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RESPONSABILIDADE MORAL, DETERMINISMO E LIBERDADE

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by

Francielly Paiva

on 12 January 2015

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Transcript of RESPONSABILIDADE MORAL, DETERMINISMO E LIBERDADE

TRÊS POSIÇÕES FUNDAMENTAIS DA RESPONSABILIDADE:

1ª – O determinismo é incompatível com a liberdade.

2ª – A liberdade é incompatível com qualquer determinação externa ao sujeito.

3ª – Liberdade e necessidade se conciliam.

RESPONSABILIDADE MORAL, DETERMINISMO E LIBERDADE
CENAS
Atos propriamente morais são somente aqueles nos quais podemos atribuir uma
responsabilidade moral.
A responsabilidade moral se relaciona diretamente com a
necessidade e liberdades humanas.
NARRATIVA DAS CENAS
São condições necessárias e suficientes para imputar responsabilidade moral:

a) que seu comportamento possua uma caráter consciente

b)que a causa dos seus atos esteja nele próprio, que ele aja de maneira livre

CONHECIMENTO + LIBERDADE = RESPONSABILIDADE MORAL
CENA 1
Então vemos que o problema da responsabilidade moral depende, para sua solução, do problema das relações entre NECESSIDADE e LIBERDADE ou mais concretamente, das relações entre a DETERMINAÇÃO CAUSAL do comportamento e A LIBERDADE DA VONTADE.
Filme: BELEZA AMERICANA
A Ignorância e a Responsabilidade Social:

A ignorância das circunstâncias, da natureza ou das consequências dos atos humanos autoriza a eximir um indivíduo da sua responsabilidade pessoal, mas essa isenção será justificada somente quando, por sua vez, o indivíduo em questão não for responsável pela sua ignorância; ou seja, quando se encontra na impossibilidade subjetiva (por motivos pessoais) ou objetiva (por motivos históricos e sociais) de ser consciente do seu ato pessoal.
CENA 2

O Libertarismo:
Ser livre significa decidir e operar como se bem desejar. A característica desta posição é a contraposição entre liberdade e necessidade causal. A liberdade de vontade, longe de excluir a causalidade no sentido de romper a conexão causal ou a negação total desta (indeterminismo) pressupõe inevitavelmente a necessidade causal.
CENA 6
A responsabilidade moral pressupõe a possibilidade de decidir e agir vencendo a
coação externa ou

interna.
Somente haverá responsabilidade moral se existir liberdade.
CENA 4
Atos propriamentes morais
são somente aqueles nos quais podemos atribuir ao agente uma responsabilidade, mas também pelos resultados e consequencias de sua ação.
A responsabilidade moral exige a possibilidade de agir vencendo a coação externa e interna (casos de pessoas doentes ex.: cleptomaníaco).
São casos que a pessoa não consegue resistir a coação interna de maneira alguma.
CENA 3
CENA 1:
O jornalista sabendo que irá ser despedido do emprego, ameaça ir a público e contar tudo de errado que acontece na empresa, caso não receba uma quantia considerável para ficar calado. Para responsabilizar moralmente o individuo é preciso analisar se o sujeito esta consciente de seu ato e se o mesmo atuou de livre e espontânea vontade, sem ser coagido por outrem a tomar essa atitude.
CENA 1
CENA 3:
Ao ser questionada pelo namorado se deseja que ele mate o pai dela, a filha do jornalista escolhe por não pedir o assassinato do pai apesar da figura do pai lhe trazer vergonha e decepção. Demonstrando que apesar da coação externa optou por não ser responsável pelo fim da vida de seu genitor
.
CENA 2: O pai Colonel Fitts acredita que o filho é homossexual, este não pode ser acarretado uma responsabilidade moral porque desconhece as circunstâncias, da natureza, sua ignorância se dá devido sua possibilidade objetiva (por motivos históricos e sociais). Ele tem homofobia.
CENA 2
CENA 3
Na coação interna
há as hipóteses de doenças mentais, em que seu portador sente uma vontade irresistível de agir de certo modo, sobre o qual o agente não tem controle, como na cleptomania. Mas falando de pessoas normais a maioria, estas sempre têm controle sobre seus atos, por mais que sintam um ou outro impulso.
CENA 4:
O Ricky troca o vidro de exame de urina por um frasco que não lhe pertence. Mostra que mesmo sabendo que seu pai determina com autoritarismo o que ele deve fazer (coação externa), ele tem liberdade para fazer aquilo que deseja mesmo que para isso precise enganar seu pai.
CENA 4
Mas embora o homem possa agir livremente na falta de uma coação interna e externa,
encontra sempre sujeito a causas que determinam a sua ação.
Se as causas determinam nossas ações, como podemos afirmar então que somos livres?
O Determinismo Absoluto:
A tese central é que tudo é causado, e, portanto não existe liberdade humana nem responsabilidade social.
CENA 5
Dialética da Liberdade e da Necessidade:
As três tentativas mais importantes de superar dialeticamente a antítese entre liberdade e necessidade causal foram elaboradas por Spinoza, Hegel e Marx e Engels. Para Spinoza, não se pode conceber a liberdade independentemente da necessidade. Hegel o complementa, afirmando que além desse fator há de ser.
CENA 7
CENA 5
CENA 6:
A corretora de imóveis ouve um programa de auto-ajuda e repete a mesma frase para se estimular. A cena retrata o libertarismo, no qual o comportamento do homem é determinado, trata-se de uma autodeterminação do Eu, e nisto consiste a sua liberdade. A liberdade é incompatível com qualquer determinação externa ao sujeito (da natureza ou da sociedade).
CENA 5:

O pai de Jane é assassinado cruelmente por seu vizinho, seguindo a teroria determinista, para o
assassino não restou opção, uma vez que, todas as coisas são
determinadas e o homem não é livre devido a causualidade.
CENA 7:
O jornalista consegue conquistar a amiga da filha, mas opta por não se relacionar com a mesma sexualmente. Nesta cena é possível perceber que mesmo tendo necessidade em se relacionar com a jovem o jornalista atua com liberdade para encarar que não deveria seguir em frente no relacionamento com a garota
CENA 6
CENA 7
FIM
“Felicidade e responsabilidade moral são inseparavelmente ligadas.”

―George Washington
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