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William Morris e a teoria do design dos arts &crafts

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tomas delft

on 10 January 2014

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Transcript of William Morris e a teoria do design dos arts &crafts

William Morris e a teoria do design dos arts &crafts
Tomás Ferreira Delft
Gil Santos
Vera Figueiredo
intro e exposição
a desgraça da exposiçao, john ruskin e william morris
arts and crafts william morris
Com este trabalho pretendemos mostrar a preocupação que william morris (24/03/1834-03/09/1896, Londres,Reino Unido) manifesta na concepção de uma arte para o povo aplicada aos objectos do quotidiano, num tempo em que as exigências da industria fizeram desaparecer o artesão, em contraposição ao produzido por fabricantes sem especialidade nem sensibilidade de criação.
Ao que respondemos com recurso a….












Exposição Mundial de 1851 em Inglaterra de produtos manufacturados
Inglaterra convida os visitantes a desfrutarem correctamente a industria, as ciências, o governo e as instituições do pais, mais de 40 países foram representados, dentro dos quais França como um dos mais importantes, em que cerca de seis milhões de pessoas a visitaram durante um período de seis meses.
Foi a primeira mostra mundial da industrialização. Esta exibiu produtos naturais trazidos do novo mundo, de produção artesanal e industrial. O próprio edifício foi construído segundo as técnicas da industrialização e estandardização, com a utilização de peças em ferro pré feitas e depois erguidas no local, Hyde Park, Londres. Contribuiu e foi manifestação do rápido desenvolvimento dos novos sistemas e tecnologias de construção. Este espaço foi considerado a catedral da industrialização, a sé da sociedade industrial.
A exposição era dividida em quatro partes: materiais em bruto; maquinarias; produtos manufacturados e artes plásticas.
Estes primeiros produtos industriais foram produzidos por fabricantes sem especialidade nem sensibilidade na sua criação, resultaram de uma imitação dos objectos ricos em técnica e sensibilidade artística perante o consumidor e funcionaram como uma promoção social. No entanto para serem baratos e acessíveis ao povo em geral, foram fabricados em materiais de pior qualidade (embora semelhantes ao original) e apresentaram muitas falhas técnicas devido á falta de projecto antecedente á produção dos mesmos, o que levou a que esta exposição reflectisse uma arte mal aplicada, já que a decoração em excesso era aplicada aos objectos, “colada” á posteriori, para disfarçar a sua aparência, sem que esta tivesse relação com os mesmos, nem com as suas funcionalidades. Apresentavam um ar tosco, reflectindo um desinteresse pela sua cultura e assim satisfazer o gosto do público ignorante, atraído pela acessibilidade monetária de adquirir os objectos, não pondo em questão a parte crítica e social. A baixa qualidade do design nas artes decorativas resultou em manifestações contra o sistema de produção da época.
“Nunca esqueçam o material com que estão a trabalhar e tentem sempre usá-lo para realizar o que este melhor se adequa (…). As imitações específicas do material deveriam ser-vos um prazer, e não um impedimento: assim um designer deveria compreender extensivamente o processo da manufactura concreta com que está a lidar, ou então o resultado será um tour de force (algo muito forçado). Por outro lado, é o prazer de compreender as possibilidades de um material determinado e usá-las para sugerir (e não imitar) a beleza natural e acidental, que dá sentido às artes decorativas.” William Morris: “First Visit to England”. In: English Traits. Ward, Lock & Co, 1890, p. 309 (citado por Naylor, p. 104). Naylor, Gillian – The Arts and Crafts Movement. Londres: Studio Lesta, 1971. (Biblioteca António Quadros, 7.03 Nay)


John Ruskin, sociólogo e crítico que de arte, que se esforçou por exprimir a sua in concordância com todas as questões levantadas pela euforia em torno dos produtos industriais, critica e aponta a excessiva carga horária a que os operários responsáveis pelas mesmas estavam sujeitos, tal como as condições em que trabalhavam. A sua oposição à máquina associou-se aos valores éticos e morais que a indústria parecia estar a implicar e como isso se reflecte na cultura.
Em consequência disto e reputação do “bom gosto” inglês que aparentava estar em causa, o governo da época promoveu a criação de escolas de arte e museus, de modo a que fossem preparados profissionais com o “bom gosto” e “bom design”.
Tal como Ruskin, William Morris rejeitava o industrialismo e o capitalismo por degradarem o ser humano e inferiorizarem os artesãos e os seus ofícios.
Morris não era insensível ao lado material da sociedade da reforma- Reconhecia a sua importância. Tornou-se socialista porque na sua luta de vida contra a falta de beleza da vida moderna, sentiu que a não ser que as condições de trabalho mudassem, a sua ideia de extensão de Arte em todos os aspectos da vida seriam impossíveis. Beleza era um sintoma de trabalho feliz e falta de beleza era um sintoma de infelicidade. Assim apercebeu-se de que a sociedade estava preocupada com um novo tipo de infelicidade cujo qual era expresso na feiura de tudo o que era feito.
Para Morris a expressão “Arte pela Arte” traduzia-se para “Arte pela vida”. Neste momento percebeu que os seus ideais de Arte, se tinham de ser actualizados, o levariam a um conflito com as realidades sociais do seu tempo. Alguém como William, que tinha já garantido um lugar de importância na sociedade, afirmar-se como socialista resultava numa enorme perda de prestígio. O mesmo destino foi partilhado pelo seu mentor e amigo Ruskin.
De qualquer modo, foi sempre claro que a visão de Morris se focava nas teorias da Arte e de como era uma “função para a vida”. A questão presente era como fazer entender a necessidade de Beleza. A sua resposta deteve-se em mostrar que beleza e uma vida saudável eram termos convertíveis. Beleza não é um “extra” mas sim um bem essencial, sem trabalho criativo e dignificado, os trabalhadores desligam-se da vida.
“(…) tudo o que as mãos humanas produzem tem uma forma bela ou feia: bela, se se harmoniza com a natureza; feia, se não se harmoniza com ela, e a contraria.” William Morris: “As Artes Menores” (título original: “The Decorative Arts”, 1877). As Artes menores e outros ensaios. Lisboa: Antígona, 2003, pp. 21-54.



Paralelamente, estes pressupostos deram origem ao movimento Arts and Crafts, que procurou intensamente atingir estes objectivos originando a criação de “associações de artesãos. O movimento Arts and Crafts (Artes e Ofícios) foi um movimento de reforma social e artística, que teve origem em Inglaterra na segunda metade do século XIX.
“Nestes últimos dias, há muitos edifícios erguidos que (apesar do nosso eclectismo, a nossa falta de estilo tradicional) são pelo menos bem desenhados e dão um prazer ao olho (…); pessoas com gosto vêem-se obrigadas a lamentar a caixa de tijolos" castanhos (…).”
Surge como um movimento de valorização do trabalho do artesão, face a euforia industrial Valorizando o artesanato, a simplicidade e funcionalidade dos objectos, a Honestidade na decoração que surgia juntamente com o processo de criação dos objectos não sendo aplicada sem sentido. Tinha inspiração em modelos medievais e orientais aplicando os métodos de construção tradicionais alcançando a perfeição e profundo conhecimento dos materiais e das técnicas. Criação de uma arte para o povo, aplicada a todos os objectos do quotidiano (o que não passou de uma utopia) com a renovação da arquitectura com construções funcionais, uso da ornamentação como enriquecimento da construção e a utilização de materiais e técnicas tradicionais, característicos da região. Surgem novas propostas urbanísticas e faz-se a junção de duas teorias opostas, “o campo na cidade” e a “cidade no campo”. Criação da cidade-jardim para combater os aglomerados populacionais e a miséria, Morris vai propor, a regeneração e organização das metrópoles de acordo com o número de habitantes e a inserção de um anel agrícola com uma área cinco vezes superior, procurando que o rendimento dos trabalhadores não viesse apenas do seu trabalho nas fábricas, mas também da agricultura.
William Morris era um desenhador, escritor, poeta e de ideias socialistas. Forte opositor dos edifícios vulgares e cheios de ”decoração deslocada”, que reflectiam a hipocrisia burguesa (que mostrava aquilo que não era, através dos objectos que possuía) e da desvalorização do artista - artesão.
Sonhava com uma arte para todos e com uma sociedade mais justa e mais feliz, onde a qualidade de vida não é um privilégio mas sim um direito de todos. Propôs o respeito pelas necessidades humanas de trabalho e um ambiente decente e equilibrado, o prazer no trabalho e tempo para reflexão e distracção da população.





william morris e a red house(revolta com a maquina) e noção de que produz para os ricos
viragem disso (teoria do design)

Uma das referências arquitectónicas desta época é a casa vermelha (red house) de 1856, desenhada para Morris por Philip Webb. Nesta casa é visível a convergência e colaboração entre as artes, bem como a sua funcionalidade interna. O objectivo de aplicar arte a artigos de utilidade é duplo: primeiro para acrescentar beleza ao trabalho do homem que de outro modo padeceria dela, e segundo, para adicionar prazer ao esforço e trabalho que por sua vez seria doloroso.
Era uma casa que tinha com principio a simplicidade, mas também pela influência dos revivalismos, sobretudo góticos, ao nível dos telhados e arcos quebrados que a levaram a tal. Acrescente-se ainda que toda a decoração interna, desenhada por Morris, tinha características simples e referências tradicionais, levando a que o mesmo e alguns amigos fundassem uma empresa para produção de objectos (Morris, Marshall & Faulkner, Co).
Morris pretendia mostrar que era possível produzir objectos necessários à vida sem intervenção da máquina, dando o exemplo da sua casa. Ele provou com o sucesso da sua firma que ainda havia um público a desejar um bom trabalho.
O seu mobiliário era feito á medida, sem intenção industrial, anunciando uma revolução estética, através da simplicidade, da qualidade dos materiais empregues, com materiais verdadeiros, da arte decorativa, da funcionalidade e no uso da técnica tradicional e exigência na construção. Com isto Morris criou peças com qualidade estética e sensibilidade de técnica.
Influências Modelo medieval: estilo gótico (medieval) e pelo grupo dos Pré-rafaelitas, do qual fazia parte. Pelos artesãos medievais, pela sua aplicação e orgulho no trabalho efectuado. Pelas formas decorativas existentes (medievais e orientais), aplicando-as contudo com mais simplicidade. Modelo rústico: Uso de materiais locais e métodos tradicionais de construção simples. Influencia das casas de campo, formas simple e sem ornamentação. Revitalização dos móveis campestres tradicionais. Natureza: Naturalismo, plantas, aves e outros animais. Culturas Orientais: Japão, elementos místicos e cultura persa. Apesar de as intenções de Morris não se terem concretizado, no final do século XIX, a ideia de uma arte para todos já se tinha generalizado.
William Morris acreditava no artesanato como uma arte superior, chegando a afirmar que um artesão era tão importante quanto um advogado. Os artesãos que trabalhavam para ele tinham condições de trabalho ideais, de descanso, de tempo de execução para alcançar a qualidade e satisfação, que contrastavam com a exploração humana a que as indústrias inglesas submetiam os trabalhadores.

Contrariamente ao seu sonho (defensor de produzir uma arte para todos através dos produtos do quotidiano e da liberdade de se poder usufruir dela), os produtos artesanais tinham tanta qualidade e tinham processos tão difíceis de execução que atingiam preços muito acima das condições sociais, estando apenas ao alcance de gente abastada. Embora fosse contra o que a indústria trazia de mau segundo as suas perspectivas, deparou-se com o que a indústria trazia também de bom, a produção em massa e de baixo custo. Não parecia natural o enorme aumento da produtividade ter um aumento tão fraco de prosperidade.
Estava agora mais claro que na verdade a máquina nunca, de modo algum, tinha sido inventada com intenção de poupar trabalho, ou seja, roubar a mão-de-obra do homem, foi na realidade inventada para poupar os custos do trabalho e não o trabalho em si. Custos esses que poderiam ser aproveitados mais tarde.
William passou a ver que deixando o ódio pela maquinaria de parte e usando a máquina correctamente a seu favor iria fazer a carga de trabalho pesado necessário muito mais leve, e que os homens teriam mais tempo de lazer do que já alguma vez tinham tido, vocacionando-os então para um trabalho mais prazeroso.
Quando Morris se apercebe disto e que apenas servia uma minoria rica, vai então colocar de lado a sua revolta, começa a ganhar e a tornar-se activo na defesa dos trabalhadores, do “bom design” e acessibilidade de poder de compra.
Estes “artesãos” vão reconciliar-se com a máquina, e em vez de a olharem como “monstro”, vão servir-se dela para a produção dos seus objectos, bem como das revistas e publicações e criação e difusão de estabelecimentos comerciais. O artesanato torna-se, em certa medida, a alternativa aos problemas da produção industrial, e desenvolvem-se áreas como a cerâmica, vidros, metais, talha, carpintaria, azulejaria, artes gráficas, etc; contribuindo para isto alunos e seguidores de Morris. Neste sentido, os seus seguidores vão-se afastando gradualmente dos modelos medievais e vão encarar os objectos com maior simplicidade

“E, em primeiro lugar, o facto de que há “revivalismos” mostra que artes têm sido referidas como doentes, a caminho da morte. Em todas essas mudanças as primeiras novas não aparecem até que haja pouco ou nenhuma vida no anitigo, ainda assim o antigo, continua a viver em corrupção, e recusa-se a ser silenciado(…).” “Nenhum sentido geral de arte é existente o que forçaria à criação de um sentimento por arte que por sua vez nos forçaria a retomar ligações com a tradição que deixámos, e uma vez mais produzir genuínas obras orgânicas de arte. Tal arte que temos não é o trabalho de uma massa de artesãos inconscientes de qualquer estilo (…); consciente, em vez do desejo de produzir uma peça de trabalho honrável do que de qualquer objectivo no sentido de beleza positivo. Essa é a força da matriz essencial para a arte em épocas passadas (…).” “É esta consciente cultivação de arte e tentativa de atender ao interesse público (…) chamando especial atenção para o que é o lado mais importante da arte, a decoração de utilitários fornecendo-lhes genuíno acabamento artístico em vez de acabamento comercial.” O objectivo de aplicar arte a artigos de utilidade é duplo: primeiro para acrescentar beleza ao trabalho do homem que de outro modo padeceria dela, e segundo, para adicionar prazer ao esforço e trabalho que por sua vez seria doloroso. As artes aplicadas são um meio de remar contra a maré de degradação humana.





Red House (casa vermelha) 1856.
-Por philipe webb para william morris.
-Convergência entre as artes e a sua
colaboração tal como a sua funcionalidade
interna.

Objectivo de aplicar arte aos artigos de utilidade, tem duas funções:
-Acrescentar beleza ao trabalho do homem.
-Adicionar prazer ao esforço que era doloroso
-Tinha como principios:
-A simplicidade.
-A influência dos revivalismos(sobretudo góticos).
-Referências tradicionais.


Levou a fundação da morris, marshal & faulkner,co.
-Pretendia mostrar que era possivel produzir
objectos necessários sem a intervenção da
máquina,(como exemplo a red house).
-Provou que havia público a desejar um bom
trabalho.
-Mobiliário feito á medida.
-Sem intenção industria.
-Revolução estética através da simplicidade.
-Utilização de materiais verdadeiros(mais
qualidade e estatuto).
-Peças com qualidade estética e sensibilidade de
técnica.


-Culturas orientais, japão e elementos místicos
persas.

Acreditava no artesanato como uma arte superior.
-Dava boas condições aos artesãos que
trabalhavam com ele.

Contrariadade ao seu sonho de produzir uma
arte para todos.
-Ganha noção do que a industria traz de
bom(baixo custo).
-Percebe o sentido da invenção da máquina.


-Põe o odio de lado a mesma e percebe que
podia usar a máquina a seu favor.
-Começa então a lutar pelos direitos dos
trabalhadores e do bom design.
-Faz com que o os artesãos se reconcilem com a
máquina e se sirvam dela da maneira mais
correcta.

Percebe a problemática da industrialização, recorre ao artesanato como sendo a resposta e descobre que nenhum deles funciona bem sem o outro.

Com este trabalho pretendemos mostrar a preocupação que william morris manifesta na concepção de uma arte para o povo aplicada aos objectos do quotidiano, num tempo em que as exigências da industria fizeram desaparecer o artesão, em contraposição ao produzido por fabricantes sem especialidade nem sensibilidade de criação.
Inicio da primeira Exposição Mundial de 1851, no Hyde Park, em Inglaterra de produtos manufacturados.

Inglaterra convida 40 países para desfrutarem da:
-Industria.
-As ciências.
-O governo.
-E as instituições do país

Durante 6 meses foi visitada por mais de 6milhoes de pessoas.


Foi a primeira amostra mundial da industrialização.

Exibiu produtos naturais trazidos do Novo Mundo, de produção artesanal e industrial.

Contribuiu e foi manifestação do rápido desenvolvimento dos novos sistemas e tecnologias de construção.

Considerada a se da sociedade industrial

Exposicao dividida em 4 partes:

-materiais em bruto.
-maquinarias.
-produtos manufacturados.
-artes plásticas

Inovou vários aspectos da sociedade:

-A arte.
-O desenvolvimento do design.
-O comércio.
-A partir da manufactura de objectos do
quotidiano em massa.

Veio a afirmar a Inglaterra como uma potência em relação aos outros países

Produtos produzidos com:

Desorientacao estetica
Incoenrencia
Falta de sensibilidade artistica

Fabricantes pouco sensiveis na sua criacao e sem especialidade.

Limitavam se a copiar objectos ja existentes ricos em tecnica
artistica como arma de promocao social.

Falhas tecnicas

Pouco rigor.

Povo ignorante a estas falhas e a propria arte em si.

Baixa qualidade na arte originou a manifestacoes contra o sistema de producao da epoca.

John Ruskin, sociólogo e crítico de arte

Critica como esta a ser levada a producão de produtos industrais.

Condicões dos trabalhadores:
carga horária excessiva e as proprias condicões de trabalho

Opôs-se à máquina associada aos valores éticos e morais que a indústria parecia estar a implicar


Tal como Ruskin, Morris rejeitava o industrialismo

capitalismo degrada o ser humano

inferioriza os artesãos e os seus ofícios, perícia

Tornou-se socialista porque sentiu que a não ser que as condições de trabalho mudassem, a sua ideia de extensão de Arte em todos os aspectos da vida era impossível

Beleza era um sintoma de trabalho feliz Feiura era um sintoma de infelicidade
“Arte pela Arte”
traduz-se para
“Arte pela vida”

Os seus ideais de arte iriam leva-lo a um conflicto com a realidade social da altura.

A sua afirmação como socialista tirou-lhe o prestigio social tal como a Ruskin


A sua teoria – “arte como funcao para a vida”


Beleza como bem essencial para uma vida saudável.

Sem trabalho criativo e dignificado, os trabalhadores desligam-se da vida

Paralelo a estes conflictos, deu-se entao o movimento
Arts and Crafts

Movimento de reforma social e artística, que teve origem em Inglaterra na segunda metade do século XIX.

Surge como um movimento de
valorização

do trabalho e capacidade do

artesão
, face a euforia industrial.


-Valorização do artesanato

- Simplicidade e funcionalidade dos objectos

- Honestidade na decoração de acordo com a utilidade

-Inspiração em modelos medievais e
orientais

-Aplicação de métodos de construção
tradicionais.

- Perfeição e profundo conhecimento dos
materiais e das técnicas (encontrados no artesão)


William Morris aliado a estes valores vai por em prática as ideias do seu mentor e amigo Ruskin

Propunha o
respeito pelas necessidades humanas de trabalho e um ambiente decente
e equilibrado.

Atenção particular aos edifícios vulgares
reflectiam a hipocrisia burguesa desvalorização do artista - artesão.

-Renovação da arquitectura: construções
funcionais, uso da ornamentação como
enriquecimento da construção.

-Utilização de materiais e técnicas
tradicionais, característicos da região(valor da cultura)

-Novas propostas urbanísticas: faz-se a
junção de teorias opostas: “o campo
na cidade” e a “cidade no campo”.

cidade-jardim.
Com este trabalho pretendemos mostrar a preocupação que william morris (24/03/1834-03/09/1896, Londres,Reino Unido) manifesta na concepção de uma arte para o povo aplicada aos objectos do quotidiano, num tempo em que as exigências da industria fizeram desaparecer o artesão, em contraposição ao produzido por fabricantes sem especialidade nem sensibilidade de criação.
Ao que respondemos com recurso a….










Com este trabalho pretendemos mostrar a preocupação que william morris (24/03/1834-03/09/1896, Londres,Reino Unido) manifesta na concepção de uma arte para o povo aplicada aos objectos do quotidiano, num tempo em que as exigências da industria fizeram desaparecer o artesão, em contraposição ao produzido por fabricantes sem especialidade nem sensibilidade de criação.
Ao que respondemos com recurso a….
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