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Estrutura da personalidade

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by

Thiago Cavalcanti

on 19 October 2015

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Transcript of Estrutura da personalidade

ESTRUTURA DA PERSONALIDADE

Prof. Dr. Valdiney V. Gouveia
A consciência diz respeito aos fenômenos nos quais estamos conscientes em um dado momento. Corresponde ao significado normal cotidiano, incluindo as sensações e experiências.

É o aspecto limitado da personalidade, porque há somente uma pequena parte dos pensamentos.

São os fenômenos que só tornam conscientes quando à atenção está voltada para um objeto ou situação específica. Em outras palavras, é o deposito de lembranças, percepções e ideias.

São os fenômenos dos quais não se pode tornar conscientes exceto em condições especiais. É a força propulsora por trás de todos os comportamentos, onde está localizado os instintos e os desejos. É o foco da teoria psicanalítica.

A psicanálise almeja e obtém nada mais que a descoberta do inconsciente na vida mental (Freud, 1924; p. 397).

O novo inconsciente sintetiza os avanços das ciências do cérebro e do comportamento. O termo foi utilizado pela primeira vez em 2005.

É um amplo espectro de fenômenos orquestrado silenciosamente por nosso cérebro.

Conjunto de circuitos neurais encarregados do trabalho pesado. A consciência fica livre para focar em novos problemas.

As pesquisas sobre o novo inconsciente enfatiza:
Afeto
Motivação
Autoregulação
Controle
Metacognição

Freud revisou o conceito dos três níveis de personalidade (inconsciente, pré-consciente, consciente), e desenvolveu um modelo estrutural mais formal para a psicanálise (Pervin, 1978).

Refere-se ao conceito original de inconsciente, no qual representa o estrato biológico do homem, fonte de toda a energia impulsiva.

A energia para o funcionamento do homem reside originalmente na vida e na morte, ou nos instintos sexuais e agressivos.

Segmento poderoso da personalidade porque fornece toda a energia para os outros dois componentes.



O superego é o ramo moral do funcionamento psíquico. Um conjunto de ordens ou crenças que é adquirido na infância, o conceito de certo e errado.



A função do ego é expressar e satisfazer os desejos do id de acordo com a realidade e as exigências do superego. É o mestre racional da personalidade, decide quando e como os instintos do id podem ser satisfeitos da melhor maneira.


Enquanto o id procura o prazer e o superego a perfeição, o ego procura a realidade.

A expressão "estrutura da personalidade" refere-se aquelas características estáveis da personalidade. As diferentes teorias da personalidade se diferenciam quanto às estruturas consideradas como base para o estudo (Pervin, 1993):

Posteriormente os termos introvertido e extrovertido foram tomados por Hans Eysenk para descrever os dois extremos de uma dimensão, de tal forma que qualquer pessoa pode ser classificada como mais ou menos extrovertida.
O construto de Eysenk, apesar de baseado em tipos psicológicos de Jung, é na verdade um traço de personalidade.

Modelos teóricos que usam o traço como unidade básica estrutural:
Catell
Eysenck
Big five

Embora as teorias dos traços sugiram que os indivíduos têm características que se manifestam em uma série de situações, a teoria comportamental sugere que qualquer consistência encontrada no comportamento é resultando da similaridade de condições ambientais que suscitam tais comportamentos (Pervin, 1978).

Com possível exceção da inteligência, não se demonstraram consistências comportamentais altamente generalizadas, e o conceito de traços de personalidade como predisposição de reações amplas é, consequentemente, insustentável (Mischel, 1968).

Os construtos podem ser classificados:

Centrais - São básicos para o funcionamento de uma pessoa;

Periféricos - Podem ser modificados sem acarretar mudanças profundas na estrutura central;

Permeáveis - São mais flexiveis e aceitam elementos recém-concebidos;

Impermeáveis - São rigidos, e levam à rejeição de novos elementos.
A complexidade da organização estrutural pode ser considerada em termos do número de unidades envolvidas e da formação dar-se por meio de algum tipo de arranjo hierárquico (Pervin, 1978).
A teoria de Cattell envolve uma complexa organização estrutural da personalidade. Existem não apenas muitas unidades, mas também uma ordenação hierárquica dessas unidades em traços superficiais fundamentais e em fatores de segunda ordem (Pervin, 1978)
O sistema de Kelly possibilita um complexo sistema de construtos. No entanto, a complexidade da organização varia consideravelmente de acordo com a personalidade individual. Isto é, as pessoas podem variar no número de construtos que possui.
O enfoque psicanalítico possui muitas unidades estruturais, e possibilidades ilimitadas de inter-relações entre elas. Embora não se atribua uma estrutura hierárquica explicita
Parece haver uma relação entre a importância atribuída por uma teoria à estrutura e a ênfase que a teoria oferece à estabilidade e consistência do comportamento humando. Uma relação entre ênfase na estrutura e ênfase nas diferenças individuais. (Pervin, 1978; p. 555)


vvgouveia.net

vvgouveia@gmail.com

Valdiney Gouveia

Embora as abordagens apresentadas até agora sejam as mais difundidas, existem concepções distintas sobre a estrutura da personalidade.
Os traços são classificados em:
Comuns
Singulares
De habilidade
De temperamento
Dinâmicos
Superficiais
Originais
Constitucionais
Moldados pelo ambiente
A partir disso identificou os 16 traços da personalidade que configuram como fatores básicos.
Propôs a personalidade estruturada em três traços:

Psicoticismo
Extroversão x Introversão
Neuroticismo x Estabilidade Emocional
Goldberg propôs um modelo estruturado em cinco grandes fatores:

Abertura à mudança
Conscienciosidade
Extroversão
Amabilidade
Neuroticismo
Fundamentado na abordagem dos traços, surgiram novas formas de estruturar a personalidade.

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