Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Modelo para Priorizar Atividades em Ambientes Ágeis com Múltiplos Stakeholders

Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Engenharia de Software - 2011
by

Eduardo Negrão

on 30 May 2011

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Modelo para Priorizar Atividades em Ambientes Ágeis com Múltiplos Stakeholders

Modelo Para Priorizar Atividades Em Ambientes Ágeis Com Múltiplos Stakeholders Aluno: Eduardo Cristiano Negrão
Orientador: Eduardo Martins Guerra
Trabalho de Conclusão de Especialização em Engenharia de Software Planejamento Do Estudo de Caso

Aplicação da Validação

Análise dos Resultados Introdução

Envolve o Estudo de Técnicas de Priorização de Atividades;
Objetivo de Resolver Conflitos de Interesses Entre Stakeholders;
Aplicação em Ambiente Real;
Criação de um Novo Modelo de Priorização;
Análise do Estudo de Caso. Objetivo

“Definir um modelo ágil de priorização de atividades para desenvolvimento de software em ambientes corporativos dinâmicos e com múltiplos stakeholders, objetivando a diminuição dos esforços de planejamento em torno de um produto de software.” Abordagem da Solução

Estudo e Pesquisa de Metodos de Priorização;

Definição um Modelo de Priorização de Requisitos;

Estudo de Caso em Ambiente Corporativo;

Análise dos Resultados. Originalidade e Relevancia

Criacao de Novos Conceitos de Priorizacao;
Resolucao de Conflitos em Ambientes Altamente Dinamicos;
Criacao de um Novo Conceito de Gestao de Riscos em Agile
Validacao da Tecnica em um Ambiente Real;
Otimizacao dos Processos de Priorizacao. Contexto Principais
Problemas Principais Problemas

Comunicação: Conflitos de Interesses
Comunicação: Dificuldades em Expor e Tratar Riscos;
Risco de Abandono das Metodologias Ágeis;
Dificuldades em Priorizar;
Dificuldade em Antecipar as Necessidades dos Clientes;
Um Único Time de Desenvolvimento. Objetivo Abordagem da
Solução Originalidade e
Relevância Contexto

Plataforma E-commerce de Produtos Hospitalares;
Scrum como Metodologia de Gestão do Projeto;
Time de Desenvolvimento (4 pessoas);
Stakeholders / Analistas de Negócio / Product Owners (5 Pessoas);
Sistema abrange 5 Diferentes Frentes de Negócios;
Cada Stakeholder Representa uma Dessas Frentes;
Conflitos de Interesse;
Dificuldade do Time em Expor Riscos Técnicos. Validação Conclusão Introdução Planejamento e Aplicação do Estudo de Caso

Ocorrera em Dois Tipos de Reuniões de Planejamento:
- Planejamento da Versão;
- Planejamento da Iteração.

Dois Tipos de Visão:
- Qualitativa: Grounded Theory;

- Quantitativa: Medição do Tempo. Nova Análise Estudo e Pesquisa

User Stories;

Relative Weighting, Kano, Theme Screening e Theme Scoring ;

Matriz de Vulnerabilidade (PMBOK). "Como [...] (o papel do usuário final), eu quero [...] (o desejo) para que então [...] (a motivação)” BREW Model Benefit-Risk Efective Weighting Escalas de Fibonnacci para Benefício e Penalidade;
Equalizacao de Todas as Escalas;
Matriz de Atratividade X Riscos. Matriz de Atratividade X Riscos Quadrantes Matriz de Vulnerabilidade Relative Weighting Atratividade = (benefício + penalidade) / 2;
A |→ R = V * T. Originalidade e Relevância

Criação de Novos Conceitos;
Resolução de Conflitos de Interesses;
Gestão de Riscos Transparente;
Melhoria na Comunicação;
Metodologias Ágeis + Tradicionais;
Aumento do Tempo de Planejamento da Solução;
Maior Acurácia no Requisito;
Validado em Um Ambiente Corporativo. Grounded Theory Medição do Tempo

Tempo de Reunião do Planejamento da Versão;
Tempo por User Story na Reunião de Planejamento da Sprint; Aplicação da Validação

Sem a Utilização do Novo Modelo:
- Uma Reunião de Planejamento da Versão;
- Duas Reuniões de Planejamento da Sprint.

Com a Utilização do Novo Modelo:
- Uma Reunião de Planejamento da Versão;
- Três Reuniões de Planejamento da Sprint. Resultados Qualitativos (Antes da Utilização)

Havia Conscientização da Importância da Priorização;
Esforço grande;
Incertezas;
Falta Melhor Planejamento;
Muitos Erros;
Interrupção das Sprints. Resultados Qualitativos (Depois da Utilização)

Bons Resultados;
Esforço Grande no Primeiro Sprint Planning;
Redução de Dúvidas e Conflitos;
Maior Atendimento do Time-To-Market;
Antecipação das Necessidades dos Clientes;
Menos Necessidades de Interromper a Sprint. Resultados Quantitativos (Planejamento da Versão) Resultados Quantitativos (Planejamento da Sprint) Redução de 55% no tempo. Redução de 65% no tempo. Brew Model Revisado Contribuições à Engenharia de Software

Criação de um Novo Modelo de Processos: Brew Model;
Melhor Classificação dos Riscos;
Bom Suporte à Decisões de Projeto;
Aplicação do Novo Modelo na Prática;
Aumento do Nível de Maturidade dos Processos da Empresa;
Práticas de Validação e Análise de Processos Consistente;
Resulta Em Bom Efeito Motivacional nos Envolvidos. Inclusão do Kanban Trabalhos Futuros

Validar em Outro Contexto;
Validar com Maior Número de Stakeholders;
Analisar a Robustez e Escalabilidade do Modelo. Pesquisa e Levantamento Bibliografico BECK, K.; Beedle, M.; BENNEKUM, A.; COCKBURN, A.; CUNNINGHAM, W.; FOWLER, M.; GRENNING, J.; HIGHSMITH, J.; HUNT, A.; JEFFRIES, R.; KERN, J. Marick, B.; MARTIN, R.; MELLOR, S.; SCHWABER, K.; SUTHERLAND, J.; THOMAS, D. Manifesto for Agile Software Development. Disponível em: <http://agilemanifesto.org>. Acesso em: 25 abr. 2011.
BOEHM, Barry. Software engineering economics. Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall, 1981.
BROOKS, Fred. The mythical man-month: essays on software engineering. Boston: Addison-Wesley, 1975.
COHN, Mike. User stories applied: for software development. Boston: Addison-Wesley, 2004.
COHN, Mike. Agile estimating and planning. [S.l.]: Prentice Hall, 2006.
COLEMAN, G.; O'CONNOR, R. Using grounded theory to understand software process improvement: a study of irish software product companies, information and software technology. Journal of Information and Software Technology, v. 49, n. 6, p. 654-667, jun. 2007.
DOUGLAS, D. Grounded theories of management: a methodological review. Management Research News, v. 26, n. 5, p. 44-52. 2003.
GLASER, B.; STRAUSS, A. The discovery of grounded theory: strategies for qualitative research. Nova Iorque: Aldine Transaction, 1967.
KUEHNE, Murício. Kanban, a simplicidade no controle das operações. 2011. Disponível em <http://www.kuehne.com.br/Kanban.pdf>. Acesso em: 05 mar. 2011.
MCCONNELL, Steve. Software project survival guide. [S.l.]: Microsoft Press, 1998.
MELLO, R. Bandeira de; CUNHA, C. Grounded theory. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006.
MONTONI, M.; ROCHA, A. R. A methodology for identifying critical success factors that influence software process improvement initiatives: an application in the brazilian software industry. In: EUROPEAN CONFERENCE,SOFTWARE PROCESS IMPROVEMENT, 14., 2007, Berlin Proceedings… Berlin: Springer, 2007. (LNCS, v. 4764.)
PMBOK. PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE, PMI. Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamentos de Projetos: Guia PMBOK. Terceira Edição. Pennsylvania: Four Campus Boulevard, 2004. 388p.
RHINE, Jillian. Grounded theory. What is grounded theory?. 2009. Disponível em: <http://www.groundedtheory.com/what-is-gt.aspx>. Acesso em: 15 out. 2010.
SANTOS, Rildo F. Workshop scrum product owner. 2010. Disponível em: <http://www.slideshare.net/Ridlo/workshop-scrum-product-owner-delrios-de-po-em-dia-de-vero-v6>. Acesso em: 28 out. 2010.
SCHWABER, Ken; SUTHERLAND, Jeff. Scrum guide. 2009. Disponível em: <http://www.scrum.org/scrumguides/>. Acesso em: 03 fev. 2010.
SILVEIRA, Antonio Carlos. Product Owner and the product backlog São Paulo,2008, São Paulo. Disponível em: <http://www.slideshare.net/acarlos1000/falando-em-agile-2008-product-owner-presentation>. Acesso em: 22 jun. 2010.
SODRÉ, Ulisses; TOFFOLI, Sonia F. L. Alegria matemática: sequências de fibonacci: Propriedades matemáticas. 2005. Disponível em: <http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/alegria/fibonacci/seqfib1.htm>. Acesso em: 12 out. 2010.
STANDISH GROUP INTERNATIONAL. Extreme chaos. 2001. Disponível em: <http://www.standishgroup.com/sample_research/showfile.php?File=extreme_chaos.pdf>. 2001. Acesso em: 05 nov. 2010.
STRAUSS, A.; CORBIN, J. Basics of qualitative research: techniques and procedures for developing grounded theory. Thousand Oaks: Sage Publ.,1998.
THAMIEL, Thiago. Entendendo Scrum. Disponível em: <http://thiagothamiel.wordpress.com/category/desenvolvimento-agil/page/2>. 2009. Acesso em: 27 abr. 2011. Obrigado! Publicações SPLASH Experience Reports 2011 (Aprovado)

Fórum voltado à troca de experiências em soluções inovadoras em projetos de software.

WBMA 2011 (Aguardando Avaliação)

Workshop Brasileiro de Métodos Ágeis. Evento Acadêmico para Publicação de Artigos sobre Agile.
Full transcript