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História da música europeia

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Lucas Yan

on 23 May 2016

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Transcript of História da música europeia

Isabella - Nº 15
Luís-Nº 18
Luna-Nº 20
Pedro-Nº 25
Sophia-Nº 29
Whenny-Nº 32

História da música europeia
A música europeia tem sua origem nas diversas manifestações populares através dos tempos. Sabemos que a origem de vários instrumentos como a grafia musical e inclusive as formas musicais vem de vários lugares do planeta.

Na Grécia, por volta do século V a.C., os teatros já tinham ótima acústica. Os atores eram acompanhados por um coro que dançava e cantava e por uma orquestra. Durante as festas, principalmente as Dionisíacas (em homenagem ao deus Dionísio), a música era uma constante de alegria e descontração.
No Império Romano, durante os desfiles das vitoriosas Legiões Romanas, eram saudadas com músicas que elevavam o espírito da tropa. Durante os bacanais (em homenagem ao deus Baco – do vinho), a música para alegrar as festas que duravam vários dias era alegre e extrovertida.Durante a Idade Média, a Igreja ditava as regras culturais, sociais e políticas de toda a Europa, com isto interferiu na produção musical daquele momento. A música “monofônica” (que possui uma única linha melódica), sacra ou profana, é a mais antiga que conhecemos, é denominada de “Cantochão”, porém a utilizada nas cerimônias católicas era o “canto gregoriano”. O canto gregoriano foi criado antes do nascimento de Jesus Cristo, pois ele era cantado nas sinagogas e países do Oriente Médio. Por volta do século VI a Igreja Cristã fez do canto gregoriano elemento essencial para o culto. No século IX começa a se desenvolver o “Organum”, que são as primeiras músicas polifônicas com duas ou mais linhas melódicas.

A Renascença ou Renascimento é na verdade um resgate, uma valorização dos conhecimentos deixados pelos antigos gregos e romanos, pois durante toda Idade Média, eles haviam sido esquecidos, deixados de lado por uma vida voltada para a religiosidade. A Renascença é uma época de redescobertas, onde o homem não aceita mais o que é dito pela Igreja, mas sim busca um conhecimento científico e racional. Todo este novo modo de pensar vai modificar a forma de compor por parte dos compositores.

Os compositores passam a escrever mais músicas profanas, e também para os instrumentos, sem que estes tenham que acompanhar vozes. Os instrumentos passam a ter uma certa independência, e a partir daí sofrem aperfeiçoamentos, para que assim possam melhor desempenhas suas funções.

Na Música Barroca, os compositores abandonaram o sistema de modos para compor suas músicas, e passou-se a desenvolver o sistema tonal maior - menor sobre o qual iria basear-se a harmonia que ainda hoje utilizamos. É neste período que a música instrumental passa a Ter a mesma importância que a música vocal. Passaram os compositores a criar outras formas de composição como a fuga, a suíte, a sonata e o concerto.

A Música Clássica compreende o período entre 1750 e 1810, onde se inclui a música de Haydn e Mozart, bem como as primeiras composições de Beethoven. A orquestra no período clássico ganha formas que praticamente até hoje são utilizadas. O contínuo com o tempo é abandonado, e os instrumentos de sopro passam a ganhar maior destaque nas composições, já que seu desenvolvimento técnico possibilita aos executantes um grande aprimoramento na execução. A música vocal vai aparecer no período Clássico através da ópera, principalmente com Mozart.

O Romantismo do século XIX foi um período de mudanças no estilo musical ocorridas logo depois da virada do século. Os compositores clássicos buscavam o equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade. Os românticos vieram desequilibrar a balança. Eles buscavam maior liberdade de forma e de concepção em sua música, e a expressão mais intensa e vigorosa de sua emoção, frequentemente revelando seus pensamentos e sentimentos mais profundos, inclusive suas dores. Muitos dos compositores românticos tinha inspiração em obras literárias ou artes plásticas. Eram colocavam aventuras e fantasias em suas composições.


A história da música moderna constitui uma série de tentativas e experiências que levaram a uma série de novas tendências, técnicas e, em certos casos, também a criação de novos sons, tudo contribuindo para que seja um dos períodos mais empolgantes da história da música.

A Música na Europa Ocidental

A Europa Ocidental tem uma grande contribuição para a história da música. Desde Beethoven aos Beatles, nossa cultura é influenciada pela música daquela região. Vários artistas de rock progressivo e new age começaram a utilizar elementos da música celta e o mundo descobriu esses estilos até então populares apenas na Irlanda, Escócia e País de Gales.
Assim como Peter Gabriel, que tem influência da música celta, muitos outros artistas também seguem essa estilo. É o caso do britânico Alan Stivell e do irlandês Iarla Ó Lionáird, que costumam cantar em gaélico. Alan Stivell, a quem muitos atribuem o renascimento da harpa celta, já tocou com músicos de várias partes do planeta e Iarla Ó Lionáird faz parte do excelente grupo Afro Celt Sound System, formado por músicos europeus e africanos. Na França, o Deep Forest desenvolveu um tipo de world music que alguns chamam de música étnica por causa da mistura étnica com sons eletrônicos.

A Música no Leste Europeu

Embora a Música do Leste Europeu seja pouco divulgada, países como Polônia, Ucrânia e Albânia, possuem uma sonoridade bastante rica, com forte influência também da música oriental, por exemplo a banda System of a Down formada por músicos armênios.

A Música na Europa do Norte e Europa Mediterrânea

Na chamada Europa do Norte, destacam-se músicos como o saxofonista Jan Garbarek, da Noruega, que já tocou com grandes artistas de jazz, fusion e world music. Na região mediterrânea da Europa, a música espanhola tem grupos como Amparanóia, Chambao e Jarabe de Palo, que atualizam e enriquecem o flamenco.


Celtas
Os celtas integram uma das mais ricas civilizações do mundo antigo. As origens desta civilização remontam ao processo de desenvolvimento da Idade do Ferro, quando estes teriam sido os responsáveis pela introdução do manuseio do ferro e da metalurgia no continente europeu. De fato, o reconhecimento do povo celta pode se definir tanto pela partilha de uma cultura material específica, quanto pelo uso da língua céltica.

Não compondo uma civilização coesa, os celtas se subdividiram em diferentes povos entre os quais podemos destacar os belgas, gauleses, bretões, escotos, batavos, eburões, gálatas, caledônios e trinovantes. Durante o desenvolvimento do Império Romano, vários desses povos foram responsáveis pela nomeação de algumas províncias que compunham os gigantescos domínios romanos.

Do ponto de vista econômico, podemos observar que os celtas estabeleceram contato comercial com diferentes civilizações da Antiguidade. Por volta do século VI a.C., a relação com povos estrangeiros pode ser comprovada pela existência de elementos materiais de origem etrusca e chinesa em regiões tipicamente dominadas pelas populações célticas.
Por volta do século V a.C., os celtas passaram a ocupar outras regiões que extrapolavam os limites dos rios Ródano, Danúbio e Sanoa. A presença de alguns armamentos e carros de guerra atesta o processo de conquista de terras localizadas ao sul da Europa. Após se estenderem em outras regiões europeias, os celtas foram paulatinamente combatidos pelas crescentes forças do Exército Romano.

A sociedade céltica era costumeiramente organizada através de clãs, onde várias famílias dividiam as terras férteis, mas preservavam a propriedade das cabeças de gado. A hierarquia mais ampla da sociedade céltica era composta pela classe nobiliárquica, os homens livres, servos, artesãos e escravos. Além disso, é importante destacar que os sacerdotes, conhecidos como druidas, detinham grande prestígio e influência.

A religiosidade dos celtas era marcada por uma série de divindades que possuíam poderes únicos ou tinham a capacidade de representar algum elemento da natureza ou animal. Com o passar do tempo, alguns mitos e deuses foram incorporados pelo paganismo romano e, até mesmo, na trajetória de alguns santos cristãos. Atualmente, a Irlanda é o país onde se encontram vários vestígios da cultura céltica.
Celtas e a origem do halloween
Curiosidade
O Halloween, ou o Dia das Bruxas, é um evento cultural que acontece em países de origem anglo-saxônica, principalmente Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido. Essa celebração tem como base referência a povos antigos.

A origem da comemoração é datada de 600 a.C. No início nada tinha a ver com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda que marcava o fim do verão. Depois da união da cultura latina e celta, ocasionada pela invasão dos Romanos, o significado do Halloween foi se modificando.

Junto com os Romanos veio a catequização do povo celta. A religião celta, considerada pagã, e conhecida como druidismo, foi paulatinamente apagada pelos invasores. Isso fez com que a festa ganhasse o caráter de uma “Festa de Todos os Santos”, substituindo a origem pagã comemorada pelo povo local, que chamava o evento de “Festa dos Mortos”.

Atualmente, o Halloween pouco tem a ver com o sentido original de celebração aos mortos. Estão acrescidos elementos como o disfarce, abóboras e a famosa frase “doces ou travessuras”, amplamente divulgada pelos Estados Unidos para multiplicar a sua cultural internacionalmente. O dia da comemoração é 31 de outubro.


Trabalho De Geografia
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