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Sistemica - Escola de milão

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joseane xavier

on 19 September 2012

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Transcript of Sistemica - Escola de milão

Escola de Milão “Eles estão jogando o jogo deles.
Eles estão jogando de não jogar um jogo.
Se eu lhes mostrar que os vejo tal qual eles estão,
quebrarei as regras do seu jogo, e receberei a sua punição.
O que eu devo, pois, é jogar o jogo deles,
o jogo de não ver o jogo que eles estão jogando.”
Ronald Laing A ênfase está em encontrar o significado que o sistema familiar atribui ao problema
Na conversação quando uma pessoa do sistema se expressa gera possibilidades do outros membros se auto-observarem
As perguntas servem para desestruturar o sistema de crenças pois se organiza no que ocorre na interação --> Adeptos da escola de Milão enfatizam que famílias sintomáticas têm tendência a comporta-se da seguinte maneira:

1. Comportam-se como se o problema não existisse a nível sistêmico.Mantêm uma visão linear do problema.
2. Restringem a visão da realidade. A dificuldade é vista como sendo causada por alguns eventos ou pessoas.
3. Agem como se fosse intolerável obter uma informação mais acurada dos eventos e relacionamentos que envolvem o problema. Dessa maneira vários relacionamentos e eventos são deixados indefinidos e obscuros. Os membros de famílias sintomáticas têm tendência a “esconder” as percepções que têm um do outro. O primeiro contato --> Telefone
Vários dados importantes sobre a família são observados. Por exemplo, tom de voz, maneira de se comunicar e tentativas de manipulação para estabelecer a sessão em dias, horas determinadas, e quem deverá participar da mesma. A colheita de dados através do telefone é feita numa inversão de papéis, como se o terapeuta é que estivesse pedindo algo a família.

--> Definição da hipótese sistêmica

--> Sala de atendimento: é equipada com microfone, gravador e espelho unidirecional, dando para uma sala de observação contígua. O processo terapêutico Selvini, Prata, Boscolo e Cecchin Trabalho em equipe
--> A equipe necessita de no mínimo um terapeuta, que tem como função entrevistar a família, e de um a dois terapeutas, preferivelmente três, para observar a entrevista por detrás do espelho. Os membros da equipe que observam a sessão devem anotar as hipóteses levantadas durante a pré-sessão, as informações significantes reveladas q as frases e palavras-chave utilizadas pela família as quais deverão ser usadas pela equipe na formulação da intervenção sistêmica.
-->Uma entrevista, de acordo com essa modalidade terapêutica,envolve quatro fases distintas: 1) reunião preparatória; 2) entrevista; 3)intervenção sistêmica; 4)reunião pós-entrevista. --> Entrevista: a técnica de entrevista utilizada pelo grupo de Milão é denominada questionamento circular, e tem como finalidade; 1) obter informações que irão ou não confirmar as hipóteses formuladas nas reuniões preparatórias, 2) envolver toda a família, 3) questionar as diferenças existentes entre seus membros e os sistemas de valores da família.
--> Cada pergunta é construída a partir da informação fornecida pela família em relação a pergunta anterior.
--> Perguntas que começam com “Se” ou “Suponha” são frequentemente utilizadas pelo grupo de Milão, pois permitem ao terapeuta lidar com a relutância da família em definir os aspectos obscuros de seus relacionamentos. Conceitos
Básicos Hipotetização Circularidade Neutralidade Different
perspectives Amanda Valentine,
Jessica Lemos,
Joseane Xavier e
Crisley Pacheco

Apresentam..... Terapia Familiar -->Intervenção ou diagnóstico sistêmico:
Após a entrevista, a equipe terapêutica se reúne novamente para organizar as novas informações obtidas durante a entrevista, para chegar a uma conclusão sobre as hipóteses levantadas e para preparar uma intervenção sistêmica que será comunicada a família.

--> Essa prática tem como finalidade confrontar o sistema familiar de tal maneira que se torne desorganizado (alteração da homeostasia) e se reorganize subsequentemente a partir de novas informações introduzidas pela equipe terpêutica. CASTILHO, V. F. (S/D) História, fundamentos e novas tendências da terapia familiar sistêmica. CEFAC – Centro de Estudos da Família e do Casal.

CALIL, Lamanno V., Terapia Familiar e de Casal, S. Paulo, Summus, 1987.

Barbosa, GS. (1996). Perguntas na terapia familiar sistêmica: Um panorama histórico.
Monografia apresentada no programa de Terapia de Casal e Família na PUC-SP.
Endereço de acesso: www.sobrare.com.br

Kublikowski, I. Família e terapia familiar: origens e percursos. In:__ Família e... : intergeracionalidade, equilíbrio econômico, longevidade, repercussões, intervenções psicossociais, o tempo, filhos cangurus, luto, cultura, terapia familiar, desenvolvimento humano e social, afetividade, negociação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012. Cap. 10. Referências: Escola de Milão escola da psicoterapia
sistêmica
Psiquiatras e psicanalistas milaneses Mara Selvini Palazzoli, Luigi Boscolo, Gianfranco Cecchin e Giuliana Prata.
Afataram-se da psicanálise na déc. de 70.
Dava ênfase ao tratamento da família como um todo.
Priorizando a observação do "jogo" intrafamiliar.
Regras internas e implícitas que regem a
família e que, normalmente servem de apoio
à sintomática. Histórico Mara Selvini Palazzoli, psiquiatra milanesa, começou seu trabalho clínico com o tratamento de moças anoréxicas, o que a levou a frequentar o curso de atendimento clínico em psicanálise. No entanto a longa duração e o frequente fracasso da terapia no tratamento da anorexia levou-a a buscar novos caminhos. Essa busca levou-a à obra de Bateson, que permitiu-lhe uma nova visão dos transtornos mentais e serviu de base para seu conceito de psicoterapia familiar.
Em maio de 1967 veio a fundar o primeiro centro especializado em terapia familiar e, depois de uma longa fase inicial, uniu-se aos outros três colegas. three two A Terapia Familiar nasceu na década de 50 e não se trata apenas de uma técnica terapêutica, ela foi ampliada e mostrada como poderia ser aplicada no campo da psiquiatria ao tratar da dinâmica das relações e ao entender os fenômenos físicos, sociais, culturais, econômicos como interdependentes e inter-relacionados. O interesse no sistema familiar desenvolveu-se inevitavelmente a partir das tendências de Norbert Wiener e de Bateson,considerando assim que a família é um organismo vivo, com um ciclo vital e mecanismos de reprodução tanto no nível físico quanto no psicológico e social . Nos primeiros anos o “Movimento de Terapia Familiar”, como era chamado, ficou restrito a estudos, pesquisas, criação de comitês e publicações. A criação da revista “Family Process” é de grande importância até os dias de hoje. Ao se introduzir novos conceitos no campo psicoterapêutico e, em parte, em conseqüência da busca de seu processo de consolidação e identidade, teve início uma fase onde a explicitação das diferenças fez com que se solidificassem as lutas políticas e institucionais.
Porém, aos poucos a situação se modifica e dentro do próprio campo da terapia familiar desabrocham múltiplas tendências. Afirmam-se a Escola Estrutural de Minuchin,a Estratégica de Jay Haley (grupo de Palo Alto) e as idéias de Murray Bowen, todas se intitulando sistêmicas, mas diferentes entre si.
Essa crescente divercificação promove uma rica troca de idéias entre os principais pensadores, adquirindo novas formas de conceitualizar o fenômeno família. O surgimento da Escola de Milão, com novas idéias e hipóteses sistêmicas, tem uma influencia crucial na forma de pensar e rever concepções teóricas e técnicas, principalmente no que se refere às idéias de objetividade e neutralidade do terapeuta. O mesmo passa a ser visto como observador participante, sendo um co-construtor do processo terapêutico, torn
ando-se parte do sistema. Conceitos Básicos do Grupo Milão Perguntas levam a vivenciar o lugar do outro
Centro no Jogo Familiar: Consiste em geral, na apresentação do PI, pedindo pela cura
Questionamentos Circulares: interesse por padrões relacionais, conexões e relações dentro de um sistema através de perguntas Histórias : estrutura de causa e efeito
-->Culpado, Responsável, Vítima e há ainda uma pessoa que traz a solução.
-->Na última são colocadas as expectativas de mudanças e, por vezes, vêm-se em padrões relacionais rígidos.

-->Questionamentos Circulares trazem a possibilidade da ocorrência de uma estrutura sistêmica, onde se pode reconstruir outras histórias, que não aquela
apresentada terapêutica deve estruturar as percepções de modo sistêmico, onde cada um dos integrantes do sistema terapêutico possa se ver envolvido.
Hipótese deve ser sistêmica, oferecendo suposições relativas à função relacional total
É ponto inicial para investigação
Garantia para o terapeuta traçar padrões relacionais capacidade do terapeuta em se envolver através da retroalimentação que recebe da família, voltando-se para todos implicados no contexto.

Informação é obtida em termos de comportamentos interativos (processo) citados por vários membros da família, mudanças ocorridas nas relações antes e depois de eventos específicos Exemplo – Questionamentos circulares para esclarecer situação
específica
Terapeuta: Quando sua mãe procura fazer seu irmão comer, e ele
recusa-se. O que seu pai costuma fazer?
Filha: No início ela vira as costas, depois de um tempo, ele se torna
furioso, e começa a gritar.
Terapeuta: Com quem?
Filha: Com Marcello (irmão).
Terapeuta: E quando ele grita com o Marcello, o que sua mãe faz?
Filha: Ela fica furiosa com o papai. Fala que ele está arruinando todas as coisas, que ele não tem paciência, que ele faz tudo ficar pior.
Terapeuta (para o pai): E ... enquanto tudo isso está acontecendo, o que sua filha faz?
Pai (sorrindo para a filha com admiração): Ela apenas começa a comer como se nada estivesse acontecendo. Consiste no comportamento terapêutico
de se relacionar com todos e efetivamente não se vincular a
alguém específico.
Quanto mais interessado em provocar o feedback e coletar informação, menos apto a fazer julgamentos morais.
Tenta neutralizar também qualquer movimento em membros ou grupos da família de coalizão, sedução ou relação privilegiada.
A neutralidade e a hipotetização são implementadas através da circularidade. Relacionamentos na família não são hierárquicos, são as seqüências de comportamentos que emanam das regras do jogo.
Conhecer a história permite liberar mais informação no sistema para que os membros da família estabeleçam conexões.
O objetivo da terapia é mudar as regras do jogo para permitir mudança de comportamento sintomático. Conotação positiva do comportamento sintomático Dizer ao membro sintomático que ele está fazendo um grande sacrifico pela família, ou que ele tem uma idéia errônea de que deve trabalhar por todos, é a maneira utilizada por essa abordagem de qualificar positivamente o comportamento sintomático, comportamentos motivados pela tendência homeostática do sistema. O que se conota positivamente não é o membro da família e sim a tendência homeostática -> Para introduzir paradoxalmente a capacidade de transformação.
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