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ESS 2016 - HEMORRAGIAS

AULA SGT GROSSI
by

gliceu grossi

on 17 September 2016

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Transcript of ESS 2016 - HEMORRAGIAS

Hemorragias e Estado de Choque [2t PM Grossi - SOp/12GB]
É o extravasamento de sangue dos vasos sangüíneos através de ruptura nas suas paredes.
O sangue – plasma, eritrócitos, leucócitos e plaquetas;

Eritrócitos – glóbulos vermelhos (hemoglobina)

Leucócitos – glóbulos brancos (proteção)

Plaquetas - formadas na medula óssea - coagulação sanguínea
O sistema vital
SINAIS E SINTOMAS
Transporte dos gases: oxigênio e gás carbônico através da ligação com a hemoglobina;

Nutrição: transporte de nutrientes através do plasma;

Excreção: de substâncias nocivas ao organismo;

Proteção: através dos glóbulos brancos;

Regulação: distribuição de água e eletrólitos para os tecidos;

Temperatura: controle de temperatura corporal.
Sudorese
Palidez
Agitação
Diminuição da temperatura
Fraqueza
Taquicardia (pulso rápido e fraco)
Hipotensão (baixa pressão arterial)
Sede
Funções do Sangue
Vasoconstrição;
Mecanismo de reflexo que permite a contração do vaso sanguíneo lesado diminuindo a perda sangüínea.

Coagulação
Mecanismo de aglutinação de plaquetas no local onde ocorreu o rompimento do vaso sanguíneo
HEMOSTASIA – MECANISMOS CORPORAIS
Hemorragias internas.

O sangue extravasa para o interior do próprio corpo, dentro dos tecidos ou cavidades naturais.

Exemplos: Trauma contuso, ruptura ou laceração de órgãos de tórax e abdômen, hemorragia de músculo ao redor de partes moles.
INTERNAS
Hemorragia externas

Visível porque extravasa para o meio ambiente.

Exemplos: Ferimentos em geral, hemorragia das fraturas expostas.
EXTERNAS
Reconhecimento:

>
Saída de sangue através de ferimentos abertos;
>
Presença de sangue nas vestes;
>
Presença de sangue no local onde a vítima se encontra.
Compressão direta sobre a lesão.
ACESSÓRIOS E TÉCNICAS DE HEMOSTASIA
Compressas de gaze estéril;

Bandagem triangular;

Atadura de crepe
Elevação
Técnicas de compressão de pontos arteriais.
Torniquete
Nunca soltar o torniquete até chegar ao hospital;
O torniquete priva o tecido de oxigênio e comprime nervos;
Usado como último recurso;
Não aplicar torniquete em articulações.
O que é hemorragia?
Acessórios e técnicas de Hemostasia
Estado de Choque?
Ferimentos?
Estado de Choque:
Conjunto de alterações orgânicas;
Inadequada perfusão.
Neurogênico
Cardiogênico
Anafilático

Resulta de
uma reação de sensibilidade a algo a que o paciente é extremamente alérgico
; como picada de inseto (abelhas, vespas), medicação, alimentos, inalantes ambientais, etc;

Liberação de
histamina
[é amina biogênica vasodilatadora envolvida em processos bioquímicos de respostas imunológicas]
Séptico

Numa infecção severa,
toxinas são liberadas na circulação, provocando dilatação dos vasos
sangüíneos e conseqüente aumento da capacidade do sistema circulatório.
Hipovolêmico
[Tipo mais comum de choque que o socorrista vai encontrar no atendimento pré-hospitalar]


Sua característica básica é a
diminuição acentuada do volume
de sangue.
Causado por
falha no sistema nervoso em controlar o diâmetro dos vasos,

em conseqüência de lesão na medula espinhal,
interrompendo a comunicação entre o cérebro e os vasos sangüíneos.


Sinais:
diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, e pele rosada.
Decorre de
uma incapacidade do coração bombear o sangue
de forma efetiva.

Comum nos casos de:
Insuficiência cardíaca congestiva;
Infarto agudo do miocárdio.
Principais fatores:

> Perda direta de sangue:
hemorragia interna e externa;

> Perda de plasma:
em caso de queimaduras, contusões e lesões traumáticas;

> Perda de líquido
pelo trato gastrointestinal: provoca desidratação (vômito ou diarréia).
Sinais e sintomas:

Taquipnéia:
respiração rápida e superficial;
Taquicardia:
pulso rápido e filiforme (fraco);

Pele fria, pálida e úmida;
Face pálida e posteriormente cianótica;
Sede intensa.
Exemplos?
Condutas no Estado de Choque:

> CONDUTA NO ESTADO DE CHOQUE HIPOVOLÊMICO E NEUROGÊNICO

> CHOQUE CARDIOGÊNICO, SÉPTICO E ANAFILÁTICO.
CONDUTA NO ESTADO DE CHOQUE HIPOVOLÊMICO E NEUROGÊNICO:

Procedimentos operacionais:

1. Informar a Central de Operações e solicitar SAV ou autorização para transporte imediato.
2. Manter a permeabilidade das VAS e alinhamento da coluna cervical.
3. Checar respiração.
4. Ministrar oxigênio - 10 l/min;
5. Checar circulação e controlar hemorragias.
6. Checar estado neurológico.
7. Expor a vítima e prevenir hipotermia.
8. Manter e transportar a vítima em decúbito dorsal horizontal (DDH);
9. Monitorar os sinais vitais constantemente.
CONDUTA NO ESTADO DE CHOQUE CARDIOGÊNICO, SÉPTICO E ANAFILÁTICO:

Procedimentos operacionais:

1. Informar a Central de Operações e solicitar SAV ou autorização para transporte imediato.
2. Manter a permeabilidade das VAS e alinhamento da coluna cervical.
3. Checar respiração.
4. Ministrar oxigênio - 10 l/min;
5. Checar circulação e controlar hemorragias.
Contundente (esmagamento)

lesão produzida por agressão através de objeto pesado e pouco afiada, ou pelo choque do corpo contra estruturas semelhantes.
Pérfuro - contusos (objetos pontiagudos)

[Lesões causadas pela penetração de projéteis ou objetos pontiagudos através da pele e dos tecidos.]
Avulsões (extraçao violenta)

[Extração violenta ou arrancamento de determinadas partes do corpo]
Lacerações (bordas irregulares)

Lesões de bordas irregulares, produzidas por objetos rombos.
Incisivo (bordas regulares)

Lesões de bordas regulares produzidas por objetos cortantes.
Escoriações ou ferida abrasiva

[Lesões superficiais de sangramento discreto e muito doloroso]
Ferimentos em tecidos moles
Observar:
> Danos a integridade tecidual

Considerar:
> Localização, profundidade e extensão

Classificam-se em abertos e fechados
AMPUTAÇÃO TRAUMÁTICA

[Perda total ou parcial de uma extremidade ou de parte deste segmento (mão, dedo, pé, braço, etc.) causada por um traumatismo]
Para suspeitar que a vítima esteja com hemorragia interna, é fundamental conhecer o mecanismo de lesão.

Os traumas contusos são as principais causas de hemorragias internas (acidentes de trânsito, quedas, chutes e explosões).
suspeitar quando:

Ferimentos penetrantes no crânio;
> Sangue ou fluídos sanguinolentos saindo pelo nariz ou orelha;
> Vômito ou tosse com sangue;

> Hematomas ou traumas penetrantes no pescoço;
> Hematomas no tórax ou sinais de fraturas de costelas;
> Ferimentos penetrantes no tórax ou abdome;

> Abdome aumentado ou com áreas de hematoma;
> Abdome rígido, sensível ou com espasmos;

> Sangramento retal ou vaginal;
> Fraturas de pelve, ossos longos da coxa e braço.

Classes
Hemorragia ou sangramento é a perda de sangue do sistema circulatório.

A resposta inicial do sistema cárdio-circulatório
à perda aguda de sangue
é um mecanismo compensatório,
isto é,
ocorre vasoconstrição
cutânea, muscular e visceral,
para tentar manter o fluxo sanguíneo
para os rins, coração e cérebro, órgãos mais importantes para a manutenção da vida.

Ocorre também
um aumento da freqüência cardíaca
para tentar
manter o débito cardíaco.


Assim, a
taquicardia
é muitas vezes o
primeiro sinal de choque

hipovolêmico.
Hemorragia Classe I

Volume (em porcentagem) =
até 15%.

Volume
(pessoa com 70 kg, em ml)
=
até 4 mililitros.

Sinais e sintomas:
mínimos.

Ocorre apenas um
leve aumento da freqüência cardíaca.

Exemplos:
uma mulher pode apresentar uma hemorragia uterina, pouco freqüente e muito perigosa, que é semelhante a uma menstruação comum e dura pouco tempo.
Hemorragia Classe II

Volume (em porcentagem) =
15 a 30%.

Volume
(pessoa com 70 kg, em ml)
=
de 750 a 1.500 ml
.

Sinais e sintomas:
Taquicardia
(freqüência cardíaca acima de 100),

taquipneia

(respiração rápida
)
e diminuição da pressão do pulso (pulso fino) e leve diminuição da diurese.

Reposição:
Em geral a reposição com cristalóides resolve, mas alguns poucos casos podem necessitar de sangue.
Hemorragia Classe III

Volume (em porcentagem) =
30 a 40%.

Volume
(pessoa com 70 kg, em ml)
=
de 1500 a 2000 ml.

Sinais e sintomas:

Além dos sintomas
da hemorragia
classe II,
apresenta
sinais clássicos de hipoperfusão. Existe diminuição do nível de consciência, palidez e sudorese fria.

Reposição:
É tentada primeiro a reanimação com cristalóides, mas muitos destes pacientes não responderão satisfatoriamente e provavelmente necessitarão de transfusões.
Hemorragia Classe IV

Volume (em porcentagem) =
mais de 40%.

Volume
(pessoa com 70 kg, em ml)
=
mais de 2000 ml.

Sinais e sintomas :
Este é o grau de
exsanguinação,
isto é,
o paciente fica sem sangue.
Apresenta
taquicardia extrema, marcada queda da pressão sistólica e dificuldade para perceber a pulsação.

O débito urinário é próximo de zero. Há perda total da consciência.

Reposição:
estes pacientes sempre requerem, além dos cristalóides, transfusões sanguíneas e cirurgia urgente para sobreviver.

Pacientes com uma classe limítrofe podem passar para a imediatamente superior caso após a reposição inicial de 2000 ml de Ringer persistam com os mesmos sinais.
I
II
III
IV
1. Conhecer e aplicar pelo menos
TRÊS técnicas para controlar uma hemorragia;

2. Identificar
sinais e sintomas
indicativos do estado de choque;

3. Aplicar
procedimentos
de primeiros socorros para
prevenção do estado de choque.
HEMORRAGIAS

Grandes hemorragias são emergências graves que ameaçam a vida, a curto prazo, portanto
devem ser tratadas com a máxima prioridade.

O coração, os vasos sanguíneos e o sangue compõem um sistema fechado, imprescindível à vida.

Uma
grave alteração nesse sistema
pode provocar a morte da vítima.
MECANISMOS CORPORAIS DE CONTROLE DE HEMORRAGIAS:

1. vasoconstrição:
que é um mecanismo reflexo que permite a contração do vaso sanguíneo lesado diminuindo a perda sanguínea;

2. coagulação:
que consiste em um mecanismo de aglutinação de plaquetas no local onde ocorreu o rompimento do vaso sanguíneo, dando início à formação de um verdadeiro tampão, denominado coágulo, que obstrui a saída do sangue.

classificada como:
1. externa:
o sangue arterial ou venoso flui através de um ferimento, é visível;

2. interna:
não é tão óbvia de se constatar, pois
não pode ser detectada visualmente.
Pode-se suspeitar avaliando o
mecanismo da lesão,
constatando a
presença de sinais e sintomas de choque.
RECONHECIMENTO DE HEMORRAGIA EXTERNA:

A hemorragia externa, muitas vezes, será de fácil visualização, porém poderão ocorrer casos em que o sangue não estará visível. O policial militar sempre deve
considerar que haverá uma hemorragia externa, se observar os seguintes sinais:

1) Presença de sangue nas roupas da vítima;
2) Presença de sangue no local ou nas imediações onde a vítima se encontra;
3) Saída de sangue pelos ferimentos;
PERFUSÃO:

Inicialmente devemos entender o termo “perfusão”, ou seja, a
circulação de sangue dentro de um órgão.


Dizemos que um órgão tem uma adequada perfusão quando o
sangue oxigenado está chegando pelas artérias e saindo pelas veias.

A perfusão
mantém viva as células do corpo através do suprimento de nutriente e eliminação dos produtos da degradação gerados por eles.
Se a perfusão é deficitária o órgão entra em sofrimento e morre.
Alguns conceitos básicos
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Estado de Choque
Aulas 24/27
Aulas 20/23
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