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Método Clínico e Método Psicanalítico

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CHARLES LANG

on 19 March 2014

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Transcript of Método Clínico e Método Psicanalítico

Neurose e Psicose
FENÔMENOS CORPORAIS COM RESPEITO AO CORPO: sentimento do corpo como sendo outro (psicose).
sentimento da distância como respeito ao corpo (histeria)
MÉTODO CLÍNICO E MÉTODO PSICANALÍTICO
Método Clínico e Método Psicanalítico

Método clínico
O metodo psicanalitico
LOCALIZACAO SUBJETIVA
"Conservatives"
Laggards
"Skeptics"


1.Há um plano que é aquele das TÉCNICAS de coleta de informações;
2.Há um plano que é aquele do outro - um ser humano em conflito (a dinâmica), em um equilíbrio frágil (a gênese) e em que cada um é uma totalidade inacabada (a totalidade). Só o paciente sabe onde e como sofre.

A PSICOLOGIA CLÍNICA compreende o Homem em sua totalidade a partir de estudos horizontais e verticais de casos singulares.


As entrevistas preliminares:
Como fazer a entrada em um tratamento: avaliar e avalisar uma demanda de tratamento


perguntas, observações, notas e contribuições. Reservar um tempo para conversar com a máxima liberdade
#diferenças entre o paciente psiquiátrico (designado pelos outros) e o paciente psicanalítico (aquele que demanda ser admitido como paciente
3. Escuta Clínica: A escuta constitui o alicerce do simples conhecimento do mundo, dos outros e da atividade científica. Esta é uma das formas da atenção, um prolongamento da mesma, a qual se define como uma acumulação da atividade psíquica sobre um objeto particular.
MÉTODO CLÍNICO
investigação sistemática por meio do estudo e caso. O estudo de caso é o procedimento do método clínico. O método pode ser compreensivo (visão contextualizada), ou sob as perspectivas intersubjetivas - estudos fenomenológicos (descrição das experiências intersubjetivas) até a Psicanálise (a transferência como conceito articulador e fundante do estudo de caso).

A PSICOLOGIA CLÍNICA define-se em referência ao método clínico (em oposição ao método experimental). O Método clínico se centra sobre o caso, a singularidade, sobre situações concretas de sofrimento. É através do método clínico que o psicólogo recolhe informações concretas sobre o sujeito que põe um problema, revelando a existência de um sofrimento.




Técnicas e instrumentos do método clínico:
1) A entrevista
2) Estudos de caso
3) A escuta clínica
4) Testes e escalas

Além disso, a escuta funda-se numa apreensão do dito. O dito, no entanto, não é o real. É o modo como o sujeito falante articula e sustenta aquilo que é o seu real














TÉCNICAS E INSTRUMENTOS

1) A Entrevista Clínica: A entrevista assemelha-se muito ao que o leigo compreende como uma conversa, uma discussão ou um diálogo. A sua essência, no entanto, é a interação discursiva, ou seja, através da construção de ideias, opiniões e relatos por parte do paciente, estutura-se uma relação, um laço social: um discurso. A ENTREVISTA CLÍNICA pode ser de ajuda ou cuidado psicológico ( o que se chama de tratamento psicológico, psicoterapia e análise) diagnóstico ou avaliação, ou investigação clínica.
3. Escuta Clínica: A escuta constitui o alicerce do simples conhecimento do mundo, dos outros e da atividade científica. Esta é uma das formas da atenção, um prolongamento da mesma, a qual se define como uma acumulação da atividade psíquica sobre um objeto particular.
A escuta clínica pretende fazer uma descrição minuciosa do real, contudo não pode limitar-se a esta atividade. Deve eleger aquilo que destoa na fala - um ato falho, uma reticência, algo que se repete..., o que parece mais significativo e pertinente, implicando assim a inexistência de qualquer escuta ingênua. Esta não tenta descrever apenas o que é visível, mas tenta também agrupar as informações assim obtidas.
Neste sentido, a escuta clínica procura fazer o levantamento tanto dos dos fenómenos comportamentais mais significativos quanto do discurso do sujeito, para depois lhe atribuir um sentido tornando a situá-los na dinâmica, na história de um sujeito e no contexto da escuta

A escuta é, inicialmente, um complemento à entrevista, e por vezes ela é o único meio de avaliar as dificuldades ou progressos do sujeito

4. Testes e escalas:

O teste é, claramente, um instrumento que permite, a partir de um comportamento observado de um indivíduo, a determinação de comportamentos habituais ou futuros também significativos.


O teste é uma prova (definida, padronizada, reprodutível) que vai provocar e registar um comportamento. Este, por sua vez, tem uma relação constante e demonstrada com outros comportamentos significativos; qualitativamente, o comportamento no teste é o “sinal” de uma realidade psicológica.

.
Para que um teste tenha interesse é necessário que a escolha daquilo que o clínico quer conhecer dependa da necessidade prática em que o paciente se encontra, ou seja, o clínico deve direccionar o teste ao seu desejo de conhecer, ao que pretende descobrir. Contudo o teste não dará uma resposta directa aquilo que o clínico quer saber. Informa, não decide!
Há imensas formas de testes que se distinguem em função do seu objecto de estudo, nomeadamente: os testes de conhecimentos, os testes de inteligência que se classificam em verbais e não verbais; os testes de aptidões e os testes de personalidade, classificados em testes objectivos, técnicas projectivas e questionários.

As escalas
são instrumentos clínicos que permitem qualificar e quantificar, objectivamente e de forma mais precisa, um estado ou um traço/característica de um paciente. Estas existem com duas formas: as escalas de heteroavaliação, preenchidas pelo clínico, e as escalas de auto-avaliação, preenchidas pelo indivíduo.

Uma escala pertinente deve conter três características/qualidades: a validade que assenta no facto de medir bem aquilo para que foi elaborada; a fidelidade que implica que a escala ofereça resultados comparáveis em situações idênticas e, por fim, a sensibilidade da qual depende a capacidade em notar variações entre estados diferentes.

As escalas revelam elementos difíceis de perceber e/ou apreciar numa entrevista: se por vezes é fácil reconhecer sinais depressivos durante uma entrevista, já se torna mais complicado apreciar a intensidade das perturbações. Neste sentido, as escalas devem ser vistas como um complemento aos dados da entrevista
Estudar o saber clínico e utilizá-lo na experiência, antes do limiar do início deu m tratamento
Ignorância douta de alguém que sabe das coisas mas que voluntariamente apaga ate certo ponto seu saber para dar lugar ao novo que ocorrerá. A partir de tal ponto, o terapeuta pode fazer entender que não sabe com antecedência o que o paciente quer dizer e até supõe que ele queira dizer outra coisa. A suposição do saber não se vincula ao saber constituído, mas ao víncula com a suposta ignorância
AVALIAÇÃO CLÍNICA: o "sim"ou o "não"do terapeuta, que avalisa ou rejeita a demanda de seu paciente.

Tratamento da demanda

como condição de possibilidade do

Tratamento do sofrimento psíquico


AVALIAÇÃO CLÍNICA:

TRATA-SE E UM CASO DE NEUROSE PSICOSE OU PERVERSÃO?
RECONHECER O PRÉ-PSICÓTICO E O PSICÓTICO CUJA CRISE NÃO FOI DEFLAGRADA.

Diferença entre:

Contra-transferência: o terapeuta observa suas próprias reações a fim de conhecer a estrutura clínica do paciente.

Saber Clínico: Psicose -> Fenômenos elementares
FENÔMENOS ELEMENTARES DA PSICOSE

1. Fenômenos de automatismo mental.
2. Fenômenos de automatismo corporal
3. Fenômenos concernente ao sentido e à verdade:
1. Fenômenos de automatismo mental:

irrupção de vozes, de discursos alheios na mais íntima esfera psíquica.
2. Fenômenos de automatismo corporal:
decomposição do próprio corpo:
2.1. Estranheza (sentir o próprio corpo como estranho);
2.2. Desmembramento: sentir que partes do corpo não llhe pertencem;
2.3. Distorção temporal no perceber do tempo e/ ou deslocamento espacial;
3. Fenômenos concernente ao sentido e à verdade:
quando o sujeito diz que pode ler, no mundo, signos que lhe são destinados e que trazem uma significação que não pode precisar.

Vivências inefáveis, inexprimíveis ou de certeza absoluta, e mais ainda a respeito da identidade, da hostilidade de um estranho.
Histeria: simpatia pelo desejo do Outro, o que a leva a tomar emprestados sintomas psicóticos de pessoa da família ou círculo de amizades.
Obsessivos, sempre retardatários, necessita d eum estado de pânico para buscar tratamento
Estrutura perversa # conduta sexual da pessoa
("tenho direito a quê?")
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