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Copy of Tomaz Tadeu da Silva

Disciplina: Teorias e Políticas de Currículo Professor: Juares da Silva Thiesen Filomena Lúcia Gossler Rodrigues da Silva Rosângela de Amorim T. de Oliveira
by

Dafne Helena

on 23 June 2014

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Transcript of Copy of Tomaz Tadeu da Silva

Algumas Obras:
Autor de Currículo
Photo based on: 'horizon' by pierreyves @ flickr
Lattes CNPQ
TOMAZ TADEU DA SILVA
Quem é este autor?
CURRÍCULO
“O currículo é lugar, espaço, território. O currículo é relação de poder. O currículo é trajetória, viagem, percurso. O currículo é autobiografia, nossa vida, curriculum vitae: no currículo se forja a identidade. O currículo é texto, discurso, documento. O currículo é documento de identidade.”
CURRÍCULO E PODER
O currículo é o espaço em que se concentram e se desdobram as lutas em torno dos diferentes significados sobre o social e o sobre o político. É por meio do currículo que certos grupos sociais, especialmente os dominantes, expressam sua visão de mundo, seu projeto social, sua “verdade”. O currículo representa, assim, um conjunto de práticas que propiciam a produção, a circulação e o consumo de significados no espaço social e que contribuem, intensamente, para a construção de identidades sociais e culturais. O currículo é, por conseqüência, um dispositivo de grande efeito no processo de construção da identidade do(a) estudante.
O currículo na concepção do autor
Filomena Lúcia Gossler Rodrigues da Silva
Rosângela de Amorim T. de Oliveira

Disciplina: Teorias e Políticas de Currículo
Prof. Dr. Juares da S. Thiesen

Maio, 2012.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
- Programa de Pós-graduação em Educação -
Tomaz Tadeu da Silva é Ph. D. pela Stanford University (1984). Atualmente é professor colaborador do Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu último (2007) trabalho publicado é a tradução da Ética, de Spinoza (Autêntica). Publicou mais de 30 artigos em periódicos especializados, 30 capítulos de livros e 25 livros. Atua na área de educação, com ênfase em Teoria do Currículo. Em seu currículo Lattes, os termos mais freqüentes na contextualizacao da produção científica são: currículo, diferença, Deleuze, Foucault, neoliberalismo, Estudos Culturais, identidade e pós-modernismo.

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4783394T1
A princípio Foucault seguiu uma linha estruturalista, mas em obras como “Vigiar e Punir” e “A História da Sexualidade”, ele é concebido como um pós-estruturalista. A questão do ‘poder’ é amplamente discutida pelo filósofo, mas não no seu sentido tradicional, inserido na esfera estatal ou institucional, o que tornaria a concepção marxista de conquista do poder uma mera utopia. Segundo ele, este conceito está entranhado em todas as instâncias da vida e em cada pessoa, ninguém está a salvo dele. Assim, Michel considera o poder como algo não só repressor, mas também criador de verdades e de saberes, e onipresente no sujeito.
Ele estuda o que de mais íntimo existe em cada cultura ou estrutura, investigando a loucura, o ponto de vista da Medicina, em “Nascimento da Clínica”, a essência das Ciências Humanas, no livro “As Palavras e as Coisas”, os mecanismos do saber em “A Arqueologia do Saber”.
Na sua produção acadêmica ele investiu contra a psiquiatria e a psicanálise tradicionais. Além da sua obra conhecida, muitos cursos e entrevistas do autor contribuem para uma melhor compreensão de sua forma de pensar. No mês de junho de 1984, o filósofo foi vítima de um agravamento da AIDS, que provocou em seu organismo uma septicemia
Jacques Derrida
15/07/1930, El Biar (Argélia)
08/10/2004, Paris (França)

Fortemente influenciado por Sigmund Freud e Martin Heidegger, Jacques Derrida foi um dos mais importantes filósofos do pós-estruturalismo e pós-modernismo. Fã de esportes, chegou a cogitar seguir carreira como jogador de futebol.
Derrida foi precursor de uma reflexão crítica sobre a filosofia e seu ensino. Isso o levou a criar, em 1983, o Colégio Internacional de Filosofia, presidido por ele até 1985.
Foi o criador do método chamado de desconstrução. Segundo esse sistema, não se trata de destruir e sim de decompor os elementos da escrita para descobrir partes do texto que estão dissimuladas. Essa metodologia de análise centra-se apenas nos textos.
Em seguida, Derrida criou outros dois conceitos: a indecidibilidade, que mostra a impossibilidade de determinar aquilo que é forma no texto ou fundo ideológico; e o conceito de "diferença", que parte da análise semântica dos dois sentidos do infinito latino differre (diferir): o primeiro, remete para o futuro (tempo), o segundo para a distinção de algo criado pelo confronto.
Gilles Deleuze (1925-1995),
filósofo francês, vinculado aos denominados movimentos pós-estruturalistas, categorizações que o próprio Deleuze questionava pelo que trazem, ainda, da visão e luta pelo idêntico. Suas teorias acerca da diferença e da singularidade nos desafiam a pensar em temas como rizoma, ontologia da experiência, a teoria do que fazemos, a virtualidade e a atualidade. Deleuze, assim como Foucault, foi um dos estudiosos de Kant, mas tem em Bergson, Nietzsche e Espinosa, poderosas intersecções. Professor da Universidade de Paris VIII, Vincennes, Deleuze atualizou idéias como as de devir, acontecimentos, singularidades, enfim conceitos que nos impelem a transformar a nós mesmos, incitando-nos a produzir espaços de criação e de produção de acontecimentos-outros.
CURRÍCULO E IDEOLOGIA
O conceito de ideologia continua central na teorização educacional crítica e, sobretudo, na teorização crítica sobre o currículo. Ainda temos muito para compreender e aprender sobre as formas pelas quais o conhecimento transmutado em currículo escolar atua para produzir identidades individuais e sociais no interior das instituições educacionais... falar de currículo implica necessariamente levantar a questão da ideologia.
CURRÍCULO E MUDANÇA/TRANSFORMAÇÃO
O entendimento sobre currículo escolar adquire um novo sentido quando reconhecemos à atitude centralmente produtiva do currículo. Assim, o currículo é percebido como algo que se movimenta e ao se movimentar muda de “cara”. Estas mudanças produzem novos efeitos. Estes efeitos ajudam a construir os alunos e alunas e esta construção se aplica nos diferentes convívios dos diferentes grupos sociais. Estas convivências também terão efeitos sobre outros currículos que terão efeitos sobre outras pessoas. Ou seja: Nós fazemos o currículo e o currículo nos faz.
CURRÍCULO E CULTURA
O currículo e a educação estão profundamente envolvidos em uma política cultural, o que significa que são tanto campos de produção ativa de cultura quanto campos contestados.
Em uma sociedade dividida, a cultura é o terreno por excelência onde se dá a luta pela manutenção ou superação das divisões sociais. O currículo educacional, por sua vez, é o terreno privilegiado de manifestações desse conflito.
CURRÍCULO OCULTO
Conceito criado para se referir àqueles aspectos da experiência educacional não explicitados no currículo oficial, formal, tem sido central na teorização curricular crítica.
Instrumento analítico de penetração na opacidade da vida cotidiana da sala de aula.
Apesar de certa banalização decorrente de sua utilização frequente e fácil, ele continua importante na tarefa de compreender o papel do currículo na produção de determinados tipos de personalidade.
Referências:
SILVA, Tomaz Tadeu. Documentos de Identidade: Uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.

_______. O currículo como fetiche: a poética e a política do texto curricular. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

MOREIRA, A. F. SILVA, T. T. (orgs.) Currículo, cultura e sociedade. 12.ed. São Paulo: Cortez, 2011.

GANDIN, L.A, PARASKEVA, J. M., HIPOLITO, A. M. Mapeando a [complexa] produção teórica educacional – Entrevista com Tomaz Tadeu da Silva. In: Currículo sem Fronteiras, v. 2, n. 1, PP. 5-14. Jan/jun 2002.
Influências:
Michel Foucault
15/10/1926, Poitiers, França
25/06/1984, Paris, França
Algumas palavras e outros materiais...
“(...)
Da leitura superficial de certos autores ou de certas autoras retiram-se certas palavras de ordem que passam a ser consideradas, no campo educacional, como “teoria”. Não serei justamente eu que irei argumentar aqui, de forma um tanto anti-pós-estruturalista, em favor da existência de uma “verdadeira” palavra desses autores e dessas autoras, que precisaria, então, ser bem interpretada, mas tampouco creio que se possa ligeiramente transformar teorias extremamente complexas em um catecismo de perguntas e respostas. Não sei tampouco quais temas poderiam ser relevantes e sobretudo criativos e inventivos neste momento de nossa história de teoria curricular. Só posso falar brevemente daquilo que estou fazendo neste momento.
Depois de uma incursão pelo campo teórico dos Estudos Culturais, no qual trabalhei sobretudo com a questão da diferença cultural, concentro-me agora em traçar as implicações, para a teoria curricular, de uma concepção da diferença, mas agora no sentido mais filosófico. É aí que entra o papel, nesta fase de minha vida intelectual, do pensamento de Derrida e de Deleuze. Da minha perspectiva, esta é uma temática extremamente importante e de grandes conseqüências para a teorização curricular. Mas vou reservar o desenvolvimento mais amplo dessa questão para mais adiante. (...)”.

Entrevista com Tomaz Tadeu da Silva. Luís Armando Gandin. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Porto Alegre, Brasil. 2002. http://pt.scribd.com/doc/520271/Entrevista-Tomaz-Tadeu-da-Silva
Inclusão e exclusão: currículo e sociedade
É preciso reconhecer que a inclusão ou a exclusão no currículo tem conexões com a inclusão ou exclusão na sociedade.


Multiculturalismo

O multiculturalismo crítico caracteriza-se por não conceber as diferenças culturais separadamente de relações de poder.

O multiculturalismo transfere para o terreno político uma compreensão da diversidade cultural que esteve restrita, durante muito tempo, a campos especializados como o da Antropologia. O multiculturalismo não pode ser separado das relações de poder.
IDENTIDADE:
não é uma essência; não é um dado ou um fato – nem da natureza, nem da cultura. A identidade não é fixa, estável, coerente, unificada ou permanente. Também não há uma homogeneidade da identidade. Desse modo, ela não é definitiva, acabada, idêntica, nem transcendental... a identidade é uma produção, um efeito, um processo de construção, um elemento relacional e uma performance.

DIFERENÇA
A questão da diferença e da identidade não pode ser reduzida a uma questão de respeito e tolerância para com a diversidade. A diferença e a identidade não estão de modo simples tomadas como naturais. Elas são construções culturais e sociais e como tal devem ser, mais do que celebradas, questionadas e problematizadas.
não é uma característica natural, mas produzida na relação entre as pessoais, ou seja, é uma característica discursivamente produzida. Na medida em que é uma relação social, o processo que produz a diferença está emerso nas relações de poder. Dessa forma... o currículo, através dos discursos, projeta as identidades, destacando alguns grupos sociais e culturais, reafirmando noções de pertencimento social, de inclusão e exclusão, de regulação moral.
outro endereço eletrônico para entrevista completa:
http://www.curriculosemfronteiras.org/vol2iss1articles/tomaz.pdf
Glossário
Teoria Cultural e Educação. Um vocabulário Crítico. Tomaz Tadeu da Silva. Ed. Autêntica.
Link: http://www.ded.ufla.br/generoesexualidade-ei/imagens/glossario.pdf
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