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A ERA DA INFORMAÇÃO: ECONOMIA, SOCIEDADE E CULTURA

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by

Marianne Marimon

on 20 May 2015

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Transcript of A ERA DA INFORMAÇÃO: ECONOMIA, SOCIEDADE E CULTURA

CONCLUSÕES
A SOCIEDADE EM REDE REPRESENTA UMA TRANSFORMAÇÃO QUALITATIVA DA EXPERIÊNCIA HUMANA
O CRESCIMENTO DA INTERNET

2010 – 1 bilhão e 800 mil usuários
2015 – 3 bilhões de usuários

Manuel Castells (Espanha, 1942)
A ERA DA INFORMAÇÃO: ECONOMIA, SOCIEDADE E CULTURA
A SOCIEDADE EM REDE
Por: Cecy Maria Martins Marimon Gonçalves
Sociólogo (filósofo?)
Um dos principais teóricos sobre a influência da Tecnologia da Informação na sociedade.
Importante participação na sociologia urbana de base marxista na França.
Análise do papel da Tecnologia da Informação sobre a economia e a sociedade

Catedrático na Universidade Aberta da Catalunha, em Barcelona, na Universidade Southern California, em Los Angeles e na Universidade da California em Berkeley.
Foi professor na Universidade de Paris, na Universidad Autónoma de Madrid e na Universidade da California en Berkeley (1979-2003).
Foi professor visitante em 17 Universidades no mundo todo

http://www.manuelcastells.info
VOL. 1 – A SOCIEDADE EM REDE
VOL. 2 – O PODER DA IDENTIDADE
VOL. 3 – O FIM DO MILÊNIO

Autor de 26 livros, traduzidos para 23 línguas
Co-autor de 22 livros.
A ERA DA INFORMAÇÃO : ECONOMIA, SOCIEDADE E CULTURA (1996)
Anos 60 – Guerra Fria (ARPANET)
Anos 80 – Protocolo TCP/IP
(flexibilidade e velocidade)
Anos 90 – A teia mundial
Hipertexto
Protocolo de transferência
Interface gráfica
Primeiro navegador
Telefonia móvel
Banda larga
Reestrutação do capitalismo
Capitalismo x Estatismo
A nova economia
A economia política
A Economia em rede
Anos 80 - reestruturação econômica e organizacional do capitalismo
CAPITALISMO INFORMACIONAL
o uso do poder da tecnologia para servir a tecnologia do poder
A nova economia que surge é informacional, global e em rede
Economia global
Economia mundial
Mercados financeiros globais
Globalização dos mercados de bens e serviços
De empresas multinacionais a redes internacionais de produção
Globalização seletiva da Ciência e Tecnologia
Mão de obra global?
padrão de distribuição desigual de conhecimentos e tecnologias.
assimetria em C&T reproduz o processo de exclusão
A economia global foi constituida politicamente. A reestruturação das empresas e as novas tecnologicas de informação embora fossem a fonte das tendencias globalizadoras, não teriam evoluído, por si só, rumo a uma economia global em rede sem as políticas de desregulamentação, privatização e liberalização do comércio e dos investimentos (CASTELLS, 1999, p. 188)
Embora a economia global tenha escala planetária, não é uma economia planetária
Observa-se uma tendência global de aumento da desigualdade e da exclusão social
“pela primeira vez na história, todo o planeta é capitalista ou dependente de sua ligação às redes globais.”
O ESPÍRITO DO INFORMACIONALISMO: desconstrução criativa numa cultura virtual multifacetada
A EMPRESA EM REDE
Transição da produção em massa para a produção flexível
Crise da grande empresa e flexibilidade das pequenas e médias empresas
Toyotismo (just in time/sem estoques/qualidade total
As empresas transformaram-se em uma teia de redes múltiplas inseridas em uma multiplicidade de ambientes institucionais
A TRANSFORMAÇÃO DO TRABALHO
Não há um mercado global unificado a não ser para os trabalhadores ativos na rede, dirigentes e inovadores
Reestruturação das relações capital-trabalho
Mão de obra just in time x suprimentos just in time
Tendência de interdependência da força de trabalho em escala global
A nova TI redefinindo processos de trabalho e estrutura ocupacional

O CONCEITO DE TRABALHO, EMPREGO E JORNADA DE TRABALHO PODERÃO PASSAR POR MUDANÇAS DEFINITIVAS

Enfraquecimento dos sindicatos
Desagregação do trabalho;
“O trabalho nunca foi tão central para o processo de realização de valor. Mas os trabalhadores, independentemente de suas qualificações, nunca foram tão vulneráveis à empresa, uma vez que haviam se tornado indivíduos pouco dispendiosos, contratados em uma rede flexível, cujos paradeiros eram desconhecidos da própria rede”
Cultura da virtualidade real
O espaço de fluxos
A concepção de domínio do espaço pelo tempo é substituída pela hipótese que o espaço organiza o tempo .
O limiar do eterno: tempo intemporal

A importância da Internet e as redes de Comunicação Mediada por Computador: “alastram-se como colônias de microorganismos”
A realidade virtual “o faz de conta no qual as aparências se transformam na experiência”

da Galáxia de Gutenberg...
...à sociedade interativa,
passando pela Tv como grande mídia
e pela constelação da internet.
“O novo espaço industrial é organizado em torno de fluxos de informação que, ao mesmo tempo reúnem e separam – dependendo do ciclo das empresas – seus componentes territoriais”.
Megacidades – articulam a economia global, ligam redes informacionais e concentram o poder mundial
Espaço e tempo dimensões interligadas
Diferentes conceitos de tempo na história
Sociedade em rede: tempo intemporal como forma emergente do tempo social
O PARADIGMA INFORMACIONAL E A SOCIEDADE EM REDE CAUSAM CONFUSÃO SISTÊMICA NA ORDEM SEQUENCIAL DOS FENÔMENOS SUCEDIDOS NAQUELE CONTEXTO
“mas este necessariamente não é um modelo animador... sozinhos em nosso mundo de humanos, temos que olhar-nos no espelho da realidade histórica. E talvez não gostemos da imagem refletida”
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