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NOVAS PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS E A COMPETITIVIDADE

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by

Elijamison Souza

on 2 June 2014

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Transcript of NOVAS PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS E A COMPETITIVIDADE

As práticas de Recursos Humanos têm evoluido para acompanhar os novos modelos de produção.

Nas empresas consideradas líderes de mercado, configura-se o modelo competitivo de Gestão de Pessoas.

Mudanças nas políticas e nos processos de gestão que estabelecem um novo padrão de relações na interação entre o indivíduo e a organização.


O modelo Taylorista-fordista, até a década de 70, era um elemento básico e universal, presente de algum modo em todos os processos de produção.

Com a recessão econômica, de ressurgimento do movimento operário e sindical e de abertura política, o modelo de processo de trabalho começou a entrar em crise.

A nova realidade política, econômica e social dos anos 80 colocaria em cheque esse modelo, exigindo novas posturas por parte das empresas em relação às práticas de RH.
Práticas de Gestão de RH
NOVAS PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS E A COMPETITIVIDADE
Modelo estratégico

O objetivo segundo o autor

Modelo estratégico no Brasil

O estudo de ALBUQUERQUE (1992) abordando estratégias de recursos humanos e competitividade, destaca a importância do fator humano e das estratégias de gestão das pessoas como fatores de competitividade.
NOVAS CONCEPÇÕES DAS PRÁTICAS DE RH
O autor examinou diferentes visões de estratégias e modelos, assim como experiências empresariais no Brasil e no exterior, que apresentaram como principais características:
qualificação e desenvolvimento dos empregados;
relação de emprego mais duradoura;
a adoção de sistemas de gestão mais participativos e trabalho em grupos;
relações com sindicatos;
nova concepção das políticas de recursos humanos;

Analisando as mudanças nas práticas de gestão de recursos humanos em empresas brasileiras, uma pesquisa realizada por FLEURY & FLEURY (1995, p.145) revelou que fazia parte das novas políticas das empresas:
preocupação com a estabilização da mão-de-obra, verificada em empresas com programa avançados de qualidade e produtividade;
políticas de treinamento
práticas de gestão de cargos;
adoção de sistemas de remuneração por conhecimento, bônus por desempenho e participação nos lucros.
Até a década de 80 as aterações nas práticas de RH eram lentas, porque o mercado era pouco exigente. Com a globalização do mercado, a empresa passou a valorizar o gerenciamento de pessoas, vendo isso como vantagem competitiva sustentável.

Em função da heterogeneidade das formas de gestão de RH praticadas no Brasil, FICHER (1998) afirma que ainda hoje há setores que em que é comum se verificar práticas que remontam ao início deste século.
As principais alterações verificadas nas práticas de gestão dos Recursos Humanos geralmente estão relacionados com a implantação de Programas de Qualidade.
Os princípios básicos que orientam as políticas e processos de gestão passaram a privilegiar:

Empregabilidade
Autodesenvolvimento
Foco em resultados
Empowerment
Relação entre os trabalhadores e a empresa:

Predominio dos interesses das empresas;
Relações mais estáveis;
Relacionamento mais indireto e distante;
Relações profissionais e calculadas.

Embora haja uma visível evolução na implementação das novas Práticas de Recursos Humanos, o mercado brasileiro não tem absorvido 100% essa ideia. Mas podemos observar mudanças nas organizações, impulsionadas por diretrizes trabalhistas e de novos modelos de Gestão e Produção.
A competitividade acirrada, a busca incessante afim de maximar lucros e minimizar custos, melhoria na qualidade e produtividade, estão impulsionando a busca ao que ha de mais novo em organização e gestão de pessoas. Além do mais, com o aumento do nível de qualificação de pessoas, que por sua vez recebem boa parte de atribuições pelo desenvolvimento, faz com que as organizações busquem ainda mais Novas Práticas de Recursos Humanos.
OBRIGADO!
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