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Processos de influência entre os indivíduos

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by

Joana Silva

on 15 March 2014

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Transcript of Processos de influência entre os indivíduos

Processos de influência entre os indivíduos
Normalização
Conformismo
Exemplo: Acabaste de ver um filme que não apreciaste particularmente. se o grupo que te acompanha manifestar entusiasmo, sentes- te pressionado a concordar ou ficas em silêncio, mantendo privada a tu opinião discordando da minoria. Dizemos, então, que te conformaste.

O
CONFORMISMO
é uma forma de influência social que resulta numa mudança de comportamento ou crença em relação a um grupo, como resultado de pressões desse grupo.

Na verdade, o conformismo é uma forma de manutenção da coesão de um grupo pois se todos os elementos de um grupo partilharem do mesmo conjunto de crenças, comportamentos, atitudes e até os mesmos interesses a interação grupal torna-se possível, ganhando sentido.
OBEDIÊNCIA
A obediência é uma mudança de comportamento em resposta a ordens e instruções de alguém reconhecido como autoridade, é a tradução comportamental da influência social na sua forma mais directa e poderosa.

Acontece quando as pessoas não se sentem responsáveis pelas acções que levam a cabo, sob ordens de uma figura de autoridade.


Inconformismo e Inovação
Processos de socialização
É um processo dinâmico de integração de indivíduo numa dada cultura. Refere-se, por isso, às normas como cada pessoa interioriza, e aprende, os elementos socioculturais (normas, valores, atitudes, comportamentos considerados desejáveis na sociedade a que pertence) enquanto participa, age e se comporta, em diversas relações práticas e institucionais.

Os principais agentes que intervêm ativamente são a família, a escola e os meios de comunicação.

Influência Social
"As ações de uma pesssoa são condição para as ações da outra" - Secord e Backman



O comportamento, os pensamentos, os sentimentos e as emoções de alguém foram influenciados socialmente quando se modificam na presença de outrem, que não tem que ser necessariamente real (imaginado, pressuposto ou antecipado).

EXEMPLOS: os Apanhados mostram-nos como é relativamente fácil convencer as pessoas a por em causa evidências, aceitando outras interpretações pela pressão exercida pelos outros.

Segundo o psicólogo W. Doise, a influência é: "um conjunto de processos que modificam as perceções, juizos, atitudes ou comportamentos de um indivíduo a partir do conhecimento das perceções, juizos e atitudes dos outros."

CARACTERÍSTICAS DA INFLUÊNCIA SOCIAL:


A influência é, ainda considerada pela psicologia social, um mecanismo elementar que domina inúmeras situações e que ultrapassa largamente os fenómenos de sugestão, dominação ou fascinação;
Não tem que ser intencional ou deliberada;
Não tem que ser consciente.

Interação Grupal
O processo de socialização, como já referimos, permite integrarmo-nos num contexto social e como tal conhecer os comportamentos dos individuos inseridos no mesmo. Este conhecimento possibilita-nos prever diversos conhecimentos com fim à ADAPTAÇÃO.
É a influência mútua que os membros de um grupo exercem entre si.
Normalização
Consiste na criação (caso não existam) e na integração, durante a socialização, de um conjunto de regras, de normas vigentes (regras sociais básicas) na sociedade em que estamos inseridos e que regulam os comportamentos dos mais simples aos mais complexos, ou seja, estabelecem o que as pessoas podem ou não fazer em determinadas situações e que implicam o seu cumprimento.

Assim, as normas, ao definirem o que é permitido ou não fazer, estão a orientar o nosso comportamento - são modelos de conduta de um dado grupo social.
EXEMPLOS: lavar os dentes; entrar na escola quando a campainha toca; usar talheres.
Socialização
Indivíduo num contexto social;

Influência social com expressão natural;

Processo gradual;

Muitas vezes não é consciente.
Coesão grupal
As normas estabelecem um sistema de referência comum: atitudes e padrões de comportamento. Estas normas estáveis no tempo asseguram ao grupo uma identidade.

Conclui-se assim que existe uma necessidade de recorrer ao processo de normalização pois caso contrário a ausência de normas iria ser geradora de desorientação e angústia nos membros de um grupo, uma vez que, as interações sociais seriam imprevisíveis. Assim, o cumprimento das normas é uma exigência da vida sicial, pelo que a sua não aceitação ou o desvio às regras implica sanções difusas ou explícitas que podem ir e um olhar reprovador a um castigo.
Pelo o facto dos comportamentos dos indivíduos de um determinado grupo social serem uniformizados, isto confere-nos vantagem, uma vez que as normas permitem-nos prever os comportamentos dos outros do mesmo grupo social - ADAPTAÇÃO AO MEIO SOCIAL
Experiência de Asch

DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA
Na experiência de Asch, levaram-se 9 ou 10 indivíduos para uma sala onde se lhes mostra pares de cartões colocados à sua frente a uma certa distância. Num dos cartões está desenhada uma linha preta com cerca de 20 cm de cumprimento. No outro estão 3 linhas de cumprimento variáveis. Pede-se aos indivíduos que façam um juízo perceptivo simples onde têm que indicar qual das 3 linhas do segundo é igual em cumprimento à linha do primeiro, repetindo este procedimento algumas vezes. Um dado oculto da experiência era que apenas um dos indivíduos era "autêntico", ou seja, todos os outros eram aliados secretos do experientador. Estes aliados emitiam falsos juízos em quase todas as séries para verificar se o indivíduo "autêntico" mudava a sua resposta.

CONCLUSÃO
Assim, Asch concluiu que percentagem de indivíduos que se mantinham completamente independentes e seguros dos seus juízos era inferior a 25%. Quando entrevistados depois da experiência, a maior parte dos sujeitos deixaram bem claro que o grupo não afetara realmente o modo como viram as linhas.
Factores que levam ao conformismo
A unanimidade do grupo - o conformismo é maior nos grupos em que há unanimidade. Ou seja, basta haver no grupo um aliado que partilhe de um opinião diferente para os efeitos do conformismo serem menores.

A natureza da resposta - o conformismo aumenta quando a resposta é dada publicamente. A resistência à aceitação da opinião da maioria é maior quando a privacidade é assegurada.
EXEMPLO: voto secreto.

Ambiguidade da situação - a pressão do grupo aumenta quando não estamos certos do que é correto. Nestes casos, e quando estamos num contexto que não dominamos ou não compreendemos, gera-se a dúvida e a insegurança, o que facilita o comportamento conformista.
EXEMPLO: Adquisição de aprendizagens.

Importância do grupo - quanto mais atrativo for o grupo para a pessoa maior é a probabilidade de ela se conformar.

Autoestimo - as pessoas com um autoestima mais baixa tendem a confiar menos nos seus juízos e opiniões, adoptando o mesmo comportamento ou atitudes que os outros elementos do grupo.
Pensamento grupal
- um tipo de pensamento que ocorre quando a motivação de um grupo para chegar ao consenso é tão forte que os elementos que o constituem perdem a capacidade crítica.
Situações que favorecem a ocorrência do fenómeno do pensamento grupal:

Existe a ilusão de que o grupo invulnerável e não pode conter grandes erros de julgamentos;

A informação que é contraditória do ponto de vista do grupo dominante tende a ser ignorada, não aprovada ou minimizada;

É efectuada pressão sobre os membros do grupo para se conformarem com o ponto de vista da maioria embora as pressões possam ser relativamente subtis;

A pressão para o conformismo desencoraja os pontos da minoria a serem apresentados perante o grupo;

Existe um ilusão de moralidade fazendo com que os membros do grupo assumam que qualquer julgamento feito por eles será julgo e moral.
Factores que influenciam a obediência
Proximidade com a figura da autoridade - quando mais proxima estiver a figura de autoridade maior é a obediência: as pessoas sentem-se mais intimidadas e obedecem mais;

A legitimidade da figura de autoridade - Quanto mais for reconhecida a autoridade, quanto maior for o seu estatuto, o seu reconhecimento e saber, maior é a obediência;

Proximidade da vítima- Se houver contacto visual ou auditivo com a vitima da acção, a obediência diminui.

Pressão do grupo: A predisposição do grupo pode aumentar ou diminuir o efeito da autoridade.

Sentimento de desresponsabilização: se somos executantes da vontade ou das ordens de outrem, julgamos que ele é quem tem de responder pelos nossos actos.

Partilha ou difusão de responsabilidade: Quando vários indivíduos partilham a responsabilidade por um acto, é mais forte a propensão para obedecer.

Fraca auto-estima e desejo excessivo de ser aceite: Obedecer é uma forma de satisfazer o desejo de integração num grupo agradando aos seus membros. Em situações confusas e ambíguas é maior a tendência para fazer o que os outros ordenam.
Um invetigador recrutou através de um jornal local um grupo de voluntários entre os 20-50 anos, de diferentes estratos socioeconómicos, que, mediante uma quantia, efectuariam uma experiência que pretendia avaliar o efeito da punição na aprendizagem. Escolheu-se, aleatoriamente, um grupo de professores e alunos. Existiam profissionais, que estavam a testar os comportamentos tanto dos professores como dos alunos, que davam ordens aos professores e estes colaboravam na experiência, seguindo as ordens que lhes eram dadas.
Os alunos, que estavam que presos por correias, deveriam reproduzir uma lista de palavras, que eram lidas. Sempre que dessem uma resposta errada, o "professor" deveria infligir-lhes uma descarga eléctrica, que, supostamente, emitiria choques de diferentes voltagens. O experimentador, que representa a autoridade, ordena aos professores que aumentem a descarga eléctrica a cada erro dado. Efectivamente, a descarga era sempre a mesma e inofensiva.

Verificou-se que quando os alunos se encontravam num compartimento separado, sem contacto com os professores, o nivel de obidência destes últimos ao experimentador aumentava. Contudo, quando a proximidade dos alunos com os professores existia, a eficácia das ordens era menor.

Concluiu-se que a proximidade da vítima (alunos) com o agente efectuador das ordens (professor) influenciou a eficácia da figura de autoridade.
O Inconformismo é a adoção de conceções, atitudes e comportamentos que não respondem às expectativas do grupo.
A iniciativa ao inconformismo deve-se à repulsão dos ideais e à falta de importância que um determinado elemento de um grupo atribui aos mesmos. É esta deslocação face ao grupo que, por vezes, constitui a base da evolução conceptual. Ou seja, a tentativa de mudança das normas e crenças vigentes numa sociedade é um elemento essencial para que novas ideias surjam e para que se reformulem outras com vista à evolução.
Um exemplo da importância do inconformismo foram as revoluções científicas, uma vez que reformularam teorias cientificamente incorrectas.
O efeito das minorias
As pessoas que adotam atitudes incoformistas (normalmente em minoria) são, frequentemente, objecto de crítica social, que pode ir desde o sarcasmo à sanção e até à marginalização, sendo mais reprimidas quando maior a importância das normas desrespeitadas. Estas atitudes são encaradas como desagregadores da ordem social, no entanto a influência destas minorias pode ser, também, geradora de Inovação.

Factores que afectam a influência das minorias:

Coerência e a consistência nas respostas e nos comportamentos;

A forma como os alvos de influência interpretam o comportamento;

Segurança e autoconfiança dos indivíduos que as compõe;
O processo de influência dminoria, e, por conseguinte, de inovação, ocorre quando há conflito, isto é, quando num interior de um grupo alguns membros discordam da opinião da maioria apresentando alternativas.
De que modo interpretamos o mundo, os acontecimentos socias

De que modo essas interpretações afectam o nosso comportamento

Qual a origem das nossas interpretações
Estereótipos
Conjunto de crenças que dá uma imagem simplificada das características de um grupo ou dos membros de um grupo.

Estas crenças podem ser acerca das características, atributos e comportamentos dos membros de determinados grupos, sendo formas rigídas e esquemáticas de pensar que resultam de processos de simplificação e que se generalizam a todos os elementos do grupo a que se referem.
Uma vez interiorizada a crença, o estereótipo é aplicado de forma automática, é uma construção social.

De uma forma mais empírica ou menos cientifica, estereótipos são as imagens que nos aparecem de imediato na cabeça quando mencionamos um grupo social ou qualquer outra coisa.
EXEMPLOS: os alemães são sérios; os italianos são alegras; as mulheres são intuitivas.
A criação de estereótipos passa por um processo de categorização, em que são definidas categorias conhecidas e estáveis que nos permitem, de uma forma rápida e económica, orientarmo-nos na vida social.

Ou seja, dizemos que uma categoria é esterotipada quando os elementos de um mesmo grupo partilham a convicção de que um ou mais traços particulacaracterizam as pessoas.

EXEMPLO: Os imigrantes portugueses partilham a ideia de que os portugueses são um povo muito hospitaleiro.
Porcesso de caracterização dos estereótipos
Permite a adoção de quadros de interpretação do mundo social em que está integrado.
FUNÇÃO DE SIMPLIFICAÇÃO
Quando nos comportamos de acordo com os estereótipos, obtemos aceitação social, porque agimos de acordo com o que está estabelecido.
Funções dos estereótipos
Função sociocognitiva
- os estereótipos apresentam-se como representações, ideias seguras para orientar a relações sociais, defenindo o que está bem e o que está mal, o que é justo ou injusto.

Função socioafectiva
- os estereótipos reforçam a identidade de um grupo, desenvolvendo um sentimento de identidade social, em que conseguimos distinguir o "nós" (endogrupo) por oposição aos "outros" (exogrupo), definindo o nosso grupo, positiva ou negativamente, por relação a um outro.

EEMPLO: Quando alguém mais velho diz que "jovens são irreverentes", reforça-se a ideia de responsabilidade de quem emite esta afirmação, isto é, valoriza-se por relação com os outros.
Ao desenvolver a imagem negativa dos outros grupos, os estereótipos contribuem para reforçar a identidade positiva do grupo a que se pertence.


Simplicidade
- As imagens veiculadas pelo esteriótipos são pobres;

Uniformidade
- O esteriótipo é uniforme num dado grupo;

Tonalidade afectiva
- Um esteriótipo nunca é neutro: ou é favorável ou desfavorável;

Durabilidade e constância
- O esteriótipo tem tendência a perpectuar-se no tempo no interior do grupo que o partilha;

Pregnância
- O grau de adesão ao esteriótipo varia de um indivíduo para outro, podendo ir desde uma adesão superficial a uma adesão profunda.
Os esteriótipos caracterizam-se por:
Preconceitos
O preconceito define-se como pré-julgamento ou pré-juizo e, tal como os estereótipo, tem a categorização social como base da sua constituição.
No entanto, distingue-se do estereótipo:
ESTEREÓTIPOS
Limita-se a atribuir características a um determinado grupo ou pessoa.
PRECONCEITO
Não se limita apenas a atribuir caracteristicas a um determinado grupo ou pessoa envolvendo uma avaliação, frequentemente negativa.
Conclusão
: o estereótipo fornece os elementos cognitivos, o preconceito acrescenta-lhes uma componente afectiva, avaliativa. Assim, o preconceito atribui um carácter negativo, pejorativo ao estereótipo.
Exemplo: os alentejanos são preguiçosos; os judeus são avarentos
Definição
: atitude que envolve um pré-juízo, um pré-julgamento, na maior parte das vezes negativo, relativamente a pessoas ou a grupos sociais.

Objectivo
: diferenciação social, que pode e muitas vezes tem um efeito negativo.


No
plano cognitivo
, os preconceitos causam a realização de acções moralmente erradas ou até mesmo de comportamentos criminosos.

No
plano afectivo
, o preconceito está associado à evitação, à agressividade, à discriminação.
Os preconceitos aprendem-se no processo de socialização nos grupos a que pertencem (família, meios de comunicação social, etc) e uma vez aprendidos é díficil abandoná-los:

Os preconceitos são tanto maiores quando menor é o conhecimento da realidade a que se refere.
Componentes que contituem um preconceito:

Componente cognitiva
- corresponde a um estereótipo geralmente negativo que se formula face a um grupo social;
Componente afectiva
- refere-se aos sentimentos que se experimentam relativamente ao objecto do preconceito;

Componente comportamental
- refere-se à orientação do comportamento face à pessoa ou grupo.

Discriminação
A discriminação designa o comportamento dirigido ao indíviduos visados pelo preconceito, ou seja,
todo o comportamento que nega aos indivíduos e aos grupos a igualdade de tratamento que eles mereceriam.

conjunto de comportamentos em relação aos membros de um grupo que não são justos por comparação com membros de outros grupos;

São atos intencionais que assentam em distinções injustas relativamente a um grupo.
A discriminação pode manifestar-se em diferentes níveis, podendo ir desde uma atitude de evitamento até comportamentos hostis e a agressões aos indíviduos e grupos visados.
A discriminação positiva é considerada quando nos referimos à medidas que visam apoiar aqueles que sofrem a exclusão económica, física, social.
Trabalho realizado por:
Andreia Delgado
Joana Soares
Margarida Cascão
Sofia Lobo

12º C3
2013/14
Psicologia B
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