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Sexualidade em Roma

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by

Priscila Alves

on 27 May 2014

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Transcript of Sexualidade em Roma

Aqui habita a felicidade
Sexo ligado à força, honra e poder - Quem penetra detém a força e o poder sobre quem é penetrado
O papel da esposa no casamento: papel social. A esposa romana deveria ser mãe, anfitriã e deveria gerir a casa, muitas delas raramente faziam sexo com os maridos, se tivessem amantes deveriam ser discretas.
Costumes sexuais da alta classe: o swing
A Florália - começou por volta de 238 a.C., era um festival de prostitutas.
As Termas: balneários romanos que promoviam não só banhos coletivos, mas toda a sorte de diversões depravadas.
Costumes do povo romano
Lupanar Grandi (o maior bordel de Pompéia)
Os Lupanares (em latim, lit. "covil de lobas")
Pompeia - Os Bordeis
Valeria Messalina
Delicatae: Eram as prostitutas de luxo
Famosae: Eram as mulheres que se prostituíam sem necessidade, por conta de sua posição social.
Lupae: Mulheres que trabalhavam em lupanares, os prostíbulos da época.
Noctilucae: Mulheres que só trabalhavam à noite.
Copae: Aquelas que trabalhavam nas tavernas
Fornicatrices: Aquelas mulheres que faziam sexo com os clientes embaixo de pontes, arcos e edifícios.
Forariae: Aquelas mulheres que trabalhavam nas estradas próximas a Roma e seus principais clientes eram viajantes.
Bustuariae: Aquelas que trabalhavam próximo a cemitérios.
Prostibulae: As que trabalhavam na rua, sem qualquer controle
Tipos de Prostituta
Moedas com imagens sexuais
Sexualidade em Roma
Aqui habita a felicidade
O Sexo e a Religião
Algumas curiosidades e passagens da Literatura latina
Calígula
As leis romanas e o sexo
Augustus (44 a.C.) - Por volta de 10 a.C aprova leis que promovem os valores familiares. Adultério vira crime. Regulamenta a prostituição como profissão. Criou o Registro Geral
Calígula (37 d.C.) - fascinado pela transgressão sexual, estabelece padrões de depravação por toda a Roma. Em 40 d.C. cria um imposto sobre a prostituição e uma equipe para fiscalizá-lo. Ele também abre um bordel dentro do palácio que contava com mulheres e filhas de militares e aristocratas.
Nero (54 d.C.) - Quando não está em bordéis, organiza orgias para aristocratas
Vespasiano (69 d.C.)- reestabelece uma nova moral
134 grafites foram inscritos nas paredes do Lupanar. A presença destas inscrições serviu como um dos critérios para a identificação do edifício como um bordel
Alguns dos exemplos de grafite que indicaram o local como casa de prostituição foram:
hic ego puellas multas futui
("aqui eu fodi muitas garotas")
Felix bene futuis
("feliz, fodeste bem")

. Alguns historiadores afirmam que as tais moedas serviam como fichas dos lupanares, os bordéis romanos.
Como muitas pessoas com as quais o povo de Roma se relacionava não falavam seu idioma, o latim, elas utilizavam as moedas para explicar seus desejos às prostitutas.
A primeira explicação afirma que as moedas, cunhadas durante o governo de César Augusto, eram uma manifestação de opositores perante a moralidade de César.
Ligação entre sexo e religião
Sexo representado pelos próprios deuses
Origem de Roma: Rômulo e Remo
Falo: usado em amuletos
Os deuses do amor e do sexo:
Baco - Deus do vinho, durante as festividades ligadas a ele havia orgias sexuais
Juno – Deusa do amor e do casamento
Libera – Deusa do amor e da fertilidade.
Vênus –Deusa associada ao amor, beleza e fertilidade
Príapo - Deus da fertilidade



MASTURBAÇÃO: Nada de condenar o sexo solitário: na Grécia e na Roma antigas, a masturbação era vista como natural. Juvenal sátira VI - versos 231 a 241
PAQUERA: Os galanteios dos romanos seguiam um manual: o livro A Arte de Amar, do poeta Ovídio.
ADULTÉRIO: Juvenal sátira VI - versos 116 ao 132 sobre Messalina.



Masturbação
Abditus interea latet et secretus adulter
inpatiensque morae silet et praeputia ducit.
versos 235 ao 238









Excépit blanda intrántis atque aera popóscit. [continuéque iacens cunctórum absorbùit ictus.]
versos 125 ao 126
adhuc ardens rigìdae tentigìne uolùae,
et lassáta uiris necdum satiáta recéssit,
obscurísque genis turpis fumóque lucérnae
foeda lupanáris tulit ad puluínar odorem.
versos 129 ao 132



Juvenal – Messalina (Adultério)
Sed nigrum flauo crinem abscondénte galéro
intráuit calìdum uetèri centóne lupánar
et cellam uacùam atque suam; tunc nuda papíllis
prostítit aurátis titùlum mentíta Lycíscae
versos 120 a 123
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