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Transporte Fluvial

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on 8 April 2014

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Transcript of Transporte Fluvial

TRANSPORTE FLUVIAL
Ana Paula Antunes, Joana Feltrin, Maiara Cristina de Oliveira, Maiara Chodon, Marcella Tamura Ferrazzi, Paloma Casonatto Pinto

Introdução
O termo transporte é definido como “ato, efeito ou operação de transportar”, podendo ser pessoas ou bens/mercadorias de uma localidade para outra, é dele uns dos principais papéis na cadeia logística, tanto em relação a custos, quanto a relação ao serviço prestado ao cliente.

Um desses modais é o fluvial que é aquele que tem a finalidade de locomoção por meio de rios. O estudo terá em vista, não apenas o transporte de cargas, mas também o transporte da população, além disso, as vantagens, desvantagens, problemas e possíveis soluções para melhoria do modal.
O Brasil possui cerca de 26 mil quilômetros de rios navegáveis que estão aguardando utilização para que seja uma opção de transporte mais econômico.
É um modal bastante competitivo, já que apresenta grande capacidade de transporte, baixo consumo de combustível e é menos poluente que o modal rodoviário.
Troncos flutuantes deram origem às primeiras embarcações, as jangadas.
Sumérios e egípcios construíram barcos de pesca como junco que crescia nas margens dos rios. Inventaram, ainda, navios de madeira impulsionados por remos e velas, para viagens marítimas.
No século XVI, as grandes embarcações desenvolveram-se rapidamente, como conseqüência da exploração européia em outras partes do planeta. Hoje, estas mesmas embarcações são feitas de aço, transportam imensas quantidades de carga e desenvolveu mais velocidade, algo que só foi possível com a invenção dos motores.
Histórico
Desde a época da conquista e expansão do território brasileiro até a primeira metade do século XX, a navegação fluvial brasileira colaborou na consolidação das fronteiras e da integração do país, fixando populações e descobrindo riquezas e oportunidades nos sítios mais afastados do interior brasileiro.
O interior do Brasil, até início da década de 1960, não apresentava produção que consolidasse uma navegação fluvial em escala empresarial e que justificasse maiores intervenções de melhoria no leito fluvial ou mesmo maiores investimentos privados em embarcações.
As melhores condições para o planejamento hidroviário abrangente e eficaz no território brasileiro ocorreram no período de 1965 a 1980, devidamente incorporado aos usos múltiplos das águas, ao meio ambiente e à intermodalidade.
O país possui cerca de 13 mil Km de vias navegáveis utilizadas economicamente para o transporte de cargas e passageiros, podendo atingir cerca de 44 mil Km navegáveis, caso sejam realizadas obras de infra-estrutura em outros 29 mil Km de vias naturalmente disponíveis.
Evolução das hidrovias
As principais mudanças desde então foram à melhoria em relação à capacidade de carga a ser transportada nos navios e a criação de embarcações específicas, de acordo com o tipo de carga. Para as conquistas foram necessárias inovações tecnológicas no setor de transportes de longo curso, tais como a bússola, o astrolábio, o quadrante e variados mapas. As primeiras potências marítimas do mundo foram os egípcios, gregos e fenícios, construindo barcos comerciais e de guerra;
Fatores que também influenciaram para o crescimento da navegação: política mercantilista do absolutismo e a Revolução industrial do século XVII

Situação das Hidrovias
O Brasil é um país que não aproveita todo potencial hidrológico que oferece. Possuindo mais investimentos no transporte rodoviário. Possui a rede hidrográfica mais extensa do Globo, sendo que muitos dos seus rios destacam-se pela extensão, largura e profundidade.
Mesmo assim, o transporte fluvial ainda é pouco utilizado no Brasil, se levarmos em conta, seu potencial. Isso ocorre por diversos fatores como portos inadequados, burocracia e altas tarifas, além de que alguns rios, não atravessam as mais expressivas regiões econômicas do país. Nessas regiões, rios de planalto exigem obras caras e causadoras de impactos ambientais, para que possam ser aproveitados.
Características
Algumas características do transporte fluvial:
• custo operacional (depende basicamente das operações de carga e descarga)
• grande capacidade de carga;
• muito econômico para pequenas e grandes distâncias;
• pequeno consumo de energia.
• transporte seguro
• baixo custo de manutenção;
• baixa flexibilidade;
• transporte lento;
• influenciado pelas condições climáticas.
• baixo custo de implantação quando se analisa uma via de leito natural, mas pode ser elevado se existir necessidade de construção de infra-estruturas especiais como: eclusas, barragens, canais, etc.

A característica que predomina sobre esse tipo de transporte é a economia que ele gera com relação aos outros modais. Além disso, é um meio de deslocamento menos poluente.
Este tipo de transporte pode ser dividido em cabotagem, navegação interior, navegação de longo curso, navegação de apoio marítimo e navegação de apoio portuário.

Cabotagem
: é realizada entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial.


Navegação interior:
entre dois portos fluviais, aquela praticada nos rios, lagos, lagoas e canais, ou seja, “confinada”.


Navegação de longo curso:
é aquela que ocorre no mar, entre dois ou mais países. Se houver a utilização de um rio ou um lago para complemento da navegação, esta não muda para fluvial ou lacustre e continua sendo uma navegação de longo curso.


Navegação de apoio portuário:
realizada exclusivamente nos portos e terminais aquaviários, para atendimento a embarcações e instalações portuárias;


Navegação de apoio marítimo:
realizada para o apoio logístico a embarcações e instalações em águas territoriais nacionais e na Zona Econômica, que atuem nas atividades de pesquisa e lavra de minerais e hidrocarbonetos.


Principais tipos de equipamentos
Neste tipo de transporte os equipamentos utilizados são as balsas, chatas, barcaças, pequenos barcos, bem como navios de médio e grande porte, sempre dependendo das finalidades a que se destina. Também deve ser considerada a capacidade da hidrovia, principalmente quanto ao calado, já que são comuns os rios terem pequena profundidade, podendo ser de até 1,5 ou 2 metros.
No transporte fluvial é freqüente a utilização de comboios, formados por diversas barcaças, chatas ou balsas, cuja tração é dada por um empurrador. Ele será tanto mais viável quanto mais elevada forem à capacidade de carga dos comboios.

Principais Hidrovias do mundo
Hidrovias

Extensão da rede (km)
CHINA 110.000
RÚSSIA 102.000
BRASIL 50.000
ESTADOS UNIDOS 41.009
INDÓNESIA 21.579
COLÔMBIA 18.000
VIETNÃ 17.702
CONGO 15.000
ÍNDIA 14.500
MYANMAR 12.800

Principais Malhas hidroviárias e terminais no Brasil e no Mundo
. Hoje, redes de hidrovias são usadas principalmente para escoar mercadorias, seja ela produtos agrícolas, minerais ou outros. Comboios de barcos ou balsas carregadas de contêineres podem ser facilmente avistados em rios como o Mississipi, nos Estados Unidos, e no Danúbio e Reno, na Europa.
Especialistas apontam que o transporte fluvial é um dos mais vantajosos do ponto de vista econômico, mas sofre com vários problemas, entre eles a construção de represas que dificultam a navegação nos rios. Eles afirmam, também, que este é um setor que ainda tem muito a crescer.

Fonte: Revista CYAN, 2012
O Brasil está bem colocado no ranking. E apesar de ser um país abundante em água pouco se usa desse potencial.
Classificação das Hidrovias
Excluídos os lagos e lagoas navegáveis, podemos dividir as vias navegáveis interiores em 3 classes:
Rios de Corrente livre
Rios Canalizados
Rios canalizados construindo-se uma série de barragens com eclusas (ou outro meio de transposição de desnível) ao longo de um curso d’água, teremos um rio canalizado.

O termo “canalizado”, em nossa língua, pode dar uma impressão falsa, de confusão com outros tipos de obras nos rios ou riachos, geralmente feitas quando estes atravessam cidades. Seria melhor, talvez, que os chamássemos de rios represados.

O termo “canalizado”, em nossa língua, pode dar uma impressão falsa, de confusão com outros tipos de obras nos rios ou riachos, geralmente feitas quando estes atravessam cidades. Seria melhor, talvez, que os chamássemos de rios represados.
Canais
Canais podem ser definidos como vias navegáveis interiores completamente artificiais, em oposição às vias navegáveis naturais.

Há duas classes principais de canais: os canais laterais e os canais de partilha.

Os canais laterais
são usados quando o melhoramento de um trecho do rio é de tal modo difícil ou oneroso que se torna preferível construir lateralmente um canal inteiramente artificial, que pode ser dividido em vários planos d’água, ligados por eclusas ou elevadores.

Os canais de partilha
(ou canais de ponto de partilha) são os de interligação de hidrovias (ou de bacias hidrográficas).
As vias navegáveis ou hidrovias são associadas em classes distintas, que levam em consideração a capacidade das vias em permitir tráfego em função das dimensões (boca, calado, comprimento e tirante de ar) e da capacidade de carga das embarcações.

Esta classificação é variável em várias partes do mundo, basicamente variam por tipos de embarcações ou por particularidades de cada órgão classificador.


Entidades Responsáveis
Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ,
é entidade integrante da Administração Federal indireta, submetida ao regime autárquico especial, com personalidade jurídica de direito público, independência administrativa, autonomia financeira e funcional, mandato fixo de seus dirigentes, vinculada ao Ministério dos Transportes e a Secretaria de Portos da Presidência da República, com sede e foro no Distrito Federal, podendo instalar unidades administrativas regionais.
Tem por finalidades:
I - implementar, em sua esfera de atuação, as políticas formuladas pelo Ministério dos Transportes e pelo Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte-CONIT, segundo os princípios e diretrizes estabelecidos na Lei nº 10.233, de 2001; e
II - regular, supervisionar e fiscalizar as atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infra-estrutura portuária e aquaviária, exercida por terceiros, com vistas a:
a) garantir a movimentação de pessoas e bens, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança, conforto, regularidade, pontualidade e modicidade nos fretes e tarifas;
b) harmonizar os interesses dos usuários com os das empresas concessionárias, permissionárias, autorizadas e arrendatárias, e de entidades delegadas, preservando o interesse público; e
c) arbitrar conflitos de interesse e impedir situações que configurem competição imperfeita ou infração contra a ordem econômica.

O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes - DNIT
é o principal órgão executor do Ministério dos Transportes. Foi implantado em fevereiro de 2002 para desempenhar as funções relativas à construção, manutenção e operação da infra-estrutura dos segmentos do Sistema Federal de Viação sob administração direta da União nos modais rodoviário, ferroviário e aquaviário.
Administrações hidrovias que o DNIT administra:
Administração da hidrovia do Paraguai - AHIPAR;
Administração da hidrovia da Amazônia Oriental - AHIMOR;
Administração da hidrovia do Paraná - AHRAN.
Vantagens e Desvantagens
VANTAGENS
Grande volume de cargas com baixo custo variável;
Menos poluente ao meio ambiente ;
Permite descongestionar as vias terrestres;
Menor custo de transporte;
Transportam produtos perigosos e diversos tipos de cargas;
Custos operacionais menores;
É um dos que exigem menos investimentos em infraestrutura se a via for francamente navegável;
Apesar de limitado às zonas costeiras, registra grande competitividade para longas distâncias.

DESVANTAGENS
Longas distâncias dos centros de produção;
Não se adequa a mercadorias perecíveis;
Tempo elevado na descarga dos produtos;
Necessidade de transbordo nos portos;
Se forem necessárias obras de engenharia exige grandes investimentos;
Riscos de acidentes (derrames, encalhes);
Velocidade reduzida, devido à dificuldade de operação de embarcações e das características do canal navegável;
É pouco flexível em rotas e horários, por estar sujeito às condições de navegabilidade dos rios.





Principais Obras do PAC
CORREDOR DO RIO MADEIRA - DRAGAGEM E SINALIZAÇÃO - PNMH - AM RO
No rio Madeira está ocorrendo uma obra de dragagem onde ocorre a escavação ou remoção de solo ou rochas do fundo do rio através de equipamentos denominados "draga" visa aumentar a profundidade do rio e promovendo o alargamento de suas extremidades.
É definido como um serviço de desassoreamento para melhorar o deslocamento através do rio.
O trecho em azul no mapa é a que foi previsto para ser dragado no Rio madeira.






Já a sinalização é feita através de placas colocadas ao longo da bacia, onde elas apontam limites de profundidade, limites do canal de navegação e avisos de perigo isolados. Essas placas são colocadas para prevenir acidentes e melhorar as condições de navegação.






CORREDOR DO RIO PARAGUAI - DRAGAGEM DE MANUTENÇÃO - CÁCERES ATÉ BARRA NORTE DA ILHA DO TAIMÃ – MT
A Dragagem é necessária, pois garante a profundidade do canal, permitindo que as embarcações trafeguem sem riscos à segurança da navegação e a dragagem de manutenção que está sendo realizada no corredor do Rio Paraguai visa manter as profundidades do canal de navegação, cuja lâmina d'água estava sendo progressivamente reduzida, devido ao assoreamento.

CORREDOR DO RIO TAPAJÓS - DRAGAGEM E DERROCAMENTO - PNMH - MT PA
No Rio Tapajós a dragagem (que já foi explicada nos itens anteriores do que se trata) está sendo realizada para aumentar a profundidade do rio e alargar suas extremidades. A obra de derrocamento consiste em um processo de retirada ou destruição de pedras ou rochas submersas, que impedem a plena navegação. A obra de derrocagem está readequando o canal de acesso e a bacia do Rio Tapajós.





O atual Terminal Hidroviário está implantado em um espaço de aproximadamente 900 metros quadrados, quantia insuficiente para a demanda crescente de pessoas em circulação pelo local.
O novo Terminal, que ficará no pavimento térreo, contará com lojas de conveniência, farmácias, praça de alimentação, duas lanchonetes e dois flutuantes com rampas articuladas, um para o embarque e outro para o desembarque de passageiros, além de polícia turística, centro de atendimento ao turista, e todos os órgãos envolvidos com a regulamentação e fiscalização do transporte naval, que ocuparão o pavimento superior do prédio. Hoje o terminal está operando com seis linhas hidroviárias, sendo três delas interestaduais e três intermunicipais. Com a conclusão da obra, essa capacidade deverá ser expandida.
Esse terminal possui uma estrutura centenária, o que demandou todo um cuidado no processo de recuperação e readequação do espaço. Teve uma preocupação especial com a questão do piso, que precisou ser elevado para evitar problemas nas épocas de maré alta e com a visibilidade para o rio.






IMPLANTAÇÃO DE TERMINAIS HIDROVIÁRIOS - BELÉM – PA
REFERÊNCIAS
Keedi, Samir; Mendonça, Paulo C. C. de.
Transportes e Seguros no Comércio Exterior.
Edição I. Local: São Paulo. Editora Yone Silva Pontes, 2007.

TOKARSKI, ADALBERTO.
HIDROVIAS BRASILEIRAS
, Disponível em: <http://www.antaq.gov.br/portal/pdf/palestras/Mar0722PalestraENEPHAdalberto.pdf>. Acesso em: 04 mar 2014.

Movimento Cyan. As 10 maiores redes de hidrovias do mundo. Disponível em: <http://www.movimentocyan.com.br/home/revista-cyan/temas/tecnologia/2012/02/24/as-10-maiores-redes-de-hidrovias-do-mundo?tema=1276>. Acesso em: 01 mar 2014.

PAC 2 Ministério do Planejamento.
Hidrovias
. Disponível em: <http://www.pac.gov.br/transportes/hidrovias >. Acesso em: 11 mar 2014.
Brasil Escola. Transporte Fluvial . Disponível em: <http://www.brasilescola.com/geografia/transporte-fluvial.htm>. Acesso em: 11 mar 2014.

Pará em Obras.
Terminal Hidroviário de Belém deve ser entregue em dezembro.
Disponível em: <http://paraemobras.pa.gov.br/feeds/terminal-hidroviario-de-belem-2>. Acesso em: 15 mar 2014.

Ministério dos Transporte.
Administrações hidroviárias.
Disponível em: <http://www.transportes.gov.br/conteudo/766>. Acesso em: 10 mar 2014.

Rios de corrente livre são os naturalmente navegáveis, em que não há barragens em seu curso. Sem perder, entretanto, esta característica, eles podem ter as suas condições de navegabilidade sensivelmente melhoradas, por meio de três principais processos, que podem ser usados isolada ou conjuntamente, a saber:
Regularização do leito;
modificar, obedecendo a determinadas regras, as formas naturais do mesmo, atuando principalmente sobre o traçado em planta, obtendo-se, com isso, melhoria nas características da hidrovia, inclusive sobre a profundidade mínima.
Regularização da descarga;
resulta da implantação de reservatórios a montante do trecho navegável ou nos afluentes, não vamos entrar em maiores detalhes, tais as suas vantagens evidentes, não só para a navegação, mas, também, para as demais utilizações da água.
Dragagem;
aprofundar periodicamente os pontos altos do canal navegável.
Das várias características para que um rio seja naturalmente navegável, nos deteremos apenas nas duas principais:
• Vazão mínima; e
• declividade.

Pode-se transformar um rio de pequeno porte ou encachoeirado em uma excelente hidrovia, abrindo, assim, novas áreas à navegação.

Nos rios já naturalmente navegáveis, consegue-se um salto nas condições de navegabilidade. De certo modo, o rio canalizado pode ser comparado com a grande hidrovia que é o oceano. Na via marítima, as limitações de largura e profundidade do canal se encontram, em geral, no acesso aos portos e terminais; nos rios canalizados tais restrições, normalmente, se situam nas proximidades do pé das barragens e eclusas, ou outras obras de transposição. A velocidade das águas fica reduzida a valores ínfimos nos sucessivos lagos que se formam, interligados por eclusas ou elevadores de navios.
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