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Ética deontológica

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on 20 March 2014

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Ética deontológica
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Vs.
Grupo:
Francisco Gama Sousa
Gonçalo Vaz de Almeida Fontes Neves
João Pedro Antunes Carrilho Pereira Ferreira
Maria Leonor Dias Duarte
Escola Secundária Quinta das Palmeiras
Disciplina: Filosofia
Docente: Professor Abel Silva

A DIMENSÃO ÉTICO-POLÍTICA DA AÇÃO HUMANA E DOS VALORES
Critério da fundamentação da moral
Tentam evitar
Conceitos
Objeções
Importância das intenções:

Uma vez que a vontade boa é o bem último, na avaliação das ações, o que interessa é a intenção do agente que pratica a ação, não as consequências dessa ação. Como por exemplo uma pessoa de boa vontade. Ela pode ter muito azar, mas se as suas intenções são boas, não deixa de ser má pessoa pelas consequências das suas ações.

Agir por dever ou de acordo com o dever:


Agir por dever – Intenção de cumprir o dever; Ações que resultam de sentimentos louváveis.
Agir de acordo com o dever – Ações que estão em conformidade com o dever; Ações que não são moralmente corretas, pois envolvem interesse pessoal.
AÇÃO
Correta
Incorreta
Quando o bem ultimo da ação é a vontade boa, ou seja, quando a ação tem boas intenções.
Quando a ação tem más intenções, como por exemplo, o interesse ou a compaixão.
Ações contrárias ao dever,
como maltratar uma pessoa.
Ações com más intenções.
O João deve dizer a verdade (mesmo que magoe a Ana), pois se o João mentisse, estaria a agir de acordo com a máxima seguinte “Devo mentir se ao fazê-lo evitar o sofrimento de alguém”. Ora, esta máxima não é correta. Mentir mesmo que seja para magoar alguém, é manipulação, que segundo Kant, é tratar a pessoa como um meio. Isto é um exemplo de uma ação em mera conformidade com o dever.
Cumprir um dever ou maximizar a felicidade? - exemplo da pag. 83
Desenvolvida e defendida esencialmente por Immanuel Kant: nascido na Prússia, atualmente parte da Rússia
"O Homem não é nada além daquilo que a educação faz dele"
"A Natureza colocou a humanidade sob o governo de dois mestres soberanos, a dor eo prazer. Eles indicam-nos o que nós temos que fazer"
Jeremy Bentham
O Utilitarismo, assim como o Hedonismo, são teorias que foram inicialmente apresentadas por Jeremy Bentham, Inglês, mas que foram postriormente desenvolvidas por John Stuart Mill (também inglês).
"Apesar de nem todas as pessoas conservadoras serem estúpidas... A maioria dos estúpidos são conservadores"
John Stuat Mill
AÇÃO
Correta
Incorreta
Promove a maior felicidade possivel para o maior número de pessoas, e / ou o menor sofrimento (para o menor número de pessoas)
Promove o sofrimento ou a felicidade para um número de pessoas inferior do que seria possivel.
O que é uma ação ter boas ou más consequências?

A teoria utilitarista, é consequêncialista, isto é, segundo esta, a avaliação da moralidade das ações, deve ser feita, tendo em concideração as consequências das mesmas.
Desta forma, as boas consequência são vistas como tudo o que seja instrumento para alcançar um fim positivo:
A FELICIDADE
. E, pelo contrário, más consequências serão as que são instrumento de um fim negativo:
O SOFRIMENTO

Moralmente correto
Moralmente errado
Maximizar a felicidade:

Como foi referido atrás, segundo a teoria utilitarista o único bem fim é a felicidade (ou o seu oposto - o sofrimento).
Por tomarmos a felicidade como algo positivo e o sofrimento como negativo, para o utilitarismo toma por moralmente correta a ação que porporcione a maior felicidade possivel ao maior número de pessoas (através de valores meio)


Tomamos vacinas
porque
é um meio de alcançar a
saude

que por sua vez se traduz por uma foma de alcançar
A FELICIDADE
Egoísmo e Antropocentrismo
(colocação do homem no centro - por parte do proprio homem).

Segundo a ética deontológica, a mentira, enquanto valor negativo, é sempre vista como moralmente errada. Porque é contra o dever.
Sabendo que o único valor fim é a felicidade, deve-se optar pela ação que traga maior felicidade à Ana, mesmo que seja uma mentira. Neste caso, dizer à Ana que o novo penteado lhe fica bem, seria a forma de proporcionarmos felicidade à Ana.
Segundo a ética utilitarista, a mentira, não é sempre vista como errada. Desde que esta seja forma de atingir a felicidade, é correta.
Então como saber as características que tornam a ação correta e outra incorreta?
Quando alguém condena o uso de mini saia , não quer dizer apenas que acha que é mau o seu uso, mas também dizer que
as mini saias estão incorretas nelas mesmas.

O problema do bem último está relacionado com o problema da ação correta. Pois é natural pensar que as ações corretas fazem o bem e as incorretas o mal.
Resultam duas perguntas fundamentais: O que é o bem último? E qual o critério da ação correta? Para responder a estas duas perguntas temos de justificar adequadamente os nosso ideias morais e existem duas teorias que respondem de maneiras diferentes as mesmas.

Valorizamos muitas coisas, mas essa valorização é feita em cadeia. Valorizamos o que nos faz felizes e neste sentido: por que é que valorizamos a felicide?
Sendo assim
qual é o bem a partir do qual valorizamos tudo?
Este é o problema do bem último.

Ao condenarmos algo, temos sempre de apresentar uma justificação, logo temos de esclarecer o nosso bem último para justificar adequadamente as nossas ideias morais.



pag. 69
Bem último
Ação Correta
Relacionados
Exemplo: Um comboio desgovernado, tem uma alavanca que ao ser puxada, matará uma pessoa, mas se não for puxada matará 5. O El Gama vai nesse comboio e depara-se com um problema: puxar a alavanca ou não. O que deverá fazer?

Muitas pessoas acham que o El Gama deve puxar a alavanca, pois desse modo "só" irá matar uma pessoa. Esta é a
resposta utilitarista
ao problema. Segundo este, a ação deve ser feita tendo em conta o maior número de pessoas que ficarão satisfeitas (ou como no caso deste exemplo: o menor número de pessoas que sofrem).

Segundo Kant o El Gama não deveria puxar a alavanca pois iria matar um homem inocente. Neste caso a ética de Kant não se aplica muito bem. Isto porque, nesta ética temos a proibição absoluta de matar.


A Leonor Linda, enquanto visitava um museu, derrubou um quadro muito famoso e caro (acabando por ficar danificado) ao tentar ajudar os funcionários do museu a transportá-lo.









Para a ética utilitarista
: a ação é moralmente incorreta porque teve más consequências.



Para a ética deontológica:
A ação é boa porque a intenção desta foi boa.
Em relação ao conceito de maximização da felicidade. . .
Será que matar o João Feio para utilizar os seus órgãos e salvar outras 3 pessoas (o El Gama, o Mr. Snowman e a Leonor Linda) está correto ou incorreto?



Ajudar a estudar 1 amigo ou 3 desconhecidos.
Qual é a ação moralmente correta?


O El Gama tem muito dinheiro no banco. Será que deve comprar um carro novo ou deve doar o dinheiro todo a instituições de caridade social. A ação de doar o dinheiro…

Kant defende que para agirmos corretamente temos de respeitar de forma incondicional um conjunto de algumas regras morais, que para ele são absolutas .
Uma dessas regras é o nosso “dever de não mentir”. Para Kant, não devemos mentir em nenhuma situação. Mas deverá este princípio de acção ser aplicado universalmente a todos os casos possíveis de acção?

O João Feio vai na rua e de repente vê um rapaz a correr aflito na sua direcção, entrando, logo de seguida, numa casa abandonada que se encontrava ao seu lado. Poucos segundos depois, quando retomava o seu percurso, avista um homem com uma pistola na mão que lhe pergunta de relance se viu algum rapaz a correr, percebendo de imediato, naquele momento, que o homem teria a intenção de matar o rapaz. O João tem duas possibilidades
Mentir e não por em causa a vida do jovem
Dizer a verdade e por am causa a vida do jovem
Este exemplo revela que nem sempre é moralmente correcto termos de respeitar de forma incondicional as regras morais da nossa consciência racional, tal como Kant nos tinha dito. Logo, concluímos que as regras morais não são absolutas.
O utilitarismo defende que o fim das nossas açõs deve ser a felicidade e que o correto é definido em função das melhores consequências, que são definidas em função da maximização
imparcial
da felicidade dos afetados pelas nossas ações
Entre salvar um parente próximo de um incêndio e salvar quatro estranhos, dado que salvar quatro estranhos é a melhor forma de maximização da felicidade, o padrão moral utilitarista defende que o certo é salvar os quatro estranhos aem vez de um parente próximo
Por exigir decisões desse tipo, a teoria utilitarista foi e ainda é mal compreendida e muito criticada. Sendo assim a maior critica ao utilitarismo é ,como podemos a observar, este ser exigente demais.
Para a ética deontológica:
Está incorreto. Pois a morte é sempre incorreta
Para Mill:
Está correto. Ao salvar um maior número de pessoas estamos a proporcionar felicidade a um maior número de pessoas.
Ajudar 3 desconhecidos. Porque mesmo que não estejamos afeiçoados a eles, proporcionamos felicidade a 3 pessoas em vez de ser apenas a uma.
FIM
FIM
Para Mill
É moralmente correto, pois apesar de me levar à falência (uma má consequência), também tem boas consequências como a felicidade de um grande número de pessoas

Será que o Mr. Snowman deve ajudar a estudar 1 amigo ou 3 desconhecidos?
Segundo a ética utilitarista
, o Mr. snowman deveria ajudar os 3 desconhecidos, porque mesmo que não esteja afeiçoado a eles, porporcionaria felicidade a um maior número de pessoas.
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