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Montagem do Serviço de Fisioterapia

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by

Carla Tavares Sarmento

on 7 June 2016

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Transcript of Montagem do Serviço de Fisioterapia

Montagem do Serviço de Fisioterapia
Planejando o serviço
Tipo de serviço a ser desenvolvido
Necessidade da comunidade onde será inserido
A demanda
Comportamento do fluxo de pacientes em função da programação fisioterapêutica
EQUIPAMENTOS
MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA
ASPECTOS FÍSICOS
- Andar térreo e sem escadas

- Mudanças de níveis: rampas revestidas com material antiderrapante e corrimões laterais com angulação menor que 60 graus de inclinação

- Elevadores
Professora Renata Rebouças
Considerar...

O tipo de atendimento que será oferecido quanto a concentração de especialidades
A clientela que irá usufruir do serviço quanto a remuneração: particulares, convênios públicos e privados
Boas condições de trabalho
Equipamentos e materiais utilizados
Área destinada à implantação e ao funcionamento do serviço
Elaboração de um projeto de implantação e funcionamento
ESPECIFICAÇÕES
Aspecto físico
Equipamentos
Medidas de Biossegurança
- Boa iluminação

- Ventilação natural

- Altura – não inferior a 3 metros

- Circulação interna – fluxo de trânsito nos dois sentidos e passagem de equipamentos e cadeira de rodas
- Escolha da voltagem – 220V – melhor rendimento, economia de aparelho e material e menor custo de fornecimento.

- Fiação elétrica – compatível com a carga utilizada, medindo a amperagem e a quantidade de Watt de consumo de cada aparelho.

- Lembre-se – há sempre a possibilidade de expansão / Essa é a visão do empreendedor!!

- Oferecer o máximo de conforto, segurança, vantagens e facilidades.

- Som ambiente, sistema de interfonia, telefonia e circuito interno de TV.

- Decoração – alegre e suave, preferível cores neutras – transmite tranqüilidade e bem-estar.

BOXES
- Individuais – privacidade do atendimento

- Possibilitar o deslocamento de 360 graus ao redor da maca

- Recomenda-se – mínimo de 4 metros devido a presença de equipamentos e aparelhos
O tamanho pode variar mas, esses são elementos mínimos para o funcionamento, seja uma clínica ou um setor dentro de um hospital.

Sala de espera e recepção
Sala de coordenação técnica ou chefia
Setor de procedimentos
Vestiários e sanitários
Depósito de materiais
Sala de arquivos
Se o seu serviço for ligado ao ensino deve ser previsto também:

Sala para reunião de professores
Sala para reunião de alunos
Sala de orientação de trabalho de conclusão de curso
Auditório/sala de conferência
- Setor de Hidroterapia: prever fornecimento de água (encanamentos, reservatório), aquecimento (caldeira a gás, energia elétrica, solar), proximidade de vestiário, ducha, lavatório;

- Setor de Parafina: prever o modelo do aparelho, tipo de piso, pintura da parede, instalação elétrica.

DIVISÃO POR SETORES
- Setor de Eletrotermofototerapia: prever a instalação elétrica que suporte a intensidade do consumo em Watts e a amperagem dos fios e disjuntores, fio terra;

- Ginásio Terapêutico: compreendendo os setores de mecano e cinesioterapia.

- Quantidade suficiente para suprir a demanda

- Distribuídos racionalmente pelo ambiente

- Possuir seguro com cobertura total

Oferecer as seguintes vantagens:

1 – Boa qualidade e procedência
2 – Garantia de manutenção de fábrica
3 – Facilidades nos reparos e manutenção (evitar demora)
4 – Leves para facilitar o transportes, porém seguros
5 – Facilidade de translado – carrinhos, rodas auxiliares, gabinetes, maletas
6 – Fácil manuseio
7 – Registro fiel de dosagem, intensidade e tempo
8 – Máxima segurança ao paciente e operados
9 – Ideal para voltagem – bivolt
Equipamentos médico-hospitalares – conjunto de aparelhos, máquinas e acessórios que compõe uma unidade assistencial.

Classificação:
1. Equipamentos médico-assistenciais
2 Equipamentos de apoio
3. Equipamentos de infra-estrutura
4. Equipamentos gerais
AVALIAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

Para avaliação das necessidades dos equipamentos o Ministério da Saúde criou um critério que leva em consideração sua importância para o tipo de assistência que se pretende oferecer:

Classe A – INDISPENSÁVEL
Classe B – NECESSÁRIO
Classe C - RECOMENDÁVEL

AVALIAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

Os ambientes que não possuem a totalidade de equipamentos da classe A não estão aptos a operar;

Os equipamentos da classe B devem ser 70% com distribuição uniforme;

Os equipamentos da classe C devem ser 30% com distribuição uniforme.
Setor de Termoterapia QTD Classificação
_______________________________________________________________
Bolsa térmica 1 B
Forno de Bier 1 A
Infravermelho 1 A
Ultravioleta 1 A
Ondas Curtas 1 A
Ultra-som 1 A
Banho de Parafina 1 A
Microondas 1 A
Maca 1 B
Escada 2 degraus 1 B
Cadeira 4 B
Cesto de lixo 1 C
Quadro de avisos 1 C

DIMENSIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS POR AMBIENTE
Setor de Eletroterapia Qtd Classificação
_____________________________________________________________________________

Corrente Galvânica e farádica 1 A
Aparelho gerador de corrente de 1 A
Média e baixa freqüência
Mesa p/ exame 1 B
Escada de 2 degraus 1 B
Mesa p/ equipamentos 1 B
Cadeira 1 C
Cesto para papéis 1 C

Setor de Cinesioterapia QTD Classificação
________________________________________________________
Tração cervical 1 A
Polias 1 A
Escada de ombro 1 A
Roda de ombro 1 A
Jogo de Halteres 1 A
Muletas canadenses 1 B
Muletas Axilares 1 B
Barras paralelas 1 A
Dinamômetro 1 A
Bicicleta Ergométrica 1 B
Jogo de bolas suiças 1 A
Tatame 1 C
Nebulizador 1 C


Prevenir a exposição da pele ou mucosas quando esteja previsto contato com sangue ou líquido de qualquer paciente.

Todos os pacientes são potencialmente infectados por HIV, hepatite B e outros patógenos veiculados pelo sangue e outros líquidos corpóreos.


O profissional deverá lavá-las:
1 – Quando entra no serviço
2 – Quando estiverem sujas
3 – Após o atendimento de cada paciente
4 – Antes de tocar o rosto e a boca do paciente
5 – Após ir ao toalete
6 – Após sair de áreas de isolamento
7 – Após mexer em curativos, escarradeiras, urinóis sujos, cateteres, comadres ou papagaios
8 – Após o término do serviço

Deve-se utilizar:

Sabão, detergente ou produto químico antimicrobiano.

MÁSCARA:
Oferece proteção para a boca e o nariz.
Deve ser usada:
1 – Procedimentos que possam gerar respingos de sangue e líquidos
2 – Avaliação de pacientes em enfermarias
3 – Execução de técnicas com contato físico
4 – Fisioterapia respiratória
5 – UTI
6 – Isolamento
LUVAS:
Deve ser trocada após cada paciente.
Usá-las:
1 – Ao tocar sangue, líquidos e mucosas
2 – Pele não intacta
3 – Contato físico com o paciente
4 – Avaliação – exame físico
5 – Manipulação de equipamentos esterilizados

ÓCULOS:
Devem ser colocados quando manipulamos pacientes portadores de HIV e hepatite B.

CAPOTE:
Usados em isolamento e pacientes com doenças infecto-contagiosas.

GORRO:
Isolamentos e UTIs.
RISCO DE TRANSMISSÃO OCUPACIONAL

Mulheres Grávidas – familiarizar-se com as precauções e utilizá-las.

Evitar contato com portadores de infecções por citomegalovírus, toxoplasmose e rubéola em qualquer idade gestacional.
Aqueles que tiverem com lesões exudativas ou dermatites devem evitar contato direto com os pacientes ou manusear instrumentos até que o problema seja resolvido.

Em caso de picada acidental com agulha ou de lesão perfurantes com objeto contaminado com qualquer líquido corporal de paciente, deve-se:
1 – Comunicar o CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar);
2 – Lavar o local ferido com sabão antimicrobiano;
3 – Seguir o protocolo de acompanhamento.

AMBULATÓRIO:

PISO - limpar com hipoclorito de sódio com 0,5% de cloro ativo, bem como mesas e cadeiras.
- De 15 em 15 dias o piso deve ser lavado.

MACAS – lençóis descartáveis após o uso de cada paciente, limpar com hipoclorito de sódio ao final do turno.
Manipulação, esterilização de materiais e áreas físicas
MÁSCARAS DE NEBULIZAÇÃO:
Lavadas em água corrente e deixar em descanso em solução bacteriostática por 30 minutos e depois lavar com água corrente e sabão.

ESCARRADEIRAS:
Lavadas em em água corrente e deixar em descanso em solução desinfetante contendo formaldeído, glioxal, glutaraldeído e cloreto de alquil-dimetil-benzil-amônio por 30 minutos e depois lavar com água corrente e sabão.
TÉCNICAS DE DESINFECÇÃO

Hipoclorito de sódio a 1%: colocar o instrumento de molho totalmente submerso por 30 minutos.

Solução degermante - polivinilpirrolidona (iodo): solução para lavagem anti-séptica das mãos antes e após os procedimentos de risco.

Esterilização química - glutaraldeído: colocar o instrumento de molho durante 8 horas e posteriormente no hipoclorito por mais 30 minutos.

Esterilização em estufa e esterilização em autoclave: indicada para esterilização de materiais de vidro e metal.
Outras soluções:

Álcool a 70%: indicado para esterilização de estetoscópios, laringoscópios e instrumentos que não possam ser submetidos aos demais modos de esterilização.

Fenol sintético: usado em pisos, paredes, macas e equipamentos, devendo ser diluídos 30ml em 1L de água. Para desinfecção de superfícies, passar no local, retirar o excesso e deixar secar sem enxaguar por 10 min. Para equipamentos, passar com pano e deixar secar por 30 min, após o tempo, lavar abundantemente em água estéril ou soro fisiológico.
Normas de Seguranças para Visitantes:

Não permitir que os acompanhantes fumem próximo aos pacientes
Não permitir que os acompanhantes permaneçam nos corredores de acesso do serviço obstruindo a passagem
Não permitir que o acompanhante se sente ou deite na maca do paciente
Paramentação
Uma clínica de fisioterapia somente poderá funcionar através de profissional devidamente habilitado, com formação acadêmica superior, habilitado à construção do diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais (diagnóstico cinesiológico funcional), a prescrição das condutas fisioterapêuticas, a sua ordenação e indução no paciente bem como, o acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e as condições para alta do serviço. esta atividade está regulamentada pelo decreto-lei 938/69, lei 6.316/75, resoluções do coffito,
decreto 9.640/84, lei 8.856/94.
As clínicas de Fisioterapia deverão ser mantidas nas mais perfeitas condições de ordem e higiene, inclusive no que se refere ao pessoal e ao material. o centro de vigilância sanitária da secretaria de estado da saúde estabelece, entre outras coisas, as instalações mínimas necessárias para o funcionamento de uma clínica de Fisioterapia, que são:

I – sanitários para funcionários, separados por sexo;
ii – vestiário com armários individuais (quando for necessária troca de roupas dos funcionários ou pacientes);
iii – lavatórios exclusivos e em posição estratégica para que os funcionários façam a higienização das mãos;
IV – sanitários para público (pacientes), separados por sexo;
iv – todas as áreas e instalações deverão estar revestidas de material
liso, impermeável, de cores claras, de fácil higienização (piso,
paredes, forros e tetos, portas e janelas);
v – ambiente com iluminação uniforme, boa ventilação.

Para maiores informações, consulte o centro de vigilância Sanitária da Secretaria de Estado e da Saúde:
http://cvs.saude.sp.gov.br.
FIM
1. Precauções para o profissional da área da saúde
2. Risco de transmissão ocupacional
3. Manipulação, esterelização de materiais e áreas físicas
4. Normas de segurança do visitante
LAVAGEM DAS MÃOS
É essencial para a prevenção e controle de infecção hospitalar.
Precauções para o profissional da saúde
Referências do SEBRAE

http://www.sebraesp.com.br/arquivos_site/biblioteca/ComeceCerto/Clinica_fisioterapia.pdf

http://201.2.114.147/bds/BDS.nsf/4EC1D750CE70C20B832578A3004B6E21/$File/Clinica%20de%20fisioterapia.pdf

https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&ik=16aa9a512c&view=att&th=140638ab6a9939c5&attid=0.11&disp=inline&realattid=f_hk5i8ag610&safe=1&zw&saduie=AG9B_P_6bEnrm9qKcxLGduQLPfIK&sadet=1380224390428&sads=2xOfccxQX0Kt4r2N-aVmsXcnw2Q&sadssc=1
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