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03/04 História do Povo Judeu II - Aula 03/04

Curso Básico de Teologia - ETEQS/Jundiaí
by

jailson marinho

on 29 August 2016

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Transcript of 03/04 História do Povo Judeu II - Aula 03/04

HISTÓRIA DO POVO JUDEU II
CURSO BÁSICO DE TEOLOGIA
AULA 04
DO PERÍODO INTERBÍBLICO ao século XXI
Para ver novamente:
http://goo.gl/ccpNaw
PERÍODO DE IAVNE
Terceira guerra judaico-romana, também chamada de Revolta de Bar Kokhba,

ocorreu após a viagem do imperador Adriano, pelo Oriente, entre os anos 130 e 131, ocasião em que ele deixou claro seu propósito de revitalizar o helenismo enquanto esteio cultural do Império Romano, naquela região. Entre seus planos estava a reconstrução de Jerusalém como uma cidade helenística e onde, sobre o monte do templo, seria erguido um santuário dedicado a Júpiter Capitolino, decisão que feriu os sentimentos religiosos dos judeus.

Como um rastilho de pólvora, a revolta se espalhou por toda a província, com os rebeldes fabricando e reunindo armas, e fortificando cidades.

Filho da Estrela
A essa altura, evidenciou-se, entre os combatentes judeus, a liderança de um jovem comandante, Simão bar Koziba, em quem o Rabi Akiva reconheceu o "Mashiach" (Messias) davídico, aguardado ansiosamente, e lhe trocou o nome para "bar Kokhba" (filho da estrela). À frente de seus comandados, Simão entrou em Jerusalém, foi saudado como "Príncipe de Israel", e proclamou a independência do estado judeu. Moedas foram cunhadas com os dizeres "Primeiro ano da libertação de Jerusalém" e "Primeiro ano da redenção de Israel".

Até que, em 135, Severo finalmente encurralou bar Kokhba em Betar, 6 milhas a sudoeste de Jerusalém.[7] Apesar da tenacidade de seus defensores, o reduto foi invadido e os romanos massacraram todos os que nele encontraram. Foi o fim do "Filho da Estrela" e da terceira revolta judaica.

Os romanos também sofreram perdas consideráveis. Em 135 d.C., ao informar ao senado sobre o fim da guerra, o imperador Adriano, preferiu omitir a fórmula habitual: "Eu e as legiões estamos bem".
Jerusalém foi reconstruída de acordo com o projeto do imperador, recebendo o nome de Aelia Capitolina, e os judeus ficaram proibidos de entrar, sob pena de morte, enquanto o nome da província foi mudado de Judeia para Síria-Palestina (Syria Palaestina).
Além disso, um édito imperial que combatia a prática da mutilação, equiparou a circuncisão à castração, proibindo os judeus de praticá-la. E como os recalcitrantes se valessem de argumentos religiosos, ficaram também proibidos o ensinamento da Torah e a ordenação de novos Rabinos. Rabi Akiva negou-se a obedecer, continuando a dirigir o povo judaico. Surpreendido ensinando a Torah, pagou com a vida sua fidelidade à Lei Mosaica.
Bar Kokhba
DOMINAÇÕES
constantino
Demarcação dos
lugares sagrados
O Domínio Árabe
(636-1099)

Os cruzados (1099-1291)
O Domínio Mameluco
(1291-1516)

Constantino acabou, no entanto, por entrar na História como primeiro imperador romano a professar o cristianismo, na seqüência da sua vitória sobre Magêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão. Segundo a tradição, na noite anterior à batalha sonhou com uma cruz, e nela estava escrito em latim:

In hoc signo vinces”

— "Sob este símbolo vencerás"


De manhã, um pouco antes da batalha, mandou que pintassem uma cruz nos escudos dos soldados e conseguiu uma vitória esmagadora sobre o inimigo.

Apesar de a Igreja ter prosperado sob o auspício de Constantino, ela própria decaiu no primeiro de muitos cismas públicos. Constantino, após ter unificado o mundo romano, convocou o Primeiro Concílio de Niceia, em um grande centro urbano da parte oriental do império, em 325
Jo 5.40 E não quereis vir a mim para terdes vida. 5.41 Eu não recebo glória dos homens, 5.42 mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus. 5.43 Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.
25.12 Estas, porém, são as gerações de Ismael, filho de Abraão, que a serva de Sara, Agar, egípcia, deu a Abraão.
25.17 E estes são os anos da vida de Ismael, que viveu cento e trinta e sete anos; e ele expirou, e morreu, e foi congregado ao seu povo.
25.18 E habitaram desde Havilá até Sur, que está em frente do Egito, indo para Assur; e Ismael fez o seu assento diante da face de todos os seus irmãos.
Gênesis16.11 Disse-lhe também o Anjo do SENHOR: Eis que concebeste, e terás um filho, e chamarás o seu nome Ismael, porquanto o SENHOR ouviu a tua aflição.
16.12 E ele será homem bravo; e a sua mão será contra todos, e a mão de todos, contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos.
Gênesis 28.9 foi-se Esaú a Ismael e tomou para si por mulher, além das suas mulheres, a Maalate, filha de Ismael, filho de Abraão, e irmã de Nebaiote.
Maomé como Caravaneiro sintetizou princípio do Judaísmo e Cristianismo
Tribo dos Coraixitas
Alá era o deus de sua tribo
83.1 [Cântico e salmo de Asafe] Ó Deus, não estejas em silêncio! Não cerres os ouvidos nem fiques impassível, ó Deus!
83.2 Porque eis que teus inimigos se alvoroçam, e os que te aborrecem levantaram a cabeça.
83.3 Astutamente formam conselho contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos.
83.4 Disseram: Vinde, e desarraiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais memória do nome de Israel.
83.5 Porque à uma se conluiaram; aliaram-se contra ti:
83.6 As tendas de Edom, dos ismaelitas, de Moabe, dos agarenos,
83.7 de Gebal, de Amom, de Amaleque e a Filístia com os moradores de Tiro.
83.8 Também a Assíria se ligou a eles; foram eles o braço dos filhos de Ló. (Selá)
Milhares de Judeus mortos
nas cruzadas
MOVIMENTO SIONISTA
O Sionismo é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).
O Sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente se propõe à erradicação da Diáspora Judaica com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel.
MOSHAV
Moshav (em hebraico, ; translit. moshav; plural: moshavim, "assentamento, vila") é um tipo de comunidade rural cooperativa israelense que combina fazendas geridas privadamente e coletivização de serviços, como a comercialização de produtos e algumas vezes indústria leve
KIBUTZ
Um kibutz (hebraico: ; plural: kibutzim: , "reunião" ou "juntos") é uma forma de colectividade comunitária israelense. Apesar de existirem empresas comunais (ou cooperativas) noutros países, em nenhum outro as comunidades colectivas voluntárias desempenharam papel tão importante como o dos kibutzim em Israel, onde tiveram função essencial na criação do Estado judeu.
Santo sepulcro
Igreja da Natividade
Igreja da Natividade
LITERATURA JUDAICA
TALMUDE
TARGUM
TALMUDE
MISHNAH
GUEMARÁ
Zeraim
Moed
Nashim
Talmude Palestino
Talmude babilônico
Passagens da escritura
Comentário da Mishnah
targum de ônkelos
targum de jonathan
Tradução do Pentateuco
Tradução dos profetas
Extremamente Conservador
Interpretação mais liberal
Antropomorfismos são explicados
Mais paráfrases
lei oral
comentário da lei oral
Certa vez um homem interrogou o rabino Joshua ben Karechah:
- Por que Deus escolheu um espinhal para falar com Moisés?
O rabino respondeu:
- Se ele tivesse escolhido uma oliveira ou uma amoreira, voce teria feito a mesma pergunta. Mas não posso deixa-lo sem uma resposta: por isso digo que Deus escolheu um mísero e pequeno espinhal para ensinar que não há nenhum lugar na terra onde Ele não esteja presente.

Coisas deste mundo
Uma vez, Rab Huna repreendeu seu filho, Rabbah:
- Por que não vais à conferência de Rav Chisda? Dizem que ele fala muito bem.
- Por que devo ir? - contestou o filho. - Todas as vezes em que o fiz, Rav Chisda falou apenas das coisas deste mundo: das funções do corpo, dos órgãos, da digestão, e de outras coisas ligadas simplesmente ao físico.
E o pai disse:
- Rav Chisda fala das coisas criadas por Deus e você diz que ele fala de coisas deste mundo? Vai e escuta-o!

A janela e o espelho
Um jovem muito rico foi ter com um rabi, e lhe pediu um conselho para orientar a vida. Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe:
- O que vês através dos vidros?
- Vejo homens que vão e vêm, e um cego pedindo esmolas na rua.
Então o rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou:
- Olha neste espelho e dize-me agora o que vês.
- Vejo-me a mim mesmo.
- E já não vês os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria prima, o vidro; mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada a vidro, não vês nele mais do que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro. Pobre, vias os outros e tinhas compaixão por eles. Coberto de prata - rico - vês apenas a ti mesmo. Só valerás alguma coisa, quando tiveres coragem de arrancar o revestimento de prata que tapa os olhos, para poderes de novo ver e amar aos outros.
[...] Entretanto foi ensinado que, na vigília da festa da Páscoa, Jesus foi suspenso1. Porém, quarenta dias antes, o arauto havia proclamado que ele seria apedrejado por praticar a magia e por ter seduzido Israel para a apostasia. Poderia, quem quisesse, vir e falar algo em sua defesa, mas como nada foi feito em sua defesa, foi suspenso2 na véspera da Páscoa.

Ula objetou: “Tu acreditas que algo poderia ser dito na defesa dele? Ele não era um sedutor, como fala a Escritura: ‘não o perdoarás, nem o defenderás’3?” Contudo, as coisas foram diferentes com Jesus porque estava em relação4 com o governo.

1Ou seja, foi crucificado.
2V. nota 1, acima.
3Cf. Dt 13,9.
4Isto é, era uma pessoa influente entre as autoridades civis.
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