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Património Cultural

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by

Artur Soares

on 6 February 2014

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Transcript of Património Cultural

Património Cultural
Imóvel Móvel e Imaterial

Fabrica de Papel do BOQUE
PATRIMÓNIO IMATERIAL
PEGA DO FORCÃO
SABUGAL - GUARDA
Destino Final
Património Móvel
Fabrica de Papel do Boque

Está classificado pelo IGESPAR, como Imóvel Municipal

Esta fábrica de papel é conhecida por Fábrica de Papel do Boque de Viúva Macieira & Filhos.
Boque é uma aldeia que pertence à freguesia de Vilarinho que se localiza no concelho de Lousã, distrito de Coimbra, em Portugal.

A subir o rio Ceira encontramos na sua margem esquerda o ex-líbris das fábricas de papel da região, no que diz respeito à Arqueologia Industrial: a Fábrica de papel do Boque, de características únicas, este complexo fabril foi classificado pelo IGESPAR, em 1992 como monumento de Valor Concelhio (VC) e Imóvel Municipal (IM), que infelizmente desde o seu encerramento em 1986 que o seu estado tem vindo a degradar-se.
Enquadrada no meio rural, implantada no vale junto ao rio Ceira, entre este e a estrada EM 553, isolada do restante casario por um muro circundante que delimita a propriedade de 38.400m2, com o edificado a ocupar uma área total de implantação de 7265 m2.
A montante da fábrica, está localizada outro peculiar objecto importante no domínio da Arqueologia Industrial, uma ponte ferroviária em curva, única do género em Portugal
A fábrica foi fundada em 1861 por José Joaquim de Paula. Não foi um processo pacífico, uma vez que existia outra fábrica de António Maria Carvalho, no Vale de Éguas. Este se mostrava relutante face à existência desta nova fábrica a montante da sua, pois esta iria prejudicar a qualidade da água e por consequência a qualidade do papel.
A construção da fábrica foi demorada, de 1861 a 1868 (1ª fase), ano em que foram instaladas as primeiras máquinas e se iniciou a laboração, deve-se ao facto do seu proprietário fazer questão em acompanhar todas as fases da construção, e como era proprietário da fábrica de Ponte do Sotão com sede em Lisboa, motivava longos períodos de ausência.
Logo na década de 70 do séc. XIX a fábrica foi vendida ao actual proprietário, Viúva Macieira e Filhos, argumentando o Sr. José Joaquim de Paula que face às más condições de acesso à fábrica não tinha a rentabilidade que pretendia. Foi já com os novos proprietários que se deu à 2ª fase de construção. Foram construidos novos edifícios e introduziram novos maquinismos, nomeadamente uma máquina de fabrico de papel contínuo, a primeira em Portugal.
Com o intuito de reduzir a distância entre o local de trabalho e a residências dos trabalhadores, a empresa decidiu construir uma ponte rodoviária sobre o rio Ceira de estrutura em ferro e pavimento em madeira, e um troço de estrada que liga a EM 552 à referida ponte.
Esta nova infra-estrutura foi importante não só para os trabalhadores, mas para toda a população da freguesia de Serpins e freguesias vizinhas, como a de Vilarinho.

Outras infra-estruturas importantes foram realizadas, como o açude no rio Ceira e canalização da água deste até á fábrica, onde era a força motriz de produção de energia para alimentação das máquinas e iluminação. A água usada para o fabrico de papel passava pelos tanques externos por decantação e era captada na ribeira dos Casais. O custo da levada até à fábrica e das obras do açude somaram a importãmcia de 5.200$000 réis.

Esta fábrica sempre cumpriu as determinações do Ministério da Economia e Indústria, as normas ambientais e laborais, dotando o complexo industrial de espaços para refeições, balneários e instalações sanitárias para ambos os sexos, não tendo registo de nenhum acidente de trabalho grave ao longo do período de vida activo.
O aumento dos problemas que a indústria em geral a de papel atravessaram no início dos anos 80, as novas exigências por parte dos Ministério da Economia e Indústria, o fim das colónias portuguesas no Ultramar, um dos principais mercados desta empresa, a relutância por parte da administração em modernizar os processos de fabrico aliada á concorrência cada vez maior dentro e fora do país levou ao seu encerramento no mês de Janeiro de 1986.

A construção da fábrica foi demorada, de 1861 a 1868, deve-se ao facto do seu proprietário fazer questão em acompanhar todas as fases da construção.
(1ª Fase) Foram instaladas as primeiras máquinas e se iniciou a laboração
O Inverno de (Janeiro) 2001 teceu um rude golpe à fábrica e ao seu recheio, destruindo muros exteriores, algumas coberturas, portas e janelas, assim como maquinaria ao nível das oficinas e máquina de fabrico de papel, tendo o nível da água atingido neste espaço a cota 2,60m.
Um dos aspectos que tornou esta fábrica tão peculiar é o facto de quando começou a laborar em 1868 estava bem apetrechada tecnologicamente, superior ás suas congéneres da região e no entanto no ano em que encerrou era a mais arcaica e obsoleta. Entrar ainda hoje no seu interior é como fazer uma viagem ao passado oitocentista.
A “Capeia Arraiana” constitui, desde 4 de Novembro de 2011, a primeira manifestação cultural registada no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Resultante do pedido de inventariação elaborado pela Câmara Municipal do Sabugal, o registo daquela tradição no Inventário Nacional foi objecto de decisão favorável da Comissão para o Património Cultural Imaterial, no âmbito da sua reunião n.º 04/2011, realizada após o período de consulta pública sobre o processo.
A “Capeia Arraiana” é uma manifestação tauromáquica específica das comunidades de 11 freguesias do concelho do Sabugal, que se singulariza pelo facto de a "lide" do touro bravo ser realizada com o auxílio do forcão.

O conjunto do património móvel da Santa Casa da Misericórdia de Vila Real é composto por exemplares de arte religiosa, tais como paramentos e outros têxteis, várias peças de ourivesaria, pintura religiosa, escultura e equipamentos
Património Móvel
Património Móvel
Fora do âmbito religioso, destaca-se a colecção de retratos de vários benfeitores da Misericórdia vila-realense. Não sendo muito extenso no seu número, e de valor artístico muito variável de exemplar para exemplar, o conjunto do património imóvel de Vila Real vale principalmente pela história que nos lega e pelas memórias que preserva e projecta para o futuro.
A colecção de pintura de retrato da Santa Casa da Misericórdia de Vila Real é composta por dezanove quadros. A maioria são inteiramente dedicados aos retratos de benfeitores da Instituição. Estes retratos tinham como objectivo demonstrar o reconhecimento e gratidão da Santa Casa pelas suas doações, normalmente designadas em testamento. Era portanto depois da morte destes beneméritos, com uma ou outra excepção, que a Mesa encomendava os seus retratos . Esta circunstância impunha, desde logo, aos pintores escolhidos para desempenhar a tarefa, uma dificuldade de respeito, a ausência de modelo, obrigando-os a recorrer a fotografias, gravuras, desenhos ou litografias do finado para contornarem o problema.

Mestre desconhecido
Técnica: Óleo sobre tela
Medidas: 1800 x 1200 mm
Está colocado na Sacristiada Capela de Santa Ana. O colorido é muito agradável, uma vez que o autor, recorrendo a uma paleta variada, clara e alegre, nos elementos que circundam a figura, consegue anular a atmosfera sombria da indumentária de D. Emília. As camélias rosadas constituem um símbolo de grandeza de alma.
Era portanto esse atributo de D. Emília, que a Misericórdia de Vila Real desejava perpetuar neste quadro.

No painel da sala de espera do 1.º andar, com o título: “Relação dos Fundadores e Bemfeitores do Hospital da Divina Providencia" que tem contribuído com suas esmollas desde cem mil reis ate dois contos de reis. Regul. Tit. 3.º
Capit. 1.º ART. 15.º” encontra-se escrito
o seguinte: D. Maria Emilia Teixeira de
Moura……40.000$000.


Retrato da Benfeitora
Dª. Maria Emília Teixeira de Moura
F9130 Artur Soares
Trab PID
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