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Brasil: República Populista (1945-64)

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by

Pérysson Nogueira

on 20 January 2014

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Transcript of Brasil: República Populista (1945-64)

de 1945 a 1964 A REPÚBLICA POPULISTA INTRODUÇÃO Contexto: pós-Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria.
Populismo: política que se desenvolveu na América Latina ao longo de 1930-60. Resulta da crise das oligarquias agrárias, num momento de transição para a industrialização. Aproveitavam-se da miséria e pobreza urbanas, ao mesmo tempo que concediam direitos, controlavam os trabalhadores com medidas paternalistas e ineficientes. Principais Partidos Políticos: Varguistas (PSD e PTB), oposição à Vargas (UDN) e PCB.

Principais debates do período: desenvolvimento industrial → entreguismo ou nacionalismo? Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946-51) Disputas eleitorais: PSD-PTB com Dutra, UDN com brigadeiro Eduardo Gomes e PCB Yedo Fiúza. E eleição de 320 Deputados Constituintes.
Conservador: Fez um governo condicionado aos interesses do Imperialismo Americano, aumentou as importações ( o que acabou com as reservas de divisas da Era Vargas), rompeu com a URSS E colocou o PCB na ilegalidade e reprimiu as manifestações dos trabalhadores.
Plano SALTE: CHESF, Hidroelétrica de Paulo Afonso, pavimentação da Rio - São Paulo. Constituição de 1946: O texto constitucional teve um caráter conservador, na medida em que manteve muito da situação anterior, embora tenha trazido algumas mudanças importantes.
A presença marcante do Executivo foi conservada, ainda que garantida a independência e a harmonia dos três poderes.
Assegurou a existência das eleições livres
garantiu direitos individuais, de acordo com aspirações generalizadas após anos de ditadura e da guerra, nos quais o arbítrio e a violências foram marcantes.
A participação popular na vida política continuou restrita, já que o direito de voto não foi estendido aos analfabetos.
Garantiu-se o direito de greve, mas sujeito a limitações que possibilitaram sua restrição em prol de alegados interesses do Estado.
Manteve-se, ainda, a estrutura sindical controladora, herdada do Estado Novo. Governo Vargas (1951-54)
Retorno do nacionalismo e do capitalismo dirigido pelo Estado → sofre oposição do capital estrangeiro, da UDN e da grande imprensa.
Nacionalismo econômico: Plano Nacional de Reaparelhamento Econômico (Plano Lafer), Banco nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE), Petrobras (03/10/1954) e Eletrobrás.
Greves → anúncio de aumento de 100% no salário mínimo → que virou 40%. Suicídio de Vargas “Atentado da Rua Toneleiros” → os inquérito apontaram a participação de Gregório Fortunato (segurança de Vargas) → ultimato dos militares para a renuncia de Vargas → suicídio de Vargas → recuou dos golpistas → o golpe militar e adiado por mais alguns anos. Sucessão de Vargas: Com o suicídio de Vargas, assume seu vice (PSD) Café Filho, que se bandeou para os lados da UDN. Principal medida: Instrução 113 do SUMOC (liberdade para remessa d lucros)

Campanha sucessória: JK e Jango (PSD/PTB), Ademar de Barros (PSP), Juarez Távora (PDC/UDN) e Plínio Salgado. RESULTADO: Vitória de JK e Jango (que teve mais votos que JK). “Quem fica na presidência?”: Café Filho afasta-se alegando doença
Assume Carlos Luz (presidente da Câmara dos Deputados Federais) que se posiciona contra a punição dada por Teixeira Lott (Ministro da Guerra) ao Coronel Jurandir Bizarria que se posiciona a favor de um golpe da UDN contra a eleição de JK
Golpe Preventivo (toma as ruas, repartições, emissora de radio, etc.), os golpistas da UDN se refugiam no navio Almirante Tamandaré
Carlos Luz é afastado
assume Nereu Ramos (presidente do Senado) O QUE ADIOU O GOLPE MILITAR POR 10 ANOS → Assumem JK e Jango. JK (1956-60) – “50 anos em 5” Plano de Metas e sua distribuição orçamentária:
Energia (42,4%),
Transportes ( 28,9%),
Industria de Base (22,3%),
Alimentação (3,6%),
Educação. (2,8%). (cc) photo by medhead on Flickr JK JK (1956-60) – Realizações: criação da SUDENE ( os latifundiários reclamam de uma “bolchevização” do nordeste),
construção de Brasília e das Hidroelétricas de Furnas e Três Marias,
crescimento industrial acelerado fundamentado na indústria automobilística,
relativa estabilidade política, “rompeu” como FMI. JK (1956-60) – Outros pontos Transformações culturais: “Cinema Novo” (cineastas criativos e engajados, que rompiam com as chanchadas), Bossa Nova, CPC da UNE ( Centro nacional de cultura).

Fatos que merecem destaque: Criação das Ligas Camponesas durante a seca de 1958 por Francisco Julião.

Criticas: Inflação (principalmente devido à emissão de moeda), concentração de renda, corrupção.

Campanha sucessória: Teixeira Lott e Jango (PSD/PTB), Jânio Quadros e Milton Campos (UDN) → vitória de Jânio Quadros (apoiado pela UDN) e Jango (PTB) Janio Quadros - 1961



Pautou sua campanha na austeridade econômica (varre, varre vassourinha!), no controle dos gastos públicos, no combate a corrupção e na moralidade.
Herdou de JK - Inflação de 255 ao ano, grande divida externa. Jânio Quadros Janio Quadros - 1961 Política interna - corte no funcionalismo público, livre cambismo (instrução 204 da SUMOC), proibição do uso de biquínis e da briga de galos.

Política externa - independência em relação aos Estados Unidos e reaproximação do bloco socialista: cuba, china e URSS. Apoiou a independência das colônias africanas, condecorou TCH Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul.

Não se submeteu a política norte-americana Aliança para o Progresso: doação de medicamentos e leite em pó do governo de J. Kennedy com o objetivo de barrar o avanço das idéias socialistas na America.

Renuncia ou tentativa de golpe? 7 meses de governo. Assume em um período de grande instabilidade econômica: queda da moeda, inflação e diminuição dos nossos preços no mercado externo. Estava pressionado entre a direita conservadora e esquerda reformista.
Adotou uma política nacionalista e reformista: Reforma de Base ( no sistema bancário, educacional, tributaria, agrária, controle da remessa de lucros).
Apoio a Jango: Brizola e os Trabalhadores.
Oposição: banqueiros latifundiários, classe media, grande imprensa, igreja, etc. Governo de Jango 1961-1964 1964, “Finalmente o Golpe”
Plebiscito em 1963: fim do parlamentarismo → possibilidade de praticar as Reformas de Base → Macha da Família com Deus pela Liberdade (mobilização da direita) → Minas Gerais: Manifesto nação contra o governo Federal → adesão do Rio de Janeiro (com Mourão Filho ex-integralista que ajudou na elaboração do Plano Cohen)→ adesão dos generais → Golpe de 1964.

apoio: Estados da Guanabara + são Paulo + Minas Gerais + UDN + IBAD (Instituto Brasileiro de ação Democrática, financiado pelos Estados Unidos, que também ajudou na logística e com uma frota naval no Nordeste) + IPES (Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais, mantido pelos grandes empresários) + militares. Prof.: Pérysson
Nogueira
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