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Principais afecções em coelhos

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Marina Scudeller

on 18 May 2015

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Transcript of Principais afecções em coelhos

Principais afecções em coelhos
Pasteurelose
Infermidade infecto contagiosa de etiologia bacteriana (
Pasteurella ssp.
)
Dermatite úmida aguda
Não infecciosa, acomete principalmente as fêmeas
Mixomatose
Agente etiológico:
Myxoma
(poxvírus).
Sintomas
Rinite, pneumonia, metrite, orquite, septicemia, otite média;

Formação de abcessos pulmonares e cutâneos, conjuntivite e septicemia.
Tratamento
Antibiótico Terramicina® injetável;

Três dias a cada doze horas, por via intramuscular, na dosagem de 20 mg/Kg
Tratamento
Recomenda-se tricotomia das áreas acometidas, aplicação tópica de solução de permanganato de potássio;
Aspersão de antibiótico Rifocina ®, 3x ao dia;
Nos casos mais graves, Gentamicina® na dose de 1mg/kg, via intra intramuscular, de 8 em 8 horas.
Prevenção
Diminuição do grau de consangüinidade entre os animais, evitando o problema da má-oclusão dentária, de caráter genético;
Manter o piso das gaiolas seco, com o uso de maravalha;
Melhoramento da alimentação.
Contraída através de inalação, ingestão de alimentos ou bebidas contaminados, picaduras e feridas.
Ambientes estressantes como alterações na temperatura, desequilíbrios nutricionais, superpopulação, alterações alimentares bruscas, procedimentos experimentais, e condições sanitárias inadequadas, contribuem para o desenvolvimento da doença.
Febre alta (39ºC a 41ºC), lábios arroxeados e feridos.
lesões dorsais e ventrais na região cervical e abdominal;
Demonstram-se inquietos, estressados, com taquicardia e taquipnéia.
Abscesso nasal
Nódulos subcutâneos gelatinosos em volta de aberturas naturais;
Ocorre principalmente nas áreas genitais, focinho, orelhas e patas;
Transmitido por contato direto, fômites contaminados e através da picada de artrópodes;


Elevada mortalidade;
Vacinação não disponível no Brasil;
Coelhos selvagens são reservatório do vírus.
Marina Scudeller Lopes
Pollyana Leite Matioli

Tratamento e prevenção

Isolamento do animal;
Tratamento é apenas suporte e sem sucesso;
Eutanásia dos animais acometidos e incineração dos cadáveres;

Eliminar vetores;
Evitar contato com coelhos selvagens;
Vacinação (não disponível no Brasil);
Desinfecção de gaiolas com lança-chamas.
http://www.minicoelhosbaby.com.br/2012/04/mixomatose.html
Má oclusão dentária
http://odontovet.com/tratamento/tratamento-em-coelhos/
Ectoparasitas
Psoroptes cuniculli
- "Sarna auricular"
Cheyletiella parasitivorax
- Pelo;
Listroporus gibbus
- Pelo.
Transmissão por contato direto com os hospedeiros infectados;
Acúmulo de secreção serosa e de crostas marrons no pavilhão auricular, alopecia, regiões úmidas e hiperêmicas, arranhaduras, escoriações, ulcerações, automutilação, anemia, diminuição da fertilidade e morte.
Cheyletiella parasitivorax pode raramente afetar o homem provocando uma dermatite - especialmente em crianças - e pode ser um transmissor do vírus da mixomatose em coelhos.
http://www.bioterios.com/2013/post.php?s=2013-05-10-principais-ectoparasitos-das-espcies-convencionais-de-animais-de-laboratrio
Atendimento clínico
Discussão sobre cuidados, comportamento, nutrição;
Histórico do paciente e exame físico;
Exame físico
Inspeção das narinas, olhos e orelhas;
Palpação abdominal;
Auscultação do coração, pulmões e abdome;
Exame visual da pele e derme, incluindo o períneo e coxins;
Pesagem do animal.
Piometra
Infecção bacteriana do útero;
Fenômeno normal durante proestro e estro
Agentes etiológicos:
Pasteurella sp, Staphylococcus sp e Listeria sp
, além de grande variedade de enterobactérias gram-negativas.
Piometra aberta;
Piometra fechada - mais preocupante;
Sinais clínicos
Depressão, desidratação, febre;

Aumento palpável do útero;

Possível corrimento vaginal.
Diagnóstico
Clínico

Por imagem
Tratamento
Cirurgia de ovariossalpingohisterectomia
Doenças Oftálmicas
Pasteurelose
Conjuntivite
Abscessos oculares
Doença bacteriana infecciosa;

Agente etiológico:
Pasteurella multocida

Sinais clínicos: olhos vermelhos e inchados com pus acumulado ao redor, lacrimejamento;

Tratamento: antibióticos em creme ou gotas (colírio)
Inflamação das conjuntivas;
Irritação por falta de cuidados higiênicos (urina e fezes acumulados, poeira), brigas, infecções bacterianas;
Sinais clinicos: olhos vermelhos e inchados com pus acumulado ao redor, lacrimejamento constante;
Tratamento: antibióticos em creme ou gotas (colírio)
Acúmulo de pus localizado por infecção bacteriana;
Grande variedade de bactérias;
Sinais clínicos: inchaço delimitado na região dos olhos;
Tratamento: remoção cirúrgica do abscesso e uso de antibióticos.
Doença de Tyzzer
• Infecção pela bactéria
Clostridium piliforme
;
Transmissão via oral-fecal;
Higiene inadequada com ingestão de alimentos contaminados;
Coelhos desmamados;
Morte em 1 a 3 dias após surgimento dos sintomas;
Ingestão de alimentos contaminados.
Sinais clínicos
Diarreia aquosa profusa;
Anorexia;
Desidratação;
Letargia;
Dificuldade de locomoção dos membros posteriores.
Tratamento e prevenção
• Uso de antibióticos (penicilina ou tetraciclina);
• Sucesso apenas em alguns animais;

• Rotina de limpeza do ambiente (uso de desinfetantes);
• Reduzir a quantidade de esporos do
Clostridium piliforme.

Mastite
• Agente etiológico:
Staphylococcus aureus
(de maior patogenicidade em coelhos);
• Dermatite exsudativa em coelhas lactantes;

Tularemia ou Febre do Coelho
Agente etiológico: bactéria
Francisella tularensis;
Significante apenas em coelhos selvagens;
Importância zoonótica, doença de notificação compulsória.
Altamente infecciosa
Transmissão por contato direto com animais infectados, através da pele, trato respiratório, aerossóis, ingestão e artrópodes hematófagos.
Salmonelose
Bactéria pode causar abscessos subcutâneos em coelhos de todas as idades;
Patogenia: Ferimentos produzidos pelos dentes dos láparos e decorrentes de traumatismos.
Sinais clínicos
• Tumefação e avermelhamento da pele e tecido subcutâneo e, às vezes, da glândula mamária;

• Abscessos na mama e tecido subcutâneo, associados ou não a pododermatites ulcerativas e hemorrágicas com formação de exsudato purulento;

• Morte com sinais clínicos pouco específicos (septicemia);

• Sobreviventes desenvolvem abscessos em órgãos internos.

Diagnóstico e tratamento

• Diagnóstico clínico;
• Análise da secreção mamária para identificação do agente;


• Na forma crônica: remoção cirúrgica das glândulas mamárias (mastectomia), ovários e útero;
• Na forma aguda: antibióticos específicos para o agente etiológico.

Sinais clínicos
• Corrimento nasal com dificuldade respiratória;
• Congestão e inflamação ocular, grande quantidade de secreção purulenta;
• Tumores na base da orelha, nariz e lábios;
• Tumores nos órgãos genitais e ânus;
• Febre, anorexia, emagrecimento e morte dentro de 4 a 8 dias desde a manifestação dos sintomas.

Mixomatose
Sinais clínicos
Lesão no local de penetração do microrganismo;

Febre alta;

Aumento dos gânglios linfáticos regionais;

Cansaço.
Diagnóstico

• Não se recomenda qualquer tratamento.
• Eutanásia.

Diagnóstico clínico;
• Cultivo e isolamento do agente.
Importância zoonótica;
Rara em coelhos;
Agentes etiológicos:
Salmonella typhimurium
e
Salmonella enteriditis.
Transmissão através de alimentos e água contaminados;
Sinais clínicos

Não apresenta sinais clínicos específicos;

Animais se curvam, apresentam diarréia e debilidade geral crescente;

Ulceração do intestino e enterite hemorrágica.
Tratamento
Não recomendado, induz o estado de portador, facilitando a disseminação da doença.

Conclusão

• Qualquer anormalidade observada requer atenção e cuidados veterinários.

• A maioria das doenças comuns em coelhos pode ser evitada com manejo adequado e alimentação de qualidade, visando o bom estado sanitário e imunológico dos animais.

Mastite
Tularemia
Fatores especiais a serem levados em consideração
Antibióticos e antiinflamatórios
Agravantes
Fazendas superpovoadas

Falta de cuidados higiênicos

Temperaturas extremas

Desnutrição
Pasteurelose
(http://euamomeusanimais.com.br/doencas-de-coelhos-domesticos-conheca-quais-sao-e-como-preveni-las/)
VÍDEO
Abscesso ocular
(http://s194.photobucket.com/user/mcdonaldrescue/media/IMG_8389-1.jpg.html)
Diagnóstico

Diagnóstico clínico;

Exame histopatológico dos tecidos afetados;

Isolamento viral.
Tratamento
Diagnóstico
Isolamento
in vitro
do agente;
Identificação por provas bioquímicas;
Referências
http://www.abcb.org.br
http://rabbit.org/vets/RabbitCare.pdf
http://rabbit.org/
http://www.scielo.br/pdf/cr/v33n2/15233.pdf
http://www.vevet.com.br/2013/04/mixomatose-em-coelhos.html
http://mysrf.org/pdf/pdf_rabbit/r13.pdf
*
http://www.someves.com.br/trabalhos/2012/trabalhos/23.pdf
http://www.saudeanimal.com.br/acariases_roedores.htm
http://www.bioterios.com/2013/post.php?s=2013-05-10-principais-ectoparasitos-das-espcies-convencionais-de-animais-de-laboratrio
http://www.scielo.br/pdf/mioc/v38n1/tomo38(f1)_93-99.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0074-02761943000100010&script=sci_arttext&tlng=pt

• Fermentação posterior do intestino;
• Metabolismo anormal de cálcio;
• Dentes que continuam a crescer durante a maior parte da vida do coelho;
• Tamanho torácico muito pequeno em comparação com a massa corporal;
• Altas taxas metabólicas;

OBRIGADA!
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