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TRANSTORNOS ALIMENTARES E EXERCÍCIO FÍSICO

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by

Andréia Weis

on 31 October 2013

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Transcript of TRANSTORNOS ALIMENTARES E EXERCÍCIO FÍSICO

TRANSTORNOS ALIMENTARES E EXERCÍCIO FÍSICO
Transtornos Alimentares
Relação com o Exercício Físico
O excesso de exercício
muitas vezes precede o
transtorno alimentar, e é um
dos sintomas mais duradouro.
Até 81% dos anoréxicos e 57% dos bulímicos apresentam elevados níveis de exercício físico.
Diagnóstico
Tratamento multidisciplinar: O papel do educador físico
Prof. Msc. Andréia Weis
andreia_weis@hotmail.com
> Transtorno Obssessivo Compulsivo.
> Medo de engordar, ou busca pela Magreza
(IMC abaixo de 17,5 kg/m2)
Bulimia Nervosa
Transtorno Sem Outra Especificação
Anorexia Nervosa
Pode ser classificada como:

Restritiva Purgativa
Prevalência:

Mulheres: 1,2 a 4,3%

Homens: 0,24 a 0,3%
Privação alimentar


Episódios alimentares compulsivos


Culpa


Métodos compensatórios

Prevalência:

Mulheres: 0,9 a 2,9%

Homens: 0,1 a 0,5%
Pode ser classificada como:

Restritiva Purgativa
Tudo começou porque eu venho de uma família de gordinhos, me escondi do mundo dos 8 aos 13 anos. Até que minha mãe descobriu “fórmulas milagrosas para emagrecer”. Tomando essas drogas consegui perder peso e o meu contato com o mundo melhorou até que o remédio não fazia mais o efeito desejado e eu comecei a pular as refeições. Comecei a comer e vomitar e achei que era a pessoa mais inteligente do mundo. Com o passar do tempo os meus dentes começaram a estragar; o meu esôfago começou a inflamar, a irritação não passava e eu não conseguia parar de comer e vomitar.

Helena, 27 anos
Quando alguns, mas não todos os critérios para anorexia ou bulimia são cumpridos.

Prevalência:

Mulheres: 1,9 a 3,6%

Homens: 0,3 a 2,1%
> Purgação
> Perda de Peso
> Distorção da Imagem Corporal
> Idade que surgem os sintomas
> Comportamento alimentar
> Ciclo menstrual
Diferenças entre AN e BN:
Quando o peso gordo ou peso corporal afeta diretamente o rendimento na prática esportiva...
A prevalência em atletas brasileiros pode chegar:

Mulheres: até 43,9% (AN) e 5,9% (BN)
Homens: até 21,6% (AN)

Por que é importante o Educador Físico reconhecer os sintomas dos Transtornos Alimentares?
Escola
A voluntária 02 relatou que uma experiência, marcada pelo desrespeito de seu professor de educação física, a fez sentir mais vergonha de seu corpo, mais desengonçada, enfatizando a sensação de ser menos ágil que suas colegas, menos adequada.
Academia
A voluntária 04 disse que sua vontade de emagrecer mais e mais cresceu na medida em que seus treinos de musculação aumentavam.
Carlos, 18 anos, 1,78m, estudante de engenharia.
“Comecei a “malhar” pra perder a barriga. Sou muito novo pra isso e não me achava atraente. [...] prefiro a parte aeróbica, como o spinning e esteiras, do que os pesos para poder secar. [...] também faço questão de preparar a minha comida. [...] sei lá, quero perder mais uns quilinhos e acho que para a minha altura, 57kg ainda é muito.

Termo Grego

An (ausência, privação)
Orexi (apetite)
Atual (produto da pressão social)

Antiga (ato de jejuar)

Bou (grande quantidade)
ou de Boul (boi)
Limos (fome)

“Grande quantidade de fome”
“Fome de comer um boi”

> Questionários autoaplicáveis;

> Entrevistas clínicas pré-estruturadas;

> Automonitoração através de diários alimentares.

TESTE DE ATITUDES ALIMENTARES
(EAT - 26)
- Garner e Garfinkel (1979) EAT – 40
- Garner et al. (1982) EAT – 26
As questões refletem:

Recusa patológica a comidas de alto valor calórico;
Preocupação intensa com a forma física;
Preocupação com os alimentos;
Episódios de ingestão compulsiva dos alimentos, seguidos de vômitos e outros comportamentos compensatórios;
Auto-controle em relação aos alimentos.
Escala Likert de 0 a 3 pontos.

Soma das questões apresentam o resultado.

EAT + 21 pontos: incluído no grupo de risco
EAT – 10 a 20 pontos: baixo risco
EAT – 0 a 9 pontos: fora de risco

TESTE DE INVESTIGAÇÃO BULÍMICA DE EDINBURGH (BITE)
- Henderson & Freeman (1987)
- Cordás & Hochgraf (1993)
São 33 questões divididas em 2 sub-escalas:
Escala Sintomática: Para avaliar o grau de sintomas presentes.

Escala de Gravidade: fornece um índice de gravidade do comportamento compulsivo e purgativo.
A máxima pontuação na escala sintomática é 30 pontos:
> 20 pontos: grande probabilidade para preencher o diagnóstico de BN.
15 a 19 pontos: pode refletir um grupo subclínico de bulímicos.
10 a 14 pontos: hábito alimentar não usual, porém é insuficiente para preencher o diagnóstico.
0 a 10 pontos: preenche os limites normais de pontuação.
Escala de gravidade:
Soma das 3 questões marcadas com *
0-4 - insignificante
5-9 - significante clinicamente
>10 - alta gravidade
ESCALA DE COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA (ECAP)
- Gormally J, Black S, Daston S, Rardin D. (1982).
- Freitas S, Appolinario JC. (2001).

São 16 questões que envolvem:
- Manifestações comportamentais
- Sentimentos e cognições

Análise segundo a soma dos escores:
Até 17: sem compulsão alimentar periódica
18 a 26: moderada compulsão alimentar periódica
Acima 27: grave compulsão alimentar periódica
Davis et al. (1993)
Teixeira et al. (2011).
ESCALA DE COMPROMISSO AO EXERCÍCIO FÍSICO (ECE)
A escala avalia o grau de aderência do indivíduo ao exercício físico mesmo em condições adversas, cujo exercício pode interferir no aspecto social.
O resultado do compromisso é dado pela soma das 8 questões.
*Obrigatória
*Patológica
6. Você continua a se exercitar mesmo quando está com o corpo dolorido por causa da lesão relacionada ao próprio exercício?

|__________________________________________________________________|
Nunca Sempre
Estabelecer uma dieta para atingir um peso adequado e saudável;
Exercício físico supervisionado + Tratamento psicológico:
Perda de peso em pacientes obesos com TCAP;

Prevenção de perda de massa óssea em indivíduos com AN;

Escores de depressão reduzidos;

Redução de episódios de compulsão alimentar;

Redução da insatisfação corporal;

Redução do estresse emocional.
1. Promover saúde por meio da educação e da prática regular de exercícios.
2. Enfatizar o cuidado com a saúde, com a imagem corporal e com a autoestima.
3. Colaborar com a recuperação de peso, promovendo, principalmente, ganho de massa magra e diminuindo o tecido adiposo.
4. Incentivar a prática de exercícios como uma alternativa de atividade social.
5. Desmistificar crenças e mitos referentes à prática excessiva e inadequada.
Mantinha uma briga inconsciente, porém constante com o meu corpo, buscando o peso menor, comer cada vez menos e ao mesmo tempo conciliar a Anorexia com o meu trabalho e estudo. Até que perante uma situação de estresse (perda de um familiar), além da perda de peso, comecei a apresentar tontura, sonolência, depressão, entre outros sintomas. Minha Anorexia “deu as caras”.

Silvia, 33 anos
Desde que me conheço por gente, tenho uma relação muito forte com a comida. Aos 12 anos de idade pesava 90kg, hoje estou com 67kg e permaneço infeliz.
Eu como compulsivamente. Não existem horas para realizar essas refeições nem preocupação com a qualidade dos alimentos que estou ingerindo.
Não posso abrir um pacote de bolacha ou bala, pois só irei parar de comer quando ver o fim da embalagem.
Minha boca precisa ter constantemente alimento e isso se intensifica conforme os momentos que estou vivendo.

Marina, 27 anos
Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)
Repetidos episódios de compulsão alimentar sem comportamentos compensatórios (30% dos obesos em tratamento)
> Grave distorção da
imagem corporal
> Amenorréia
> Termo usado para designar qualquer comportamento alimentar que cause severo prezuízo à saúde.
> Tem origem multifatorial e podem ser desencadeados por fatores biológicos, genéticos, psicológicos, socioculturais e familiares.
> Acometem principalmente adolescentes e mulheres jovens. Apenas 10% dos casos são identificados em homens.
Focalização nas sensações de fome e ansiedade;
Acompanhamento com exercícios supervisionados (educação);
Práticas de relaxamento muscular para controlar a ansiedade;
Socialização.
5 Passos:
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