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Assistência de Enfermagem a esclerose múltipla

Conceito, sianis e sitomas, diagnostico, exames, tratamento e cuidado de enfermagem
by

MARCOS KINHO

on 3 May 2013

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Transcript of Assistência de Enfermagem a esclerose múltipla

ESCLEROSE MÚLTIPLA INTRODUÇÃO PROF. MARCOS ANTONIO - O QUE É? A ESCLEROSE MÚLTIPLA É UMA DOENÇA:

INFLAMATÓRIA
CRÓNICA
DEGENERATIVA
DESMIALIZANTE

ESTA PATOLOGIA AFETA O SISTEMA NERVOSO, INTERFERINDO COM A CAPACIDADE DO MESMO EM CONTROLAR FUNÇÕES COMO A VISÃO, A LOCOMOÇÃO, E O EQUILÍBRIO, ENTRE OUTRAS. OCORRE A INTERVENÇÃO DE CÉLULAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO, OS LINFÓCITOS T, QUE COMBATEM AS CÉLULAS DO PRÓPRIO ORGANISMO POR AFINIDADE COM O AUTO ANTIGÉNIO. A doença resulta da lesão das bainhas de mielina, levando á formação de um tecido idêntico ao de uma cicatriz.

Esta lesão provoca um retardamento e/ou impossibilita que o impulso nervoso seja transmitido aos restantes neurónios. O SISTEMA IMUNITÁRIO TEM COMO PRINCIPAL FUNÇÃO DEFENDER O ORGANISMO DA AGRESSÃO DE AGENTES EXTERNOS QUE PODEM PROVOCAR DOENÇAS E, POR VEZES, O COLAPSO QUE RESULTA NA MORTE. CONTUDO, POR VEZES, OCORREM ERROS QUE LEVAM A QUE O SISTEMA IMUNITÁRIO NÃO RECONHEÇA AS CÉLULAS DO PRÓPRIO ORGANISMO, DESTRUINDO-AS. DA DESTRUIÇÃO DAS CÉLULAS, SURGEM AS
DOENÇAS AUTOIMUNES A AFINIDADE DOS LINFÓCITOS T ÀS CÉLULAS DO PRÓPRIO ORGANISMO É MEDIADA PELO TIMO. CAUSA NA ESCLEROSE MULTIPLA O SISTEMA IMUNOLÓGICO FICA DESREGULADO, FAZENDO COM QUE QUE O ORGANISMO PRODUZA UM EXCESSO DE CITOCINAS AS CITOCINAS MARCAM AS CÉLULAS DA BAINHA DE MIELINA COMO UM CORPO ESTRANHO, LEVANDO A QUE OS FAGÓCITOS ATAQUEM ESTAS CÉLULAS. SINTOMAS DIPLOPIA FALTA DE FORÇA E DE SENSIBILIDADE NOS MEMBROS ''MÃO INÚTIL'' DESEQUILIBRIO ALTERAÇÕES NA MEMORIA FADIGA LESÕES NO CEREBRO SINTOMAS LESÕES NA ESPINAL MEDULA ENTORPECIMENTO DOS MEMBROS PERTURBAÇÕES NA BEXIGA ESPASTICIDADE RIGIDEZ E MEMBROS PESADOS DORMENCIA, DORES E PRURIDO DIFICULDADES DE LOCOMOÇÃO (cc) image by nuonsolarteam on Flickr TRATAMENTO O tratameto isa 3 objetivos:
Controlar as exacerbações agudas;
Tratar o processo patólogico e
Atenuar seus siais e sintomas
Um controle adequado da saúde geral;
Seguir um estilo de vida regrado. TRATAMENTO OS PRINCIPAIS MEDICAMENTOS UTILIZADOS PELOS MÉDICOS SÃO:

- RELAXANTES MUSCULARES;
- IMUNOMODULADORES.

EM 2010 SURGIU UM NOVO TRATAMENTO EXPERIMENTAL CONHECIDO POR CLADRIBINE QUE PODE SER ADMINISTRADO VIA ORAL E QUE TEM RECEBIDO RESULTADOS MUITO POSITIVOS NA PREVENÇÃO DO AGRAVAMENTO DA PATOLOGIA. REDUZEM A TENSÃO DOS MÚSCULOS E MELHORAM OS MOVIMENTOS DO PACIENTE. SÃO ESSENCIALMENTE INTERFERÕES-BETA E GLATIRAMERO QUE INTERVÊM NO SISTEMA IMUNITÁRIO, PROCURANDO IMPEDIR QUE ESTE ATAQUE AS CÉLULAS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL CONCLUSÃO AS DOENÇAS AUTOIMUNES COMO A ESCLEROSE MÚLTIPLA PODEM PROVOCAR GRAVES PROBLEMAS E LIMITAÇÕES AOS SEUS PORTADORES, SENDO DIFÍCEIS DE DETETAR PRECOCEMENTE E DE TRATAMENTO RESTRITO, UMA VEZ QUE NÃO É POSSÍVEL REGREDIR OS SINTOMAS.

UM PACIENTE COM ESCLEROSE MÚLTIPLA PODE VER COMPROMETIDA A SUA MOBILIDADE, A SUA MEMÓRIA E A SUA VISÃO MAS ESTA DOENÇA NÃO SIGNIFICA O FIM. É POSSÍVEL CONVIVER COM ELA, BASTA LUTAR. UM EXEMPLO DISTO MESMO É UMA DAS MAIORES MENTES QUE O MUNDO AINDA TEM: STEPHEN HAWKING, A QUEM FOI DETECTADA A DOENÇA COM 21 ANOS. REDUZEM A TENSÃO DOS MÚSCULOS E MELHORAM OS MOVIMENTOS DO PACIENTE. SÃO ESSENCIALMENTE INTERFERÕES-BETA E GLATIRAMERO QUE INTERVÊM NO SISTEMA IMUNITÁRIO, PROCURANDO IMPEDIR QUE ESTE ATAQUE AS CÉLULAS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL MESTRE CAUSAS GENÉTICA Risco de contrair é maior nos familiares de um indivíduo com a doença;

Um grupo os cromossomo 6 atuam nos seres humanos como complexo principal de histocompatibilidade (MHC)INFECÇÃOHIGIENEPREVALÊNCIA FATORES ANBIENTAIS Aumenta à medida que aumenta a distância em relação ao equador (ingestão de vitamina D);
Estresse pode constituir um fator de risco, assim como o tabagismo. INFECÇÃO HIGIENE PREVALÊNCIA Exposição a vários agentes infecciosos durante os primeiros anos de vida. Maior parte dos indivíduos causa apenas uma infecção persistente mas assintomática, causando a desmielinização só depois de muitos anos e ocorre em apenas alguns indivíduos. Exames Diagnóstico Através de dados clínicos, radiológicos e laboratoriais disseminação das lesões características no espaço e no tempo, sendo estes dados recolhidos de forma não invasiva Classificação do Diagnóstico Difícil diagnóstico.
eletrencefalografia-1/3 dos casos;
LCR - IgG (alto);
TC- lesões em massa braca;
eletroforese;
Estudo potenciais evocados-condução lenta em 80% assistencia de Enfermagem Diagnóstico de Enfermagem Padrão da eliminação urinária, alterado, relacionado com a incontinencia urinário;
Mobilidade física prejudicada, relacionada com a disfunção neurologica;
Percerpção sensoriais alteradas (visuais, tácteis e sinestésicas), relacionadas com os défcits neurológicos. OBRIGADO! EPIDEMIOLOGIA O BRASIL é considerado um país de baixa prevalência; A região sul e sudeste, existem, cerca de 16 mil casos para cada 100mil hab. É mais mais comum em branco; raro em negro e orientais. É mais comum em mulheres, entre 20 a 45 anos.

Rara antes da puberdade e após os 60 anos de idade.
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