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Apresentação de Tecnologia e Educação - Literatura de Cordel e Cangaço

Paula Cantanhede
by

Josielle Soares

on 3 June 2013

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Transcript of Apresentação de Tecnologia e Educação - Literatura de Cordel e Cangaço

Projeto: LITERATURA DE CORDEL
E CANGAÇO Ana Cláudia M. Damasceno
Clara Beatriz S. P da Silva
Josielle Soares da Silva
Luizianna C. de Oliveira Público alvo: Turma de 5º ano
Quantidade estimada de aulas: 10 Nome vídeo: O cangaceiro
Sinopse: O Cangaceiro, filme realizado pelos alunos de Design da UFPE, conta a história de Lampião, personagem histórico da Região Nordeste. Baseado em literatura de cordel, os versos narram seus infortúnios e seus amores, seu triunfo e seu declínio, e até seus acordos com o capeta. A animação mostra um pouco dos mitos e da fantasia que envolve o imaginário acerca do personagem.Direção: Marcos Buccini
Co-Direção: Alunos da disciplina Animação digital e do Projeto Animando Histórias da UFPE Objetivos:
•Explorar a história do cangaço;
•Ampliar os repertórios textuais dos alunos no que se refere ao cordel;
•Identificar a forma de escrita do texto de cordel;
•Conhecer as obras de alguns cordelistas;
•Conhecer a técnica de xilogravura;
•Conhecer a técnica da isoporgravura;
•Produzir textos que se enquadrem nas características da literatura de cordel. Habilidades e competências:
•Desenvolver habilidades de elaboração de textos de cordel;
•Valorizar a literatura de cordel;
•Saber identificar a linguagem oral e coloquial própria do cordel;
•Aprender técnicas para fazer uma isoporgravura;
•Utilizar técnicas de pesquisa;
•Promover o trabalho cooperativo. Conteúdos:

Língua Portuguesa:

- Gênero textual “cordel”

Artes:
- Técnica de desenho e pintura – xilogravura ou isopogravura

História:

- Cangaço Metodologia: A nossa metodologia será dividida em 8 etapas, que podem variar em número de aulas por etapa.

1ª etapa: Exploração dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o cangaço – será feita a construção de um cartaz coletivo


2ª etapa: Leitura da sinopse e apresentação do vídeo - “O cangaceiro”. Antes de apresentarmos o curta, faremos uma pequena introdução. Explicaremos que vamos assistir a um vídeo sobre o cangaço que fala da história de Lampião em forma de cordel, um gênero textual que estudaremos nas aulas seguintes, leremos a sinopse e assistiremos. Nessa etapa haverá a exploração dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o cangaço tendo o vídeo como texto gerador. Discutiremos sobre o curta. Questionaremos se eles perceberam aspectos diferentes na linguagem do curta, já com a intenção de chamar a atenção para linguagem rimada, coloquial, própria do cordel. 3ª etapa: Exposição dialogada a partir dos conhecimentos prévios: momento que iremos estimular a reflexão dos alunos, com questionamentos para identificação e análise do curta;

4ª etapa: Pesquisa sobre o cangaço para aprofundar os conhecimentos – poderá ser realizada na biblioteca e/ou na sala de informática;

5ª etapa: Momento de sistematização de tudo que foi pesquisado. Momento de diálogo no qual serão esclarecidos os possíveis equívocos conceituais; 6ª etapa: Estudo coletivo sobre a história da literatura de cordel, como surgiu, alguns autores famosos, as técnicas de ilustrações do gênero (xilogravura). Produção coletiva de um painel sobre o conteúdo estudado.
- Antes do início dessa atividade pode-se retomar o vídeo para que os alunos atentem para o tipo de linguagem e a estrutura desse gênero.
- As professoras levarão materiais para embasar esse estudo, tais como livros, revistas, cordéis, entre outros materiais.

7ª etapa: Produção de cordéis. Neste momento, dividiremos a turma em duplas para a escrita e ilustração dos cordéis tendo como tema gerador o cangaço. É importante ressaltar que esse momento conta não só com a escrita em si, mas todo o processo (escrita-avaliação-reescrita).

8ª etapa: Exposição e leitura dos cordéis na Festa Junina da escola. Referências videográfica e bibliográfica:
BUCCINI, Marcos. O Cangaceiro. Marcos Buccini. Brasil, 2012, 5'34''. Disponível em: <www.youtube.com/watch?v=PXa3eYOh96I>. Acesso em: 27 maio 2013.
ALVES, Roberta Monteiro. Literatura de cordel: por que e para que trabalhar em sala de aula. Revista Fórum Identidades. Ano 2, V.4, p. 103-109. jul-dez de 2008. Disponível em: <http://200.17.141.110/periodicos/revista_forum_ identidades/revistas/ARQ_FORUM_IND_4/SESSAO_L_FORUM_Pg_103_109.pdf>
GASPARETTO JUNIOR, Antônio. Cangaço. Disponível em: <http://www.infoescola.com/historia/o-cangaco/>. Acesso: 28 maio 2013.
SILVA, Silvio Profírio da. et.ali. Literatura de cordel, linguagem, cultura e ensino: uma proposta para o trabalho com a leitura. Revista Encontros de Vista. Disponível em: < http://www. educamoc.com.br/feiraliteratura2012/arquivos/plano.pdf.> Acesso em: 29 maio 2013. Avaliação
A avaliação ocorrerá de forma contínua. Iremos levar em conta a participação dos alunos nas discussões, a criatividade no momento da produção dos cordéis e a progressão individual de cada aluno (distinguindo como estava e como se encontra). Referências para o professor:
Técnica da isoporgravura. http://www.
educamoc.com.br/feiraliteratura2012/
arquivos/plano.pdf
LIMA. Stélio Torquato. Os PCN e as pontecia-
lidades didático-pedagógicas do cordel. Acta
Scientiarum Education. Maringá, v. 35, n.1, p.
133-139, Jan.-June, 2013.


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