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TECIDO NERVOSO Biologia

Trabalho sobre o Tecido Nervoso apresentado ao Prof. Diego
by

giovanna levinski

on 9 September 2014

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Transcript of TECIDO NERVOSO Biologia

Todos os seres vivos respondem aos estímulos ambientais, sendo assim o organismo reage adotando o melhor método para responder tais estímulos. Embora sejam os músculos que respondem a esses estímulos, é o tecido nervoso responsável pela recepção e escolha adequada de respostas.
O Tecido Nervoso constitui todo o sistema nervoso central, responsável pela coordenação das diversas funções dos órgãos do corpo. De origem
Ectodérmica
, o tecido nervoso é originário do
Tubo Neural,
na qual se formam duas classes de células, os
Neuroblastos
e os
Espongioblastos
.
Os neurônios são formados a partir da diferenciação dos
Neuroblastos
e as
Células da glia
ou
Neuroglia
são formadas a partir da diferenciação dos
espongioblastos
, sendo assim, portanto, os principais componentes celulares do Tecido Nervoso.
As células da Neuroglia são vários tipos celulares relacionados com a sustentação e a nutrição dos
Neurônios
, com a Produção de
Mielina
e com a
Fagocitose
.
Mielina é um material
dielétrico
(eletricamente isolante) que forma uma camada, a bainha de mielina, geralmente em torno do axônio de um neurônio. É essencial para o bom funcionamento do sistema nervoso.
Fagocitose
Processo utilizado pela célula para englobar partículas sólidas, que lhe irão servir de alimento. A célula produz expansões da membrana plasmática (
pseudópodes
) que envolvem as partículas e as englobam.
Os Neurônios ou células nervosas são especializados em receber e transmitir impulsos nervosos, permitindo ao organismo responder a alterações dos meios ao redor. Os neurônios podem ser divididos em três tipos:
Neurônios receptores (Sensorial)

São os neurônios encarregados de captarem informações diretamente das células sensoriais, como aquelas que compõem a retina (olho), o ouvido, tato, a língua, etc. Essa captação é feita utilizando os
dendritos
.
Neurônios de Conexão (Interneurônio)

Fazem a conexão entre dois neurônios. Recebe informação pelo dendrito, e a repassa à célula nervosa seguinte usando o
axônio
. Esse tipo é o mais encontrado no sistema nervoso.
Neurônios efetores (Motor)

São os neurônios que recebem as informações do cérebro (as respostas aos estímulos captados pelos neurônios receptores) e as repassam para os músculos, glândulas.
Dentritos

Os Dentritos recebem mensagens dos órgãos dos sentidos ou de outros neurônios e as passam para um músculo, glândula ou outro neurônio. São prolongamentos ramificados da célula que recebem estímulos, e que também podem ser recebidos pelo corpo celular. O impulso nervoso é sempre transmitido no sentido dentrito – corpo – axônio.
Axônio

É um grande prolongamento celular fino, alongado e de constante diâmetro, com ramificações em sua parte final, de modo que o impulso pode ser simultaneamente transmitido á vários destinos. É uma estrutura que transmite impulsos nervosos para outros neurônios ou para outros tipos celulares, como as células de órgãos efetores (musculares e glandulares).
Classificação do neurônio quanto aos seus prolongamentos

A maioria dos neurônios possuem vários
dentritos
e um
axônio
, por este motivo são chamados de
multipolares
. Mas também existem os
neurônios bipolares
e
pseudo-unipolares
. Nos neurônios bipolares, dois prolongamentos deixam o corpo celular, um dentrito e um axônio. Nos neurônios pseudo-unipolares, apenas um prolongamento deixa o corpo celular.
Classificação do neurônio quanto aos seus prolongamentos

A maioria dos neurônios possuem vários
dentritos
e um
axônio
, por este motivo são chamados de multipolares. Mas também existem os neurônios
bipolares
e
pseudo-unipolares
. Nos neurônios bipolares, dois prolongamentos deixam o corpo celular, um dentrito e um axônio. Nos neurônios pseudo-unipolares, apenas um prolongamento deixa o corpo celular.


Nervos

Os nervos são vários agrupamentos de feixes de
axônios
e
dendritos
,
em torno dos axônios existe a bainha de mielina e outra camada de tecido conjuntivo chamada de
Endoneuro
. Além dessas duas camadas, esses feixes são envolvidos por outra camada de tecido conjuntivo, chamada de perineuro. Vários feixes paralelos formam o nervo. O nervo, por sua vez, é coberto pelo epineuro, também de células conjuntivas. Podem ser chamados de
Nervos Cranianos
quando partem diretamente de algum órgão nervoso da cabeça (cérebro, cerebelo), e de Raquidianos quando iniciam na medula espinhal.

Células de Schwann

Certos tipos de neurônios são envolvidos por células especiais, as células de Schwann. Essas células se enrolam dezenas de vezes em torno do axônio e formam uma capa membranosa, chamada bainha de mielina. As porções do axônio não recobertas pela bainha de mielina são chamadas nós neurofibrosos. A bainha de mielina atua como um isolamento elétrico e aumenta a velocidade de propagação do impulso nervoso ao longo do axônio. Na doença degenerativa conhecida como esclerose múltipla, por exemplo, ocorre uma deterioração gradual da bainha de mielina, resultando na perda progressiva da coordenação nervosa.
Células da Glia

O tecido nervoso possui outras células auxiliares que dão suporte ao funcionamento do sistema nervoso: são as células da glia (do grego – cola) ou neuroglias, que são 10 vezes mais numerosas que os neurônios. Elas digerem em forma e função, cada uma desempenha um papel diferente na estrutura e no funcionamento do tecido nervoso. Os Astrócitos dão suporte mecânico e fornecem alimento à complexa e delicada rede de circuitos nervosos.
Os Oligodendrócitos desempenham função equivalente à das células de Schwann, formando bainhas protetoras sobre os neurônios que ficam no encéfalo e na medula espinhal. As micróglias são um tipo especializado de macrófago cuja função é fagocitar detritos e restos celulares presentes no tecido nervoso.
Em um neurônio, os estímulos se propagam sempre no mesmo sentido: são recebidos pelos dendritos, seguem pelo corpo celular, percorrem o axônio e, da extremidade deste, são passados à célula seguinte (dendrito – corpo celular – axônio). O impulso nervoso que se propaga através do neurônio é de origem elétrica e resulta de alterações nas cargas elétricas das superfícies externa e interna da membrana celular. A membrana de um neurônio em repouso apresenta-se com carga elétrica positiva do lado externo (voltado para fora da célula) e negativa do lado interno (em contato com o citoplasma da célula). Quando essa membrana se encontra em tal situação, diz-se que está polarizada. Essa diferença de cargas elétricas é mantida pela bomba de sódio e potássio. Assim separadas, as cargas elétricas estabelecem uma energia elétrica potencial através da membrana: o potencial de membrana ou potencial de repouso (diferença entre as cargas elétricas através da membrana).
Quando um estímulo químico, mecânico ou elétrico chega ao neurônio, pode ocorrer a alteração da permeabilidade da membrana, permitindo grande entrada de sódio na célula e pequena saída de potássio dela. Com isso, ocorre uma inversão das cargas ao redor dessa membrana, que fica despolarizada gerando um potencial de ação. Essa despolarização propaga-se pelo neurônio caracterizando o impulso nervoso.

Imediatamente após a passagem do impulso, a membrana sofre repolarização, recuperando seu estado de repouso, e a transmissão do impulso cessa.
O estímulo que gera o impulso nervoso deve ser forte o suficiente, acima de determinado valor crítico, que varia entre os diferentes tipos de neurônios, para induzir a despolarização que transforma o potencial de repouso em potencial de ação. Esse é o estímulo limiar. Abaixo desse valor o estímulo só provoca alterações locais na membrana, que logo cessam e não desencadeiam o impulso nervoso.
Qualquer estímulo acima do limiar gera o mesmo potencial de ação que é transmitido ao longo do neurônio. Assim, não existe variação de intensidade de um impulso nervoso em função do aumento do estímulo; o neurônio obedece à regra do “tudo ou nada”.
Dessa forma, a intensidade das sensações vai depender do número de neurônios despolarizados e da frequência de impulsos. Imagine uma queimadura no dedo. Quanto maior a área queimada, maior a dor, pois mais receptores serão estimulados e mais neurônios serão despolarizados. A transmissão do impulso nervoso de um neurônio a outro ou às células de órgãos efetores é realizada por meio de uma região de ligação especializada denominada sinapse que nada mais é que a comunicação entre neurônios.
Ha dois tipos de Sinapse:
Elétrica

Consiste em junções do tipo “gap” (junções abertas) - Tubos proteicos que conectam células adjacentes. Esses tubos permitem que o material passe de uma célula para a próxima sem ter que passar através das membranas plasmáticas das células, substâncias dissolvíveis como Íons ou Glicose podem passar através das junções abertas, organelas grandes como mitocôndria não podem passar - entre duas células vizinhas.
Química

Quando as ramificações terminais de um axônio não tocam os dendritos do outro. Neste caso, o espaço entre os dois neurônios é denominado fenda sináptica, e a comunicação entre os dois é feita através de vesículas que contêm mediadores químicos, os neurotransmissores. Os mais comuns são acetilcolina e adrenalina.
Os neurotransmissores caem na fenda sináptica e dão origem aos impulsos nervosos na célula seguinte. Logo a seguir, os neurotransmissores que estão na fenda sináptica são degradados por enzimas específicas, cessando seus efeitos.
No sistema nervoso, verifica-se que os neurônios dispõem-se diferenciadamente de modo a dar origem a duas regiões com coloração distinta entre si e que podem ser notadas macroscopicamente: a substância cinzenta, onde estão os corpos celulares, e a substância branca, onde estão os axônios. No encéfalo (com exceção do bulbo) a substância cinzenta está localizada externamente em relação à substância branca, e na medula espinha e no bulbo ocorre o inverso.
Um exemplo de como ocorre o funcionamento do sistema nervoso, baseado na transmissão de informações via impulsos nervosos são os movimentos chamados reflexos. Os reflexos são movimentos rápidos e involuntários, elaborados pela medula espinhal, sem a interferência do encéfalo, geralmente em situações de emergência, com o intuito de resguardar a integridade física do organismo.
Regeneração das Fibras Nervosas

Assim com as células musculares do coração, os neurônios não se dividem mais depois de diferenciados. Desse modo, se forem destruídos, não são mais repostos. No entanto, os prolongamentos dos neurônios podem, dentro de certos limites, sofrer regeneração, desde que o corpo celular não tenha sido destruído.
Quando um axônio é cortado acidentalmente, o que ocorre no caso de ferimentos na pele, a região que fica ligada ao corpo celular é chamada coto proximal, e a que fica separada é chamada coto distal. Este último degenera, sendo fagocitado pelos macrófagos, que limpam a região lesada. Já o coto próximo cresce e se ramifica.
Ao mesmo tempo, células que formam a bainha de mielina do coto distal modificam-se e proliferam, originando colunas celulares que servirão de guia para os ramos que estão crescendo a partir do coto proximal. Quando um desses ramos penetra nessa coluna de células, ele regenera completamente o axônio.
Quando o espaço entre o coto proximal e o distal é muito grande ou quando ocorre uma amputação, os ramos do coto proximal crescem desordenadamente, entrelaçam-se e formam uma estrutura muito sensível à dor, chamada neuroma de amputação.
Os Neurônios podem atingir até um metro de comprimento.

Existem cerca de 100 bilhões de Neurônios no Cérebro.

Não sentimos cócegas pois o cérebro antevê o que será realizado e inibe qualquer situação de pânico.
tecido
NERVOSO
apresentado ao prof. Diego
Impulso Nervoso 3D
Como funcionam os neuronios?
Full transcript