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Áreas Instáveis e Estáveis

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by

Lídice Miranda

on 21 May 2015

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Transcript of Áreas Instáveis e Estáveis

Áreas Instáveis e Estáveis
Áreas Estáveis
Localização continental

Encontro entre placas tectônicas

Crátons - áreas estáveis há 100.000 de anos
Obrigado!
Thank you!
Áreas Instáveis
Solos
Fatores que alteram a estabilidade:
Pontos de encontro de placas

Extremidades e pontas

Afastamento de placas

Zonas de Subducção
Tipos
de
Solo
Argiloso
Arenoso
Solo Humoso
Solo Calcário
O que é o solo?
Físico
Químico
Como classificar o solo?
Tectonismo
Tectonismo são os movimentos decorrentes de pressões vindas do interior da Terra, agindo na crosta terrestre

Epirogênese e Orogênese

A orogênese provoca o surgimento de vulcões e falhas geológicas que também são responsáveis pelos abalos sísmicos e terremotos em áreas instáveis

Movimento das placas e consequências
Terremotos e Tsunamis
O movimento de convergência das placas pode gerar uma tensão, um atrito entre as placas, ocasionando um terremoto ou mesmo um tsunami.

Com essas forças as rochas vão se alterando até seu ponto de elasticidade, após isso as rochas começam a se romper e libera uma energia acumulada durante o processo de elasticidade.

Placas tectônicas convergentes ou destrutivas movem-se abruptamente e deslocam verticalmente a água sobrejacente, gerando um tsunami.

Principais Placas Tectônicas
Vulcanismo
Vulcanismo é um fenômeno geológico que ocorre do interior da Terra para a superfície, quando há o extravasamento do magma em forma de lava, além de gases e fumaça

É resultado das características de pressão e temperatura contidas no subsolo

Os vulcões podem alterar o clima, a fumaça provocada pela erupção pode causar problemas respiratórios aos moradores ao redor e as lavas expelidas podem destruir tudo o que encontrar em seu caminho

Principais áreas instáveis e estáveis do mundo
Instáveis : Oeste da América do sul , Japão, China, Turquia, Tailândia , Indonésia, Alaska, Filipinas, Peru, Rússia, entre outros.

Estáveis: Regiões que geralmente encontram-se no centro de placas, como o Brasil e países da África.

Dinâmica atual do relevo

Relevo
Resultado da ação conjunta e continua dos chamados agentes do relevo

Agentes endógenos

Agentes exógenos

Choque ou afastamento das placas
Abalos sísmicos


Vulcanismo


Formação de Cadeias Montanhosas Continentais e Oceânicas

Agentes estruturadores: Formação ou construção do relevo
Vulcanismo

Tectonismo

Abalos sismicos
Tectonismo
Lentos

Prolongados

Deformações (Dobras e falhas)

Grabens (fossas tectônicas) e vales fluviais =
Rift Valley
(Vales de afastamento)


Vulcanismo

Material magmático chega até a superfície.

Formação de Rochas magmáticas.

Formação de vulcões e ilhas oceânicas

Atv. Vulcânica coincidem com zonas de falhas recentes e dobramentos modernos(áreas instáveis)

Nos dias atuais o Brasil não apresente nenhum vulcão ativo

Atividades vulcânicas intensas: Cretáceo e Era Mesozoica

Abalos Sismicos
Terremotos e Maremotos
Movimentos súbitos
Vibrações: Ondas sísmicas

*Causa do terremoto: Vulcanismo
*Desabamento interno
*Tectonismo súbito
*Terrenos antigos, Caruaru(PE), João Câmara(RN)
*Choque de placas, destruidores terremotos e maremotos(Tsunamis)

Um dos maiores abalos sísmicos registrados(9.3 na escala Richter), ocorreu no Natal de 2004, no oceano Índico quando diversas ondas(Tsunamis) provocaram a morte de mais de 260.000 pessoas na Indonésia, Tailândia e Sri Lanka
Onde partem as ondas vibratórias: HIPOCENTRO
Onde o tremor se manifesta: EPIENTRO

Agentes Esculturadores: Modeladores do relevo (erosão, transporte, acumulação)
• Intemperismo
• Águas correntes
• Ventos
• Oceanos e mares
• Geleiras
• Seres vivos

Intemperismo ou meteorização
• Decomposição das rochas = Formação dos solos

• Físico ou mecânico: Variações T º, com dilatação e contração das rochas. Típico do Sertão Nordestino

• Químico: Atuação da água, causando desgaste e decomposição das rochas, relacionando com variação de umidade e Tº. (O e CO2)

• Biológico: Ação lenta e contínua dos seres vivos sobre as rochas (plantas,fungos,bactérias,algas) Raízes das árvores

Águas Correntes
•Através dos rios, enxurradas e torrentes

•Rios: Erosão fluvial, transporte e acumulação fluvial

•Torrentes: Pequenos cursos de água de pouca profundidade

•Enxurradas: Escoamento da água, podendo tornar-se de poder destrutivo. Podem provocar a formação de canais de escoamento , abrindo sulcos no solo

OBS: Voçoroca causada pelo intemperismo físico de ação pluvial. Mais largas e mais profundas que as ravinas.
Ventos
• Regiões áridas, semi-áridas e litorâneas

• Erosão eólica: Trabalho escultural, esculpindo as rochas: Corrasão.

• Varredura: Retirada de sedimentos: Deflação

• Acumulação: Dunas


No Brasil, Dunas aparecem no litoral setentrional, sob a ação dos ventos alísios do Nordeste. Sendo típicas do RN, Ceará, Maranhão, etc.

Erosão Eólica
Oceanos e Mares
Erosão Marinha
Acumulação
Ação das ondas e correntes marítimas

Um exemplo de acumulação marinha é a formação de praias, restingas, tõmbolos e recifes(costas baixas)
Geleiras
Seres Vivos
Erosão Glacial: Forma grandes vales em forma de U. Esta erosão pode dar origem a lagos glaciais. (Grandes Lagos-América do Norte)
Ação antrópica

Ajusta a natureza aos seus interesses
Queimadas, aterros indevidos, corta barrancos para construção de estradas, desmata, degrada os solos, desertifica, altera o traçado dos rios.

Vulcanismo no Brasil
• Placa tectônica Sul-Americana
• Não existem vulcões ativos

• Foi um conjunto de vulcões com cerca de 12 milhões de anos de história
• Sua base tem 74 Km de diâmetro e está a 4.200 mil metros de profundidade

Pico do Cabuji - Vulcão mais antigo em terras brasileiras
Localizado na região amazônica. Ele faz parte de uma província de rochas vulcânicas nomeada “Uatumã”, que se espalhava pelo Mato Grosso, Pará, Roraima, Amazonas até a Venezuela e o Suriname.
O vulcão não está em atividade há muitos anos, sua altura original pode já ter chegado a 400 metros, próximo ao Rio Tapajós.

O Brasil e a placa Sul-Americana
Com o território sobre a placa Sul-Americana, o Brasil não apresenta dobramentos modernos nem vulcanismo, ou seja, está distante da faixa de encontro de placas. No entanto, o Brasil já foi vulnerável a esses tipos de atividades. Os movimentos orogênicos, (dobramentos) no Brasil, ocorreram em eras muito antigas (principalmente pré-cambrianas), denominadas ciclo brasiliano, dando origem às Serras do Mar, da Mantiqueira e do Espinhaço.
Erosão Costeira
A erosão costeira é um problema relevante para o estado de Pernambuco. Sua zona costeira estende-se ao longo de 13 cidades, incluindo o Recife.
Dinâmicas naturais das encostas
• É uma superfície natural inclinada ou talude natural/artificial de acordo com os estudos geotécnicos
• Em linhas gerais uma encosta é constituída por um manto de material decomposto (manto de intemperismo) sobre uma superfície rochosa. Em certas condições geológicas entre o manto de intemperismo e o substrato rochoso não há um limite nítido e sim gradativo.
• A erosão e os movimentos gravitacionais de massa são os principais processos modeladores das encostas. Erosão é o processo de transporte de massa onde a energia de transporte é transmitida pelo meio transportador, que pode ser água, ar ou gelo. No nosso clima predomina o processo controlado pela água. O transporte pelo ar ocorre somente nas regiões litorâneas de mar aberto, dando origem às dunas.

Tipos de Escorregamento
• Quedas (Falls): destacamento ou “descolamento” de um solo ou rocha de um talude íngreme.
• Desprendimento (Topples): rotação de massa de solo ou rocha em um ponto ou eixo abaixo do centro de gravidade da massa deslizante.
• Escorregamento (Propriamente dito ou Slide): movimento de descida de massa de solo ou rocha, tendo uma superfície de ruptura bem definida. Quando ocorre lenta e progressivamente, pode receber também o nome de rastejo ou creep.
• Espalhamento (Spread): descreve movimentos relativamente rápidos de massas de argila, que podem ter estado estáveis por muito tempo, que se deslocam para frente por uma distância considerável.
• Corridas de lama (Mood flow): Movimentos muito rápidos de solo argiloso mole, que se move como se fosse um fluido viscoso.

Mecanismos que levam a ruptura
São aqueles que levam a um aumento dos esforços atuantes ou a uma diminuição da resistência do material que compõe o talude ou do maciço como um todo.

Causas Externas:
1. Mudança da geometria do talude (inclinação e/ou altura), devido a cortes ou aterros, no talude ou em terrenos adjacentes;
2. Aumento da carga atuante;
3. Atividades sísmicas e outras...

Causas Internas:
1. Variação do nível de água (NA), que pode gerar:
2. Aumento do peso específico do material;
3. Aumento da poro-pressão, diminuição da pressão efetiva;
4. A saturação em areias faz desaparecer a coesão fictícia;
5. Rebaixamento rápido do NA;
6. Diminuição da resistência do solo;

Falhas Geológicas
É a cisão ou ruptura de uma rocha ou bloco rochoso ao longo de sua estrutura
Sua ocorrência é mais evidente em áreas de instabilidade tectônica
As causas das falhas geológicas são duas:
Processos atectônicos ou externos- mais raro, ocorre quando algum acontecimento acima da superfície provoca a fissura dos corpos rochosos, como o desabamento de uma camada montanhosa ou encosta, trazendo impactos sobre as rochas que se rompem.
Processos tectônicos ou internos- mais comuns para originar os falhamentos e ocorrem quando as forças de movimentação das placas tectônicas acumulam-se a ponto de superarem a capacidade de resistência e coesão das rochas, fazendo com que elas gradativamente se rompam e movimentem-se..

• Um dos principais efeitos das falhas geológicas são os terremotos, que são mais comuns e intensos em zonas de encontro entre duas placas tectônicas. A longo prazo, as falhas também modelam o relevo e formam áreas de vales e depressões relativas, além de produzirem escarpas, serras e outras formas de relevo.
• O maior número de falhas se concentra nas Regiões Sudeste e Nordeste, seguidas pela Região Norte e Centro-Oeste. A Região Sul é a que apresenta o menor número de falhas.

Mapa Neotectônico das Falhas no Relevo Brasileiro
Escala Hichter
Escala MERCALLI-MODIFICADA
ESCALA DE INTENSIDADE MERCALLI-MODIFICADA (ABREVIADA)
I. Não sentido.
II. Sentido por pessoas em repouso eu em andares superiores.
III. Vibração leve. Objetos pendurados balançam um pouco.
IV. Vibração como a causada pela passagem de caminhões pesados. Chacoalhar de janelas e louças. Carros parados balançam.
V. Sentido fora de casa. Acorda as pessoas. Objetos pequenos tombam e quadros nas paredes se movem.
VI. Sentido por todos. Deslocamento de mobília. Louças e vidros se quebram. Queda de objetos. Rachadura no reboco de casas
VII. Percebido por motoristas dirigindo. Dificuldade em manter-se em pé. Sinos tocam em igrejas, capelas etc. Danos, como quebra de chaminés, ornamentos arquitetônicos e mobília; queda de reboco; rachaduras em paredes, algumas casas podem até desabar.
VIII. Motoristas de automóveis sentem o tremor. Galhos e troncos se quebram. Rachaduras em solo molhado. Destruição de torres de água elevadas, monumentos, casas de adobes. Danos severos a moderados em estruturas de tijolo, casas de madeira (quando não estão firmes com fundação), obras de irrigação e diques.
IX. Solo rachado, como "crateras de areia". Desabamentos. Destruição de alvenaria de tijolo não armado. Danos severos a moderados em estruturas inadequadas de concreto armado e tubulações subterrâneas
X. Desabamentos e solo rachado. Destruição de pontes, túneis e algumas estruturas de concreto armado. Danos severos a moderados de alvenarias, barragens e estradas de ferro
XI. Distúrbios permanentes no solo
XII. Danos quase totais

Maiores Terremotos do Mundo
• Magnitude 9.5 - Chile, 1960
• Magnitude 9.2 - Alaska (EUA), 1964
• Magnitude 9.1 - Sumatra (Indonésia), 2004
• Magnitude 7.8 - Nepal, 2015
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