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Fundamentos

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by

sarah mesquita de menezes

on 27 April 2017

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Transcript of Fundamentos

História
Origem;
Bases;
Renovação;
Reconceituação;
Contemporaneidade.
Fundamentos
Teóricos
História do Serviço Social


Neotomismo;
Positivismo;
Materialismo Histórico-Dialético;
Fenomenologia.

Metodologia
Serviço Social  
organizou sua metodologia atuando por meio de três técnicas:

1) O Serviço Social de caso;
2) O Serviço Social de Grupo;
3) O Serviço Social de Comunidade.

História - Origem
Quanto ao primeiro aspecto, é por demais conhecida a relação entre a profissão e o ideário católico na gênese do Serviço Social brasileiro, no contexto de expansão e secularização do mundo capitalista.
O Tomismo e o Neotomismo.
Origem
No que se refere à Doutrina Social da Igreja, merecem destaque nesse contexto as encíclicas “Rerum Novarum” do Papa Leão XIII de 1891, que vai iniciar o magistério social da Igreja no contexto de busca de restauração de seu papel social na sociedade moderna e a “Quadragésimo Ano” de Pio XI de 1931 que, comemorando 40 anos da Rerum Novarum, vai tratar da questão social, apelado para a renovação moral da sociedade e à adesão à Ação Social da Igreja.
Movimento de Renovação do SS
No serviço social esta disjuntiva político-social se refratou no corpo profissional na forma de um movimento de renovação ou reconceituação profissional que apresentou duas faces:
modernização e ruptura.
Movimento de Renovação do SS
O movimento de reconceituação começou no Cone Sul da América latina (no ano de 1965 se realizou o Seminário Regional latino americano de Serviço Social em Porto alegre) e se espalhou pelo resto do continente ao longo de aproximadamente uma década. José Paulo Netto se refere à perspectiva modernizadora que constitui a primeira expressão do processo de renovação do Serviço Social no Brasil que encontra sua formulação no primeiro Seminário de Teorização do Serviço Social que foi promovido pela CBCISS em Araxá e que teve como desdobramento um segundo Seminário realizado em Teresópolis.
A Perspectiva Modernizadora
A perspectiva modernizadora, expressa uma tentativa de consolidar o Serviço Social em conformidade aos rumos sócio-políticos oriundos do período ditatorial. Esse momento é marcado por encontros organizados pelo CBCISS (Centro Brasileiro de Cooperação Técnica), na segunda metade da década de 1960, onde deu-se início seminários de teorização, dentre os principais: os encontros de Araxá (1967) e Teresópolis (1970). Vale ressaltar que as ideias da perspectiva modernizadora, começaram a aparecer desde o I Seminário Regional Latino-Americano de Serviço Social, realizado em Porto Alegre no ano de 1965.

O documento de Teresópolis
Segundo Netto (2005), o documento de Teresópolis retrata o assistente social como um “funcionário do desenvolvimento”. Não houve uma busca pela construção de uma nova organização societária. Para Netto (2005), o documento de Teresópolis equivale à plena adequação do Serviço Social à ambiência própria da “modernização conservadora” conduzida pelo Estado ditatorial em benefício do grande capital (...). Nota-se a partir daí, o quanto o Serviço Social foi utilizado como um suporte às políticas desenvolvimentistas.

Intenção de Ruptura
A terceira perspectiva do processo de Renovação do Serviço Social no Brasil é a Intenção de Ruptura, que diferentemente das anteriores, apresenta uma crítica profunda ao tradicionalismo da profissão, aos suportes teóricos metodológicos e ideológicos que serviram de parâmetros para a atuação profissional tradicional. Tal perspectiva apontava a necessidade de superação do positivismo e do conservadorismo vinculados à profissão. Vale lembrar que a perspectiva de Intenção de Ruptura no Brasil sofreu fortes influências do pensamento latino-americano já reconceitualizado no final da década.

Intenção de Ruptura
É sabido que, politicamente, este processo teve seu marco no III CBAS, em 1979, na cidade de São Paulo, quando, então, de forma organizada, uma vanguarda profissional virou uma página na história do Serviço Social brasileiro ao destituir a mesa de abertura composta por nomes oficiais da ditadura, trocando-a por nomes advindos do movimento dos trabalhadores. Este congresso ficou conhecido como o “Congresso da Virada”.

Sarah Mesqnezes
sarahmesqnezes@gmail.com
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