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Cartografia

Introdução
by

Le prezi

on 9 August 2016

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Transcript of Cartografia

E =
Escala
Os fusos horários no Brasil
O valor da face norte no hemisfério sul:
imóveis + geração solar fotovoltaica
As estações do ano
e as diferenças de
luminosidade na Terra
Idade Contemporânea
História da Cartografia
Ciência
Definição
Cartografia
Prof. Dr. Leandro
lgpgeo@yahoo.com.br

Técnica
Arte
Globo
Fotografia aérea
Lins (SP)
Fotografia de Astronauta
Imagem de satélite
Syr Darya (Ásia Central)
Noroeste do estado de São Paulo
(CBERS-2)
http://earthobservatory.nasa.gov/
http://www.baseaerofoto.com.br/
http://www.cbers.inpe.br/
Maquete
Xangai (China)
Canyonlands National Park
Utah (EUA)
THE MAP
by Wisława Szymborska (2012)

Flat as a table,
On which it is put.
Nothing moves underneath it,
Nothing changes its place.
Above it – my human breath
Does not create vortexes of air
And nothing muddies its pure colours.

I like maps, because they lie.

Because they do not give an access to the
virulent truth.
Because generously, with good-natured
sense of humor
They spread on a table in front of me the world
Not of this world.
Sensoriamento remoto
Fotografia aérea
Gaspard-Félix Tournachon (NADAR - 1858)
Esquadrilha de pombos da Bavária (1903)
Registro aéreo dos pombos
Columba livia - In memorian
I GM - 1960
Guerra Fria
Sputnik I (1957)
Sputnik II (1958)
"A Terra é azul. Como é maravilhosa. Ela é incrível!" (Yuri Gagarin)
Vostok I (1961)
"É um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade (Neil Armstrong)"
Apollo 11 (1969)
(China-Brazil Earth Resources Satellite)
Plano Piloto de Brasília (CBERS-2)
Antecedentes da Cooperação:
Quando?
1988

Razão:
alto custo dos satélites de sensoriamento remoto tornam os países em desenvolvimento dependentes das imagens fornecidas por equipamentos de outras nações.
Dez./2013: corte de propulsão impediu CBERS-3 de manter órbita.
Dez./2014: lançamento do CBERS-4.
Búzios - litoral norte do Rio de Janeiro
Imagem captada pelo CBERS-4
(câmeras em processo de calibragem)
Diferenciar os níveis de detalhe a partir da análise das escalas cartográficas
Fotografia aérea: Santa Catarina
Escala 1:25.000
Imagem de satélite (Landsat): Região Metropolitana de São Paulo e Baixada Santista
Escala 1:1.000.000
Aplicações:

- identificação de áreas de florestas;

- alterações em florestas nativas (Ex.: Floresta Amazônica);
- identificação de queimadas e desmatamentos ilegais.

- monitoramento de atividades agrícolas;
- auxílio na previsão de safras.
- mapeamento de uso do solo;
- expansão urbana.

- água: monitoramento de reservatórios;

- elaboração e atualização de mapeamentos temáticos;
- apoio a levantamentos de solos e geológicos.

- educação: geração de material de apoio a atividades educacionais.
Global Positioning System (GPS)

1973 - Departamento de Defesa dos EUA
Componentes: espacial, controle e usuário
.
Google Street View: componente do Google Maps desde 2007
Raffia: 1º animal que auxiliou nas missões de mapeamento do Google Maps.
Liwa Desert in Abu Dhabi, United Arab Emirates
Usina Fotovoltaica Cidade Azul (Tubarão-SC)
- Desenvolvida pela empresa Tractebel Energia em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC);
Conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN)
- a energia gerada é distribuída para todo o país!
Usina Solar Fotovoltaica do estádio Mineirão
Energia Solar
- Fonte de energia limpa e renovável;
- Recomendada para áreas rurais
- as casas são distantes umas das outras e do sistema elétrico nacional
- Elevado custo.
Observação
: No
Brasil
, os
valores de irradiação solar global incidente em qualquer região do território brasileiro são superiores aos da maioria dos países da União Europeia
.
Horário de Verão - "daylight saving time"
Curiosidades sobre o horário de verão no Brasil:

- instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932;

- 2011: inclusão da Bahia
- interesse de empresários locais que visavam a sincronia com o expediente bancário e o horário de funcionamento das empresas no SE.

2012: exclusão da Bahia e inclusão do Tocantins.
- Na Bahia, houve rejeição do hr pela população devido a violência.

2013:
- regulamentado pelo Decreto nº. 8.112, de 30/09/2013.
- Início: 0h do 3º domingo de outubro.
- Término: 0h do 3º domingo de fevereiro do ano subsequente.
(Obs.: quando coincidir com o domingo previsto para o término do carnaval, o encerramento do horário de verão dar-se-á no domingo seguinte)
- exlusão do Tocantins.

2014-2015: o governo federal cogitou a possibilidade de ampliar o hr de verão diante da crise hídrica e do setor elétrico.
- o hr de verão não foi prorrogado!
Objetivos:
- promover o melhor aproveitamento da luz natural ao entardecer;

- Reduzir o consumo de energia concentrado no horário de pico (horário de ponta) - entre 18h e 21h.

- evitar a sobrecarga do sistema elétrico (Linhas de Transmissão e Transformadores);

- diminuição da pressão sobre as usinas hidrelétricas.

Em síntese:
economia de energia
(redução média de 4 a 5% no consumo de energia no horário de pico)!

o custo de transmissão é alto!
=
Hermes da Fonseca: Decreto nº. 2.784, de 18 de junho de 1913
30º
45º
60º
75º
-3h
-2h
-4h
-5h
30º
45º
60º
30º
45º
60º
75º
Lei nº. 11.662, de 24 de abril de 2008
3 fusos horários
Justificativa:
- população sofria prejuízos econômicos, sociais e culturais por causa da diferença de hrs em relação ao restante do país.

- ECA
- classificação indicativa dos programas.

2010: Referendo no Acre.
(eleitores optaram pelo retorno do horário antigo).

2011: Dilma vetou o texto.

2012: PL 3078/2011 - restabelecer os fusos horários do Acre e Amazonas.
Aspecto positivo
: aproxima os horários das empresas com o S/SE (sede das financeiras mais importantes do Brasil).

Aspecto negativo
: insegurança/início das atividades no escuro (maior consumo de energia); distúrbios biológicos.
Lei nº. 12.876, de 30 de outubro de 2013
4 fusos horários
Restabelecimento do quarto fuso, que se caracteriza pela hora de Greenwich 'menos cinco horas'.

- Acre.
- parte do Amazonas.
Projeções Cartográficas
Problema principal na Cartografia
Terra
Modelo matemático simplificado da Terra que se aproxima do Geoide
Elipsoide
de referência
Globo
generalizado
Mapa
Superfícies de Projeção
Projeção Cilíndrica
Projeção Cônica
Projeção Plana/Azimutal
Propriedades espaciais

Projeção semelhante ou conforme/isogonal
mantém a forma
das áreas, não distorcendo os ângulos no mapa.

Projeção equivalente/isométrica
mantém as áreas
, mas distorce as formas.

Projeção equidistante
mantém
a verdadeira
distância.

Projeção afilática ou indeterminada

distorce todas as propriedades
– comum em material didático.
Projeção de Mercator (1569)
Propriedade espacial:
Conforme
.

Valor simbólico (Finalidade geopolítica):
- Séc.XVI –
Eurocentrismo
;
-
Supremacia dos países do Norte (desenvolvidos) sobre os do Sul (subdesenvolvidos)
.

Utilidade:
navegação marítima e aeronáutica
.

Projeções Cilíndricas
Projeção de Peters (1973)
Propriedade espacial:
Equivalente
.

Valor simbólico (Finalidade geopolítica):
- Séc.XX –
Igualdade entre as nações
;
-
Valorização dos países do Sul
(subdesenvovidos).

Utilidade:
representação de dados que consideram distribuição espacial
.

Áreas distantes do Equador possuem maior distorção
Projeções Planas ou Azimutais
Polar
Equidistante
Equivalente
Distorções na periferia
Projeções Cônicas
Semelhante de Lambert
Latitudes médias
Afilática
d
D
distância medida na carta
(representação)
distância real
(no terreno)
escala
. . 1 cm na carta corresponde a 500.000 cm no terreno, ou ...
1:500.000
Escala numérica
numerador
denominador
5.000 m
5 km
Escala métrica decimal
Unidades km hm dam m dcm cm mm
Escala 5 0 0 0 0 0
m 5 0 0 0 0 0
km 5 0 0 0 0 0
Dica:

cm km: 5 casas.

cm m: 2 casas.
.
Escala gráfica
linha reta graduada
Escala primária
Talão
(escala de fracionamento)
Escala e generalização cartográfica
1:75.000.000
1:25.000.000
1:35.000
1:10.000
"Escala grande"
"Escala pequena"
Uma escala é tanto maior quanto menor for o denominador.
nível de detalhe
denominador
área
nível de detalhe
denominador
área
Aumento do detalhe e da escala cartográfica
Classificação das representações planas
Geral:
Planta
Escala grande: até ~1:10.000
Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
1:500
Carta
Escala média: 1:10.000 até ~ 1:50.000
Mapa
Escala pequena: 1:50.000
Mapa Anamórfico
Anamorfose
(Do grego anamórphosis - "formado de novo")
Deformação

Proporção
entre o t
amanho das áreas e os dados
.

Emissões de Carbono - 2000
Islamismo - 2002
Carta Topográfica
Elementos planimétricos
(sistema viário, obras, etc.)
+
altimétricos
(relevo através de curvas de nível, pontos cotados, etc.)
Representação do relevo:
-
curvas de nível (isoípsas);
- linhas imaginárias do terreno, em que
todos os pontos têm a mesma altitude
- nível do mar (IBGE, 1998);
- cor sépia;
- relevo sombreado;
- cores hipsométricas (altitude);
- cores batimétricas (profundidade);
- perfis topográficos.
Curvas mestras (traço mais grosso):

- facilitar a leitura dentro de um mesmo intervalo altimétrico.
Topo
Equidistância vertical
(distância vertical/desnível)

Obs.: não significa a distância de uma curva em relação à outra, e sim a altitude entre elas.
Principais características (IBGE, 1998)
a) As curvas de nível tendem a ser quase que paralelas entre si.

b) Todos os pontos de uma curva de nível se encontram na mesma elevação.

c) Cada curva de nível fecha-se sempre sobre si mesma.

d) As curvas de nível nunca se cruzam.
e) Em regra geral, as curvas de nível cruzam os cursos d'água em forma de "V", com o vértice apontando para a nascente.
Nascente - montante
Foz - Jusante
O grau de proximidade das curvas de nível
como fator esclarecedor da declividade

Há uma
proporção inversa entre a distância das curvas de nível e a inclinação do terreno
, ou seja,
quanto mais próximas as curvas de nível estiverem, maior será a declividade do terreno
.
Perfil topográfico
Seção vertical da superfície terrestre
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