Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A GEOGRAFIA E A PAISAGEM TROPICAL NAS PINTURAS DE JOHANN RUG

No description
by

Vonei Cene

on 25 August 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A GEOGRAFIA E A PAISAGEM TROPICAL NAS PINTURAS DE JOHANN RUG

INTRODUÇÃO
Historicamente, a paisagem é considerada uma categoria estruturante da ciência geográfica, e quem quer que faça um estudo em Geografia se depara em algum momento com ela. No entanto, nas últimas décadas são poucos os trabalhos que tem a preocupação com o resgate do sentido primeiro, com a formação desta categoria e como ela de fato se consolidou no interior do corpus do pensamento geográfico.
TUDO COMEÇOU COM AS VIAGENS ULTRAMARES
As viagens naturalistas rumo ao Brasil abrangem um grande período de tempo, que em diferentes séculos, chegaram aqui com distintos propósitos. Além da curiosidade pela "América portuguesa", as expedições buscavam contribuir para os objetivos da ciência.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PAISAGEM
Um passeio pela vida de Rugendas
João Maurício Rugendas (ou Johann Moritz Rugendas - em alemão), nasceu em Ausburg no ano de 1802 e morreu em Wilheim no ano de 1858.
Vindo de uma família de artistas, desde seu tataravô, os Rugendas gravavam, desenhavam e pintavam. Sua formação técnica enquanto desenhista, ou mesmo artista, em muito se deve ao fato de várias gerações dos Rugendas terem trabalhado com as artes.

A GEOGRAFIA E A PAISAGEM TROPICAL NAS PINTURAS DE JOHANN RUGENDAS
Defesa da dissertação de mestrado apresentada ao Departamento de Geografia do Instituto de Geociências (IG/UNICAMP)

Mestrando: Vonei Ricardo Cene

Orientador: Prof. Dr. Antonio Carlos Vitte

CAMPINAS - SP
2014
Os objetivos deste trabalho: a contribuição para a discussão sobre a categoria paisagem na geografia, a partir de uma interlocução com as artes plásticas; transformação da pintura de paisagem em estrutura ontológica e metafísica para o surgimento do conceito de paisagem na geografia como representação do espaço.
Na história da arte, é recorrente a localização da Holanda como sendo o berço do nascimento da pintura de paisagem na modernidade.

Traremos a representação da paisagem nas artes de Rugendas, ao revisitar as obras deste artista que deu continuidade ao encontro entre a Arte e a Geografia, encontro iniciado por Humboldt.

SOBRE O MÉTODO
Tradição em Pesquisa
de Larry Laudan e
Iconologia e Iconografia
de Panofsky: engloba as questões que envolvem as obras de artes utilizadas, pois estamos trabalhando com registros históricos, verdadeiros documentos contendo signos, símbolos e registro de um determinado período, sejam eles percebidos de forma direta ou indireta. Tais registros são portadores de significados autônomos e tem um valor duradouro (PANOFSKY, 2002).

Destarte, teremos a atuação da ciência como o intuito de “transformar a caótica variedade dos fenômenos naturais no que se poderia chamar de
cosmo da natureza
”. Por sua vez, “as humanidades tentam transformar a caótica variedade dos registros humanos no que se poderia chamar de
cosmo da cultura
” (PANOFSKY, 2002, p.24-25 – grifo nosso).
No que confere a importância da viagem para um naturalista, Humboldt (1769 - 1859) defendia “que impressões estéticas experimentadas pelo viajante em cada região fazem parte da própria atividade científica e não podem ser substituídas por descrições ou amostras destacadas dos lugares onde foram coletadas” (KURY, 2001, p.865).
De colônia ao Império: os aspectos políticos da construção de uma identidade nacional
A vinda da Família Real ao Brasil colônia (1808 - 1821);

Abertura dos Portos (1808);

A instalação da corte na cidade do Rio de Janeiro;

A elevação do Brasil a Reino Unido a Portugal e Algarves (1814/1815);

A Revolução do Porto (1820);

Cenário econômico internacional: Capitalismo Industrial.
Nota-se que o Brasil ocupa uma posição central para Portugal e José Bonifácio, percebendo isso, vai se ocupar de propor políticas tanto para a Metrópole quanto para a Colônia. De acordo com Silva (2007, p. 1), José Bonifácio “defendia que ambas tinham 'interesses iguais e recíprocos', de forma que 'se a Colônia se empobrece sofre a Metrópole, e vice-versa. [...]'. É a partir da lógica imperial, portanto, que busca soluções para o florescimento da nação.”
A participação da natureza na construção de uma identidade nacional
No século XIX, os cientistas desejavam observá-la, medi-la, descrevê-la, classificá-la e rotulá-la. Já os artistas românticos viam-na atravessada por qualidades e defeitos semelhantes aos dos seres humanos e nela projetavam sentimentos, despertando admiração ou temor.
A natureza tropical, tida como algo particular do território sul-americano e representada com ares exóticos, se tornará um símbolo perfeito para uma base histórica de um lugar que suplementaria a história de um povo, consequentemente, tornará base para a construção de uma nação ligada por um elo comum, a natureza.
Esse Brasil independente deveria ser retratado de uma maneira que proporcionasse orgulho ao seu povo. Uma história original e ufanista deveria ser produzida, os limites geográficos do país deveriam ser demarcados, pois o Brasil precisava de meios que interligassem suas várias províncias, dispersas por um território gigantesco e ligadas por laços ainda não suficientemente fortes (BARBATO, 2008, p.1).
Paisagem pode ser entendida como tudo que a visão alcança e por ela é delimitada. Ou seja, temos os limites estabelecido pela visão, como o alcance e os limites laterais. Portanto, duplamente subjetiva, pois a visão é algo inerente a cada ser com a possibilidade de enxergar, aqui então fica restrito aos que possuem todo o sistema biológico que permite que o cérebro codifique essa “ação ótica”, assim como essa possibilidade é diferente dentre os seres que possuem esse sentido presente.
Na pintura de paisagem é que se vai destacar os elementos a serem vistos. Esses elementos, num primeiro momento, estão ligados aos elementos oriundos do meio natural. Bem como, árvores, matas, lagos, rios, margeleiras, flores etc. Num segundo momento, começam as representações das alterações humanadas sobre a superfície terrestre.
Como se insere a pintura de paisagem no contexto da Geografia?

A Pintura de paisagem, como uma representação da natureza, pode ser compreendida como “uma correspondência da imagem do mundo físico e concreto” (visualidade), bem como uma representação desse mundo realizada como uma “elaboração reflexiva do que é, ou do que foi, fornecido visualmente transformado em fluxo cognitivo” (visibilidade) - pelo autor da obra.
Na atualidade, dois autores são os mais destacados pelos seus estudos sobre a paisagem. Iniciado mais especificamente na segunda metade do século XX, mas com reflexos importantíssimos até a atualidade. São eles Carl Sauer (1889 – 1975) e Denis Cosgrove (1948 – 2008).
Em sua obra de maior destaque,
Morfologia da Paisagem
, podemos encontrar uma concepção de paisagem ancorada na geografia alemã, onde compreende tal conceito como algo ligado aos aspectos visíveis, limitando-se a forma.

Sauer acreditava que a análise da paisagem não poderia ter seus limites no sentido, pois correria o risco de cair no senso comum, o que para ele se distanciaria de seu entendimento de ciência (CASTRO, 2004).
A paisagem, segundo Cosgrove, deve ser considerada como 'um modo de ver' associado às transformações econômicas, sociais, políticas, técnicas e artísticas do século XVI e do início do século XVII.

Perspectiva linear - três dimensões para o plano;

A forma (shape/scape) da terra (land) pode assim ser pictoricamente representada (CORRÊA, 2011, p.12).
"tensão entre o classicismo e o romantismo"

Classicismo:
privilégio do desenho e dos modelos compositivos;

Romantismo:
ascensão da cor e valorização de uma cena, com uma ação dramática e exaltação da natureza.
Foi convidado e acabou participando da equipe, embarcando em Bremen e chegando ao porto da cidade do Rio de Janeiro no dia 5 de Março de 1822, após passar 59 dias navegando (CARNEIRO, 1979).
A Expedição chefiada por Langsdorff (1774 - 1842) duraria 8 anos, indo de 1821 até 1829 e percorreria entorno de 17 mil km pelo interior do Brasil. “Partiram do Rio de Janeiro e passaram por Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso (Norte e Sul), Rondônia, Amazonas e Pará, distinguindo-se por notável coragem e originalidade” (LUVIZOTTO, 2012, p.47).
O Rio de Janeiro proporcionou um laboratório a céu aberto para Rugendas, ele se encantava com tudo que encontrava nessa cidade. Os aspectos físicos geográficos como, a sua paisagem topográfica permeada, pelo que ele denomina de montanhas e mar, tornam-se os motivos que em diferentes perspectivas o artista elabora seus traços, aperfeiçoando seu lápis na paisagem tropical.
Seu retorno à Europa, novas assimilações e a segunda viagem à América
Regressa à Europa em 1825, diretamente para Paris, Rugendas trata de organizar, junto ao impressor e amigo Edmond Engelmann, a que viria se tornar a sua mais celebre obra, o álbum de litografias,
Viagem Pitoresca através do Brasil
. Inicialmente, foi publicado em vários fascículos separadamente, até a sua versão completa em 1835.
(Humboldt) "[…] Minha fantasia, estimado amigo, ficou realizada com as exuberantes formas do mundo tropical que com grande inteligência aparecem representadas nos seus admiráveis desenhos, tão fiéis à verdade. […] Eu, que vivi seis anos entre essas formas, penso que o senhor é o único que chegou a apreender magistralmente seu verdadeiro caráter”. (DIENER, 1999, p.16 – grifo nosso).
Segundo Roca (2010), sua segunda estadia no Brasil possuiu características distintas da anterior, pois ele possuía a experiência de ter viajado por 15 anos pela América e com isso uma grande experiência como artista-viajante além dos inúmeros contatos que havia estabelecido, inclusive no Rio de Janeiro. O Brasil império oferecia um campo profícuo tanto na questão artística quanto política, pois a necessidade de criar uma iconografia do império era importante e, já existia aqui as Exposições Gerais da Academia Imperial de Belas Artes, a qual foi convidado a expor alguns de seus trabalhos.
Acerca de seu grandioso álbum litográfico
Sobre a sua obra Viagem Pitoresca através do Brasil, propriamente, está dividida em temas (Paisagens; Tipos e Costumes; Usos e Costumes dos Índios; A Vida dos Europeus; Europeus na Bahia e em Pernambuco; Usos e Costumes dos Negros).
"O país, tal como se apresenta ao viajante, os caracteres distintivos que se percebem logo ao primeiro contato, o desenvolvimento dessas particularidades que o desenho não poderia indicar, a demarcação, finalmente, de divisões que chamaremos de pitoresca por oposição às da administração política, eis tudo o que deve conter este primeiro caderno" (RUGENDAS, 1976, p.2).
A superlativa valoração da vegetação tropical como motivo pictórico e as minuciosas e eruditas observações acerca dos diversos tipos de plantas que podem conviver num mesmo ambiente induziram à criação de uma nova linguagem artística para o registro da natureza de ultramar (DIENER; COSTA, 2002. p.45).
Iconografia, Iconologia e Geografia
"As obras do primeiro grupo inauguram o trabalho de Rugendas com a técnica da pintura a óleo, mais ainda, é uma brilhante manifestação que marca o início da preocupação do artista com a cor. Surpreende a perfeição dessas telas brasileiras, realizadas não apenas com meticuloso cuidado no desenho e na precisão das formas [...]" (DIENER; COSTA, 2002. p.43-44).
Contribuições de Rugendas na construção da representação da paisagem brasileira
Ao descrever pictoricamente, os artistas viajantes que pelo Brasil passaram, em especial Rugendas, compõe um “quadro da natureza tropical”, onde esta, em sua maioria, ainda não havia sido registrada por outros artistas. Isso possibilitou a apreensão da natureza tropical, proporcionou aos cientistas e demais artistas europeus um grande conjunto de obras documentais sobre a exuberância da natureza brasileira, em especial da Mata Atlântica.
A produção artística constitui-se, portanto, em parte fundamental da prática científica, sem a qual as análises e os estudos feitos
a posteriori
perderiam muito. [...] O naturalista evidencia aí a importância que as imagens têm em seu trabalho científico. […] Cabe ao artista zelar para que o público apreciador das viagens científicas possa apreender a totalidade do lugar de onde foram retirados [os espécimes].
Considerações Finais
O presente trabalho se caracteriza como uma busca pelo sentido primeiro de paisagem no ato em que ele se conecta da arte pictórica com a geografia e esta, se funda como ciência, se estruturando a partir do advento da representação pictórica da paisagem e trazendo para si o estudo da ordenação e apreensão dos diferentes tipos de paisagem que se encontram na superfície terrestre.
Portanto, na Geografia a paisagem passa a ser o centro das análises, permitindo assim a realização da leitura do mundo, da cosmovisão que ela carrega, ou que nela é projetada, além de permitir, em seu desdobramento, a incorporação das noções de percepção, imaginação e simbolismo. A paisagem nos mostra o que é evidente, mas também possibilita a reflexão do que é visto ou como é visto, o próprio modo de ver.
Referências Bibliográficas
Rugendas
Retrato do Imperador, 1846, óleo sobre tela. 100x79 cm.
The visual triangle as described by Alberti
Fonte: Denis Cosgrove, 1985 p.47 - adaptado pelo autor.
A seventeenth-century 'way of seeing' (familiar to readers Area).
Fonte: Denis Cosgrove, 1985, p.48 - adaptado pelo autor.
Barman, 1971. Carta dos diferentes itinerários feitos pelos membros da expedição de Langsdorff.
Retrato de Humboldt por Friedrich Georg Weitsch, 1806.
Chasse dans une forêt vierge, 1835.
Fonte: Pintura Pitoresca, 2013.
Floresta virgem próxima a Mantiqueira, 1835. Fonte Pintura Pitoresca, 2013.
Serra do Outro Branco, 1835. Fonte: Pintura Pitoresca, 2013.
Batuque, 1835, litogravura.
BARBATO, Luis Fernando Tosta. Contornos do Império: o papel da natureza na política imperial brasileira (1839-1845). Anais do XIX ANPUH/SP – USP. São Paulo, 2008. Disponível em: <http://www.anpuhsp.org.br/sp/downloads/CD%20XIX/PDF/Autores%20e%20Artigos/Luis%20Fernando%20Tosta%20Barbato.pdf>. Acessado em: 22 de abril de 2014.
CARNEIRO, Newton. Rugendas no Brasil. Rio de Janeiro: Kosmos, 1979, 225p.
CAUQUELIN, Anne. A invenção da paisagem. São Paulo, SP: Martins, 2007. 196 p. (Todas as artes). ISBN 9788599102534 (broch.).
CORRÊA, Roberto Lobato. Denis Cosgrove: a paisagem e as imagens. Espaço e cultura, UERJ, RJ, n.29, p.7-21. 2011.
COSGROVE, Denis. Social Formation and symbolic landscape. London: Croom & Helm, 1984.
DIAS, Elaine. Paisagem e academia: Félix-Émile Taunay e o Brasil (1824 – 1851). Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2009.
DIENER, Pablo.O Brasil dos viajantes. São Paulo: Revista USP, p.46-57, 1996.
EDITORA ITATIAIA. O Brasil de Rugendas. Coleção Imagens do Brasil, vol.1. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1998.
FÉRNANDEZ PÉREZ, Joaquín. Humboldt: el descubrimiento de la naturaleza. 1ª edição. España: Nivola, 2002. 332p.
JANSON, H. W. História da arte. 5ª ed. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
PANOFSKY, Erwin. Significado nas artes visuais. 3. ed. São Paulo, SP: Perspectiva, c1991. 439p., il. (Debates; v. 99).
PERUSSO, Michele Nori. A construção visual do homem dos trópicos: imagens e representações do Brasil pelo olhar do artista-viajante alemão Johann Moritz Rugendas. Baleia em Rede. Vol. 1 nº 8. ano VIII, dez/2011.
PERSPECTIVAS da geografia. Coautoria de Antonio Christofoletti. 2. ed. [São Paulo]: DIFEL, 1985. 318p., il., 21 cm. Inclui bibliografia.
PRADO, Maria Lígia Coelho. América latina no século XIX: tramas, telas e textos. São Paulo: Edusp, Bauru: Editora da Universidade Sagrado Coração, 1999.
ROCA, Andrea Claudia Marcela. Os sertões e o deserto: imagens da ‘nacionalização’ dos índios no Brasil e na Argentina na obra do artista-viajante J. M. Rugendas. Tese de Doutorado - Rio de Janeiro, UFRJ, 2010. Disponível em: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2013/historia_artigos/roca_tese.pdf. Acessado em 10 de junho de 2014.
ROZO, Juan Davi Delgado. Entre la materialidad y la representación: reflexiones sobre el concepto de paisaje em geografía histórica. In Cuadernos de Geografia – Revista Colombiana de Geografia, nº 19 (2010), Bogotá – Colômbia. p.77-86.
Rugendas (1802 - 1858)
Assim, desvendando as projeções ideológicas realizadas na paisagem e através dela, pois assim como a natureza, a paisagem também é passível de carregar um discurso político e ideológico. Para a Geografia que estava se estruturando enquanto um campo do saber científico, o encontro entre arte e ciência, o primeiro capaz de organizar a natureza e (re)produzir formas, transformaria a natureza em objeto passível de ser apreendido pelos estudos sistemáticos da ciência, ou seja, ordenável e inteligível através dos estudos geográficos.

KURY, Lorelai. Viajantes-naturalistas no Brasil oitocentista: experiência, relato e imagem. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, vol. VIII (suplemento), p.863 – 880, 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v8s0/a04v08s0.pdf>. Acessado em 20 de junho de 2014.
LAUDAN, Larry. et al. Mudança científica: modelos filosóficos e pesquisa histórica. Estud. av., Dez 1993, vol.7, no.19, p.7-89. ISSN 0103-4014. Disponível em: <http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ > Acesso em: 13 de Novembro de 2007.
LUVIZOTTO, Rodrigo. Os Diários de Langsdorff: prelúdios paisagísticos. Tese de Doutorado FFLCH – USP. SP, 2012.
MÄDER, Maria Elisa. Civilização, barbárie e as representações espaciais da nação nas Américas no sécuo XIX.
MARTINS, Luciana. O Rio de Janeiro dos Viajantes. RJ: Jorge Zahar Editor, 2002.
MATTOS, Claudia Valladão de. A pintura de paisagem entre arte e ciência: Goethe, Hackert, Humboldt. In: TERCEIRA MARGEM: Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Centro de Letras e Artes, Faculdade de Letras, Pós-Graduação, Ano IX, nº 10, 2004.
MATTOS, Ilmar Rohloff de. Construtores e herdeiros: a trama dos interesses na construção da unidade política.
MORAES, Antonio Carlos Robert. A gênese da geografia moderna. São Paulo, SP: HUCITEC: EDUSP, 1989. 206p., 21cm. (Geografia: teoria e realidade; v. 16).
MOREIRA, Ruy. O pensamento geográfico brasileiro: as matrizes brasileiras, volume 3. São Paulo: Contexto, 2010.
Os Diários de Langsdorff. Org. Danuzio Gil Bernardino da Silva; tradução Márcia Lyra Nascimento Eegg e outros; Bóris N. Kkomissarov e outro. Campinas: Associação Internacional de Estudos Langsdoff; Rio de Janeiro: Fiocruz, 1997.

RUGENDAS, João Maurício. Viagem Pitoresca através do Brasil. Sérgio Milliet (trad.): 1976.
SILVA, Ana Rosa Cloclet da. Criar a nação por herdar o império: tradição e modernidade no projeto nacional de José Bonifácio. Revista de Esboços, Florianópolis, v. 19, n.28, p.236-253, dez. 2012. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/2175-7976.2012v19n28p236>. Acessado em 17 de abril de 2014.
TARASANTCHI, Ruth Sprung. Pintores Paisagistas: São Paulo 1890 a 1920. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002.
VITTE, A. C. A categoria paisagem e o desenvolvimento da geografia física. Revista Mercator. Ceará: Revista de Geografia da UFC, 2007b.

SITES CONSULTADOS
ESPAÇO ARTE MIZRAHI. Disponível em: https://espacoartemmizrahi.s3.amazonaws.com Acessado em setembro de 2013.
ITAU CULTURAL. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_obras&acao=menos&inicio=9&cont_acao=2&cd_verbete=1835. Acessado em 30 de agosto de 2013.
PINTURA PITORESCA. Disponível em: http://pinturapitoresca.blogspot.com.br. Acessado em agosto de 2013.
RUGENDAS, J. M. (In) Catálogo das artes. Disponível em: http://www.catalogodasartes.com.br/Lista_Obras_Biografia_Artista.asp?idArtista=304&txtArtista=Johann%20Moritz%20Rugendas. Acessado em 01 de Setembro de 2012.
Full transcript