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Sociologia - As cidades e os espaços urbanos

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Thaís Imb.

on 21 August 2014

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Transcript of Sociologia - As cidades e os espaços urbanos

Anthony Giddens
As cidades e os
Aline Marques, Breno Serafini, Paulo Caldas e Thaís Imbroisi
espaços urbanos
Governar as cidades
na era global
• Cidades com papel significativo em assuntos internacionais políticos, econômicos e sociais
• Redes formais e informais de cidades emergem
• Problemas globais
• Forte envolvimento das cidades – democratização das relações internacionais; mais eficiência
• Parceria entre os governos das cidades
Conclusão: as cidades
e o governo global
• Liderança personalizada – promoção de agendas urbanas e promoção internacional das cidades

• Estados Unidos:
– Richar Daly (Chicago) e Dennis Archer (Detroid) reformam a educação para prevenir futuras “fugas para os subúrbios” de Nova Iorque
– Taxa de crime violento decaiu
– Políticas de “qualidade de vida” aos sem-teto
– Controle de armas – os presidentes das Câmaras prestavam queixas contra os fabricantes em nome das cidades
O papel dos presidentes da câmara
• Cidades – construção de planos estratégicos
• Renovação da infraestrutura urbana

• Exemplo de Barcelona:
– Conjugou organizações públicas e privadas
– Melhorando a infraestrutura das
comunicações e transportes
– Melhorando a qualidade de vida
– Setores industriais e de serviços mais competitivos e possibilitando novos setores econômicos
– Recebeu os jogos Olímpicos de 1992
– Se “internacionalizou”
– Atenção mundial e entusiasmo local
• Organizações se juntam e formam elos nas áreas urbanas
• Ações coletivas e conjuntas
• Atuam como agentes sociais na política, economia, cultura e faz mediações
• Cidades como atores econômicos
• Europa – Eurocidades
• Ásia – Seul, Singapura e Bangkok
As cidades como agente
políticos econômicos e sociais
• Globalização = agrava os desafios das cidades, porém revitaliza o papel político das cidades;

• Estados-nação = cidades importantes, incapazes de gerir tendências globais

• Risco ecológico e volatilidade dos mercados financeiros operam a níveis acima do Estado-nação;

• Governos locais e das cidades podem representar formas mais “ágeis de gerir o global”;
Gerir o global
Três campos para as autoridades agirem:

2) Integração sociocultural
• População multi-étnicas
• Forças de integração
• Fragmentação e intolerância
• Coesão social comprometida por razões históricas, linguísticas ou outras
Gerir o global
Três campos para as autoridades agirem:

1) Produtividade econômica
• ‘Habitat’ local
• Base social
• Força de trabalho qualificada e produtiva
• Produtiva - Educação, transporte, habitação, leis, serviços de emergência e recursos culturais
Gerir o global
• Globalização = agrava os desafios das cidades, porém revitaliza o papel político das cidades;

• Estados-nação = cidades importantes, incapazes de gerir tendências globais

• Risco ecológico e volatilidade dos mercados financeiros operam a níveis acima do Estado-nação;

• Governos locais e das cidades podem representar formas mais “ágeis de gerir o global”;
Gerir o global
As cidades como agente
políticos econômicos e sociais
Tendências no
desenvolvimento
Urbano Ocidental
Esse deslocamento dos grupos mais prósperos para fora das cidades implica em perda de receita dos centros através de impostos. Os edifícios se deterioram, criminalidade aumenta, assim como o desemprego.
A decadência do centro das cidades
Esses "brancos" se mudaram para lá buscando melhores habitações, escolas e amenidades, em resumo, fugindo dos problemas que acompanham os pobres: escolas ruins, ruas inseguras e bandidos.

Ainda hoje, os subúrbios continuam a ser predominantemente "brancos", contudo, essa característica está a desaparecer. Entre os anos 80-90 a população suburbana negra, latina e asiática cresceu muito mais que a branca.
Quando falamos de subúrbio nesse momendo, está relacionado com o subúrbio dos EUA e Inglaterra.

Subúrbios são áreas "ao redor" dos centros das cidades.

Em Londes os subúrbios cresceram no período entre guerras, localizando-se entre novas estradas e ligações feitas para levar pessoas do subúrbio até o centro.
Já nos Estados Unidos ocorreu entre os anos 50-60.
A maioria do fluxo envolveu famílias brancas, que viram-se impostas à integração racial nas escolas.
A suburbanização
A suburbanização
Doenças sociais: abuso de drogas, crime e deliquencia, desemprego, sem-abrigo, intolerância racial e étnica, exclusão social, serviços públicos insuficientes, escolas ruins, tensões entre policiais x cidadãos.
As vezes essas doenças resultam em conflitos, sob a forma de tumultos, pilhagens e destruição.
A decadência do centro das cidades
O que fazer para reverter a situação? Controlar a situação precária dos centros e evitar a expansão desordenada para os subúrbios?

No Reino Unido por exemplo há programas do governo que envolvem subsídio para revitalização de casas e incentivo ao investimento com capital privado.
Entretanto, estudos mostram que sem uma abordagem coerente e um grande aumento de despesa pública,
o que muitas vezes é inviável, as chances de melhora são bem pequenas.
A decadência do centro das cidades
Renascimento Urbano consiste na recuperação dos centros mas também no desenvolvimento sustentável das áreas ao redor da cidade.

Na Grã Bretanha o governo converteu a Urban Task Force, que publicou um relatório com cerca de 100 recomendações para desenvolver um renascimento urbano.

Segundo a UTC, o século XXI nos apresenta três grandes oportunidades para a mudança:
1) revolução tecnológica: produziu novas formas
de trocar informação
2) ameaça ecológia: estando em vista, mostrou a
necessidade de um desenvolvimento sustentável
3) transformação social: aumento da esperança de vida
Renovação urbana
Segundo o UTF, sem alguns princípios fundamentais, existe um perigo que as cidades se fragmentem, que as áreas rurais sejam engolidas e a poluição, o congestionamento e a degradação social se agravem. São eles:

• Reciclagem da terra e dos edifícios: construir novos edifícios em terrenos já utilizados para esse propósito, ao invés de construir numa área verde.
• Melhorar o ambiente urbano: tornar as áreas urbanas atrativas, que ajudem a desenvolver sentido de comunidade e de segurança pública, que encorajem as pessoas a andarem a pé ou de bicicleta.

Em direção ao Renascimento Urbano: um relatório da Urban Task Force

• Atingir excelência na gestão de áreas locais: conseguir forte liderança política e democrática, contanto com o envolvimento dos cidadãos.
• Desenvolver a regeneração: Usar de fundos públicos de modo a atrair investimento privado através do mercado.

O relatório afirma que a renovação urbana não pode ser produto só de esforço político, mas exige engajamento por parte dos cidadãos, autoridades locais etc. Exige uma mudança de cultura.

Em direção ao Renascimento Urbano: um relatório da Urban Task Force
A reciclagem urbana – renovação de edifícios antigos para novos usos. Esse processo é resultado da gentrização: a renovação de edifícios em bairros degradados, para que atendam à pessoas de renda mais alta, ou lojas e serviços que possam atendê-los.

Os jovens profissionais e casais sem filhos ou com filhos mais velhos, por muitas vezes optam por morarem nos centros revitalizados, para que possam usufruir dessas opções de entretenimento, culturais e de culinárioa.
Muitas vezes também, trabalham por longas horas nos centros, e se mudam para não precisar enfrentar trânsito ao voltar para casa.
Gentrização e "reciclagem urbana"
Nos EUA, um fator determinante para a gentrificação foi a queda das taxas de criminalidade.
Já em Londres um dos exemplos são as Docklands, que causam controvérsia, pois o pequeno espaço revitalizado divide fronteiras com áreas bem pobres e que não são beneficiados de modo algum com a área "rica".

Por fim, Richard Sennet afirma que os enormes edifícios volta as pessoas para si mesmas, e que os urbanistas deviam criar condições que fomentem a troca de cultura e modos de vida. Que criassem ruas não somente seguras, mas também "cheias de vida".
Gentrização e "reciclagem urbana"
• Ocorre também nas cidades o interesse comum, que geram relações locais;
• A cidade é um mundo de estranhos mas origina relações pessoais. A probabilidade de conhecer um habitante com os mesmos interesses é maior que em pequenas cidades, apesar destas os habitantes serem mais simpáticos.
• O núcleo das cidades misturam a prosperidade das grandes empresas com a decadência dos edifícios de habitação.
• Embora esta teoria da ecologia urbana tenha caído em desgraça, foi retomada e aprimorada.
• A diferenciação é forma principal de adaptação ao meio. Os grupos dos quais muitos outros dependem terão papel dominante na sociedade.
• A abordagem ecologica tornou-se importante, mas possui falhas, pois esta abordagem desvaloriza a importância da ação e do planejamento consciente da organização da cidade.
• Robert Park, Ernest Burgess e Louis Wirth desenvolveram idéias que foram por muitos anos a principal base da teoria e da pesquisa em Sociologia Urbana: Abordagem ecológica à analise urbana e o urbanismo como modo de vida.
• A expansão é conseqüência do aumento populacional e migração das zonas rurais, devido à falta de oportunidades às vantagens aparentes das cidades.
• Divisão de pensamentos. Alguns veem as cidades como representantes da virtude civilizada. Outros como um inferno cheio de poluição e crimes.
• À medida que as cidades crescem, as desigualdades se intensificam, originando os primeiros estudos sociológicos sobre a vida urbana, em Chicago, que teve um aumento de mais de 2 milhões de habitantes entre 1830 e 1900.
• Antes, a cidade e o campo possuíam diferenças notórias. No mundo moderno, a industria torna essas diferenças pouco visíveis.
• O espaço é permanentemente reestruturado. Assim que uma empresa muda de um local para outro, os escritórios são fechados e reabertos em outro local.
• Diferente do interior, nas cidades muitas pessoas vivem perto umas das outras sem se conhecer pessoalmente. Aqui os contatos são meios para se atingir objetivos.
• As cidades são mais aceleradas, e a competição prevalece sobre a cooperação.
• O tradicionalismo ainda existe, mas desaparece na medida que é absorvido pelos padrões da cidade.
• Esta teoria é baseada em observações de cidades americanas, mas são generalizadas ao urbanismo em toda a parte.
• Ecologia é o estudo da adaptação de organismos vivos ao meio.
• As cidades não crescem ao acaso. As grandes áreas urbanas das sociedades modernas, por exemplo, tendem a desenvolver-se próximo a rios e locais férteis.
• Nas cidades, os bairros surgem a partir dos ajustamentos feitos pelos habitantes, à medida que lutam pela vida.
• Os equipamentos urbanos desenvolvem-se e estes locais tornam-se mais atrativos e caros.
Características do
Urbanismo Moderno
A globalização e a disseminação da tecnologia de informação intensificam o processo de urbanização e as cidades se tornam centro da economia.
• É um processo global, incluindo países de terceiro mundo e em desenvolvimento;
• As populações urbanas crescem em ritmo muito mais rápido do que a totalidade da população mundial;
Características do
Urbanismo Moderno
Teorias do Urbanismo:
A Escola de Chicago
Ecologia Urbana
Urbanismo como modo de vida
Harvey: a reestruturação do espaço
• A forma espacial de uma sociedade está intimamente ligada aos mecanismos gerais do seu desenvolvimento.
• Os arranha-céus, por exemplo, podem ser construidos com objetivos lucrativos, mas simbolizam também o poder da cidade.
• Os roblemas urbanos estimulam multiplos movimentos sociais, ligados com a mehoria das condições habitacionais.
Castells: urbanismo e movimentos sociais
Desenvolvimento das
Sociedades Modernas
Urbanização no mundo
em desenvolvimento
Manuel Castells refere-se às megacidades como uma das principais características da urbanização do terceiro milênio. É um lugar onde se concentra atividades através das quais fluem a política, as comunicações, as finanças e a produção.

As megacidades se definem não só pelo seu tamanho, mas por conectar enormes populações humanas à economia global.

As pessoas se deslocam para grandes regiões urbanas atraídas por suas características e concentração de atividades.
Megacidades
Motivos pelos quais as pessoas se deslocam para as cidades no mundo em desenvolvimento são:
• Seus sistemas tradicionas de produção rural se desintegram;
• As áreas urbanas oferecem maiores oportunidades de trabalho.

Consequência desse deslocamento:
• As taxas de crescimento populacional urbano nas regiões menos desenvolvidas do mundo se elevam;
• Megacidades se tornam "depositários de todos os segmentos da população que lutam para sobreviver".
Megacidades
A partir do momento que o número crescente de agricultores e trabalhadores desqualificados imigram para os centros urbanos, a economia formal luta para absorver esse fluxo.

Todavia, é a economia informal que permite a sobrevivência aos que não conseguem encontrar trabalho.

Essas pessoas ganham a vida, por exemplo, através de trabalhos ocasionais em fábricas e atividades ligadas ao comércio de pequena escala.
Desafios da urbanização:
Implicações econômicas
Aspectos negativos da economia informal:

• Não tem impostos e não é regulada;
• É menos produtiva que a economia formal;
• Países que concentram atividade econômica neste setor falham na recolha de receitas através de impostos;
• Volume de PIB é muito mais baixo que a percentagem da população envolvida no setor.
Desafios da urbanização:
Implicações econômicas
Apesar de todas as cidades enfrentarem problemas ambientais, as dos países em desenvolvimento tem seus riscos particularmente severos:
Poluição, falta de habitação, saneamento inadequado, reservas de água pouco seguras etc.

Número de espaços verdes é muito inferior ao encontrado nas cidades norte-americanas ou europeias mais populosas.
Desafios da urbanização:
Os desafios do ambiente
Alojamentos: é um dos problemas mais agudos em muitas áreas urbanas. Cidades como, por exemplo, Calcutá e São Paulo, estão muito congestionadas.

Povoamento do que tem se designado "franja séptica" das áreas urbanas. Barracas montadas na periferia das cidades, onde quer que haja um pouco de espaço.
Desafios da urbanização:
Os desafios do ambiente
Pobreza disseminada e serviços sociais existentes não conseguem ir ao encontro das necessidades de assistência médica, de aconselhamento do planejamento familiar, educação e formação.

Os jovens não economicamente produtivos, quando suas familias são mais pobres, trabalham o tempo inteiro.

Muitas cidades no mundo em desenvolvimento já se estão a juntar às listas das ‘cidades globais’ do mundo.
A globalização apresenta importantes oportunidades para as áreas urbanas nos países em desenvolvimento.
Desafios da urbanização:
Efeitos sociais
As cidades e a
globalização
As cidades eram entidades autodelimitadas afastadas das áreas predominantemente rurais.

Os sistemas rodoviários uniam, por vezes, as áreas urbanas mais importantes.

A comunicação entre as cidades era limitada.
Nos tempos pré-modernos
Trouxe às cidades mais interdependência.

Encorajou a proliferação de ligações horizontais entre as cidades através das fronteiras nacionais.

Muitas das funções tradicionais das cidades podem agora ser desenvolvidas no ciber-espaço.
Início do século XXI
O termo refere-se aos centros urbanos que são a sede de grandes empresas transnacionais e de uma superabundante oferta de serviços financeiros, tecnológicos e de consultoria.

Saskia Sassen foi uma das principais contribuidoras para o debate sobre o assunto.

Autores, que seguiram o trabalho de Sassen, notaram que, à medida que a globalização progride, são cada vez mais as cidades que se juntam na lista das ‘cidades globais’.
As cidades globais
A globalização está a alterar a relação entre os grandes centros urbanos e as regiões em que estes se localizam.

Na nova economia global, a relação entre as cidades e as áreas circundantes está se transformando.

As cidades nem sempre estão necessariamente no centro da economia regionl.
A cidade e a periferia
A nova economia global é muito problemática de muitas maneiras.

Sassen argumenta que estamos a testemunhar a “valorização” do trabalho localizado na frente da nova economia global, e a “desvalorização” do trabalho que se desenrola por detrás do cenário (1998).

As disparidades na capacidade de produção de lucro são esperadas nas economias de mercado, mas a grandeza dessas disparidades podem ter um efeito negativo.
A desigualdade e a cidade global
Será que a Barra da Tijuca não é um subúrbio?
E em Vitória, temos o Centro... e os outros bairros..
será que são subúrbios?
Barra da Tijuca_RJ
Times Square_NY
http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2012/11/cameras-de-videomonitoramento-flagram-consumo-de-drogas-em-plena-luz-do-dia-no-centro-de-vitoria.html
http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2012/11/cameras-de-videomonitoramento-flagram-consumo-de-drogas-em-plena-luz-do-dia-no-centro-de-vitoria.html
http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2012/11/cameras-de-videomonitoramento-flagram-consumo-de-drogas-em-plena-luz-do-dia-no-centro-de-vitoria.html
http://www.redetribuna.com.br/jornal/noticias/1881/sexo-assaltos-e-drogas-24-horas-no-centro-de-vitoria
Subúrbios se
expandem
Centros se
deterioram
Novamente, culpados:
1) pobreza
2) divisão e antagonismo étnico
3) crime
4) insegurança, gerada pelos três anteriores
Pra você, o Centro de Vitória está passando por
uma revitalização?
Vemos em Vitória o que vimos no
vídeo da aula passada?
?
Barcelona
transformou uma antiga área industrial abandonada em
cidade sustentável.
Bogotá
implantou um
novo sistema de transport
e público muito eficiente e construiu mais de
300km de ciclovias.
fonte: http://noticias.r7.com/brasil/copa-e-olimpiadas-o-brasil-nao-esta-pronto-em-absolutamente-nada-diz-joao-doria-jr-11042013
fonte: http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/redacao/2012/08/05/faltando-quatro-anos-para-olimpiada-rio-2016-ainda-nao-tem-orcamento-e-ja-acumula-dilemas.htm
fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/esportes/2012/08/legado-das-olimpiadas-deve-repetir-barcelona-e-nao-atenas-dizem-especialistas
fonte: http://www.ci.com.br/saiba-mais.barcelona-renascida-com-as-olimpiadas
antes de 1992
depois de 1992
Seoul
Singapura
Bangkok
Europa
Ásia
De quem são as cidades?
Obrigado...
pela presença
pela atenção
pelo debate
:)
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