um sujeito social participante de uma rede de relacionamentos humanos.
Se o modelo toyotista não é dependente da cultura, qualquer trabalhador a ele submetido experimentaria seus resultados e estaria sujeito ao seu sistema de controle e seria apanhado nas suas armadilhas do envolvimento psciológico
Uma relação consigo mesmo
intrínseca
interior
modo nato
imediato, privelegiado
condição julgada como
infalível e segura
condição moral
julgamentos corretos sobre toda a lógica coletiva da sua realidade, podendo distinguir pontos tendenciosos e errôneos da realidade social, comuns nas relações de poder na sociedade.
Para aliviar as repreensões originais
- As relações de trabalho produzem esta relação e o modo de ser moral - a subjetividade - do trabalho profissional: o seu ser profissional
Nesta submissão o indivíduo "doa" sua subjetividade, para que possa se tornar parte deste algo maior, criando uma nova relação de poder simbiótica em que forças de dominação e submissão estão na sutileza do relacionamento.
"O CONFLITO SE DESENVOLVE EM CADA UMA DESSAS DIMENSÕES - REPRESSÕES = CIVILIZAÇÃO PASSÍVEL DE CIVILIDADE (MARCUSE, 1975)
Cria-se a possibilidade do indivíduo que para realizaar seus desejos, deve ser reconhecido como membro legítimo de um determinado grupo social
As forças de dominação estão na sutileza do relacionamento
Investe na realização de desejos reprimido, submete-se às regras
SUBJETIVIDADE FRAGMENTADA:

Procura uma subjetividade em uma totalidade, embora vá fragmentá-la
Cada indivíduo se vê obrigado a abrir mão de parte de sua autonomia em pról do coletivo e assim acaba criando o que se pode chamar de subjetividade fragmentada
É doação forçada da sua subjetividade para o coletivo
É reproduzida através da ideologia, forma direta e menos "dispendiosa" para que a organização obtenha resultados nos objetivos propostos pelas pressões narcísicas individuais ou de uma minoria grupal de objetivos comuns
Atuam para evitar desordem e um prejuízo total
Intensidade e comprometimento
Subjetividade fragmentada e valoriza
O poder condicionado é exercito mediante a mudança de uma convicção, de uma crença. É subjetivo, pois nem os que o exercem e nem os que se sujeitam estão necessariamente cientes de seu exercício, podendo se dar de forma explícita (persuasão/educação) ou implícita (pela cultura), ainda que o explícito se torne explícito.
As organizações aparecem, como forma de estabelecer o poder condicionado sobre os indivíduos -
"A organização grandiosa" e o desejo de pertença
É preciso ter um "roteiro de sucesso" social, imaginada como ideal pela sociedade.
- O poder condicionado é, assim, a aceitação da realidade por aqueles que a ele se submetem sem mudar o condicionamento
- Trabalhar em uma organização, reconhecidamente aspirada como ideal na sociedade, possuir cargo que denote poder, é uma realização imaginária
A liberdade do sequestrado se dá pela fuga ou pelo rompimento da relação de subordinação, de iniciativa do sujeito individual ou coletivo. Pela negociação entre o sequestrado e a associação coletiva representativa do sujeito (sindicato), quando o sequestrado se percebe em cativeiro e consegue contatar um negociador institucional
Tribunal Regional do Trabalho
instância de mediação. O valor do resgate, do regresso à liberdade, é equivalente ao preço da pactuação voluntária (acordo), da punição (demissão)..
pobreza de renda e de capacidades são conexas:
devemos aumentar
capacidades que conduzam a um maior poder de auferir renda, e não ‘dar’ renda para aumentar as capacidades
sair do foco tradicional da renda,
dos bens (ter) para o que as pessoas são capazes de fazer com esses bens (ser e fazer)
As capacidades de escolha conformam liberdades substantivas que se traduzem como oportunidades reais dos indivíduos promoverem seus objetivos
(achievement ou realizações).
Noção de capacidades para Sen:
Pressupõe um indivíduo com capacidade de se capacitar/habilitar

Desenvolvimento
:
Significa eliminar privações de liberdade ou aumentar as capacidades
combater a pobreza : desenvolver capacidades enquanto liberdades de escolha e o Estado tem papel fundamental em garantir condições mínimas para esse “empoderamento”.
Desenvolvimento
como aumento da liberdade dos indivíduos significa expansão das capacidades para as pessoas levarem o tipo de vida que valorizam (liberdade como fim). Porém, as liberdades reais desfrutadas pelas pessoas, ou suas capacidades individuais de escolha dependem de disposições econômicas, sociais e políticas, daí a importância do papel instrumental das liberdades (liberdade como meio) (MAURIEL, 2008a, p. 100).
Desenvolver capacidades efetivas para usufruir liberdades substantivas básicas constitui
condição necessária para realizar mudanças sociais
. Para ele, as ações de "empoderamento" ajudam a fazer frente ao pessimismo generalizado sobre os esforços públicos, pois "o mundo precisa de esperança e de know how".
EXEMPLO:
um sistema público gratuito de
educação
é relevante, mas de nível
fundamental
; um sistema de
saúde
público também é aceito, mas prioritariamente voltado para a
promoção da saúde
. Os sistemas públicos, portanto, não se destinam aos pobres, são
para todos
, assim como os sistemas privados, porém, o que vai definir (em tese) é a escolha dos indivíduos com base a
competição
entre a oferta pública e privada (WERNECK VIANNA, 2008).
Concepção de política social inspirada nessa vertente de pensamento:
sistemas universais têm lugar, mas somente aqueles que propiciam a capacitação dos indivíduos para o exercício da autonomia.
Na concepção "liberal revisitada"
A convivência entre as políticas sociais universais e as focalizadas não é só permitida, mas recomendada.
Esse
hibridismo
é justamente o principal elemento distintivo que vai caracterizar a política social hoje:
um mix entre sistemas universais básicos e formas individualizadas de proteção privada =
dimensão internacional
= forma predominante de conceber política social, que incorpora o combate à pobreza como estratégia central de proteção social
Contextualizando
Ações de focalizadas no combate direto à pobreza
Principais Características
A relação entre as
políticas sociais centradas no combate à pobreza e as decisões estratégicas
que vêm sendo tomadas na arena internacional, especialmente pelos Estados, considerados como principais atores das negociações que se relacionam às políticas públicas: constata-se que a entrada do combate à pobreza como centro das preocupações da agenda social internacional aconteceu a partir do contexto generalizado de reformas dos sistemas de welfare desde os anos 1980 quando, tanto em países centrais como nos periféricos, as políticas públicas governamentais passaram a ser elaboradas com forte referência ao movimento da economia fora de suas fronteiras.
O papel estratégico que o conjunto de ações de combate à pobreza possui hoje para manutenção do atual padrão de acumulação via financeirização caracteriza-se pela
regulação dos custos da força de trabalho no mercado mundial
, por meio da regulação do comportamento econômico, político e civil dos pobres, garantindo baixo risco de sublevação social e uma forma ideologicamente palatável de
inserção precária dessas massas na ordem econômico-financeira contemporânea
(MAURIEL, 2009, p. 45).
Esse conjunto de questões reafirma a redefinição do padrão de proteção social brasileiro
TRANSIÇÃO contraditória das políticas sociais, de um
projeto constitucional inclusivo e redistributivo
para uma
tendência à assistência mitigadora
.
Complexa clivagem - tipos de políticas sociais agrupadas segundo diferentes tipos de direitos:
A) aquelas que respondem pelos
direitos sociais básicos
estruturados pelo Estado (Previdência básica; SUS, hospitalização e consultas; benefícios e prestações continuadas da LOAS e seguro-desemprego)
B) os
programas que garantem os direitos sociais
previstos na Constituição, mas são
passíveis de corte
segundo opção dos governos (reforma agrária; Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental - FUNDEF; Merenda Escolar, entre outros projetos estruturantes)
C) os
programas emergenciais
para enfrentamento de carências e "situações de vulnerabilidade" social de segmentos populacionais específicos (inclui-se aqui toda uma gama variadas de programas focalizados na linha de pobreza que resolvam demandas legítimas não contempladas nos dois grupos anteriores) (IVO, 2004, p. 60).
Geralmente com caráter transitório e de continuidade à mercê das opções de governos
= atende uma demanda difusa e não estruturada no aparelho do Estado =
Esse conjunto de ações, por sua vez, se ramifica em duas grandes tendências:
A - o
empreendedorismo
, que corresponde ao estímulo à atividade empresarial empreendedora como instrumento de inclusão social (como exemplos tem-se o Proger, Proger Jovem Empreendedor, ProJovem, Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado etc.)
B - o
"novo" assistencialismo
condicionado, que se caracteriza pela transferência de renda com condicionalidades (a principal iniciativa é o Programa Bolsa Família)
Esses dois conjuntos de ações de combate à pobreza possuem uma
complementaridade entre si
e uma coerente relação com as outras políticas sociais, ao promover:
- o
alívio imediato da pobreza
- ao reforçar o exercício de direitos sociais básicos nas áreas de saúde e educação (com a garantia das condicionalidades)
- ao articular-se a programas complementares (principalmente de iniciativas municipais) para geração de renda
A
"gestão estratégica da pobreza"
:
- supõe o fortalecimento da capacidade dos pobres para lutarem contra a pobreza como sujeitos desse processo
- aposta no crescimento individual e na melhoria das condições de acesso à produção (incentivo à geração de renda), ao microcrédito e, consequentemente, à mobilidade social (por seus próprios esforços pessoais)
- espera-se possibilitar a conquista da cidadania para a parcela mais "vulnerável" da população, conferindo aos pobres uma possibilidade de inserção precária
- como não é possível construir saídas de integração estrutural via trabalho regular em função do padrão de desenvolvimento global excludente, propõe-se essa forma de acomodação
Assistência social:
política de seguridade
ou de combate à pobreza?
Com o reconhecimento da política de assistência social como mecanismo de concretização de direitos sociais, rompe-se com a visão contratualista de proteção social, que sempre exige contrapartidas do beneficiário.
O que se verifica:
ASSISTÊNCIA SOCIAL
- funcionaria para fortalecer as condições de eficácia das demais políticas sociais e econômicas, tendo em vista o combate integrado e intersetorial à pobreza e impedindo sua reprodução entre as novas gerações, tal como postula a lei que a regulamenta
Só é possível pensar a assistência social no campo dos direitos, da universalização do acesso e da responsabilidade estatal, quando pensada em sinergia com as políticas que conformam a Seguridade Social.
Logo, assistência social como política pública e enquanto direito de cidadania é parte da Seguridade Social.
E enquanto componente da seguridade: ELA deve funcionar como uma rede de proteção impeditiva da pobreza extrema, além de procurar corrigir injustiças e prevenir situações de vulnerabilidade e riscos sociais, contribuindo para a melhoria das condições de vida e de cidadania da população pobre mediante três procedimentos
provimento público de benefícios e serviços básicos como direito de todos
inclusão no circuito de bens, serviços e direitos de segmentos sociais situados à margem desses frutos do progresso
manutenção da inclusão nesse circuito de bens e estímulo ao acesso a patamares mais elevados de vida e de cidadania, mediante o desenvolvimento de ações integradas no âmbito das políticas públicas
A AS deve funcionar para
incluir
grupos sociais injustamente impedidos de participar dos circuitos de produção, bens, serviços e direitos existentes na sociedade brasileira.
Concebida dessa maneira, a assistência social não estaria desgarrada das demais políticas socioeconômicas, e não contribuiria para desmantelá-las ou substituí-las.
tardia institucionalização da política de assistência
acontece num ambiente onde o tratamento da questão social centrado no combate à pobreza focalizada só fez aprofundar o processo de desconstrução simbólica e ideológica da Seguridade enquanto base para pensar e construir as políticas sociais
dificultando justamente o caráter intersetorial que tal política deveria ter com as demais políticas públicas
Assim, a noção de política social presente na PNAS difere da LOAS em aspectos fundamentais do ponto de vista da concepção de proteção social,
Concluindo...
Hoje:

uma perspectiva hegemônica de política social se apresenta como pressuposto, embasada por uma visão reduzida de questão social como
(pobreza - entendida como falta de dotação e de capacidades).

Esse "enquadramento" do debate faz com que, novamente, retome-se, ainda que por caminhos teóricos renovados, uma concepção diferenciada das políticas de assistência social no trato à questão social.
Um retrocesso para Werneck Vianna (2009): o debate teórico atual sobre política social e suas estratégias (universais ou focalizadas) deve ter como preocupação (central e não única) a discussão dos
fundamentos teóricos que tratam da conciliação entre justiça social e liberdade individual
, pois essa formulação remete à percepção da questão social como desigualdade.
O pensamento de Sen e os desenvolvimentos posteriores em forma normativa de recomendações de organismos multilaterais no atual contexto de relações internacionais.
Meta a ser atingida:

a importação de modelos externos
Faz com que o alinhamento dos governos às premissas, consideradas vantagens competitivas no mercado global, deva ser seguido à risca como solução para construção de um padrão de proteção social compatível com o funcionamento do atual padrão de acumulação flexível.
Há mais de uma década

Menezes (1998):
"a pobre análise da miséria"

(quando pesquisou a produção teórica das políticas de assistência pública, mostrando que a maioria das leituras sobre política social, em geral, e da assistência, em particular, estava limitada ao horizonte político-institucional
)
= Se deve ao tipo de teoria utilizada =
Nesse plano de reflexão que a concepção liberal conseguiu "
inovar
":
A inovação consiste em resgatar a possibilidade de conciliação entre justiça social e liberdade individual sem descartar a premissa liberal do
primado da liberdade sobre a igualdade
, ou seja, reiterando como meta a realização da individualidade
Essa acelerada dinâmica, conduzida pelo pragmatismo,
banaliza o conceito de universalização, de cidadania e de justiça social,
pois os sistemas classificatórios e os critérios de permanência constituem ferramentas reais de controle dos pobres.

Os resultados desses processos, além da reiteração e do aprofundamento das desigualdades, aparecem na
desmobilização de atores políticos
relevantes na luta por direitos.
Nessas circunstâncias
não bastam discursos pré-formatados
e estagnados, nem a repetição doutrinária de certezas ou esperanças radicais românticas e messiânicas.
Impõe-se a
defesa do pensamento crítico
para discernir por que tipo de política social trabalha-se para universalizar e por que tipo de direitos está se lutando.
Fica aqui o compromisso de resistir e partir para o embate de ideias.
PNAS
A
"nova" concepção de assistência
, como a própria PNAS afirma, corrobora com os princípios e conceitos presentes na teoria do desenvolvimento humano ou
desenvolvimento como liberdade de Amartya Sen
, base que fundamenta os documentos dos organismos multilaterais como Banco Mundial e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Organização Mundial do Comércio que coincide com o que Werneck Vianna (2008) classificou como
concepção "liberal revisitada"
.
"Tudo isso significa que a situação atual para a construção da política pública de assistência social, precisa levar em conta
três vertentes de proteção social
: às pessoas, às circunstâncias, e dentre elas seu núcleo de apoio primeiro, isto é, a família.
A proteção social exige a capacidade de 'maior aproximação possível do cotidiano da vida das pessoas, pois é neles que riscos, vulnerabilidades se constituem'."
(PNAS, 2004, p.14).
As causas da pobreza aparecem
desvinculadas dos seus determinantes estruturais,
separando os indivíduos submetidos a essa condição de seus lugares no sistema produtivo priorizando o cotidiano, passando a assistência a constituir um atributo individual para aqueles que "moralmente" têm direito ou potencialidade para se capacitarem.
Para além das contradições de sentido da política de Assistência, passível de se perceber quando se compara seu próprio marco legal, ainda deve-se considerar as
fragilidades no plano institucional
, cujos efeitos aparecem na segmentação da exclusão ao aprofundar um conflito redistributivo de base, entre pobres e quase-pobres. A opção de calcular com precisão crescente "os mais pobres entre os pobres",
sedimenta segmentos de "excluídos" da própria proteção social
.
Formam a base da tradução racional idealizada dos valores, interpretações, atitudes e ações.
Nas organizações há controle individual e col.
O poder condicionado é uma forma de sequestro da subjetivida, em que a dor e o sofrimento de um trabalho em um cargo numa organização sõ infinitamente menores do que uma exclusão ou discriminação social pela ausência do comprimento dos objetivos imaginários... carreira vitoriosa...
substituição de um modelo de produção e acumulação calcado na rigidez produtiva, por um regime fundamentado em uma maior flexibilidade dos processos, produtos, padrões de consumo, mercados e da organização do trabalho.
o mercado de trabalho assistiu a um período de reestruturação que contou com fatores como: a emergência flexibilidade nos contratos de trabalho, o surgimento da figura do trabalhador temporário, a subcontratação, a terceirização, a precarização da mão-de-obra, o desemprego estrutural, a diminuição dos salários e, por conseguinte, o enfraquecimento dos sindicatos trabalhistas.
José Henrique de Faria e Francis . Meneghetti
Conhecer o poder que se estabelece nas técnicas de produção e gestão e se estas são capazes de promover o sequestro da subjetividade.

Trabalhadores dekassseguis

Trabalhos diferenciados vividos pelos "estrangeiros aceitos por descendência"

Temporários e inseridos no processos de intensificação do trabalho.
Subjetividade do Trabalhador, Poder Condicionado e Sequestro da Subjetividade.

O que é subjetividade? Forma de concepção ou perscepção do real, que integra o domínio das atividades psíquicas, emocionais e afetivas do sujeito individual ou coletivo...
A precariedade no trabalho
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