Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Conflito Palestina x Israel

No description
by

Gabriela dos Santos

on 3 December 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Conflito Palestina x Israel

Conflito Palestina vs Israel
Como tudo começou ?
Cronologia de acontecimentos...
1948-1949 - I Guerra Árabe - Isrealenses
1956 - Conflito de Suez
1964 - Criação da OLP
1967 - Guerra dos seis dias
1973 - Guerra do Yom Kippur
1979 - Acordos de Camp David
1980 - Milícias Armadas
1987 - 1ª Intifada
1993 - Acordos de Osto
1995 - Assassinato de Rabin
2000 - 2ª Intifada
2005 - Presidência da Palestina
2006 - Disputas entre Hamas e Fatah
2007 - Bloqueio Comercial
2009 - Benjamin Netanyahu
2010 - Eleições Palestinas
2011 - Diferencias Politicas
2012 - "Estado Observador Não Membro da ONU"
2013 - Governo de coalizão
Conclusão
A solução do conflito na Palestina é uma das pérolas mais buscadas pelos analistas internacionais. No entanto a rivalidade entre Israelenses e Palestinos ultrapassa qualquer tipo de fronteira, pois não envolve somente questões religiosas, mas também ocupações territoriais, sinônimo de poder .
Instrutor Maj. Botelho

Al. Of. Gabriela dos Santos
Al. Of. Ricardo Nicoloso
Os conflitos na Palestina iniciaram em tempos remotos, aproximadamente 70 d.C., quando os Judeus resolveram realizar uma insurreição contra o estado romano, contudo não obtiveram êxito e acabaram por ser expulsos.
Em meados do ano de 132 d.C., reinicia-se a tentativa dos judeus em recuperar suas terras, através da
Batalha de Barcoquebas
, que também restou infrutífera.
No entando os Judeus não deixaram a região da Palestina por completo, o que ocorreu foi a redução do contingente, o qual passou a viver de forma bem modesta.
Em meados do ano de 1517 a Palestina estava sob o poder do Império Turco-Otomano, pois houve a queda do Império Romano e as terras foram passando de propriedade, de acordo com quem as conquistava.
Mas os conflitos entres estes povos, que têm a mesma origem etnica, aumentaram no final do século XIX, quando o povo judeu, cansado do exílio, passou a expressar o desejo de voltar para a sua antiga pátria que era habitada em grande parte pelos palestinos, embora estivesse sobre o domínio dos otamanos.


Os judeus iniciam o retorno à terra de seus antepassados e com a influênciados por Theodoro Herzl: fundador do Sionismo, que tinha por objetivo (baseado no Nacionalismo Alemão) de estabelecer um estado judeu na região da Palestina, buscava uma solução estadista para a questão judaica. O Sionismo foi estimulado pela Declaração de Balfour, uma iniciativa britânica, que dá aos judeus aquilo que até então eles não tinham, direitos políticos próprios de um povo.
Com a queda do Império Otomano, a Inglaterra transforma a região em colônia britânica, instituindo um protetorado - apoio dado por uma nação a outra menos poderosa - na região pleiteada tanto por palestinos quanto por israelenses, o qual se estendeu de 1918 até 1939, pois a Inglaterra não teve tempo de gerenciar a questão, uma vez que iniciara-se a 2ª Guerra mundial a qual resultou em massacre de mais de
6 milhões de judeus (holocausto).
Depois do
iníco da Segunda Guerra Mundial
, com a perseguição do Nazismo aos judeus, os problemas agravaram-se, então mais que nunca eles desejavam retornar à Palestina, há muito tempo consagrada como um território árabe.
1948-1949: I Guerra Árabe- Israelense
Egito, Síria, Líbano, Iraque e Transjordânia (actual Jordânia) atacaram Israel. A vitória de Israel ampliou os seus territórios, juntando Jerusalém Ocidental e novas áreas no centro, nordeste e sudoeste. A Transjordânia conquistou a Cisjordânia e o Egito, a Faixa de Gaza.

Destaca-se nesse conflito o aumento do território de Israel e a expulsão de quase um milhão de palestinos das terras conquistadas, originando a chamada QUESTÃO PALESTINA, luta pela recuperação territorial.
1956 - Conflito de Suez
Insatisfeito com a presença estrangeira o coronel Gamal Abdel Nasser, organizou um golpe que derrubou o governo do Rei Faruk (Egito) em 1952, com isso surgiram idéias de estatização das empresas e na limitação dos países estrangeiros na economia nacional.
Um golpe do Egito com apoio soviético a um território que estava, até então, sendo controlado pela Inglaterra. Entre as consequências da nacionalização feita pelo Egito, estava o bloqueio ao porto israelense (Eilat). O conflito estendeu-se mundialmente, ocorrendo a desaprovação Americana por receio de uma ação extremada da URSS, a qual ameçou Londres e Paris com ofensiva nuclear, então Israel recua e os soviéticos conquistam uma zona de influência no mundo árabe.
1964 - Criação da OLP
Organização para libertação da Palestina, liderada por Yasser Arafat.

Criada para defender a luta palestina no sentido da criação de um Estado autônomo. Nas fileiras da OLP, surgiu o Al Fatah, braço armado da organização que prega a luta armada e o terrorismo para destruir Israel. A OLP só foi reconhecida recentemente por Israel como representante dos interesses palestinos na questão territorial. Até então, quando havia negociações de paz, seus membros ingressavam em delegações de países árabes como Egito e Jordânia.
1967 - Guerra dos Seis Dias
Israel avançou e conquistou a coalizão árabe ocupando a Faixa de Gaza, as Colinas de Golã (Síria), Cisjordãnia, Jerusalém Oriental (Jordânia) e a Península do Sinai (Egito), onde meio milhão de palestinos são expulsos dos locais.
Israel iniciou o combate com 20.300km², sendo que cinco dias após já detinham 102.400km², restaram 18mil árabes mortos no conflito e 766 israelenses.
1973 - Guerra do Yom Kippur
1979 - Acordos de Camp David
Anuar Sadat, assume a presidência do Egito, decide afastar-se da União Soviética e estreita os laços com os Estados Unidos.
Mediado pelo presidente estadunidense Jimmy Carter, Egito e Israel selaram um acordo, colocando fim a embargos econômicos e sanções mútuas. Israel devolveu a Península do Sinai ao Egito que, por sua vez, reconheceu a representatividade do Estado de Israel. O Egito foi o primeiro país árabe a reconhecer o Estado de Israel, sendo considerado um traidor por algumas lideranças árabes, sendo assassinado em 1981.
1980 - Movimentos Armadas
Em meio à situação de pobreza da maioria palestina, das poucas perspetivas de um acordo de paz na região e do aliciamento de jovens através de valores religiosos, começaram a surgir milícias armadas, conhecidas no Ocidente como grupos terroristas, tais como Hamas e o Hezbolah.

Hamas
:
resistência islâmica de origem palestina
ideologia sunita
cunho filantrópico
1987 - 1ª Intifada
Manifestação palestina contra ocupação israelense, no campo de refugiaos no norte da Faixa de Gaza.
De forma não planejada, palestinos civis começaram a atacar soldados israelenses. Ocorreu o aumento da tensão nas fronteiras de Gaza e Cisjordânia, findando-se em 1993 pelo Acordo de Oslo.
1993 - Acordo de Oslo
O presidente estadunidense Bill Clinton estabeleceu a mediação do Acordo de Oslo entre Yasser Arafat (Palestina) e o primeiro-ministro de Israel, Itzhak Rabin.

Ficou estabelecido a criação de ANP (Autoridade Nacional Palestina) como organização política oficial da nação palestina e a gradual desocupação de Gaza e Cisjordânia.

Opuseram-se ao acordo facções palestinas hostis a Arafat, alegando que eram ínfimas as concessões israelenses frente ao desejo dos palestinos.
1995 - Rabin
Rabin foi assassinado por um extremista judeu, membro de uma organização paramilitar, em plena Praça dos Reis em Tel Aviv. A extrema direita assumiu o poder em Israel e não se compremeteu em desocupar as áreas onde está concentrada a população palestina.

Com a assunção do governo por Ehud Barak, aparentemente a paz estava próxima, com a proposta israelense em permitir a soberania compartilhada sobre Jerusalém (terra sagrada para ambos povos).

2000 - 2ª Intifada
Em 2000 Ariel Sharon, líder do partido conservador judeu, visitou a Esplanada das Mesquitas em Jerusalém, ato este rotulado como provocação aos árabes, dando início à Nova Intifada. Retornam os ataques terroristas e confrontos diretos entre palestinos e israelenses.
Novas invasões a terras palestinas são executadas por Israel, que inicia a construção de uma cerca na Cisjordânia para evitar novos atentados de homens bombas.
2006 - Disputas entre Hamas e Fatah
O Hamas venceu as eleições parlamentares da Palestina. ONU, UE, Estados Unidos e Israel não reconheceram tais eleições. Aumentaram as disputas internas entre Hamas e Fatah, que buscavam a formação de um Estado Palestino por caminhos distintos: o Hamas busca um Estado Religioso, empregando o uso da força e negando a presença judaica, enquanto o Fatah busca um Estado Laico e favorável ao diálogo com Israel.
2007 - Bloqueio Comercial
Bloqueio comercial por parte do Egito e Israel em relação á Gaza, com o intuito de reduzir o acesso do Hamas a suprimentos diversos, como armas, no entanto acabou reduzindo a qualidade de vida dos palestinos da região.
2009 - Benjamin Netanyhu
O direitista Benjamin Netanyahu , do partido conservador Likud, assumiu o cargo de primeiro-ministro de Israel. Iniciam-se os ataques as bases de treinamento e alvos do Hamas, contudo pessoas civis também estavam sendo mortas.

2010 - Eleições Palestinas
Expectativa das eleições palestinas, que novamente foram adiadas e, desta vez, por tempo indeterminado, em razão e divisões do fatah e boicotes do Hamas.

A tensão se instaura novamente quando Netanyahu, decreta a construção de 1.600 novas casas para judeus no setor oriental de Jerusalém.

ONU, Rússia, Estados Unidos e UE determinaram um prazo de dois anos para Israel desocupar a Cisjordânia.

Pouco depois, Israel atacou um comboio de navios turcos que carregava suprimentos de comida e remédios para Gaza, matando nove civis desarmados.

A ocupação judaica na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental é o maior impedimento para a celebração da paz.
2011 - Diferenças Políticas

Hamas e Fatah acenaram para um diálogo a fim de eliminar suas diferenças políticas e estratégicas. O fato desagradou ao governo israelense, que considera o Hamas terrorista, e que aumentaria o poder de negociação dos palestinos. Dias após o governo do Egito abre a fronteira com Gaza, permitindo a circulação de pessoas e mercadorias aliviando a pressão do bloqueio.

O presidente estadunidense Barack Obama pede aos palestinos e israelenses que façam concessão para criação do Estado Palestino. Afirmou ainda que, o cenário ideal seria o retorno às fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias.

O Premiê israelense Netanyahu se dispões a fazer "concessões dolorosas", mas diz que é inviável a volta às fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias e a divisão de Jerusalém.
2012 - " O Estado Observador Não Membro da ONU"
A palestina adquiriu o status de Estado Observador Não Membro da ONU, sem direito a voto na Assembleia Geral, mas em condições de participar das discussões da istituição.
Este ato não cria um Estado Palestino, apesar da tentativa frustada pois o Conselho de Segurança não apoiou o suficiente, apesar de quase 70% dos membros da Assembleia Geral da ONU reconhecerem a Palestina como um Estado.
2013 - Governo de coalizão
Eleições legislativas em Israel mantiveram a concentração do poder nas mãos do partido conservador likud.

Membros do Hamas e do Fatah estreitaram laços a fim de criar um governo de coalizão.
Israel
ISRAELENSES = JUDEUS
GENOCÍDIO – HOLOCAUSTO –
SEGUNDA GUERRA MUNDIAL – HITLER
CLASSE MÉDIA - “RICOS”

PALESTINOS = ÁRABES
POPULAÇÃO DE ORIGEM DA
PENINSULA ARÁBICA
ORIENTE MÉDIO –
MAIORIA MULÇUMANA - POBRES

Movimento de Restauração da Fé

Líder Theodor Herzl, resgatar a identidade
Segunda metade do século XIX:
Início do movimento sionista (sentimento judeu de retornar à pátria sagrada)
Grupos étnicos judeus de diferentes partes do mundo começaram a migrar para a região da Palestina, ainda sob o domínio do Império Turco Otomano.
Final da Primeira Guerra Mundial
:
queda do Império Turco Otomano e delimitação das fronteiras dos países a partir de interesses britânicos e franceses.

Final da Segunda Guerra Mundial
: nasce a Organização das Nações Unidas - ONU (1947) - é aprovada a criação do Estado de Israel, com a promessa de criação de um estado Palestino.
1948- Eclode o Plano Dalet, invasões sistemáticas praticadas pelos judeus à aldeias muçulmanas, expulsando em torno de 250 mil árabes do território.

- 1947 – criação do estado de Israel

- Fim da 2ª Guerra, ONU divide a Palestina em dois Estados: árabe e judeu.

- União Soviética e países árabes rejeitam a proposta.

- Para os judeus, Israel é o paraíso que tanto esperaram

- Para os árabes/palestinos, é uma grande injustiça que sua terra seja ocupada

Guerra da Independência de Israel (1948-1949)

Cinco países árabes contra os Judeus:
Egito
Síria
Líbano
Iraque
Transjordânia (atual Jordânia)


CSPM2014/2015
GEOPOLÍTICA
O povo escolhido.
As pessoas perseguidas.
Ofensiva dos países árabes derrotados na
Guerra dos Seis Dias
em uma tentativa de reaver os territórios perdidos. Israel venceu novamente. Em respostas, os países árabes membros da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) pressionaram os países centrais, elevando os preços do petróleo.
Frente a crise do petróleo, a solução brasileira foi a política ProÁlcool, com esse programa o país acelerou a produção de cana de açucar, tornndo-se o principal exportador de Etanol para o mundo
1979 - Acordos de Camp David
Hezbollah
:
partido de Deus
força islâmica xiita
suposto poder policial
Fatah
:
Movimento de Libertação Nacional da Palestina
essencialmente nacionalista e laico
organização política militar
reconciliação entre palestinos e israelenses
Coordenada principalmente pelo Hamas.
2004-2005 Presidência da Palestina

Morre
Yasser Arafat
, assumindo o seu lugar Mahmud Abbas, este membro do moderado Fatah. Inicia-se neste mesmo período a retirada dos assentamentos judeus da Faixa de Gaza.
Iniciam-se novas negociaçes com Israel, quando o
Hamas
ascende ao
poder palestino
(ato não reconhecido pela ONU, UE, EUA e Israel).

GRUPOS PALESTINOS
FATAH - HAMAS
FATAH
– 1959 Moderados Yasser Arafat (1929-2004) sucedido por Mahmoud Abbas
HAMAS
- 1987 Radicais defendem a total devolução dos territórios antigos palestinos
Eleições 2006 HAMAS com
maioria parlamento palestino
2007
cisão dos dois grupos
01/2013 - Netanyahu tem vitória apertada nas eleições israelenses.
2014 - Atualmente
Atualmente, Israel e a Faixa de Gaza intensificaram os conflitos nos meses de junho e julho. Devido a instabilidade política que cerca a região a anos, somados ao processo histórico conturbado, as divergências no Oriente Médio vem provocando inúmeros confrontos, resultando em morte e destruição.
Destaca-se ainda a potência militar do exército de Israel, o número de mortos palestinos é bem maior do que o de israelenses.
Full transcript