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Copy of Território brasileiro no século XX

Espaço Geografico
by

Hebert Júnio

on 10 October 2012

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Transcript of Copy of Território brasileiro no século XX

Espaço Geografico Complexo Regional do Nordeste O espaço geográfico nordestino pode ser dividido em quatro sub-regiões distintas: a Zona da Mata, o Agreste, o Meio-Norte e o Sertão. Nos primeiros séculos de ocupação europeia no Brasil, desenvolveram-se na região Nordeste as primeiras atividades de grande expressão econômica para o país: a extração do pau-brasil e, um pouco mais tarde, as plantatios de cana-se-açúcar: Aatividade açucacareira fez do Nordeste a região politicamente mais importante e mais densamente povoada do país. Permanecendo assim até aproximadamente o final do século XIX.
No entanto, em decorrência de graves problemas socioeconômicos e ambientais, como a grande desigualdade de renda, a forte concentração fundiária e as secas no Sertão, durante o século XX essa região passou a ser palco de um intenso movimento de repulsão populacional.

- Muitos habitantes saíram do Nordeste, sobretudo entre as décadas de 1940 e 1980, em busca de melhores oportunidades de trabalho e melhores condições de vida em outras regiões do Brasil.

- Diante dessa situação, pensando em prover o desenvolvimento regional e combater a forte repulsão populacional, o Estado fundou, em 1960, a Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), primeiro órgão efetivo de planejamento regionla do Brasil, criado especialmente para estabelecer planos de desenvolvimento específicos para esse complexo regional.
Depois da criação dessa superintendência, houve um aumento significativo da atividade industrial no Nordeste, tanto nasáreas metropolitanas de Salvador, Recife e Fortaleza como em alguns centros urbanos regionais, sobretudo naqueles localizados naZona da mata e no Agreste. O nordeste apresenta diferenças significativas de ordem natural e humanas em relação ao demais complexos regionais do Brasil.
Quantos aos aspectos naturais, os contrastes referem-se, sobretudo, as características climáticas e de vegetação.
Os principais tipos de climas que atuam no nordeste sãon tropical úmido,semiárido e o equatorial. Parte do nordeste sofre com as secas prolongadas e a região apresenta alguns do indicadores socioeconômicos mais baixos do país, principalmente nas áreas rurais. Nos últimos anos houve nessa região um desenvolvimento socieconômico mais intenso queno restante do país, com melhoras em indicadores como índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto interno Bruto (PIB) per capita. O Estado e a organização do espaço geográfico nordestino Zona da Mata e Agreste A Zona da Mata ocupa a parte oriental da Região Nordeste, área dominada pelo clima tropical úmido (quente e chuvoso), A pluviosidade é elevada (em torno de 1 800 a 2 000 mm anuais), com temperaturas médias também altas, variando entre 24 ºC e 26 ºC, O ambiente quente e úmido dessa área favoreceu o desenvolvimento da floresta tropical, mata exuberante e com grande diversidade de espécies.

No entanto, nos últimos séculos, extensas áreas dessa floresta acabaram substitúidas por áreas urbanas e por grandes lavouras monoculturas,
A pratica de queimadas e desmatamentos ilegais são ações que contribuem para a devastação do que restou dessa floresta. Zona da Mata apresenta-se como a sub-região economicamente mais importante do Nordeste. Nela se concrentram diferentes segmentos da atividade industrial:indústrias têxteis e alimentícias, agroindústrias (sobretudo usinas de açúcar e álcool) e indústrias extrativas minerais.

Outro fator que favorece a atividade industrial na Zona da mata é sua rede de transportes (rodovias, ferrovias, portos e aeroportos), mais bemestruturada que a de outras sub-regiões, o que facilita o deslocamento de matérias-primas e de produtos industrializados para as demais áreas do país e também para o exterior.

O clima vai se tornando mais seco. Essa mudança climática dá origem a uma faixa de transição denominada Agreste, sub-região que se estende entre a Zona da Mata e o Sertão. O agreste apresenta características naturais tanto da Zona da Mata como do Sertão, pois nos seus trechos mais úmidos desenvolve-se a floresta tropical, enquanto nas áreas mais secas predomina a Caatinga, vegetação típica sertaneja. Nessa sub-região destacam-se as pequenas e médias propriedades ruarais policultoras, que produzem principalmente mandioca, feijão, milho e hortaliças, além de criarem gado para o fornecimento de leite e derivados.
O desenvolvimento das atividades agropecuárias no Agrestecontribuiu para o cresimento de cidades como Campina Grande (PB), Caruaru e Garanhuns (PE), Arapiraca (AL) e Feira de Santana (BA), que se tornaram polos de comercialização e de distribuição de produtos agrícolas. Atualmente, essas cidades também são importantes centros regionais de comércio e de prestação de serviços. Meio-Norte A sub-região do Meio-Norte constitui uma área de transição entre o clima semiárido do Sertão e o clima equatorial da floresta Amazônica, abrangendo o estado do Maranhão e parte do Piauí.
O climavai se tornando cada vez mais úmido, e a Caatinga cede lugar, gradativamente, a outros tipos de vegetação: primeira-mente ao Cerrado, depois à Mata dos Cocais--que se caracteriza como umavegetação de transição -e, por fim, à floretsa Amazônica, na porção oeste do Maranhão quefaz parte do complexo regional da Amazônia.
As atividades econômicas predominantes no Meio-Norte são aquelas ligadas ao campo. Também é comum a criação extensiva de gado bovino, de arroz de várzea.

Corredor de exportação Norte, uma extensa área geografica formada por dezenas de cidades atendidas por um sistema multimodal de transportes, que integra rodovias, hidrovias e ferrovias. O corrdor de Exportação foi criado para permitir o escoamento das safras agrícolas do maio-Norte e de porçãoes das regiões Norte e Centro-Oeste em direção ao porto de Itaqui, em São Luś, no Maranhão, de onde são embarcadas para o exterior. O Sertão e o pontencial econômico do Nordeste O Sertão, uma das sub-regiões do Nordeste, compreende as áreas dominadas pelo clima semiárido, que apresenta temperaturas elevadas (entre 24 °C e 28 °C) e duas estações bem definidas: uma seca e outra chuvosa. As chuvas concentram-se em três ou quatro meses do ano, e a pluviosidade atinge a média de 750 mm anuais. Em algumas áreas chove menos de 500 mm ao ano.

A pecuária bovina é a principal atividade econômica dp Sertão. Em geral essa atividade é preticada na forma extensiva, em grandes latifúndios, mas também em pequenas propriedades, nas quais o rebanho é pouco numeroso. Além da bovinocultura, destaca-se a criação de caprinos, qua são mais resistentes ao clima semíarido. Em todo o Nordeste, os caprinos somam cerca de 6,5 milhões de cabeças, constituindo o maior rebanho do país.
Em todo o Sertão desenvolve-se a chamada agricultura de subsistência, preticada, basicamente, em pequenas propriedades rurais por meio da utilização de técnicas tradicionais. Algumas áreas, como as encostas das serras e os vales fluviais, apresentam maior umidade, sendo, portanto, mais favoráveis à prática agrícola. Nessas áreas, também conhecidas como brejos, destacam-se lavouras como as de milho, feijão, arroz e mandioca. Entre as lavouras comerciais encontram-se as culturas do algodão arbóreo, destinado principalmente às indústrias, e da soja irrigada (no oeste da Bahia), cuja produção atende, principalmente, ao mercado externo. A falta de água na vida do sertanejo A baixa pluviosidade e a ocorrência de estiagens no Sertão comprometem o desenvolvimento das atividades agropecúarias nessa sub-região nordestina, prejudicando principalmente os pequenos proprietários, que constituem a maioria dos produtores rurais. Secas: onde está o problema? Quando ocorrem grandes períodos de secas no Nordeste, o restante do país toma conhecimento, pelos meios de comunicação (rádio, televisão, jornais, internet), das dificuldades enfrentadas pela maioria das pessoas que vivem no Sertão. Sem recursos para enfrentar um longo período de estiagem, os camponeses perdem as pequenas lavouras e as poucas cabeças de gado que possuem, esgotando também suas limitadas reservas de água e alimento.
Nessas ocasiões, o Nordeste gerlamente recebe auxílio financeiro do governo federal para amenizar tais problemas. Entretanto, grande partes das verbas destinadas ao combate às secas acaba beneficiando apenas latifundiários e políticos influentes da região.
Enquanto isso, sertnejos que não têm acesso às verbas recorrem aos órgãos do governo rsponsáveis pelo combate às secas. Entre esses órgãos destaca-se o Departamnto Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS), que coordena programas de irrigação, construção de poços artesianos e açudes, bem como a formação de frentes de trabalho e outras atividades que visam a amenizar os problemas da população.

O governo federal vem intervindo na região por meio da implementação do chamado Projeto de transposição das águas do rio São francisco como forma de solucionar o problema da flata de água.

O Objetivo do governo com esse projeto é viabilizar o desenvolvimento socio-econômico do Sertão, captando 1% da áqua que o rio São Francisco lança no mar para abastecer açudes estratégicos nos estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. O grande pontencial econômico da região Nordeste A região destaca-se no panorama financeiro nacional, apresentando crescimento econômico acima da média brasileira. Sua população apresenta alto potencial de consumo, porém co forte concentração de renda. grandes investimentos foram realizados em diversos setores da economia nordestina.

Essas empresas são estimuladas, principalmente, pelo menor custo da mão de obra e pelos benefícios que muitos governos estaduais estão concedendo, como a redução e até mesmo a isenção de impostos.

Outro setor que demonstra grande potencial de desenvolvimento na região é o turismo, que vem cresendo consideravelmente nos últimos anos e apresenta perpectivas promissoras para a economia nordestina. Além das belezas naturais, a cultura nordestina é um forte chamariz, tanto para turistas brasileiros como para estrangeiros. Em cada estado há danças, canções e rotmos próprios, hábitos seculares preservados, artesanatos tradicionais, entre outros aspectos, que fascinam visitantes de várias partes do Brasil e do mundo.

Os fatores mencionados anteriormente estimulam o desenvolvimento dos estados nordestinos e são considerados responsáveis pelas mudanças econômicas positivas dessa região.

O Nordeste tem se tornado uma região com forte potencial para investimentos.

Mesmo com todo esse desenvolvimento econômico, especialistas afirmam que o crecimento da região está apenas no começo, pois no Nordeste ocorre o menor consumo per capita do país e, nele, ainda há grande desigualdade na distribuição da riqueza. Grupo:
Quarteto Fantástico ALUNOS: HEBERT JÚNIO , RAIANE SANTANA , GILDENE , JEFERSON LOBO AGRADEÇEMOS A TODOS PELA PRESENÇA COMPONENTE CURRICULAR:
GEOGRAFIA
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