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ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma historia concisa. S

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Daiane Pereira da Silva

on 25 June 2014

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Transcript of ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma historia concisa. S

O TRAMAR DA VIDA
ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma historia concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 263 p.
COCCHIARALE, Fernando. . Quem tem medo da arte contemporânea?. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Massangana, 2006. 77p. 
CUNHA, Anderson Santana. Finitude Humana: A perplexidade do homem diante da morte. 5° encontro de pesquisa na graduação em filosofia da UNESP. Vol.3, n°1, 2010. Disponível em: http://www.marilia.unesp.br/Home/RevistasEletronicas/FILOGENESE/AndersonSantanaCunha(182-193). Pdf
GRÜM, Anselm, MÜLLER, Wunibald. A alma: seu segredo e sua força. Tradução de Edgar Orth. Petrópolis, Rj. Vozes, 2010.




REFERÊNCIAS

Cocchiarale (2006, p. 69) explica que:
 
Na verdade, quando eu escrevo sobre a arte contemporânea eu procuro pensar no que uma obra tem, até porque é da natureza das coisas no mundo contemporâneo fugirem à classificação em modelos fixos. Se eu não tenho um padrão fixo para dizer arte contemporânea, eu tenho dezenas de critérios, alguns contraditórios entre si, que são combinados e que tecem uma malha esgarçada que caracteriza os textos atualmente.
 




“Ao contemplar uma obra de arte, consigo ver, através da camada de entulho, o chão limpo de minha alma”.
Anselm Grüm

MINAYO, Maria Cecilia de Souza. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 16. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994. 80p. (coleção temas sócias).
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processo de criação. 17. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. 187 p.
SANTAELLA, Lúcia. Corpo e comunicação: sintonia da cultura. São Paulo. Paulus, 2004.162 p.
WEIL, Pierre. A morte da morte: uma abordagem transpessoal. São Paulo: Gente, 1995. 209 p.

 




O PROCESSO

Ostrower (2003, p. 26) menciona que:
 
O potencial criador elabora-se nos múltiplos níveis do ser sensível-cultural-consciente do homem, e se faz presente nos múltiplos caminhos em que o homem procura captar e configurar as realidades da vida. Os caminhos podem cristalizar-se em formas de comunicação, em ordenações concluídas, mas a criatividade como potência se refaz sempre.

Questionário realizado

Na sua opinião existe vida após a morte? Qual sua crença?

Você acredita ter passado por uma experiência de quase morte? Por quê?

Descreva como foi essa experiência:

Quais imagens você lembra daquele momento?

A experiência vivida trouxe alguma mudança para você? Exemplifique:

Você tem medo da morte, ou que emoções relaciona à mesma?

Depois dessa experiência como você define a morte?

Qual é seu entendimento de corpo e de alma?  

1.1 AS TRAMAS DA PESQUISA

Esta pesquisa se desenrola nas tramas
de vários questionamentos sobre a passagem de vida/morte/vida.
O embasamento teórico envolve diferentes concepções das relações entre o corpo, a alma, a vida, a morte e a arte ,
Há o desenvolvimento de uma pesquisa de campo;
Apresentação de produções artísticas contemporâneas.

1 A MINHA EXPERIÊNCIA
1.1 AS TRAMAS DA PESQUISA
1.2 OS FIOS DA METODOLOGIA
2 TECENDO SOBRE O CORPO
2.1 COSTURAS E URDIDURAS ACERCA DA MORTE
2.2 VIDA/MORTE/VIDA
2.3 O CORPO NA ARTE CONTEMPORÂNEA
3 PESQUISANDO E ENTREMEANDO OS FIOS DE OUTRAS EXPERIÊNCIAS
3.1 A ARTE CONTEMPORÂNEA E MEUS ESTUDOS
3.2 OBRA – UM TRAMAR DA VIDA

ESTRUTURA DO TCC

QUESTÕES NORTEADORAS


As temáticas da experiência humana com vida, morte e alma já
vem sendo abordadas na arte contemporânea? Por quem e de que forma?

Que elementos podem ser trazidos de relatos sobre experiências com vida e morte para uma produção artística?

Há semelhanças entre diferentes relatos de experiências envolvendo a passagem vida/morte/vida?

Que imagens são frequentes na representação
das experiências relatadas? Há alguma romantização ou poética nas mesmas?

O sentido apresentado para os conceitos de experiência,
corpo, alma, vida e morte tem mais relação com espiritualidade,
religião ou filosofia?

De que forma o corpo se insere na produção artística contemporânea?

Relatos de experiências envolvendo a passagem vida/morte/vida podem ser poetizados no sentido de alimentar uma produção artística contemporânea?

PROBLEMA

CONSIDERAÇÕES

 
A pesquisa começou com enfoque no tema vida e morte na arte contemporânea;
Com os objetivos de buscar nos relatos das pessoas entrevistadas elementos das experiências vividas para a produção em questão;
O embasamento teórico envolveu relações entre o corpo, a alma, a vida, a morte e a arte, sendo que a pesquisa de campo norteou a produção artística;
Tento estabelecer nesta pesquisa uma trajetória que foi percorrida até aqui, com a sensação de que esta produção possa ser apenas o ponto de partida, e assim revelar o que existe de dentro para fora, o fazer artístico.
 

OBRA PRONTA

Ostrower (2003), Cocchiarale (2006) e Salles (2004)

Ostrower (2003, p.142) reflete sobre o processo de criação:
 
Os processos criativos são processos construtivos globais. Envolvem a personalidade toda, o modo de a pessoa diferenciar-se dentro de si, de ordenar e relacionar-se em si e de relacionar-se com os outros. Criar é tanto estruturar quanto comunicar-se, é integrar significados e é transmiti-los.

3.2 OBRA – UM TRAMAR DA VIDA
 

Algumas respostas

2.2 VIDA/MORTE/VIDA

Representações religiosas na arte mostravam o que acontece depois da morte, foram métodos de registrar e representar, expressar e de certa forma, controlar o povo.
Weil (1995, p.172) confirma a tese citada quando diz que “é preciso admitir que a morte gera medo.”.

Cunha (2010), Menezes (1993), Kóvacs (1992), Kandiski (1996) Leis (1999).

A morte é vista ou entendida de formas bem diferentes, mas quase
sempre associada com dor, ruptura, alívio e ainda a existência de
um segundo plano, outra vida, a vida espiritual. Cunha (2010, p.185) corrobora nas reflexões:

Tratar da morte numa óptica filosófica, como é nosso escopo, exige
certo equilíbrio entre fé e razão, já que temos para esse assunto,
conteúdo de dois campos de conhecimento distintos, o da filosofia –
que se baseia no método racional para explicar tal fenômeno – e o
da religião – dando respostas às inquietações do homem diante de sua finitude, principalmente na divulgação da ideia de vida após a morte.

2.1 COSTURAS E URDIDURAS ACERCA DA MORTE
 

Linha de processos e poéticas
Natureza básica e abordagem qualitativa
Levantamento bibliográfico

“Quando tratamos de pesquisa qualitativa, frequentemente as atividades que compõe a fase exploratória, além de antecederem a construção do projeto, também a sucedem”. (MINAYO, 1994, p.31).

Minayo, diz que “o produto final da análise de uma pesquisa, por mais brilhante que seja, deve ser sempre encarada de forma provisória e aproximativa.” (1994, p.79).

1.2 OS FIOS DA METODOLOGIA

OBJETIVOS

GERAL:

Compreender concepções da experiência humana envolvendo a passagem vida/morte/vida.

ESPECÍFICOS:

Apresentar embasamento teórico sobre diferentes concepções de experiência, corpo, alma, vida e morte a fim de fundamentar a pesquisa;

Verificar possíveis relações entre os diferentes relatos das experiências da passagem entre vida/morte/vida; 

Analisar falas das entrevistas para assim representá-las através da produção artística contemporânea.
 

É uma pesquisa que aborda o tema sobre a vida e a morte na arte contemporânea;
Se desenrola em vários questionamentos;
Envolve concepções das relações entre o corpo, alma, a morte e a arte;
É desenvolvida uma pesquisa de campo realizada através da elaboração de um questionário.

JUSTIFICATIVA

Figura 5: Estudo para obra.
Fonte: Acervo pessoal

Figura 4: Estudo para obra.
Fonte: Acervo pessoal

Archer (2001) e Ostrower (2003).

3.1 A ARTE CONTEMPORÂNEA E MEUS ESTUDOS

Kotler (1998) e Meira (2003).

Kotler (1998, p. 121) faz menção ao questionário:
 
O questionário consiste de um conjunto de questões
para serem respondidas por entrevistados. Em função
de sua flexibilidade, é o instrumento mais comum para
coletar dados primários. Precisam ser cuidadosamente
desenvolvidos, testados e corrigidos antes de serem
administrados em larga escala.

3 PESQUISANDO E ENTREMEANDO OS FIOS DE OUTRAS EXPERIÊNCIAS

Figura 1: O funeral de Casagemas.
Fonte: Picasso/Abril Coleções, 2011.

GRÜM, Anselm, MÜLLER, Wunibald. A alma: seu segredo e sua força. Tradução de Edgar Orth. Petrópolis, Rj. Vozes, 2010.

2 TECENDO SOBRE O CORPO

POETIZANDO EXPERIÊNCIAS HUMANAS: A VIDA E A MORTE NA ARTE

Figura 7: Estudo para obra.
Fonte: Acervo pessoal

Figura 6: Estudo para obra.
Fonte: Acervo pessoal

Canton (2009), Barbosa, Matos e Costa (2011), Santaella (2004), Melin (2008) e Meira (2003).

Figura 3: Joseph Beuys. Como explicar pintura a uma lebre morta, 1965 
Fonte: http://www.artecapital.net
 

2.3 O CORPO NA ARTE CONTEMPORÂNEA

Acadêmico(a) Pesquisador(a): Daiane Pereira da Silva
Professor(a) Orientador(a): Edite Volpato Fernandes
Criciúma, 25 de junho de 2014

A pesquisa inicia com reflexões sobre o corpo humano e suas relações com experiência de vida e morte.
O corpo é uma parte concreta do indivíduo, daquilo que ele vive e podemos enxergar, mas podemos entender que há algo mais que só a matéria, pois Müller (2010, p.20) afirma que:

Através de meu corpo, são impostos a mim limites bem claros, mas, ao mesmo tempo, estou em contato com algo que vai além daquilo que posso ver abranger, sentir. Estou em contato com minha alma como profundeza em mim. Ali sinto minha alma.

Figura 2: Mãe Morta e a Criança
Fonte: http://www.fflch.usp.br/sociologia/temposocial/
site/images/stories/edicoes/v0512/Pintura.pdf
 

Weil (1995), Grof e Grof (1997), Santos (2007) e Chicangana-Bayona (2013).
Sendo objetivo de estudo, o corpo, Santaella (2004, p.28) afirma que:
 
Entre os temas mais constantes, além das interrogações sobre a natureza e estatuto do corpo, encontra-se o questionamento sobre seus limites, sobre as antigas, apaziguadoras e hoje duvidosas fronteiras entre o individual e social masculino e feminino, vida e morte, natureza e cultura, natural e artificial, presença e ausência, atualidade e virtualidade.

Descreva como foi essa experiência:

A: “Foi no parto (cesária) em 1969, do meu segundo filho, acredito que a anestesia não deu resultado, pois senti toda a operação (dor) e depois senti que sai do meu corpo, flutuei, e lá de cima, olhei para baixo e vi
meu corpo na cama do hospital, e acima, era uma espécie de túnel muito escuro, depois comecei a rezar, pedir para ficar e senti que caí...entrei novamente no meu corpo e comecei a sentir as dores novamente. Tenho uma sensação muito ruim cada vez que lembro...”.

B: “Eu desci para fazer o exame programado, e dali não acordei mais, me recordo apenas da minha filha falando comigo, sendo que havia muitas outras pessoas. E então, durante a cirurgia entrei em um tubo, que fazia um barulho muito forte, naquele momento eu senti que ia morrer e pedi senhor não é minha hora ainda, não posso morrer agora. E então voltei
ao meu corpo”.




Você acredita ter passado por uma experiência de quase morte? Por quê?

A: “Acredito. Eu senti que sai do meu corpo, tive consciência o tempo todo do que estava me acontecendo, e tenho em minha memória todas as sensações”.

B: “Sim. Na verdade fiquei em coma e aquela semana se apagou, entrei em uma sexta-feira no hospital e acordei na outra sexta-feira, para mim foi como se eu estivesse no mesmo dia, como se apenas tivesse dormindo”.

Quais imagens mais lembram você daquele momento?

A: “Do túnel escuro, do meu corpo sobre a cama da cirurgia... Porém não me lembro dos médicos e da equipe que com certeza estavam ali naquele quarto, apenas via meu corpo”.

B: “Principalmente do túnel que fazia o barulho”.



Meira (2003, p. 44) diz que “A poética se caracteriza por um objeto único, ou matriz, em dar existência a um tipo de trabalho de transformação, em que o sujeito e obra criam relações de diálogo, compromisso e responsabilidade pessoal e social”.

Archer (2001, prefácio) explica seu ponto de vista ao relatar que:
 
De início, parece que, quanto mais olhamos, menos certeza podemos ter quanto àquilo que, afinal, permite que as obras sejam qualificadas como “arte”, pelo menos de um ponto de vista tradicional. Por um lado, não parece haver mais nenhum material particular que desfrute do privilégio de ser imediatamente reconhecível como material da arte: a arte recente tem utilizado não apenas tinta, metal e pedra, mas também ar, luz, som, palavras, pessoas, comida e muitas outras coisas.


Figura 9: A Tramar da Vida.
Fonte: Acervo pessoal

Figura 8: A Tramar da Vida.
Fonte: Acervo pessoal

KOTLER, Philip. Administração de marketing. 10. Ed. São Paulo: Prentice Hall, 1998. 764 p.  
MEIRA, Marly. Filosofia da criação: reflexões sobre o sentido do sensível. Porto Alegre: Mediação, 2003.142 p.
MENEZES, Paulo Roberto Arruda de. A pintura trágica de Edvard Munch: um ensaio sobre a pintura e as marteladas de Nietzsche. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 5(1-2): 67-111, 1993 (editado em nov. 1994). Disponível em : http://www.fflch.usp.br/sociologia/temposocial/site/images/stories/edicoes/v0512/Pintura.pdf
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