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Preconceito Linguístico

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by

Daniel Souza

on 23 May 2013

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Transcript of Preconceito Linguístico

A troca do L por R é visto como uma forma de ignorância, mas o autor analisa o Latim em que escravo era sclavu e cravo era clavu.

Cita como exemplo Camões que em Os Lusíad escreve ingrês, pubricar e frauta.

Essa variação ocorre devido a questões políticas e sociais. Os gramáticos seriam grandes escritores.

Segundo Celso Pedro Luft, a gramática pode gerar aversão ao estudo.

A gramática surge devido à fala, mas atualmente a fala é subordinada à gramática.

A língua falada nunca vai ser uniforme.

A gramática não acompanha as mudanças da fala.

Platão e Homero não tiveram aulas de gramática e escreveram obras primas como os fascinantes
i álogos de Platão, Ilíada e Odisse de Homero. Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Escola de Comunicação e Artes

Comunicação Social - Relações Públicas
Língua Portuguesa aplicada à Comunicação
Professora: Nilma Almeida
Alunos: Amanda Benevides, Daniel Souza, Guilherme Bittencourt e Stephany Hübbe Mito 1 – A língua
portuguesa no Brasil
apresenta uma unidade
surpreendente Mito 2 – Brasileiro não
sabe português/só em
Portugal se fala bem
português Mito 3 – O Português é muito difícil Mito 4 – As pessoas sem instrução falam tudo errado Mito 5 – O lugar onde melhor se fala português é no Maranhão Mito 6 – O certo é falar assim porque se escreve assim O maior e mais sérios dos mitos.

Não leva em consideração as dimensões geográficas.

Os sem-língua.

A disciplina língua portuguesa para alguns é quase uma língua estrangeira.

Os comunicados do governo são extremamente euruditos.

Gnerre e a Constituição. Livro do autor Marcos Bagno.

O preconceito linguístico não é visto como preconceito.

As mídias estimulam este preconceito.

Concepção de inferioridade devido ao fato da colonização.

O livro vai desmistificar os oito mitos apresentados. "A variação é constitutiva das línguas humanas, ocorrendo em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em “Língua Portuguesa” está se falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades. [...] A imagem de uma língua única, mais próxima da modalidade escrita da linguagem, subjacente às prescrições normativas da gramática escolar, dos manuais e mesmo dos programas de difusão da mídia sobre “o que se deve e o que não se deve falar e escrever”, não se sustenta na análise empírica dos usos da língua." Parâmetros Curriculares Nacionais, publicados pelo Ministério da Educação e do Desporto em 1998 Referências Os Mitos do livro
Preconceito Linguístico O português falado no Brasil é considerado inferior ao de Portugal.

Português do Brasil e Português de Portugal.

Diferenças de pronúncia.

Pronúncia diferentes como uprar (operar) e dlibrar (deliberar).

Uso de pronomes o/a no lugar de te/me/ele/ela.

O uso de la/lo em Portugal é comum.

Língua materna.

A pseudo dificuldade no aprendizado de línguas estrangeiras.

O fato de serem diferentes não significa que uma está errada. A dificuldade está no aprendizado da gramática.

O português ensinado na gramática não faz parte do dia a dia.

A população não domina as regras gramaticais.

Se crianças de quatro anos conseguem falar, fica evidente que a língua não é difícil.

A gramática utilizada nas escolas é a do Português de Portugal. Não possui fundamentação científica.

Uso do pronome tu e uso da terminação verbal em s.

Maranhenses dizem: Esse é um bom livro para ti ler, em vez da forma correta, Esse é um bom livro para tu leres.

Pasquale Cipro Neto afirma que são os cariocas que falam de forma mais culta, mas faltam argumentos para essa afirmação.

Maria Marta Scherre argumenta que é preciso abandonar a ânsia de tentar atribuir o “melhor” ou “pior” português. Mito 7 – E preciso saber gramática para falar e escrever bem Mito 8 – O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão Social Todas as línguas possuem variantes, sendo exemplo o pernambucano que fala cólégio, o carioca que fala culégio e o paulistano côlégio.

A criação de uma língua artificial que desconsidera as variações.

A escrita alfabética não é a fala, é uma tentativa de representação gráfica da língua falada.

Foi no século XX que começaram a se desenvolver pesquisas científicas sobre a língua falada. Se o mito fosse verdadeiro, os professores de língua portuguesa estariam no topo da pirâmide social.

A classe menos favorecida sofre com outros problemas que a fala culta não resolveria.

O uso da norma culta vai fazer diferença para a população quando os direitos de cidadão forem respeitados.

Fazendeiros não possuem educação, mas têm poder sobre a comunidade em volta da sua propriedade. BAGNO, M. Preconceito lingüísti

http://igordiasblog.wordpress.com/
http://sandromeira12.files.wordpress.com/
http://maisde140caracteres.wordpress.com/
http://cienciahoje.uol.com.br/ Stephany Hubbe Daniel Souza Daniel Souza Daniel Souza Daniel Souza Daniel Souza Stephany Hubbe Stephany Hubbe Stephany Hubbe Stephany Hubbe Amanda Benevides Amanda Benevides Amanda Benevides Amanda Benevides Amanda Benevides Guilherme Bittencourt Guilherme Bittencourt Guilherme Bittencourt Guilherme Bittencourt
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