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QUEIMADURAS

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by

Jadson Lener

on 3 December 2013

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Transcript of QUEIMADURAS

QUEIMADURAS
FACULDADE INTEGRAL DIFERENCIAL (FACID | DeVry)
CURSO: MEDICINA - CIRURGIA PLÁSTICA
GRUPO: P1

H.U.T.
AVALIAÇÃO CLÍNICA DIÁRIA
Revela alterações importantes;

Correção Precoce;

Recuperação;

Pontos do exame físico
PRESENÇA DE EDEMA EM ÁREA NÃO QUEIMADA
Hipoalbuminemia;

Não é valorizado edema próximo a área queimada:
Comprometimento da drenagem linfática.

Grau de hidratação
Perdas insensíveis;
Aumenta profundidade e temperatura ambiente
Diminui tempo de lesão e umidade do ar

Monitorização do volume urinário de 24h;
Balanço hídrico não tem importância;
Determinantes de grau de hidratação:
Umidade da pele e mucosas
Textura
Turgor
Elasticidade
Exame ocular

ICTERÍCIA
Transitória;
Não determina gravidade e prognóstico;
Desarranjo estrutural dos sinusóides hepáticos e a vacuolização dos hepatócitos (esteatose);
Laboratorialmente:
TGO/ TGP
FA
Bb direta

AUSCULTA PULMONAR
Diária;
Pneumonia bacteriana:
Estertores em bases
Confirmação Rx
Principal causa de sepse MORTE

Fisioterapia diária

AVALIAÇÃO ABDOMINAL
Difícil realização;
Importante para o suporte nutricional;
Deve-se observar:
Distensão abdominal;
Presença ou não de ruídos hidroaéreos abdominais


GRAU DE ANEMIA
Somatório de fatores:
Hemólise no ato do trauma;
Redução da vida média das hemárcias;
Desvio do metabolismo protéico;
Perda sanguínea.

AUSCULTA CARDÍACA
Diária e realizada atentamente;

Endocardite:
Colonização cutânea;
Cateter;

Sopro pancardíaco;

Grau de hidratação; Grau de anemia; Icterícia; Ausculta cardíaca; Ausculta pulmonar; Avaliação abdominal; Presença de edema em área não queimada
ABORDAGEM CIRÚGICA DIÁRIA
Processo cirúrgico nos pacientes em UIH.
IMPRESCINDÍVEL para o controle de infecção de feridas
Planejamento e execução dentro do tempo
Equipe multidiciplinar

‘’As sessões de balneoterapia são uma das formas mais antigas de tratamento de queimaduras, consistindo numa terapia por meio de banhos. Tem como principal objetivo a limpeza por meio da aplicação de água corrente e/ou desbridamento mecânico do tecido desvitalizado, assim como desinfecção da área queimada.’’

Silva AKC, Neta FCA, Bessa MSH. O brincar como meio de intervenção terapêutica ocupacional na preparação de crianças para a balneoterapia. Rev Bras Queimaduras. 2010;9(4):146-154

PROCEDIMENTOS DE MANIPULAÇÃO DA ÁREA QUEIMADA
PASSO A PASSO
Analgesia
Remoção do curativo
Escovação da área queimada isquêmica ou necrótica com soluções degermantes
Degermação da área queimada deixando por no mínimo 8 min.
Abrasão da área isquêmica ou necrótica
Retirada do tecido necrótico
Nova degermação
Enxague
Aplicação da terapia tópica
Confeccão do curativo
ROTINA CTQ: TROCA DO ACESSO VENOSO PERIFÉRICO A CADA 3 DIAS.

ABORDAGEM CIRÚRGICA NO PO DOS AUTO-ENXERTOS CUTÂNEOS
Principal procedimento em fase aguda
Troca do curativo em 48h = bom resultado

PASSO A PASSO DO CURATIVO

ABORDAGEM CIRÚRGICA DA ÁREA DOADORA DE ENXERTO
Repouso sem manipulação por risco de sangramento
Manipular curativo ao redor do 7º dia
Se apresentar odor fétido e secreção deve-se manipular precocemente
Boa qualidade de cicatrização em média do 15º dia.

‘’Infelizmente a situação do tratamento das Queimaduras continua crítico, assim, permanecemos com uma série de carências extremamente graves, podemos citar entre elas: falta de dados precisos sobre a situação das queimaduras, não existe método de coleta de informação, carência de materiais, carência de pessoal, carência de treinamento e carência de informação técnica.’’

http://www.rbqueimaduras.com.br/ 

INFECÇÃO NO QUEIMADO
Responsável por 75% dos óbitos nesses pacientes devido:
Depressão imunológica
Condições locais predisponentes
Pele íntegra descamação natural da pele impede que haja desenvolvimento de uma flora bacteriana.

Trauma térmico
Quebra o equilíbrio propicia desenvolvimento da flora + imunodeficiência foco infeccioso e posteriormente sepse.


Sistema Humoral
Queda das Imunoglobulinas e Sistema Complemento  remove estímulos à migração de elementos de defesa.

Sistema Fagocitário
Granulocitopenia
Diminuição da resposta quimiotática
Agregação da polimorfonucleares

Sistema Celular
Diminuição dos linfócitos T helper e elevação dos linfócitos T supressores.

INFECÇÃO NO QUEIMADO
Mais susceptível a infecções endógenas e exógenas

Reações inflamatórias mais intensas, sendo exuberantes e inadequadas.

Estase venosa e trombose microvascular modificação do fluxo barreiras mecânicas empilhamento de hemácias e marginação dos leucócitos separando bactérias dos fagócitos.

AGENTES MAIS COMUNS
Microbiota da pele íntegra:
Staphylococcus epidermidis,
Staphylococcus aureus
Streptococcus sp.
Escherichia coli
Pseudomonas aeruginosa
Candida albicans
Esterilização da microbiota superficial.
Autocontaminação: folículos pilosos e glândulas sebáceas.


MANIFESTAÇÕES QUE SUGEREM INFECÇÃO
Hipertermia > 38° C
Hipotermia < 36° C
Falha cardíaca não justificada
Invasão de tecidos não queimados
Trombocitopenia
Azotemia não explicada
Deterioração do estado mental
> 10 bactérias/ g de tecido

Histopatológico
Ajuda na terapia inicial. A presença de microorganismos em tecidos sadios traduz uma baixa imunidade e/ou maior potencial de invasão.

Hemoculturas
Sempre colhidas em suspeitas de sepse por bactérias ou fungos, mesmo estando em antibióticos sistêmicos.

Bacterioscopia e cultura de secreção
Auxilia na etiologia quando a cultura for negativa.

5
TRATAMENTO
Antibioticoterapia sistêmica deve ser iniciada:

Sinais clínicos de sepse
Vigilância microbiológica da ferida demonstrar número igual ou superior a 105 bactérias/g de tecido.
Presença de microorganismos em tecidos sadios.

Presença de infecção na ferida na ausência de sinais de invasão sistêmica, tratamento deve ser apenas local.

SINDROME DO CHOQUE SÉPTICO
Mais presente após escaldadura, mesmo a área queimada sendo pequena, geralmente apresenta uma aparência limpa e a fase de choque é precoce.

Critérios diagnóstico:
Febre > 39°C
Diarréia
Vômitos
Irritabilidade
Taquicardia
Taquipnéia
Rush eritematoso
Linfopenia
Choque

PREVENÇÃO DA INFECÇÃO
Reposição volêmica agressiva
Balneotrapia diária
Debridamento sequencial
Terapia tópica adequada
Rotina de troca do acesso venoso
Terapia antimicrobiana
Fisioterapia respiratória
Suporte nutricional agressivo
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