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Copy of Da Diferença dos Comportamentos à Diferenciação na Intervenç

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tó junior

on 10 November 2013

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Transcript of Copy of Da Diferença dos Comportamentos à Diferenciação na Intervenç

Da Diferença dos Comportamentos à Diferenciação na Intervenção
Diferença: Delimitação e Problematização
Algumas Diferenças perante a Educação e Formação
Diferenças No Acesso Ao Trabalho: inserção de populações com especiais dificuldades
As diferenças do nosso quotidiano
A inevitabilidade das diferenças
Em função do género
Trajetória escolar e escolar anterior
Alunos Com Necessidades
Educativas Especiais
Caraterização de populações com especiais dificuldades
Detail 2
Detail 3
É necessário compreender e aceitar as diferenças, pelo que é relevante a análise dos fatores subjacentes, em particular etários, culturais e do género. A este nível, a especificidade das minorias e das étnias, como a pessoa com deficiência, também são alvo, bem como os comportamentos de risco, nomeadamente o consumo de drogas.
O conceito de género Género não se refere exactamente aos homens e mulheres mas a relações entre os dois sexos.Se factores biológicos produzem ou não diferenças no cérebro ou no corpo de mulheres e homens, o meio social age fortemente nos dois sexos. O género refere-se a essa acção e às relações que ela gera entre homens e mulheres, e não propriamente, à identidade associada ao sexo masculino ou feminino. Esse conceito chama a atenção para os processos culturais, sociais, políticos e morais que atribuem valores a essas ralações, frequentemente designando mulheres a uma posição subalterna
Seja qual for a situação, a igualdade de tratamento tem que estar de acordo com as respectivas necessidades de homens e mulheres. Isso pode significar um tratamento diferente, mais adequado, mas no que se refere aos direitos, benefícios, obrigações e oportunidades a igualdade prevalece.
A discriminação não afeta só a população portuguesa, e não podemos deixar de fora outras faces da realidade igualmente assentes em discriminações de género como sejam, entre outras: a mutilação genital feminina, o tráfico de mulheres, a violação, a prostituição forçada o casamento forçado O que nos leva a afirmar que em matéria de direitos humanos, os direitos das mulheres têm ainda velhos e novos desafios por conquistar.
Façamos agora um teste
Vamos partir do princípio que a igualdade de género realmente existe na sociedade em que vivemos, e que é legalmente obrigatório no ponto de vista dos direitos humanos.
"Esta criança é o máximo, quieta e comportada..."
Esta criança é do sexo:
Feminino
Masculino
Esta cena é uma representação do comportamento esperado pelo sexo feminino, é aceitável que um menino tenha o caderno desorganizado, mas o mesmo não acontece se for uma menina
.
"Esta criança é o máximo, quieta, comportada e o caderno até dá gosto ver"
O que é ser diferente?
Existem outros fatores que nos tornam únicos, mas que não podemos escolher, tais como:
Cada indivíduo é um ser único, que é distinguível dos outros por vários aspetos, tais como, personalidade, gostos, talentos, género e nacionalidade;
o nosso sexo
cor de pele
família
tradição culturalem que nascemos
Ainda assim, somo todos membros de uma indivisível raça humana.

A raça humana tem uma longa história de intolerância à diferença.
Ao longo desse tempo, ser chamado de “diferente” tem sido sinónimo de ser visto como inferior ou indesejável.


Alguns exemplos de povos com caraterísticas ditas diferentes, tais como:
No nosso quotidiano temos várias diferenças e que cada um difere para cada indivíduo.
CULTURAIS
PSICOLÓGICAS

FÍSICAS
DEFICIÊNCIAS
COR DE PELE
ANOREXIA
OBESIDADE
Completa a frase com:
"A professora tem de impor limites. Já vi na sala os alunos em cima das mesas, incluindo..."
Meninas
Meninos
Faria sentido dizer que tanto meninos como meninas não podem subir as mesas, mas a professora realça que, os meninos não o devem fazer, mas pior do que serem os meninos a faze-lo, é serem as meninas!
"A professora tem de impor limites. Já vi na sala os alunos em cima das mesas, incluindo meninas"
As formações socialmente desvalorizadas
Na minha opinião, as formações socialmente desvalorizadassão os cursos profissionais e os cefs.

As pessoas acham que no ensino profissional não se faz nada, que quem vai para o profissional são os burros, etc. Esta é também a opinião de muitos professores, que falam mal dos cursos esquecendo-se que nós aprendemos aquilo que os mesmos nos ensinam.
Refletindo um pouco sobre o ensino Profissional e o Tecnológico
Quais serão as diferenças
Avaliação
Reprovação
Recuperação
No final do curso
Tempo letivo
Por período
Por módulo
Nota abaixo
de 8 valores
Nota abaixo
de 10 valores
Feita em exame
da matéria de
todos os anos em
que teve a
mesma disciplina
(vai a exame
até passar)
Feita com
matéria do
módulo, tem uma
recuperação feita
pelo professor e
depois vai a
exame até passar
Ou segue para a
faculdade ou
entra no mundo
do trabalho
com diploma
de 12º ano
Conforme o
calendário escolar,
as aulas terminam
independentemente
de se ter dado a
matéria toda, ou não
Segue para a
faculdade ou entra
no mundo de
trabalho com
um diploma de
12º ano
numa área
específica
As aulas só
terminam quando
for dada toda
a matéria e
tempos letivos
previstos
PROFISSIONAL
TECNOLÓGICO
Um liberal
Defende que todos os indivíduos
devem ter a hipótese de ter sucesso.
Igualdade no acesso vs. Igualdade no sucesso
Deve criar condições para que a sociedade seja flexível e que
circunstâncias que não foram escolha de um certo indivíduo tornem impossível o sucesso. Que se deve assegurar que existe
a hipótese de todos chegarem ao topo através do seu mérito.
Ou seja, igualdade de oportunidades numa lógica de mobilidade social.
Sabe, também que a sociedade
não se rege apenas pelo
mérito individual.
Sabe que há sempre um grau de risco
em cada escolha, e há sempre
circunstâncias passadas que os
indivíduos não controlam.
Exemplo: enfase liberal na educação
A educação nem sempre é composta somente de sucessos e aprovações
•É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem por algum tempo.

•As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliaras resolver e facilitar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo a que factores estão associadas e como podemos ajudar a criança.

•O termo “Dificuldades de Aprendizagem” refere-se a um grupo de perturbações, manifestadas por dificuldades significativas na aquisição e uso da compreensão auditiva, fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas. Estas dificuldades são intrínsecas, presumivelmente devem-se a disfunções do sistema nervoso central, e podem ocorrer ao longo da vida.
ificuldades na Apendizagem
Algumas Dificuldades Na Aprndizagem
Aprender a ler implica :
Aprender a ler não significa somente associar letra e som/ palavra e significado
Perceber
Reconhecer
Elaborar
Interpretar símbolos através
de associações sucessivas
e simultâneas
Visoauditivas
Visoespaciais
Audiovisuais
Visomotoras
Hemisférios cerebrais
Direito
Esquerdo
Reconhecimento
da palavra como
um todo;
Recolhe dados
sensoriais e forma
imagens;
Anárquico e
funciona pela intuição
Processa dados
simbólicos;
Compara com os
pré existentes;
Analítico e regido
pela lógica
Rotas para leitura:
Fonológica, indireta:
Lexical/Visual/Direta:
Baseia-se na segmentação
fonológica da palavras
escritas, por meio da
consciência fonológica.
Análise sobre som e letra.
Permite o
reconhecimento das letras,
das palavras e as suas
transformações em sons.
Mais rápida-
reconhecimento global
da palavra e a sua
pronunciaçãoimediata
sem necessidade
de análise.
Permite o
reconhecimento de
palavras familiares.
PALAVRA ESCRITA
Lexical
Fonológica
reconhecimento auditivo
reconhecimento visual
SIGNIFICADO
Pronuncia ou Fala
Pneumoultramicroscopicossilcovulcaniótico
Mneumoultrasilicercomastervulcaricóise
De aocdo com uma pesqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não
ipomtra em qaul odrem as lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmia ltera etejasm no lgaur crteo.
O rseto pdoe ser uma bçguana ttoal, que vcôe anida pdoe ler sem
pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos cdaa ltera
isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Hiperatividade
A hiperatividade é um problema
de ordem neurológica, que trás consigo
sinais evidentes de inquietude, desatenção,
falta de concentração e impulsividade.

A dislexia é uma dificuldade específica de aprendizagem, de origem neurológica. É caracterizada por uma dificuldade na correcção e na leitura de palavras e uma fraca competência ortográfica. Secundariamente, podem surgir dificuldades ao nível dacompreensão da leitura, o que pode condicionar o desenvolvimento do vocabulário e dos conhecimentos gerais.
Sinais de Alerta
na infância
• Verificou-se um atraso na aquisição da linguagem;
• Teve dificuldade em pronunciar determinados sons;
• Revelou dificuldades em construir frases lógicas e com sentido;• Revelou dificuldade em memorizar a acompanhar canções infantise a rima das lengalengas;
• Apresentava dificuldade em perceber que os sons das palavras sepodem dividir em bocados mais pequenos;
• Teve dificuldade em aprender (e em recordar) nomes de letras;
• Atrasava-se na realização dos trabalhos.
• Dificuldade em compreender que as palavras se podem segmentar emsílabas e fonemas;
• Lentidão na aprendizagem dos mecanismos da leitura e escrita;
• A velocidade da leitura é inadequada para a idade, muitas vezessilábica e por soletração (após o primeiro ano);
• Bastantes dificuldades na leitura, com a presença constante de erros,inventando palavras ao ler um texto;
• Dificuldades na compreensão de textos escritos;
• Boa compreensão quando as histórias lhe são lidas;
• Dificuldades em seguir e realizar corretamente determinadas ordens ouinstruções mais complexas que envolvam várias tarefas diferentes aserem executados sequencialmente;
Sinais de Alerta
na idade escolar
Agora, fixa os olhos no texto
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 P4P4 M05TR4R COMO 4 N0554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R COI545 IMPR3551ON4NT35! R3P4R3 N155O! NO COM3Ç0 35T4V4 M310 COMPLIC4DO, M45 N3ST4 L1NH4 4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4ND0 O CÓD1GO 4UTOMAT1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R D3 P3NS4R MU1T0, C3RT0?

POD3 FIC4R B3M ORGULHO5O D155O! 4 SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3 P4R4B∑N5!!!!!!!
Disgrafia
A disgrafia é uma alteração da escrita que a afecta na forma ouno significado, sendo do tipo funcional. Há uma perturbação nacomponente motora do ato de escrever, provocandocompressão e cansaço muscular, que por sua vez sãoresponsáveis por uma caligrafia deficiente, com letras poucodiferenciadas, mal elaboradas e mal proporcionadas.
Disortografia
A disortografia constitui uma dificuldade da escrita, que pode manifestar-se independentemente de haver ou não alterações na leitura. Muitas vezes constitui-se como um conjunto de erros da escrita, feitos de forma sistemática, que afetam a palavra mas não o seu traçado ou grafia e que podem provocar a total ilegibilidade dos escritos.
Desmotivação e Frustação
Crianças com dificuldades de aprendizagem geralmenteapresentam desmotivação e incómodo com as tarefasescolares gerados por um sentimento de incapacidade, queleva à frustração. É fundamental valorizar o que a criançasabe para fortalecer sua auto-estima, mostrando-lhe o quantoela é boa em tarefas nas quais tem habilidade e incentivando-a a desenvolver outras tarefas nas quais não é tão boa.
Ao longo da história da humanidade, é frequente observarmos que muitas condições sociais têm sido consideradas como deficientes, em função de valores e de atitudes culturais específicas.

Em algumas das sociedades, como sabemos, a criança, a mulher e o velho são vítimas de abusos de poder e de superioridade. Outras, as variadas condições e comportamentos de superioridade e de opressão são considerados "distintos" e "diferentes" da maioria.

Em muitos aspetos, a problemática da deficiência reflete a maturidade humana e cultural de uma comunidade. Há implicitamente uma condição que está na base do julgamento que distingue entre "deficientes" e "não deficientes". Essa condição obscura, subtil e confusa, procura de alguma forma, afastar ou excluir os indesejáveis, cuja presença ofende, perturba e ameaça a ordem social.
Sobredotados
As crianças sobredotadas, como se sentem diferentes das outras, têm dificuldade em encontrar pessoas com quem se relacionarem. Podem causar sentimentos de inveja às menos brilhantes e, por vezes, suscitam mais o receio do que da amizade. São frequentemente crianças ou jovens desajustados socialmente.
Africanos
Judeus
Protestantes
Maneira de ser
Personalidades
Comportamentos
Distúrbios de Comportamento

(Fobias)
EDUCAÇÃO
RELIGIÃO
TRADIÇÕES
SOCIAIS
Situação Familiar
Orientação
Fmiliar
O autismo é descrito como uma síndrome comportamental com causas múltiplas, decorrente de um distúrbio de desenvolvimento. Écaracterizado por défice na interacção social, ou seja, inabilidade para serelacionar com o outro, usualmente combinado com défice de linguagem e alterações de comportamento. Os sinais e sintomas aparecem antes dos 3 anos de idade
A categoria de crianças com deficiências físicas e outros problemas de saúde refere-se a uma variedade de condições não sensoriais que afetam o bem estar da criança e que podem criar problemas de educação especial em torno da mobilidade, vitalidade física e auto - imagem.
Os problemas que a escola pode ter na adaptação do programa para essas crianças estão relacionados à vitalidade física, mobilidade de cada criança, somados aos seus próprios sentimentos a respeito de si mesmo e da sua deficiência, conforme vistos através de normas comportamentais e sociais das crianças da sua própria idade.

O autoconceito de uma criança com deficiência física depende, de certo modo, da atitude das outras pessoas em relação a ela.
As crianças com deficiências auditivas apresentam alguns dos problemas mais difíceis e desafiantes para a educação especial.

A perda ou inexistência de um dos sentidos altera, sem dúvida alguma, o comportamento e o modo de vida de um indivíduo. A audição é um exemplo de como, a incapacidade parcial ou total para ouvir sons, altera de um modo significativo a maneira de viver, de quem infelizmente partilha desta lesão do sistema auditivo.

Numa criança, a surdez vai provocar dificuldades na aprendizagem e na linguagem oral, pois surgirão dificuldade em discriminar certos sons, ter vocabulário limitado e alguns problemas de fala.
Deficientes visuais
Deficientes Auditivos
A visão pode estar total ou parcialmente afectada, o que origina ausência ou dificuldade de processamento da informação visual. Como acontece com as outras deficiências, a definição da deficiência visual é mais complicada do que se pode supor
A integração na escola é o primeiro passo para a integração na comunidade.
Os sistemas escolares dispõem de uma grande diversidade de métodos para detectar crianças com deficiências visuais.
Deficientes Físicos
Além das diferenças genéticas existem diferentes “modelos” sobre os quais construímos os nossos conceitos, crenças, religiões, o certo e o errado podem ser diferentes a partir da cultura em questão.
Hoje em dia, o mundo valoriza mais as pessoas magras e consideradas normais.
As pessoas com deficiência física, na maioria das vezes, são consideradas distantes do modelo de corpo ideal ditado pelos padrões da sociedade.
Constantemente, percebemos que algumas pessoas com deficiência física são excluídas do convívio social por não se enquadrarem no estereótipo do corpo perfeito. Isto pode provocar alterações na sua imagem corporal, já que esta é a representação mental da identidade corporal e é influenciada por aspectos fisiológicos, sociológicos e emocionais.





Quando nascemos somos seres incompletos e criamos logo na nascença um conjunto de potencial, capacidades e competências que mais tarde se desenvolvem, assim, vamos nos construindo, tornando-nos um ser único.
A diferença em cada indivíduo pode ver-se nos seus interesses, competências, objectos, etc.
A diferença surge então como algo inevitável.
A vida em sociedade, implica um conjunto de regras e normas que são praticadas por todos os indivíduos porque é uma “condição” para a aceitação de cada indivíduo pelos restantes.
Quando surge um elemento num grupo ou mesmo até um grupo, que tenha caraterísticas diferentes será visto como um grupo diferente na sociedade porque não possui as mesmas carateristicas como um dito um grupo normal.





Vivemos numa sociedade onde nos deparamos com diferentes tipos de pessoas, que todos os dias enfrentam dificuldades devido à ignorância e preconceito em contornar os obstáculos que encontram pela frente.
Mas qual de nós já parou na rua para ajudar um cego atravessar para outro lado da rua? Ou parou e deu um pouco de atenção a um idoso? Será que os transportes públicos já estão devidamente equipados para transportar portadores de deficiência? As escolas têm o que é necessário para integra-los no meio social e prepara-los para serem activos na sociedade?

Quando a diferença é uma desvantagem
“Temos o direito a sermos iguais quando a diferença nos inferioriza. Temos o direito a sermos diferentes quando a igualdade nos descaracteriza.”
Todos temos os mesmos deveres e direitos, as mesmas qualidades e defeitos, todos devemos respeitar e sermos respeitados...
Cada pessoa é um ser único no mundo, com uma história de vida própria, somente por ela experimentada.
Já paramos para pensar, que ninguém pode sentir o que o outro sente, nem da maneira como a sente? A alegria, a tristeza, o sofrimento, é só seu.
Nós somos um ser singular.
A diferença pode leva muitas vezes ao isolamento, impede o bem estar e a participação social e comunitária.

O direito á diferença
O direito à diferença é a possibilidade que todos têm de ser e viver segundo a sua própria cultura e características pessoais sem serem discriminados.
O direito à igualdade e o direito à diferença complementam-se.
O direito à diferença só se trata de um verdadeiro direito se é exercido num plano de igualdade. Sem essa igualdade, a diferença rapidamente converte-se em discriminação.

Como lidar com as diferenças

Conviver com alguém significa ter que lidar com as diferenças. Não existem no mundo duas pessoas iguais, portanto as diferenças surgem a cada instante.
“Respeito o outro, desde que ele pense, sinta e aja como eu”, pode soar como um terrível discurso, de alguém extremamente rígido, dogmático, mas infelizmente, parece ser o fundamento, ainda, de muitas acções quotidianas. Uma das perguntas que fazemos a nós próprios é: Quem é o outro?É aquele que não sou eu, aquele que é diferente de mim, aquele que me mostra que nem tudo é como eu imagino que seja.
É tão bom quando nos aproximamos de alguém que pensa como nós, que acredita no que acreditamos. Mas ao mesmo tempo é incômodo encontrarmos alguém que nos mostre o quanto estamos iludidos com vários aspectos; o quanto os projectos que estamos a elaborar não encontram um auxílio na realidade.
Para alguns, o que se coloca como diferente daquilo que sou, traz impedimentos, objecções à minha maneira de ser.
A negação é uma forma muito comum de se lidar com a diferença.


JOVENS
Tem uma dependência constante da família, e existem jovens que procuram apoio na famílias, mas não o têm pois as famílias também não possuem possibilidades.
Pouco Qualificados ou sem Qualificação
“A taxa de abandono escolar precoce diminuiu entre 2003 e 2009,revelam hoje os Indicadores Sociais do Instituto Nacional deEstatística, acrescentando que essa redução se mantevecomparativamente a 2008.” – Diário de Notícias
SOBRE QUALIFICADOS
“A formação superior, muitas vezes a ultrapassar alicenciatura, não lhes garante qualquer tipo de segurançaou sequer melhor remuneração. Sujeitam-se ao que há.Têm entre 30 e 35 anos, ganham entre 500 e 800 euros enão têm vínculos seguros. Arriscam-se a viver pior queos pais.”
Desempregados de Longa Duração
População não empregada disponível para trabalhar e que procura ativamente trabalho, há mais de um ano. A comprovação destes requisitos far-se-á por prova de inscrição nos Centros de Emprego ou por declaração do próprio.

A inclusão nesta categoria não fica prejudicada pela circunstância de terem frequentado um programa de formação ou de inserção.
Heterogeneridade de Situações
A acentuada heterogeneidade do mercado de trabalho torna-se mais explícita quando se introduz a variável raça/cor, comparando-se as condições de inserção entre negros e brancos.
Em praticamente todos os indicadores selecionados, observa-se predominância dos negros nas piores situações, sobretudo as mulheres negras, que enfrentam duplo constrangimento:
pelas questões de género, que interferem na disponibilidade de tempo para o trabalho remunerado; e de raça/cor, uma vez que historicamente ficaram, assim como os homens negros, à margem das condições que lhes permitiriam competir em igualdade de oportunidades com os brancos.
Situação Portuguesa
Efeito da Idade no Desempregado
de Longa Duração
Mais de 50% dos desempregados
acima dos 40 anos aguardam
trabalho à mais de 1 ano.
Idade do Benificiário
Inferior aos 30 anos
Igual ou superior
aos 30 anos e inferior
aos 40
Igual ou superior
aos 40 anos e inferior
aos 45
Igual ou superior aos 45
Nº de meses com registo
de remunerações
Período de
Conceção
Igual ou Inferior a 24
Superior a 24
Pessoas com Baixas Qualificações
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