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I.A.

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by

Teresa Figueiral

on 3 December 2013

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Transcript of I.A.

Inteligência Animal
ESAM 2013
Ana Teresa Figueiral nº6
Lara Augusto nº18
12ºC
A inteligência, segundo o dicionário de psicologia (D.Quixote, 1981), pode definir-se como:

“-capacidade de enfrentar situações novas e de se adaptar a elas de uma forma rápida e eficiente;

-capacidade de utilizar, com eficácia, conceitos abtratos;

-capacidade de fazer relacionações e aprender rapidamente”.
Pensava-se que o comportamento animal seria orientado por instintos inatos e reflexos condicionados.
Conclui-se que a maior parte dos vertebrados tem a capacidade de aprender e de resolver problemas.
A inteligência animal relaciona-se com o tamanho e com a complexidade do encéfalo.
As principais funções da linguagem consistem, a nível pessoal, na expressão de sentimentos ou sensações (satisfação, medo, etc.), a nível social, no alarme ou intimidação.
Os animais tem cultura, transmitida de geração em geração.
“-capacidade de enfrentar situações novas e de se adaptar a elas de uma forma rápida e eficiente;
-capacidade de utilizar, com eficácia, conceitos abtratos;
-capacidade de fazer relacionações e aprender rapidamente”.
A inteligência não é um atributo único do homem, está difundida por todos os vertebrados.
Segundo Thorndike existem três tipos de inteligência:

Inteligência prática

Inteligência social

Inteligência conceptual
A. Binet e T. Simon criaram a Escala Métrica de Inteligência – teste destinado a medir as capacidades mentais.
O termo Q.I. (quociente de Inteligência) é usado por Stern e Terman.
O Q.I. determina a relação entre a idade mental (IM) e a idade cronológica (IC).

Limitações:
- os testes não medem a inteligência mas apenas alguns dos seus aspectos;
- o QI aparece como sinónimo de inteligência. Não o é, é apenas o resultado de um teste;
- são testadas fundamentalmente competências lógico-conceptuais valorizadas pela cultura escolar, sendo ignoradas outras competências que são também manifestações de inteligência;
- pelo modo como os testes estão construídos, há um favorecimento dos indivíduos das classes média e alta.

Composição da inteligência
Abordagem fatorial
Teoria das inteligências múltiplas
Existência de uma capacidade de inteligência geral - factor g - que estaria subjacente a todas as funções intelectuais, aos factores específicos - factores S (visual, verbal, numérico).
Segundo Gardner, existem 7 tipos de inteligências com regras de funcionamento próprias e que atuam de forma independente:
lógico-matemática,
linguística, espacial, musical, corporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal.

Modelo Gf-Gc de Cattell e Horn
É a constatação da existência de dois fatores gerais:
a) Gf – Inteligência Fluida - está associada a componentes não-verbais, pouco dependentes de conhecimentos previamente adquiridos e da influência de aspetos culturais.
A inteligência permite armazenar e manejar adequadamente um vasto volume de dados. A criatividade seria o poder de síntese, ou seja, a faculdade de combinar esses dados para obter algo novo e útil.
Criatividade e inteligência
b) Gc – Inteligência Cristalizada - representa tipos de capacidades exigidas na solução da maioria dos complexos problemas quotidianos, sendo conhecida como “inteligência social” ou “senso comum”.
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