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CORRELAÇÃO CLINICOPATOLÓGICA

Prognóstico do câncer de boca e orofaringe: Avaliação dos casos de dois centros de referência de Alagoas.
by

PPSUS

on 4 June 2016

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Transcript of CORRELAÇÃO CLINICOPATOLÓGICA

LESÕES POTENCIALMENTE CANCERIZÁVEIS
CORRELAÇÃO CLINICOPATOLÓGICA
{ MUCOSA BUCAL }
{ LESÕES POTENCIALMENTE CANCERIZÁVEIS}
{ CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS BUCAL }
MUCOSA BUCAL
Membranas mucosas: Estruturas que revestem as cavidades úmidas do corpo, mantendo uma relação de continuidade com o revestimento externo.
MUCOSA
Fotomicrografia da mucosa bucal. Destaca-se o EPITÉLIO de revestimento (seta preta), que é do tipo pavimentoso estratificado, podendo ser queratinizado ou não queratinizado. Pode-se observar um número variável de camadas celulares, que sofrem transição morfológica e funcional desde as células cúbicas da base para as células superficiais mais achatadas. As células basais sofrem divisões mitóticas regulares dando origem a uma sucessão de células que são progressivamente deslocadas em direção a superfície livre. Durante a migração, as células passam por um processo de maturação e, a medida que se distanciam dos nutrientes fornecidos pelo tecido conjuntivo subjacente, sofrem descamação e são substituídas por células das camadas mais profundas.
EPITÉLIO
Fotomicrografia da mucosa bucal. Destaca-se a LÂMINA PRÓPRIA (seta preta), que é constituída de tecido conjuntivo fibroso de densidade e vascularização variadas. É composto por células e substâncias extracelulares e possui como funções o suporte estrutural e metabólico.
LÂMINA PRÓPRIA
(Leuco=branco; plakia=mancha) é definida pela Organização Mundial da Saúde como “uma placa ou mancha branca que não pode ser caracterizada clínica ou patologicamente como qualquer outra doença”. O termo é estritamente clínico e não implica uma alteração tecidual histopatológica específica. Clinicamente, pode ser delgada, espessa, granular e verruciforme.
LEUCOPLASIA
É definida como uma mancha vermelha que não pode ser clínica ou patologicamente diagnosticada como qualquer outra condição. Comumente, as eritroplasias apresentam displasia epitelial severa, carcinoma
in situ
ou carcinoma de células escamosas.
ERITROPLASIA
Anterior
Próximo
Tela Cheia
Reprodução Automática
Início
Aumentar
Diminuir
INFORMAÇÕES DE NAVEGAÇÃO
Lesão leucoplásica
Lesão leucoplásica
CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS BUCAL
Fotomicrografia da imagem clínica anterior, onde se observa áreas de invasão de células epiteliais malignas (atípicas) no tecido conjuntivo sob a forma de ilhas tumorais grandes (1). No tecido conjuntivo (2) observa-se leve Infiltrado inflamatório (3).
Coloração: HE x40
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - REVESTIMENTO
Imagens clínicas da mucosa bucal normal. Destaca-se a mucosa de revestimento, que representa a maior parte da mucosa bucal. À esquerda, observa-se a mucosa de revestimento do palato mole; À direita, observa-se a mucosa de revestimento do assoalho bucal.
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - REVESTIMENTO
Imagem clínica do vermelhão do lábio, que é revestido pela mucosa de transição, um tipo de mucosa de revestimento.
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - ESPECIALIZADA
AS PAPILAS GUSTATIVAS SÃO:
2.1 Filiformes
2.2
2.1
2.3
2.4
2.2 Fungiformes
2.3 Foliáceas
2.4 Circunvaladas
Refere-se a mucosa que recebe maior atrito durante a mastigação:
Gengiva inserida e palato duro.
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - ESPECIALIZADA
1.1 Camada Basal
1. Revestida por epitélio pavimentoso estratificado queratizado. Este, pode
ser ortoqueratinizado ou paraqueratinizado.
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - MASTIGATÓRIA
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - MASTIGATÓRIA
2. As projeções epiteliais
são alongadas - o que favorece
uma melhor adaptação às forças de pressão (mastigação).
1.2 Camada Espinhosa
1.3 Camada Córnea
CAMADAS
Refere-se a alterações displásicas limitadas principalmente à camada basal e parabasal.
Dorso da Língua
ATENÇÃO:
Devido ao constante atrito sofrido pelos tecidos bucais, este epitélio pode-se tornar queratinizado.
Revestida por epitélio pavimentoso estratificado
não queratinizado.
É constituído por uma camada basal
(1.1)
, uma camada intermediária
(1.2)
e uma camada superficial
(1.3)
.
Projeções epiteliais são curtas – permitem uma maior distenção.
Lâmina própria delgada.
1
1.1
1.2
1.3
2
3
1.1 Camada Basal
1. Revestida por epitélio pavimentoso estratificado queratizado. Este, pode
ser ortoqueratinizado ou paraqueratinizado.
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - MASTIGATÓRIA
2. As projeções epiteliais
são alongadas - o que favorece
uma melhor adaptação às forças de pressão (mastigação).
1.2 Camada Espinhosa
1.3 Camada Córnea
CAMADAS
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - ESPECIALIZADA
Dorso da Língua
Ilustração
5
3, 4
1, 2
9
8
Lesão eritroplásica
Lesão eritroleucoplásica
Lesão exofítica
Lesão exofítica
Lesão exofítica
Lesão endofítica
Lesão endofítica
Lesão endofítica
Lesão endofítica
Lesão endofítica
Vermelhão do lábio
Lesão de baixo grau
Histopatológico - Baixo grau
2
3
4
Lesão de alto grau
Histopatológico - Alto grau
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se observam células epiteliais malignas invadindo o tecido conjuntivo na forma de ilhas (1), pobre queratinização (2) e moderado infiltrado inflamatório (3).
Coloração HE, 40x.
1
3,4
2
2
Fotomicrografia da imagem clínica anterior, onde se observa áreas de invasão de células epiteliais malignas (atípicas) no tecido conjuntivo sob a forma de ninhos, cordões e lençóis (1). No tecido conjuntivo (2) observa-se moderado infiltrado inflamatório (3)

- Área leucoplásica (4)

- Área eritroplásica (5)
Representa uma lesão que exibe áreas esbranquiçadas e avermelhadas, que não pode ser clínica ou patologicamente diagnosticada como qualquer outra condição.
Alterações arquiteturais do epitélio displásico
1
ALTERAÇÕES DA ARQUITETURA

1. Estratificação epitelial irregular - as camadas do epitélio encontram-se alteradas, com perda da estratificação.
2. Perda de polaridade da camada basal - os núcleos das células da camada basal, que deveriam estar mais próximos à membrana basal, estão invertidos e voltados para os estratos mais superficiais do epitélio.
3. Projeções epiteliais em forma de gota - as projeções epiteliais apresentam uma área de constricção, assemelhando-se a uma gota.
4. Mitoses superficiais anormais - as mitoses, normalmente, estão limitadas à camada basal. Em casos de displasias, elas se encontram mais superficiais.
5. Presença de pérolas de queratina – intensa produção de queratina que se organiza de forma concêntrica em meio às células epiteliais displásicas.
3
1
2
4
5
Alterações citológicas e arquiteturais do epitélio displásico
5
3, 4
1, 2
9
As células e os seus núcleos podem estar com os tamanhos aumentados ou diminuídos.
1. Alteração do tamanho nuclear e celular
2. Pleomorfismo nuclear e celular
Alteração e variação na morfologia da célula e do núcleo das células.
3. Aumento da proporção núcleo / citoplasma
Devido um aumento dos tamanhos dos núcleos, essa proporção é alterada.
4. Núcleos aumentados de tamanho
5. Disceratose
Ceratinização prematura de células individuais.
6. Atividade mitótica aumentada
Número excessivo de mitoses.
7. Figuras de mitose atípicas
Figuras mitóticas morfologicamente alteradas.
8. Nucléolos numerosos e aumentados
Os nucléolos são fragmentos de DNA (vistos como pontos escuros) ligados principalmente, à coordenação do processo reprodutivo das células. Em casos de neoplasia maligna, observa-se no interior no núcleo nucléolos numerosos e evidentes nucléolos.
9. Hipercromasia
Os núcleos das células encontram-se fortemente corados.
Lesão potencialmente cancerizável comum no vermelhão do lábio inferior, que resulta de uma exposição progressiva excessiva à radiação ultravioleta. As alterações clínicas mais precoces incluem a atrofia da borda do vermelhão do lábio inferior e apagamento da zona que divide o vermelhão do lábio da porção cutânea. Posteriormente, observam-se áreas leucoplásicas e/ou eritroplásicas que podem progredir para áreas de ulcerações.
Alterações arquiteturais do epitélio displásico
1
ALTERAÇÕES DA ARQUITETURA

1. Estratificação epitelial irregular - as camadas do epitélio encontram-se alteradas, com perda da estratificação.
2. Perda de polaridade da camada basal - os núcleos das células da camada basal, que deveriam estar mais próximos à membrana basal, estão invertidos e voltados para os estratos mais superficiais do epitélio.
3. Projeções epiteliais em forma de gota - as projeções epiteliais apresentam uma área de constricção, assemelhando-se a uma gota.
4. Mitoses superficiais anormais - as mitoses, normalmente, estão limitadas à camada basal. Em casos de displasias, elas se encontram mais superficiais.
5. Presença de pérolas de queratina – intensa produção de queratina, que se organiza, de forma concêntrica, em meio às células epiteliais displásicas.

3
1
2
4
4
5
1 - HIPERQUERATOSE
Caracterizada pelo espessamento da camada de ceratina do epitélio de superfície. Pode ou não apresentar um espessamento da camada espinhosa (acantose).
8
1
3
2
Lesão eritroplásica
1
2
3
Lesão eritroleucoplásica
1
2, 3
4
5
Lesão exofítica
Lesão exofítica
Imagens clínicas da mucosa bucal normal. Destaca-se a mucosa mastigatória, que recebe maior atrito durante a mastigação. À esquerda, observa-se a mucosa mastigatória da gengiva; À direita, observa-se a mucosa mastigatória do palato duro.

TIPOS DE MUCOSA BUCAL - MASTIGATÓRIA
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - REVESTIMENTO
Leucoplasia
delgada,
lisa
Leucoplasia
espessa,
fissurada
Leucoplasia
verruciforme,
granular
1
2
3
3
4
Mucosa normal
Eritroleucoplasia
(leucoplasia mosqueada)
• Hiperceratose
• Acantose
• Linfócitos
(ocasionais)
• Hiperceratose
• Acantose
• Linfócitos
(ocasionais)
• Displasia
(leve/moderada)
• Hiperceratose irregular
(hiperceratose verruciforme)
• Cristas epiteliais bulbosas
• Linfócitos (em número moderado)
• Displasia (moderada/severa)
• Vasos congestos
• Pseudo-hifas de cândida
(talvez presentes)
• Hiperceratose irregular
• Cristas epiteliais bulbosas e com
alta densidade celular (à esquerda)
• Atrofia epiletal (à direita)
• Linfócitos (moderados a numerosos)
• Displasia severa (à esquerda)
• Carcicoma
in situ
(à direita)
(displasia da porção superior a inferior)
• Vasos congestos
4
5
2 - DISPLASIA LEVE
3 - DISPLASIA MODERADA
Indica alterações displásicas que estão presentes desde a camada basal até a porção média da camada espinhosa.
4 - DISPLASIA SEVERA
Demonstra alterações displásicas desde a camada basal até um nível acima da porção média do epitélio.
5 - CARCINOMA
IN SITU
Refere-se a alterações displásicas desde a camada basal até a superfície do epitélio.
Alterações citológicas do epitélio displásico
Fotomicrografia da imagem clínica anterior, onde se observa áreas de invasão de células epiteliais malignas (atípicas) no tecido conjuntivo sob a forma de lençóis e cordões (1). No tecido conjuntivo (2) observa-se severo infiltrado inflamatório (3).
Coloração HE x 40
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - REVESTIMENTO
ATENÇÃO:
Devido ao constante atrito sofrido pelos tecidos bucais, este epitélio pode-se tornar queratinizado (seta).
1
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Imagem ilustrativa (à esquerda) e imagem clínica (à direita) da mucosa bucal normal. Destaca-se a mucosa especializada do ventre lingual, que apresenta estruturas com uma sensibilidade especial denominadas papilas gustativas.
Fonte: Imagem clínica do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Imagem clínica característica de eritroplasia, na qual pode-se observar uma mancha eritematosa, localizada no lábio inferior, única, de contorno irregular, superfície lisa e formato irregular.
Imagem clínica característica de queilite actínica, na qual se observa atrofia do vermelhão do lábio inferior e áreas de placa esbranquiçada e mancha avermelhada, de contorno e formato irregulares.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta como múltiplas placas esbranquiçadas, localizadas na borda lateral da língua, de superfície rugosa e de contorno e formato irregulares.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta como uma lesão eritroplásica, localizada na região de palato duro e palato mole, de limites imprecisos, superfície lisa e de formato irregular.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta como um tumor (lesão exofítica) de coloração ora esbranquiçada ora avermelhada, localizada na região do palato duro e rebordo alveolar, de inserção séssil, de contorno, superfície e formato irregulares.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se destacam a elevação do epitélio neoplásico, formação de queratina superficialmente (1), invasão do tecido conjuntivo sob a forma de lençóis e ilhas com pobre queratinização no interior (2). No tecido conjuntivo observa-se moderado infiltrado inflamatório (3). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se destaca a invasão do tecido conjuntivo por ilhas com pobre queratinização (1); e no tecido conjuntivo observa-se moderado infiltrado inflamatório (2). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se observam ilhas invadindo o tecido conjuntivo (1), moderada formação pérolas de queratina (2) e moderado infiltrado inflamatório (3). Coloração HE, 40x.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como uma úlcera, encoberta por uma membrana de coloração amarelada/acastanhada, exibindo bordas elevadas e endurecidas de coloração avermelhada, localizada na região de rebordo alveolar e assoalho bucal, de limites nítidos e formato irregular.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se observam invasão do tecido conjuntivo sob a forma de ninhos (1) com pobre ceratinização (2) e leve infiltrado inflamatório (3). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se observa invasão das células epiteliais malignas sob a forma de cordões e ninhos com pobre ceratinização (1). No tecido conjuntivo destaca-se uma invasão suprajacente ás glândulas salivares (2). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se observam áreas de invasão de células epiteliais malignas no tecido conjuntivo sob a forma de lenções, ilhas e ninhos com pobre queratinização (1) e infiltrado inflamatório intenso (2). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia da imagem clínica ao lado na qual se observam áreas de invasão no tecido conjuntivo sob a forma de ilhas e ninhos com pobre queratinização (1) associadas a intenso infiltrado inflamatório (2). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração histológica (direita) da imagem clínica ao lado (lesão de baixo grau). Destacam-se invasão do tecido conjuntivo sob a forma de lençóis, cordões e ilhas com intensa ceratinização (1) e intenso infiltrado inflamatório (2). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração histológica (direita) da imagem clínica ao lado (lesão de alto grau). Observa-se invasão do tecido conjuntivo subjacente, além da pobre queratinização (1) e discreto infiltrado inflamatório (2). Coloração HE, 40x.
Fotomicrografia da mucosa bucal de revestimento. Destacam-se os estratos celulares do EPITÉLIO de revestimento (1 a 3), as suas projeções epiteliais (4) e a lâmina própria (5).
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração (direita) da mucosa bucal com hiperqueratose. No EPITÉLIO destacam-se o espessamento da camada de queratina (1.1) e aumento da quantidade de grânulos de querato-hialina na camada granulosa (1.2). Coloração HE, 100x.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração (direita) da mucosa bucal com displasia leve. Destacam-se alterações displásicas limitadas principalmente à camada basal e parabasal (2.1). Coloração HE, 100x.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração (direita) da mucosa bucal com displasia moderada. No EPITÉLIO destacam-se o espessamento da camada de queratina (3.1) e aumento da quantidade de grânulos de querato-hialina na camada granulosa (3.2), atipias mais altas (colchete) e projeções em gota (seta). Coloração HE, 100x.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração (direita) da mucosa bucal com displasia moderada. No EPITÉLIO destaca-se alterações arquiteturais e citológicas visualizadas a partir da camada basal até a porção média da camada espinhosa (colchete). Na LÁMINA PRÓPRIA destaca-se intenso infiltrado inflamátorio crônico (4.1). Coloração HE, 100x.
Fotomicrografia (esquerda) e ilustração (direita) da mucosa bucal com carcinoma in situ. No EPITÉLIO destacam-se atipia abrangendo toda a extensão do epitélio (colchete), projeções em gotas (seta) e perda da estratificação (colchete). Na LÂMINA PRÓPRIA observa-se infiltrado inflamatório crônico leve/moderado rico em linfócitos (5.1). Coloração HE, 100x.
Fotomicrografias da mucosa bucal com alterações citológicas do epitélio displásico. Coloração HE, 400x.
Ilustrações histológicas da mucosa bucal com alterações citológicas do epitélio displásico. Coloração HE, 400x.
Fotomicrografias da mucosa bucal com alterações citológicas e arquiteturais do epitélio displásico. Coloração HE, Primeira foto: 100x, demais fotos: 400x.
Fonte: Ilustrações de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fotomicrografia do carcinoma de células escamosas de apresentação clínica endofítica. Observa-se invasão do tecido conjuntivo em forma de lençóis com pobre queratinização (1) e escasso infiltrado inflamatório (2). Coloração HE, 40x.
Fonte: Imagens do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
8
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Imagem histológica na qual pode-se observar o epitélio de revestimento do lábio que é do tipo pavimentoso estratificado queratinizado. Na lâmina própria nota-se degeneração basofílica das fibras colágenas - elastose solar (seta preta).
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fotomicrografia da mucosa especializada bucal, que se encontra revestida por epitélio pavimentoso estratificado, apresentando poucas camadas de células, é paraqueratinizado e exibe projeções longas, afiladas e irregulares.
Imagem histológica da mucosa especializada bucal, que se encontra revestida por epitélio pavimentoso estratificado, apresentando poucas camadas de células, é paraqueratinizado e exibe projeções longas, afiladas e irregulares.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
ERITROLEUCOPLASIA
Imagem clínica característica de eritroleucoplasia, na qual pode-se observar áreas esbranquiçadas e avermelhadas, localizada na borda da língua, de contorno, superfície e formato irregulares.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
QUEILITE ACTÍNICA
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Ilustração de Karina May, baseada em : De Bouquol JE, Gnepp DR: Laryngeal precancer-a review of literature, commentary and comparison with oral leukoplakia. Head and Neck 13: 488-497,1991.
1.1
1.1
1.2
1.2
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
2.1
2.1
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
{
{
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
3.1
3.1
3.2
3.2
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
{
{
4.1
4.1
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
{
{
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
5.1
5.1
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
1
3
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como um tumor (lesão exofítica) de coloração predominantemente esbranquiçada, localizada no lábio inferior, de inserção séssil, de contorno superfície e formato irregulares.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
As células e os seus núcleos podem estar com os tamanhos aumentados ou diminuídos.
1. Alteração do tamanho nuclear e celular
2. Pleomorfismo nuclear e celular
Alteração e variação na morfologia da célula e do núcleo das células.
3. Aumento da proporção núcleo / citoplasma
Devido um aumento dos tamanhos dos núcleos, essa proporção é alterada.
4. Núcleos aumentados de tamanho
5. Disceratose
Ceratinização prematura de células individuais.
6. Atividade mitótica aumentada
Número excessivo de mitoses.
7. Figuras de mitose atípicas
Figuras mitóticas morfologicamente alteradas.
8. Nucléolos numerosos e aumentados
Os nucléolos são fragmentos de DNA (vistos como pontos escuros) ligados principalmente, à coordenação do processo reprodutivo das células. Em casos de neoplasia maligna, observa-se no interior no núcleo nucléolos numerosos e evidentes.
9. Hipercromasia
Os núcleos das células encontram-se fortemente corados.
Alterações citológicas do epitélio displásico
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como um tumor (lesão exofítica) de coloração predominantemente esbranquiçada, localizado na região de rebordo alveolar inferior estendendo-se para o assoalho bucal, de inserção séssil, de limites imprecisos, superfície e formato irregulares.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como um tumor (lesão exofítica) de coloração avermelhada, localizado na mucosa jugal, de inserção séssil, superfície lisa, de contorno e formato irregulares.
1
2
3
1
2
3
1
2
1
1,2
3
3
1, 2
2
1
2
1
1
2
1
2
Fonte: Ilustrações de Karina May, baseadas nas imagens histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
1
2
Fonte: Imagens do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustrações de Karina May, baseadas nas imagens histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta ora como uma placa esbranquiçada ora como uma mancha avermelhada (lesão eritroleucoplásica), localizada na borda da língua, de superfície, contorno e formato irregulares.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta como um tumor (lesão exofítica), de coloração avermelhada, localizada na região de palato mole e orofaringe, inserção séssil, superfície granulomatosa, de contorno e formato irregulares.
Fotomicrografia da imagem clínica anterior, onde se observa áreas de invasão de células epiteliais malignas (atípicas) no tecido conjuntivo sob a forma de lençóis (1) com presença de pérolas de queratina (2). No tecido conjuntivo observa-se discreto infiltrado inflamatório (3). Coloração HE, 100x.
2
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
1
Fotomicrografias (acima) e ilustrações histológicas (abaixo) das alterações determinantes para a gradação histológica do carcinoma de células escamosas de baixo grau (Bryne, 1998). Destacam-se: 1. Queratinização – evidente, 2. Pleomorfismo celular – leve a moderado , 3. Padrão de invasão – lençol ou ninhos grandes e 4. Infiltrado inflamatório – moderado a intenso. Coloração HE, 1-40x, 2-100x, 3-40x, 4-100x
Fotomicrografias (acima) e ilustrações histológicas (abaixo) das alterações determinantes para a gradação histológica do carcinoma de células escamosas de alto grau (Bryne, 1998). Destacam-se: 1. Queratinização – mínima, 2. Pleomorfismo celular – intenso, 3. Padrão de invasão – pequenos ninhos (setas) ou células isoladas, 4. Infiltrado inflamatório – ausente ou leve. Coloração HE, 1-40x, 2-100x, 3-40x, 4-100x.
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Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como uma úlcera, de coloração avermelhada, exibindo bordas elevadas e endurecidas, localizada na região de assoalho bucal, de contorno e formato irregulares.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como uma úlcera, encoberta por uma membrana de coloração amarelada, exibindo bordas elevadas e endurecidas de coloração avermelhada, localizada na região de borda de língua, de contorno e formato irregulares.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como uma úlcera, de coloração avermelhada, exibindo bordas discretamente elevadas e endurecidas, localizada na região de palato mole estendendo-se para orofaringe, de limites imprecisos e formato irregular.
Imagens clínicas de um carcinoma de células escamosas que se apresenta clinicamente como um nódulo, de inserção séssil, superfície ulcerada encoberta por uma crosta, de coloração acastanhada, localizada na região de vermelhão do lábio inferior, de limites nítidos e formato irregular.
Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas que se apresenta clinicamente como uma úlcera, de coloração avermelhada, bordas planas, superfície irregular, localizada na região de vermelhão do lábio inferior, de contorno e formato irregulares.
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Imagem clínica de um carcinoma de células escamosas, que se apresenta clinicamente como um tumor (lesão exofítica) de coloração ora esbranquiçado ora avermelhado, localizado na região de borda de língua, de inserção séssil, de limites imprecisos, de superfície e formato irregulares.
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APRESENTAÇÃO DO ATLAS
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagens do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustrações de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagens do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Vermelhão do lábio
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
CRÉDITOS

PROJETO: Prognóstico do câncer de boca e orofaringe: Avaliação dos casos de dois centros de referência de Alagoas.

Chamada PPSUS 02/2013
Processo número: 60030000713/2013

EQUIPE DE EXECUÇÃO
Sonia Maria Soares Ferreira – Pesquisadora Principal
Anna Carolina Omena Vasconcellos Le Campion
Áurea Valéria de Melo Franco
Camila Maria Beder Ribeiro
Dhayanna Rolemberg Gama Cabral
Fernanda Braga Peixoto
Karine Cássia Batista Lúcio e Silva
Laís Brandão Nobre
Stefânia Jerônimo Ferreira

REVISÃO TÉCNICA
Prof. Ricardo Luiz Cavalcanti de
Albuquerque Júnior - Doutor em Patologia Bucal

Ilustrações: Karina May

Projeto Gráfico: DAAZ Propaganda e Design

Desenvolvimento: www.lesterdesign.ca

MUCOSA
Ilustração histológica da mucosa bucal. Destaca-se o EPITÉLIO de revestimento (seta preta), que é do tipo pavimentoso estratificado, podendo ser queratinizado ou não queratinizado. Pode-se observar um número variável de camadas celulares, que sofrem transição morfológica e funcional desde as células cúbicas da base para as células superficiais mais achatadas. As células basais sofrem divisões mitóticas regulares dando origem a uma sucessão de células que são progressivamente deslocadas em direção a superfície livre. Durante a migração, as células passam por um processo de maturação e, a medida que se distanciam dos nutrientes fornecidos pelo tecido conjuntivo subjacente, sofrem descamação e são substituídas por células das camadas mais profundas.
EPITÉLIO
Ilustração histológica da mucosa bucal. Destaca-se a LÂMINA PRÓPRIA (seta preta), que é constituída de tecido conjuntivo fibroso de densidade e vascularização variadas. É composto por células e substâncias extracelulares e possui como funções o suporte estrutural e metabólico.
LÂMINA PRÓPRIA
TIPOS DE MUCOSA BUCAL - REVESTIMENTO
Imagem clínica da mucosa jugal que é um tipo de mucosa de revestimento.
Imagem histológica na qual pode-se observar o epitélio de revestimento, que é do tipo pavimentoso estratificado paraqueratinizado.
Fonte: Imagem do arquivo do Pam Salgadinho (Bloco I), Secretaria Municipal de Saúde, Maceió-AL.
Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Mucosa de revestimento - é constituída por epitélio do tipo pavimentoso estratificado não queratinizado que possui uma camada basal (1), uma camada intermediária (2) e uma camada superficial (3). As projeções epiteliais são curtas (4), o que permite a distensão e a lâmina própria é delgada (5)
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ATENÇÃO:
Devido ao constante atrito sofrido pelos tecidos bucais, este epitélio pode-se tornar queratinizado (seta).
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Ilustração histológica da mucosa bucal de revestimento. Destacam-se os estratos celulares do EPITÉLIO de revestimento (1 a 3), as suas projeções epiteliais (4) e a lâmina própria (5).
Mucosa de revestimento - é constituída por epitélio do tipo pavimentoso estratificado não queratinizado que possui uma camada basal (1), uma camada intermediária (2) e uma camada superficial (3). As projeções epiteliais são curtas (4), o que permite a distensão e a lâmina própria é delgada (5)
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Fonte: Imagem do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Fonte: Ilustração de Karina May, baseada na imagem histológica do arquivo do Laboratório de Patologia Oral do Centro Universitário Cesmac, Maceió-AL.
Imagem clínica característica de leucoplasia, na qual pode-se observar uma placa esbranquiçada localizada na região de transição entre o palato duro e mole, única, de limites imprecisos, formato irregular e superfície rugosa.
Fotomicrografia da mucosa bucal mastigatória (localização - gengiva). Destacam-se (setas) o EPITÉLIO (1) e as PROJEÇÕES EPITELIAIS (2).
Coloração HE, 40x.
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